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Paquistão entra em "conflito aberto" com o Afeganistão: O mundo escala radicalmente a violência

Eu
[música]
[música]
[música]
sou apenas um até latinoamericano
[música]
usando a razão para lidar com o
pós-modernismo,
[música] resgatando os princípios do
Iluminismo.
A escola [música] de Frankfurt e seu
relativismo,
o pós-estruturalismo
[música]
e seu identitarismo
tomaram de assalto bom [música] senso e
tudo começou com romantismo.
Desculpa, no cartório também tem o
[música] idealismo.
Max retomou
[música] no materialismo
e Len enfrentou a doença do esquerdismo.
O marxismo é uma luta [música] tradição
iluminista. Não é culto a emoção, nem
verdade por aclamação. Não é lugar de
fala substituindo explicação. [música] A
realidade existe fora do discurso e o
mundo não muda com gesto simbólico ou
recurso. A história tem estrutura,
[música]
tem base material, não se dissolve
narrativa pessoal. [música]
Classe não é metáfora nem construção
moral, é relação concreta no processo
[música]
social.
Quando a crítica vira performance e a
política vira identidade, [música]
o capital agradece em silêncio e a
barbaria avança com normalidade. Razão
não é opressão.
Ciência não é poder. [música]
São as únicas ferramentas para entender
que sem método, sem prova, sem rigor, a
[música] esquerda vira eco do próprio
opressor. Não é negando Marx em nome do
afeto, nem trocando dialética por
[música] manifesto que se enfrenta o
capital financeiro ou se rompe [música]
o ciclo do desespero.
Eu fico com quem analisa, [música]
não com quem sente, com quem explica o
mundo, não com quem [música] mente, com
quem enfrenta o obscurantismo.
Mesmo quando ele veste progressismo,
[música]
sou apenas um hotel latino-americano,
sem mito, sem altar, sem soberano,
[música] defendendo o que resta do
Iluminismo, contra a néa densa do
irracionalismo. [música]
Se a razão incomoda, o problema não é
ela, é o medo de encarar a realidade
[música]
no ibela. Porque sem ciência, sem
crítica e sem chão, [música] não há
evolução, só confusão. O marxismo não é
fé, nem identidade, [música]
é método, análise, historicidade.
Enquanto ver exploração e dominação,
[música]
a razão seguirá.
[música]

[música]
Ah,
fala, meus queridos e minhas queridas
amigas, tudo bem com vocês? Aí, eu
espero que esteja tudo bem com vocês.
Eh, veja, eu decido entre as músicas que
a gente vai colocar no canal a depender
agora do do assunto, né? Não sei se
vocês perceberam isso, mas rola, né?
Rola. Veja bem, eh, de ontem para hoje,
e eu só vi hoje, eu só vi hoje isso.
Ah,
o Paquistão tá declarando que vai ter
guerra aberta com Afeganistão. Aí a
galera que raciocina rápido demais,
fácil demais, né? Que qual lado tá os
Estados Unidos nessa jogada, já tá
embolado. Tá embolado o meio de campo
agora, né? Começando a embolar um pouco
o meio de campo, né? Eh, veja bem, veja
bem. Que bom, Chuá. Fico feliz que você
tenha gostado, querido. O Chuá tá
dizendo que viu o vídeo lendo o texto de
Engerba, né? Eh, é, então o Paquistão é
é uma potência nuclear, né? Pois é. Pois
é, pois é. O meio de campo tá ficando
embolado, né? O meio de campo tá ficando
bastante embolado. E a Índia? Pois é,
né? E a Índia nesse negócio. Tem um
conflito gigantesco entre Paquistão e
Índia. e que a China usa o Paquistão ali
como meio de campo paraa intervenção dos
seus interesses imediatos. Então, a a
China é colada com Paquistão, né? A
China é colada com Paquistão. Isso pode,
a depender de como é que se desenvolve o
conflito, dá para separar a Índia de
China, né? Dá para separar a Índia de
China, a depender de como é que se
desenvolveu o conflito ali, né? Dá para
separar a Índia de China. Dá para fazer,
dá para eles meterem o Kissinger, o
Kissinger dessa vez com a China, com a
Índia, na verdade, né? fazer fazer a
China se separar da União Soviética, os
Estados Unidos seis, dá para fazer isso
com a Índia, talvez, né? Tá tudo sobre a
mesa, né? Né? Tá tudo sobre a mesa, né?
Dá pra Índia ir pro lado dos Estados
Unidos e ficar contra a China, porque a
China é mais próxima do do Paquistão,
né? Tá embolado o meio de campo agora,
né? Tá embolado o meio de campo, né? Não
é isso?
Tá embolado o meio de campo agora, né?
Tá bem embolado. Tá bem embolado. Veja
só. Antes da gente começar esse vídeo,
que eu quero, na verdade, eu não sei
direito o que tá acontecendo, tá
tranquilo. Não sei direito o que tá
acontecendo. Eu sei que o conflito entre
Afeganistão e o Paquistão tá rolando já
há algum tempo e agora o Paquistão meteu
essa, falou assim: “Não, estamos em
guerra mesmo”. Certo? A gente não tá
aqui, não foi igual a a
não foi igual a Rússia, né? A Rússia
invadiu a a Ucrânia na maior cara de pau
do planeta. Não, isso aqui é um é um
teste especial,
não sei o quê, inventou nome para
[ __ ] né, para invadir a Ucrânia. Eh,
o Paquistão falou: “Não, estamos em
guerra. É isso, mundo. Esteja sabendo
que nós estamos em guerra com
Afeganistão”. E acabou, né? Não tem
intervenção especial com laser, né? É, é
guerra mesmo. É guerra mesmo. Não tem o,
não tem operação especial, não tem não.
O Paquistão disse, estamos em guerra,
né? De ontem para hoje, de ontem para
hoje não teve operação especial não. O
Paquistão falou: “Estamos em guerra e
foda-se”, né?
Pois é, é isso. É, é, é, é isso, né? O,
o movimento é esse. Esse conflito não é
de hoje, tá? Esse conflito não é de
hoje. O, o Paquistão porque é é caso
claro, tipo assim, é medievo puro, tá
ligado? Eh, quer dizer, é idade moderna
europeia pura, tá ligado? Você usa um
grupo talibanês
dentro do Paquistão para que, [ __ ] se
essa galera ganhar lá, é mais um grupo
que vai ser eh é tipo guerra dos 30 anos
mesmo. É guerra dos 30 anos. É guer a
mesma coisa da guerra dos 30 anos
europeia. É guerra dos 30 anos. Começa o
conflito porque você tá apoiando um
grupo interno que responde a você porque
se ele ganhar vira seu satélite, né? ou
Guerra Fria. Guerra Fria é uma guerra
dos 30 anos eh estendida, né? Com pet de
eh
pet de de de
tanque de guerra, né? Pet de tanque de
guerra, né? A Guerra Fria é guerra dos
30 anos com pet de tque de guerra.
Enfim, enfim, enfim, enfim, enfim,
enfim. É a clássica guerra prox. É que
só que é uma guerra prox muito muito
específica, muito específica,
característica da guerra dos 30 anos
mesmo. Já reagi um vídeo aqui do do Epic
History, eu acho. Eu acho da guerra dos
30 anos, assim, começa com a desculpa de
que eu tô apoiando meu aliado, né? Ah,
porque ele é da mesma visão que eu. Na
verdade, você tá tentando meter um
estado satélite, né? Na verdade, você tá
tentando meter um estado satélite, a
mesma coisa da Guerra Fria. Tem nada de
ideologia. Você tá tentando meter um
estado satélite, né? é geopolítica assim
raiz, né? Raiz, é guerra dos 30 anos
mesmo, né? Enfim, enfim, é isso que tá
acontecendo, tá? Não tem segredo, não.
É, é guerra, é, é tipo guerra proxy que
você tenta infiltrar um grupo apoiador
seu, porque se ele ganhar é melhor para
você, né? Porque vai virar um satélite
seu. É isso. É claramente isso. É, é
isso há muito tempo, tá?
É, é, é isso. É, é feio. É feio para
[ __ ] É triste para burro. Mas é
isso. Tá tirando isso. É isso, gente.
Não tem segredo. É isso. Eu vi um vídeo
do ã eu vi um vídeo do Trevisan que eu
confesso que me deixou muito triste, tá?
O Trevisan de vez em quando ele mete
essas. Eu não conheço do assunto, então
eu não tenho muito potencial de julgar o
Trevisan, tá? Não tenho. Trevisan sabe
muito mais do que eu sobre qualquer um
desses conflitos. Qualquer um desses
conflitos que eu vou meter a dar aula
pro Trevisã, eu vou apanhar de de surra
de pau mole do Trevisã. Não tem não tem
conversa. Mas o Trevisan ele sempre
tenta dar um veja, tem que ter um
negócio que você tem que entender que o
Ocidente não entende muito bem. Ah, eu
já fico irritado com esse tipo de coisa,
já começa a me irritar com esse papo
furado do caramba. Mas tá bom, eu não
tenho muita, eu vou mostrar o vídeo do
Televisão, tá? Que me incomoda, vocês
vão entender. Eh, mas tá bom. E eu vi,
eu vou aproveitar isso para apresentar
um canal para vocês, que é um canal que
quando nasceu esse canal, ele era menor
do que eu, muito menor do que eu, mas
muito menor do que eu. E eu já conheci
esse cara, eu pensei assim, [ __ ] é um
carinha com uma formaçãozinha pá e tal,
né? Maneiro e tal. Só que ele é muito
bom, viu? Ele é muito bom. Ele é
politicamente um homem sério e tal. Ele
ainda tem uma carinha de de bebê ainda
[risadas]
ele. Eu acho que ele é mais velho do que
eu, mas ele tem essa carinha aí dele.
Mas ele é muito bom, tá? Ele é muito,
ele é um homem sério para [ __ ] O
canal dele tá com 1 milhão de inscritos.
Eu conheci ele, ele era menor do que eu,
tá? Eh, e ele faz vídeos de história, eu
acho que ele é historiador de formação.
Aí fazia vídeos de filosofia, coisa para
Enem, etc e tal. E agora tá fazendo,
digamos, hard news. E o cara é sério
mesmo, tá? Pode ir tranquilo que o homem
é sério mesmo. Claro, sempre vou fazer
essa ressalva, né? Ninguém tem que
concordar com tudo em tudo, né? Eu não
concordo comigo mesmo do passado, então
quanto mais para outra pessoa. Então
quando eu tô dizendo isso, eu não tô
avali avalizando tudo que ele diz e etc.
Longe disso, até porque ele produz muito
vídeo. Mas assim, quer acompanhar assim
o que tá acontecendo de um homem sério
que vai te dar informações iniciais, que
que é ele tem uma visão de esquerda e
etc? Eh, é, esse é o homem, tá? Esse ele
é bom mesmo, tá? Ele é bom mesmo. Ele é
professor. Eu acho que ele é professor
de história. Quase certeza que ele é
professor de história. A formação dele é
de professor de história. Quase certeza.
Mas ele fazia vídeos de humanidades em
geral, de geografia, de filosofia e etc
e tal. É um bom, é um bom. Você quer
acompanhar? E agora ele tá fazendo muito
vídeo de hard news. Eu não acompanho
muito ele não, por motivos de que eu
tenho preguiça desse dessa postura.
Muito estou te preparando pro Enem. só
por isso, mas o conteúdo dele é sério e
etc e tal. Quero fazer a propaganda
mesmo do canal do cara, tá? Propaganda
do canal do cara que ele não precisa,
né? Que ele tem 1 milhão de inscritos e
tal. Eh, mas tá bom. O que eu quero, o
que eu quero dizer para vocês
inicialmente é o seguinte. Antes da
gente começar o vídeo, que é sobre esse
tema, eu quero encerrar alguns assuntos
que eu fui me saindo, né? Eu fui me
saindo eh aqui no Brasil, né? aquela
discussão que a gente tem feito com o
web e webcunismo, eu quero colocar
algumas questões aqui pra gente meio que
encerrar o assunto. Meio que encerrar o
assunto. Vamos lá. Primeira coisa que eu
quero dizer é o seguinte. Eh, eu
expresso profunda preocupação, né? Já
tenho expressado isso de muitas formas,
de muitos modos, a respeito da da
ascensão do J Manuel como hegemonia do
web comunismo brasileiro, né? Essa, eu
já venho expressando isso há muito
tempo, muito tempo. E eu vi um vídeo que
ele lançou que o pessoal achou que eu ia
responder. Eu não assisti o vídeo todo.
Eu não tenho paciência, vocês vão me
perdoar. Não tenho paciência mesmo,
mesmo, né? E o a questão que se coloca é
mais ou menos essa, tá? Só para
sair deixando claro meu posicionamento.
Meu posicionamento é o seguinte.
Primeiro que eu não acho que o Johnny
seja uma pessoa idiota. Ele é bem bem
bem bem bem bem bem bem bem bem bem bem
bem acima da média, tá? bem acima da
média. E isso, na verdade, eu não acho
que seja uma coisa positiva. Eu acho que
isso, na verdade, é uma coisa perigosa,
porque se você tem uma arma, né, você
pode usar armas para você fazer o que
você quiser. Se a arma é muito boa,
quanto mais perigosa essa arma é.
H, para eu não vi o vídeo todo, eu não
sei do que se trata, eu vi cortes, eh,
então eu não sei qual é a matéria que
ele tava tratando. Eu sei que ele fez
uma consideração muito engraçada, que eu
já tinha avisado, que na verdade eu
achei interessante a ideia de ver esse
vídeo, porque comentaram isso. Falou:
“Você viu que o que o Jones jogou o Ian
para para os tubarões?” Bom,
primeiro não foi tanto assim não, tá?
Não foi tanto assim não. Mas para não
para não perder a piada, para não perder
a piada.
Eu avisei, não avisei. [música]
Você plantou a bomba. A bomba [música] e
eu avisei um ano atrás.
Só para não perder a piada, tá? Só para
não perder a piada, tá? Ele é muito
malicioso. Ele é muito, Ele é muito
esperto. Ele é muito esperto. Ele é
muito esperto. Eh, a discussão era mais
ou menos assim sobre a questão dos web
comunistas. Tem vários web comunistas
diferentes, né? Tem vários web, você não
pode tratar todo mundo igual. Isso. Eh,
não vi igual eu vi o react do Adriano,
né? Aliás, o Adriano tá bombando para
[ __ ] Eu vi que ele tá com quase
40.000.
Isso. Ele meteu, ele meteu assim, ó.
Não, foi muito bom, pô. O Jones é muito
esperto. O Jones é muito esperto. Uma
coisa você não pode dizer é que o Jones
é burrão. Ele é esperto, né? Ele é
esperto. Ele falou exatamente essa. Ele
eu vi no react do do Adriano. Adriano tá
crescendo para caramba. Parabéns pro
Adriano. Aliás. Ah. Ah. [ __ ] né? O cara
é esperto, o cara é inteligente. Ele
mandou essa assim, ó. Olha só. Primeiro,
primeiro que o Ian não representa.
Primeiro que o Ian não me representa,
não representa o Ian. Cada cachorro que
lamba sua caceta, cada pessoa é uma
pessoa, né? Essa é a primeira coisa, né?
Essa é a primeira coisa. O segundo, eh,
o segundo caso, o segundo caso, é, não,
aí é é Vamos lá, né? O João reagindo e
dizendo que não é [ __ ] de adicência a
esse vídeo do Jones. O que que isso quer
dizer? A depender do que isso quer
dizer, eu eu vou fazer uma piada. Vou
fazer uma piada dura a depender do que
isso quer dizer. Mas ele mandou a muito
inteligente contra o Ian, né? Ele falou
assim: “Eh, essa que o Jones soltou
sobre Dimitrio foi dar uma cutucada na
UP e na Sued?” Não, foi mais
interessante do que isso. Foi mais
interessante do que isso. Se você
entender direito o texto dele, ele tá
dizendo assim, ó. Ele disse, ele disse
claramente, ele disse expressamente, ele
diz assim, ó, o Ian eh, não me
representa ou eu não represento o Ian.
Assim como ele tava dizendo numa regra
geral, né? Ninguém se representa. Cada
indivíduo responde pelo que diz. Era o
papo dele, né? E aí ele diz: “Eu não
respondo pelo que o Ian diz, até porque
eu não acho que nem que tenha
socialdemocracia do Brasil e piopó. Ele
meteu essa assim, né?” E aí ele disse
uma muito inteligente, ele falou: “E ele
e o Ian nem sequer eu vi gente dizendo
que o Ian eh falando que ele tinha dito
representava a posição da UP. Aí ele
solta essa. Genial!
Genial, o cara é esperto, genial. E ele
fala assim: “E olha só, essa não é a
posição do P, porque a UP é de
Mitrovista”. Então, veja o que ele tá
tentando dizer, é que o Ian nem sequer a
P representa, porque o o Ian colocou a
P, então ele já tá se apresentando. Ó,
galera da P, se quiser, [risadas]
se quiser, ó, estamos aqui, estamos
aqui. Chuta aqui, chuta aqui no meu
peito, tá? Porque o Ian nem é nem é o P
representa. [risadas]
O cara é muito safo, velho. O cara é
muito safo, velho. O cara é muito safo,
velho. O cara é muito safo.
O cara é safo. [risadas]
O cara é safro. O que que significa ser
ditrovista? Nesse caso, nesse caso,
nesse caso, tá? Nesse caso significa
esses caras nem sabem o que tão
defendendo. E nesse caso é isso. Eles
eles eles se apresenta colado com a P,
mas nem sabe o que tão defendendo. Nesse
caso significa isso, tá? Você não
precisa saber mais nada. Nesse caso
significa precisamente isso, tá? Eu não
vou explicar para você o que que é
Dmítrov, né? O Dimitrov, tá bom? Vamos
lá. Vamos lá. Dimitrov era um cara que
disse assim, ó, pai, esse negócio de
ficar dizendo que nazismo não é tão
sério assim. Dimitri vessicá, tá paia
dizer que o fascismo não é tão perigoso
assim, tá?
Eu, então é isso que é o meu apontamento
geral, né? Meu apontamento é ele cresceu
assim, né? O cara é esperto, né? Ele é
no fim o Ian apanhou de todo mundo. E o
que eu posso dizer? O que que eu posso
dizer? O que que eu posso dizer no
final? Eu [música] avisei, eu avisei,
não avisei.
Eu digo de boa, tá? De boa, de boa,
queridos. Eu digo de boa. Parabéns pro
Jones. Tá de coração, velho. De coração.
Eu disse,
eu disse, né?
Seu ombro virou escada pros outros.
Seu ombro virou escada.
Tá bom, né? Se o seu ombro virou escada,
falta de aviso não foi, né? Falta de
aviso não foi. Seu ombro virou escada,
cara. É bom. Eu falei, eu falei. Veja,
eh,
é bom, né? É bom, né? O cara é bom, o
cara sabe o que faz, o cara é jogador, o
cara é bom. O cara é bom, velho. O cara
é bom. El sabe o que tá fazendo, tá? O
cara é bom, tá? é craque do jogo. Pena
que ele tá no time da Argentina, né? O
cara é bom, sabe, sabe jogar. Sabe
jogar, é jogador.
Ah, tá bom. Deixa eu dizer uma coisa.
[risadas]
Deixa eu dizer uma coisa. Para mim é
triste, tá? Para mim é triste,
tá bom? Para mim é triste. Para mim é
triste que o Jones no jogo que ele tá
fazendo para se tornar hegemonia, ele
ele vai hegemonizar porque ele sabe
hegemonizar.
Ele sabe tirar, ele sabe tirar a galera
da da
Ele hegemonizar. Hegemonizar, gente, a
tática de hegemonizar, né, essa
movimentos sociais, vou dizer de novo.
Quando ele me deu a resposta, que ele
falou, que eu perguntei assim: “Sim,
Jones, e aí, aí qual é o qual é o
projeto, né? Qual o projeto?” Tô dizendo
eleitoral pro ano que vem, etc. Qual é o
projeto? Aí ele respondeu algo assim:
“Olha, Pedro”.
Aí o o Humberto passou aquela vergonha
lá de dizer que eu gravo no quarto, né?
Aquela resposta mais infantil possível.
E o Jones falou: “Meu querido, seguinte,
você vai me desculpar, o jogo é duro, é
na cotuvelada mesmo que a gente vai
virar hegemonia. É na cotuvelada”. Eu
não concordo com isso. Eu não concordo
mesmo, né? Mas não concordo mesmo. Mas
pelo menos ele me deu uma resposta. É o
que ele tá fazendo na base do Deixa eu
subir aqui. [risadas] É, né? O cara é
bom. Cara bom, né? Cara é bom, tá? Cara
é bom. Ele sabe o que que ele tá
fazendo. Ele sabe o que que ele tá
fazendo. Eu só não concordo, né? Só não
concordo para [ __ ] né? Acho que vai
fazer merda para [ __ ] É o que eu tô
avisando. No movimento que for passando,
vai destruir as lideranças para ir
escalando nas costas delas, né? Então,
daqui a pouco agora tá o Bolos na linha
de fogo. Daqui a pouco vai ser a Érica
Hilton, acho que a próximo alvo vai ser
a Éca Hilton e etc, etc. Mas tá bom, né?
Tá bom, tá bom. Eu acho que não vai dar
certo, mas tá seguindo lá o projeto.
Beleza. Eh,
enfim, enfim. Ah, eu acho que vai dar
uma merda do [ __ ] né? Mas assim, eu
tô saindo fora, né? Tô saindo fora. Tô
tô tô indo, tô puxando pro pro lado, né?
Tô puxando pro lado, tô saindo fora. Eh,
mas veja só, veja só. E eu vi também o
vídeo do Humberto, né? Eu gravei aqui,
eu tive que interromper o vídeo por
aquelas questões pessoais que
aconteceram e tal. Tive que parar de
gravar o vídeo e tal. Não, não falei o
que eu queria falar. Mas aí eu vi um
vídeo que o eu vi um vídeo um
eu vi um vídeo,
tá? Que o Gustavo Machado gravou.
Vi um vídeo que o Gustavo Machado
gravou. Deixa eu molhar minha testa ali
rapidão. Eu vi um vídeo que o Gustavo
Brachado gravou. Que queridos,
queridos,
queridos. Ele gravou, era o vídeo dois
da leitura, ele estaria fazendo uma
coisa que eu queria fazer, inclusive ler
o livro dele. Ele tá lendo o livro dele
de Marx e a história, né? Eh, ele tá
fazendo a leitura. Ótimo. Aí eu não
preciso fazer mais. Isso é legal. Eh, e
alguém comentou lá: “Você viu que
Humberto falou de você e etc?”
Ele disse: “Relaxa,
relaxa que eu vou fazer um vídeo falando
sobre esse negócio da dívida pública,
queridos.
Eu
sugiro que comprem as suas pipocas, tá?
Eu sugiro de verdade, né? Esse será o
momento de comprar pipocas, tá?
Eu [risadas]
sugiro que comprem pipocas. É o que eu
posso dizer sobre esse tema, tá?
Por que que
[ __ ] eu sugiro que comprem pipocas, tá?
Não, eu acho que não. Eu acho que não.
Eu acho que não vai soltar não, tá? Eu
não acho que vai soltar não, porque eu
tô dizendo, o Johnny sabe como essas
coisas funcionam. Você tem que segurar a
mão da pessoa mesmo que tiver errada,
porque ela é sua base de apoio, tá? Esse
tipo de política, ela ele funciona
assim, tá? Mesmo que a pessoa esteja
errada para [ __ ] você pode dizer,
você pode dizer assim: “Olha, eu não
concordo com o colega”. Mas também não
pega pesado com colega, né? Você pode ir
aí, né? Mas você não precisa soltar a
mão. Você não precisa soltar a mão. Se o
cara se o cara é é o teu cachorrinho,
né? como o Humberto é claramente o
Humberto é claramente o cachorrinho do O
e o Jones é bom, né? Ele é bom, velho.
Ele tem muito cachorrinho, velho.
Impressionante a quantidade de
cachorrinho que ele coleciona. É muito
impressionante. Cachorrinho mesmo.
Cachorrinho mesmo. Que não vai dizer um
a contra, nunca vai dizer assim: “Não,
aqui o cara tá falando merda”. Não, não
vai dizer nunca isso. Aqui errou mesmo.
Não vai dizer. Tanto de cachorrinho que
o Jones tem é muito impressionante, né?
E aí quando você tem o cachorrinho,
cachorrinho você cuida do cachorrinho.
John que abrir a pet shop. É o John. O o
Johnny que abriu a pet shop.
Impressionante.
Ah, mas veja só, veja só. Eh,
isso é tipo, é tipo Cari no cenário de
bodybuilders. Exato. Você fez a leitura
correta.
É tipo, é tipo Cari na, na, no cenário
de bodybuilder. É impressionante, né? É
impressionante. É impressionante como
você tem que beijar, você tem que beijar
a mão. É igual o Danilo Gentile na cena
de de comédia patética brasileira, né?
Você beijou a mão, [ __ ] merda, como é? O
sucesso tá garantido e etc. É, é [ __ ] É
[ __ ] É, é papo,
é papo,
é papo maf italiana, tá ligado?
[risadas] É, é papo mafia italiana, tá
ligado? Impressionante, impressionante,
impressionante. O cara é bom nisso. O
cara é cara bom mesmo. O cara é bom
mesmo.
Eh, mas vamos lá. O que eu quero chamar
atenção aqui é o seguinte. Eh,
para mim é muito ruim isso, tá? Para mim
é muito ruim isso, que não tenha pessoas
que fujam desse processo de
hegemonização. Eu acho que o único
comunista da internet que se declara
comunista e etc e tal, correu por fora
desse desse processo de hegemonização é
o Gustavo Machado. E o Gustavo Machado é
bom, né? Então eles eles comem dobrado
ali, né? Eles comend dobrado ali. Eles
comemend dobrado ali. Eles comem
dobrado. Eles tentaram fazer isso com o
Gustavo. Eles trouxeram o Gustavo lá no
no fariseu mentiu para dizer assim:
“Gustavo é o Gustavo é anti PT para
[ __ ] né? O Gustavo é de PT para
[ __ ] Eu ainda acho o Gustavo
Machado, eu tô dizendo, eh, eu ainda
acho que a esperança do Gustavo saber o
momento histórico onde a gente tá para
você saber falar as coisas da maneira
que deve ser falado, fazer as críticas
que você deve fazer do jeito que você
acredita, sem problema nenhum, mas não
eleger, né, o o PT como mal do Brasil e
etc e tal, porque eles chamaram para lá.
E aí, Gustavo, fala aí para nós o que
que você acha do PT para ver se para ver
se puxa, né? para ver se puxa. Bom, eu
espero que o Gustavo tenha dois
neurônios na cabeça e entenda que ele tá
que existe um processo de tentar
hegemonizá-lo também, né? Espero que ele
tenha dois neurônios na cabeça e saiba
disso. Eu acho que o Gustavo Machado tem
dois neurônios na cabeça, né? Que ele
não vai não vai cair nesse papo de
otário de entrar nesse nesse, né? Eu
torço para isso, né? Espero que continue
sendo um homem honesto, dizendo que
acredita e etc. e consiga observar
quando você tá sendo trazido por um
certo movimento para tentar hegemonizar
eh as coisas as coisas não. Eh, visão
distorcida é a vagabunda da sua mãe,
aquela escrota do [ __ ] que te colocou
do mundo. É exatamente assim que esses
caras trabalham. Eu não tô falando de
visão de mundo, eu tô falando de como o
PCBR trabalha. Eu sei porque eu
vivenciei isso da minha vida pessoal. Eu
sei que eu tentei, tentaram me trazer
nesse processo de maneira clara e na
medida em que eu não dizia amém, eu ia
me [ __ ] né? Eu sei porque isso
acontece com todos os outros que vão
ingressando no processo. Agora, se o
Gustavo Machado for for não tiver
ombridade, não for homem suficiente para
aí eu só posso lamentar, né? Porque eu
sei que todos eles, esse processo que o
PCBR faz é para isso, é o projeto deles,
vão hegemonizando, vão excluindo e
fazendo projetos de difamação explícita
em quem eles excluem, tá? O que se faz
com o Bolos e com a Errica Hilton não
foi da semana passada, né? Eh, se você
beija a mão, você passa ileso ou não tá
passando ileso até agora. Até agora eu
não vi o tanto de ataque que recebe a
Erica Hilton porque errou o timing. Eu
não vi esse tanto de ataque acontecer na
esposa lá do do rapaz, a mulher lá da
USP que tá na na no parlamento. Como é o
nome dela? Qual é o nome dela?
Como é o nome dela?
Esqueci o nome dela agora. A mulher da
USP lá da das letras da USP que é que é
deputada do PESSOL.
Sâia. A Sam falou que é para votar no
primeiro turno no Lula. A Sam falou que
é para votar no no primeiro turno no
Lula, no programa dos cara. E aí não tem
errou o timing, aí não tem. E aí é não,
aí não tem, né? Porque o jogo não é de
ideologia, não é de posicionamento
político, né? Não é de posicionamento
político. Aí não tem, aí não tem Twitter
para [ __ ] falando que essa, essa
galera é amadora, né? A a aconteceu o
negócio lá da da da como é que era? Da
Erica Hilton, da Erica Hilton ter, sei
lá, um cara que acessou que é
cabeleireiro dela. Ah, meu Deus. Aí era
a primeira página do Twitter, né? Grande
líder da massa dizendo assim: “Ó, eu não
cometeria um erro desse” e etc e tal. Um
comentário a respeito do assessor que
não sei o quê. Agora para Sâmia não tem
Twitter, né? Para Samia não tem Twitter,
né? Então assim, se você é burro e não
percebeu que isso tá funcionando, você
vá se [ __ ] para lá. Não quero amizade
contigo, não quero. Ai, você tá com a
visão distorcida. Não, você que é burro,
[ __ ] Você que é burro. Você que é um
imbecil. Você que é massa de manobra, de
gente inteligente, que senta na sua
corcunda e faz o que quiser e você fica
defendendo.
Você que é otário para [ __ ] ah, você
tem a visão distorcida, vai pro [ __ ]
É explicitamente,
é explicitamente assim que funciona, tá?
Vai pro [ __ ] com esse papo de que eu
tenho uma visão distorcida. Ah,
pro [ __ ] Ah, pro [ __ ] Eu tô
falando disso aí. Ah, você tá falando de
outra coisa aí. Então, [ __ ] né?
Então, então, [ __ ] para [ __ ] Tô
falando disso, né? Esse assunto, esse
assunto é muito irritante, né? Esse
assunto é muito irritante. Então, veja
só, tô falando desse assunto. Ah, eu tô
falando de outra coisa, então se [ __ ]
Vaiá falar de outra coisa, de outro
lugar. Tô falando desse assunto, né? Tô
falando desse assunto, né? Tô falando
desse assunto. Nesse assunto o jogo é
assim, né? Nesse assunto o jogo é assim.
OK. Nesse assunto o jogo é assim. Eh,
agora
se vai dar certo, se vai deputado
federal, se vai da presidência da
república, eu fico triste. Fico triste,
tá? Fico triste, real. Fico real.
É, mas aí [ __ ] né, Thaago? Mas aí o
que eu tenho para dizer, você é [ __ ]
né? Mas eu tô dizendo que o assunto não
tem importância. Então tá. Então você
vai embora e volta quando a gente tiver
falando de o assunto que tiver
importância.
Enfim, esse eu tô dizendo isso
exatamente porque eu vou parar de falar
desse assunto. Eu tô dizendo isso, tá?
Eh, eu tô dizendo isso. Tô dizendo isso
porque eu acho que esse assunto é
relevante e eu não vou simplesmente
sumir de falar do assunto como se eu
tivesse mudado de ideia. Eu não mudei
0,001
de ideia. Não mudei nada de ideia, tá? O
que eu tô dizendo, tá? Eh, o que eu tô
dizendo?
O que eu tô dizendo é o seguinte. Olha,
galera tá arrumando para ir. A hegemonia
é do Jones, ele ganhou, tá? Ele ganhou
no momento que ele passou o Ian lá
atrás. No momento que ele passou o Ian
lá atrás. Não, mas aí tudo bem. É porque
eu tô falando de um negócio que é sério,
que acaba com o meu A Isso não é
relevante. Bom, para mim é porque foi a
pedra de toque. Quando eu comecei a
discutir esse tema, meu canal parou de
crescer. Então, como é que não é
relevante? pode não ser relevante para
você, né? Quando eu entrei nesse tema,
meu canal saiu de crescer para parar de
crescer. Não é relevante para tu não é
relevante, né? Para tu não é relevante.
Para mim é, né? Porque eu sei como essa
esse jogo opera. Eu acho que não só esse
esse assunto é importante porque essas
pessoas estão tentando ser deputados,
não só por isso, mas porque isso tem
força de mobilização, isso altera mesmo,
isso ganha voto, isso modifica a
convicção das pessoas. Eu acho que isso
vai causar um dano gigantesco
dentro da esquerda brasileira. Acho que
vai, isso vai causar um dano muito sério
com papo de rumo eleitoral, certo? De
ganho de de cadeira no Senado, né?
Acho que esse papo é é absolutamente
sério,
mas né, apesar de eu achar que esse papo
é absolutamente sério, eu acho que isso
muda, né, isso muda a eleição, isso
causa reflexo, o impacto vai ser grande.
Os caras sempre respondem com o mesmo
papo de que, ai meu Deus, mas aí como é
que eu sou grandão? Como é que eu sou
insignificante e ao mesmo tempo eu sou
grandão? É, eh, quer dizer, a galera se
faz de surda, segue muda, né? Como se a
gente já não tivesse dado 500 vezes
resposta para isso. Você é
insignificante para ser senador, né?
Você é insignificante se você precisa de
100.000 votos para ser senador. 100.000
votos para ser senador você não tem.
100.000, 1 milhão de votos você não tem.
Mas se tem uma disputa entre um
deputado, um senador do PT e um senador
do PL, aí tá de 98.000
1000 votos para um, 105 votos para
outro. Você faz diferença. De 98.000
votos para 105, os caras estão cabeça a
cabeça disputando Senado Federal. A
depender da forma que você faz, você
vira o Senado. Você vira o Senado. Você
vira o Senado. Se o cara tá com 105.000
votos e o outro tá com 99.000 votos e
você fala: “Pão presta para nada, é a
mesma coisa. Não vote nunca no PT, você
vira um senador.
Agora você não tem 100.000 votos, 5.000
você tem. Pronto. É a explicação mais
simples do planeta.
Mais simples do planeta. É a explicação
mais simples. Esse papo é sério porque
você é capaz de impedir que um senador
vá, ainda que você não consiga fazer um.
É um é é bem simples de entender. Você
tá 105.000 a 99.000, Tu faz propaganda
contra o partido de maneira
generalizada. 5.000 pessoas não votam,
pronto, você conseguiu colocar um
senador do PL lá, mas você não é capaz
de conseguir 100.000 votos. É simples
assim.
É simples assim. É tão simples quanto
isso. A preocupação é tão simples quanto
essa,
certo? Depender da propaganda que você
faz ante pessoal, os caras colocariam
seis deputados lá, eles vão passar a
colocar três. Você seguirá colocando
nenhum.
É tão simples quanto isso.
É tão simples quanto isso. Os caras
colocariam seis. Você passa a vida tua
toda. Não no caso do Jones, né? Tô
dizendo. A galera que passa o dia todo
falando mal do pessoal, que o pessoal se
vendeu, não sei o quê, ele ia fazer seis
deputados, agora ele vai fazer quatro e
você continua sem fazer nenhum. Porque
você consegue arrancar o número de voto
suficiente, não para fazer 100.000 1000
votos, mas de repente é 5.000 a
capacidade de um ser eleito ou outro ser
eleito. É disso que eu tô falando.
Então assim, a galera ficar se fazendo
de doida e falar que isso é irrelevante,
tá bom? Tu acha que é irrelevante? Eu
não acho.
Eu não acho. OK. Eu não acho
fazer o quê, né? Eu não acho. Eu não
acho.
Mas a tática do Jones segue sendo a
mesma. Qual é? Ele vai conversando na
internet, vai criando núcleos que estão
nos outros partidos e vai criando a
versão, eu acredito no que o Jones
Manuel falou dentro dos outros partidos,
dentro do PSOL, dentro da Porque ele
fala paraa internet, né? A internet não
tem a a marca. E aí ele fala isso, essa
é a minha preocupação, né? Ele fala isso
e essa fala sempre me atinge. Não que
ele esteja me mencionando, mas a fala
atinge. Ele sempre atacou a UP, assim,
ele dizia assim: “Não, a UP ela é ela é
sectária, não tem o papo dos sectários
malucos, não é o papo da galera que acha
que não deve ser o Jones Manuel que deve
egemonizar todas as instituições do
Brasil que são de esquerda. Papa é esse,
né? Seria legal que o PC do B fosse o PC
do B e não uma extensão, né? Tem uma ala
que é PC do B, PC do B. E tem uma ala do
PC do B que é PC do B, Janis Manuel.
Seria legal que tivesse uma ala da UP
que é ala da UP e não tivesse uma ala da
UP que é a UP de Manuel. Seria legal que
não tivesse uma galera do PSTU que
acredita e defende o projeto do PSTU e
tivesse um PSTU Jones Manuel. Mas o
Jones Manuel trabalha assim, ele vem na
internet, produz essa hegemonia e força
as alas dentro dos partidos de esquerda
a serem a ala do PT, Jones Manuel, a ala
do pessol Jones Manuel, a ala da UP
Jones Manuel. Isso não é legal. Isso eu
acho que vai dar uma merda do [ __ ]
Eu acho que vai dar uma merda do
[ __ ] Isso não é relevante. Isso não
é relevante é porque tu não participa de
partido. Isso não é relevante porque tu
não par não participa de partido. Porque
em qualquer partido desse que tu entrar
e tu for conversar com a juventude, é,
tem uma ala da juventude de Janis
Manuel. É engraçado porque você vê as
lideranças batendo a cabeça. Gente, mas
por que que você essa galera acredita
assim? Pois é, gente, velharada dos
partidos. Você tem que começar a entrar
na internet para entender porque que
seus meninos, seus partidos estão
falando a língua do Jones Manuel, né?
Vocês tm que começar a entrar na
internet para entender o que que tá
acontecendo. É um alerta que eu tô
tentando dar, né? É um alerta. Se o se o
Se o rapaz lá, o o cara gosta do Jones,
entra no partido do Jones, faz todo
mundo o bolão da ala pessoal do Jones.
Mas não é, em cada partido, em cada
partido de esquerda tem uma ala que
segue os web comunistas. como eles ficam
se passando pano. O o I é um covarde,
incrível, e a outra galera segue
passando o pano. Todos eles tem uma
maneira genérica de pensar, né? Tem tem
uma maneira genérica de pensar e vai
conquistando os partidos por dentro, vai
entrando nos canais, vai entrando nos
partidos. Eu acho que isso vai dar
merda.
Eu acho que isso vai dar merda. Aí
quando a gente voltar no futuro, né?
Quando a gente voltar no futuro e
tiverem os partidos quebrando em dois,
porque tem a ala, a ala que acredita
naquilo que o partido defendia e a ala
que se junta para defender a versão de
internet de comunista dentro de todos os
partidos de esquerda e aí essas alas vão
tentar disputar e ganhar os partidos por
dentro.
Quando isso começar a acontecer,
quando isso começar a acontecer, eu vou
poder voltar e falar assim: “Então, tá
bom, Thiago, então isso não é
relevante”. Mas o que eu posso dizer é o
glorioso
é isso. O irracionalismo [música]
é exatamente isso. O [música]
pós-modernismo
é isso. Esse visurismo
é exatamente isso.
Tá. Eu vou poder dizer isso. É o que eu
vou poder dizer, né? É o que eu vou
poder dizer. que que já tá rolando para
[ __ ] em tudo quanto é instituição, ou
se já tá, né? Ou se já tá, ou se já tá.
Eu eu espero que os partidos consigam
entender, né, a importância de ensinar
os eh quadros mais velhos a entrarem na
internet, certo?
Ã, eu queria que você, os partidos,
aprendessem a entrar na internet,
perceber o que tá acontecendo na
internet. para depois não chegar na
reunião do partido e aí o cara tá
repetindo todas as teses que estão sendo
ditas na internet e aí você fala: “Mas
por que a gente sempre achou X? Por que
que agora a gente vai achar a Y?” Ah,
mas é porque você não tem acompanhado.
Por acaso você conhece um rapaz aí que
tá crescendo muito interessante na
esquerda, tá representando o comunismo
de verdade, que é um cara chamado Jones
Manuel, [risadas]
né? Então tá bom, tá bom, tranquilo. Eu
sei que o Thiago tá se fazendo deo para
[ __ ] mas deixa ele. O que eu tô
dizendo é o seguinte, não vai vir aqui
no meu canal dizer que o que eu tô
falando não é importante, que você não
entendeu a importância do mundo, e
porque você não foi na favela? E porque
o trabalhador aqui da minha cidade que
sofre. É, tá bom, né? Tá bom, [risadas]
tá OK. Tá OK. Tá bom, eu entendi, tá?
Para você isso não é importante, mas vai
acontecer lá na frente. Eu vou dizer, eu
avisei. Ã,
é muito engraçado, pô. É muito engraçado
porque tem gente que não vive na
internet como a gente vive. A gente
realmente acredita. A gente realmente
acredita que todo mundo conhece a
internet e a internet que a gente
conhece. Não é, cara. Não é, não é, tá?
Não é. Tá bom. Não é,
não é, não é. E aí, eh, os movimentos
estão acontecendo. Agora,
agora veja bem, veja bem,
ó, já vi isso, ó. Já vi isso na minha
frente. A Pat assim, tá acontecendo, tá
rolando, tá sendo engraçado. Quem
acompanha do lado de dentro e do lado de
fora vê muito bem acontecendo, tá?
Isso acontece e isso vai minando os
partidos de verdade, né? O lance com
bolos não foi acidental. Aliás, você viu
que o governo voltou atrás pra gente
falar? Vamos vamos encerrar esse
assunto. Não é importante. Você viu que
o governo voltou atrás? Ele falou: “Não
vou fazer decreto nenhum, não, [ __ ]
nenhuma, decreto pro [ __ ] A internet
toda, vitória do povo indígena, etc e
tal”. Tá bom, tá bom, né? Tá bom.
Vitória do povo indígena. Então,
os caras estão mostrando força, né?
Os caras estão mostrando força, né?
Pressão, pressão, pressão, pressão,
pressão. Os caras estão mostrando força.
Os caras estão mostrando força, tá? A
gente aí o o o decreto era para
privatizar o rio, não tem privatização
de rio, era isso tudo para concessão.
Beleza, conversa. Não, mas é o bandido.
É o bandido, é o bandido. Cancelou o
negócio, tá bom? cancela o negócio. Aí
os cara, [risadas]
ah, aí os cara, [ __ ] merda, vitória do
povo indígena.
Então tá bom. Então tá bom, né? Vocês
estão dizendo que o negócio é pequeno,
né? Então é pequeno. Você vai
acreditando que o negócio é pequeno. Vá,
vá engolindo corda. Vá comendo corda
para [ __ ] d Mas eu sou só um
pequirinho. Olha o tamanhozinho do meu
canal.
Vai engolindo corda, tá? Vaiá engolindo
corda. Vá engolindo corda. Vai engolindo
corda.
Vaiá engolindo corda. Tá? Sigam
engolindo corda.
Por que que o pessoal tá com medo de mão
parairio? Tá bom. Vai engolindo corda.
Siga engolindo corda. Agora não vem
dizer que eu sou ingênuo. Não vem com
esse papo para cima de mim.
Eh,
vamos lá.
Vamos lá.
Como é? Ô, ô, Nelson, não vi isso não.
Boa, boa.
Ah, boa noite, chat. Boa noite, Pedro.
Viram Oloid reagindo à defesa do
Humberto a imposto para bebidas? Eu não
vi. Eu até não sou contra, mas após ver
a reação
no imposto contra bebida, tenho que
falar que é muito ingrato defender criar
taxa. É, é [ __ ] né?
É [ __ ]
Que que o Thiago tá falando? Que que o
Thiago tá falando?
[risadas]
O pessoal entrou na votação.
Ban Thaago.
[risadas]
Ai, é [ __ ] Mas tá bom. Veja só, deixa
eu mudar de assunto. [risadas]
É inacreditável mesmo. É, tem umas
coisas que é inacreditável.
[risadas]
Ai, cara,
vamos lá. Deixa, deixa eu.
É isso, né? Respondendo lá o Nelson, né?
Ninguém nunca gostou de imposto. É
literalmente a coisa mais fácil para
atacar qualquer um. É isso. Mas veja
bem, deixa eu, deixa eu,
deixa eu mencionar o que tá acontecendo
no mundo, né? Porque o que eu tô dizendo
é o seguinte, cara. Se essas coisas
fossem só babaquice internet, se fosse
um deputado a mais, um deputado a menos,
mas vamos ver o que que tá acontecendo
no mundo, tá? Vamos ver o que tá
acontecendo no mundo, tá? Vamos ver o
que que tá acontecendo no mundo. Então,
vamos lá. Vamos ver o Trevisan falando
que eu disse que me incomodou um pouco e
tal. Vamos ver aqui.
O Paquistão declarou guerra aberta
contra o Afeganistão. Novos ataques
foram registrados hoje.
Ataques aéreos atingiram Cabu, a capital
do Afeganistão. Durante esta madrugada.
A ofensiva do Paquistão destruiu alvos
militares e depósitos de munição,
marcando a escalada da tensão. A ação
foi uma resposta. ataques feitos pelo
Talibã, o grupo extremista que hoje
governa o Afeganistão.
Horas antes, houve uma intensa troca de
tiros entre os dois exércitos, bem na
fronteira que divide os países, pelo
menos.
Então, agora vai embolar o meio de campo
para [ __ ] tá ligado?
Ah, agora vai embolar o meio de campo
para [ __ ] Por quê? Porque são países
islâmicos e quem vai estar próximo dos
Estados Unidos é o mais violento.
Via de regra, porque os Estados Unidos
tá na posição de hegemonia, a China fica
do lado dos países que são mais
violentos. Por exemplo, a China fica do
lado do Irã, a China fica do lado da
Coreia do Norte, a China fica do lado de
Cuba e da Venezuela. Os países que são
mais excluídos
são de quem o a China fica mais do lado.
Então, do ponto de vista da propaganda,
fica mais fácil, do ponto de vista da
propaganda, fica mais fácil dizer que a
China tá do lado do eixo do mal, né?
E agora que a China é mais próxima do
Paquistão,
vai embolar o meio de campo, né? Essa
galera de discurso fácil, pronto. Vai
ser engraçado. Eu quero realmente
assistir. Eu quero que vocês me contem
depois, tá? Eu quero que vocês me contem
depois. A China é mais próxima do
Paquistão.
Os Estados Unidos tá mais próximo do do
Afeganistão. Afeganistão já diz que é
uma vida nova. O Talibã atual já diz que
é uma vida nova, que não quer ser
anti-americano. Não vai ser engraçado,
né? Vai ser engraçado, né?
18 pessoas morreram nesse confronto
direto. O conflito começou porque oão
decidiu
não é? Vai ser engraçado o professor
roque motivos por entender que o Taliban
agora é um grupo renovado, né? Vai ser
engraçado, né? Vai ser engraçado, né?
Vai ser engraçado. A gente vai, a gente
vai, a gente vai se divertir um pouco.
Vai ser engraçado. Tipo assim, o mundo
está acabando, está, estamos
praticamente entrando na terceira guerra
mundial. Estamos mesmo a passos largos a
caminho da terceira guerra mundial. Mas
vai ser engraçado a os triplo carpado
que a gente vai assistir as pessoas
dando. Vai ser vai ser engraçado. Pelo
menos na retórica da galera do Brasil
vai ser engraçado.
Bases de grupos terroristas que estariam
escondidos dentro do território afegão.
O Talibã não aceitou a invasão e o que
era uma operação contra terroristas
virou uma guerra entre os dois países.
Com o risco da tensão se espalhar por
toda a região, o vizinho Irã já se
ofereceu para tentar um acordo de paz e
frear a violência.
Para repercutir essa notícia, a gente
conversa agora com Leonardo Trevisã,
professor de Relações Internacionais da
ISPM. Professor, bom dia. Obrigado por
estar com a gente aqui na Record News.
Bom dia, Jonathan. Bom dia a todos que
nos escutam. Eu que agradeço o convite,
professor. É uma notícia que surpreende
ou os dois países já vinham acumulando
tensões ao longo dos últimos meses que
levaram aí a esse episódio de agora?
Olha, primeira coisa, Jonathan, que a
gente tem que entender é a diferença
muito séria entre Paquistão e
Afeganistão. Paquistão é um estado ário,
forte, com bomba atômica. Eles têm
armamento nuclear pequeno, mas tem, né,
para se defender da Índia. Eles t um
estado bastante bem organizado, são
muito mais ricos que o Afeganistão e tem
uma força militar muito maior, né? O
Afeganistão é o contrário, né? O
Afeganistão a gente tem que entender que
o Afeganistão, quando a gente fala
assim: “Ah, Afeganistão é um país,
calma”, né? O Afeganistão é uma colxa de
retalhos, né? O Talibã tem algum
controle e não há um único Talibã, tem
talibãs mais moderados e mais
radicalizados. O que é curioso é que os
dois estados, tanto Paquistão como
Afeganistão, são estados islâmicos, né,
porém, né, principalmente na parte mais
sul do Afeganistão, né, o o Afeganistão
é uma coxa de retalhos, são vários
grupos quase feudos, né, de áreas que
têm outra visão do islamismo, diferente
da do da visão do islamismo que tá
presente em Cabu, capital do
Afeganistão, tá,
cara? Ele sempre mete essa. Eu não
consigo concordar, tá? Desculpa, com
todo respeito a Trevisão, eu não consigo
concordar nunca é sobre religião, nunca.
Nunca é, tá? Nunca é esse papo assim,
não. A gente tem que entender que a
cultura é diferente. Nada, nada. Nunca
é, tá? Nunca é sobre isso, nunca é
mesmo.
Então são grupos bem radicalizados,
principalmente do Estado Islâmico, que
querem impor outros formatos da lei
islâmica dentro do Paquistão. Tem uma
região onde isso isso acontece muito
perto da fronteira, dentro do
Isso, isso, isso, isso. Então é é o jogo
é esse. É isso, Charles. Eu concordo com
você, tá? Eu concordo com você, mas a
religião cria senso de identidade que
são mobilizados sobre a causa real.
Isso. A leitura é essa, tá? Você
mobiliza a massa que você vai utilizar
para jogar politicamente a partir desses
signos de identidade, como a religião. É
a mesma coisa da Guerra dos 30 anos.
Quando você assiste a Guerra dos 30
anos, ela começa com essa desculpa. Ah,
eu vou enfrentar isso aqui porque isso é
católico, outro é protestante. Passa 30
anos de guerra. Nos 10 primeiros anos já
não tem nada a ver. Já tem católico
juntando com protestante para atacar
protestante, tá? É uma justificação,
mobiliza a massa, mas não é porque você
entrou em guerra. Não, mas não, nunca é,
nunca é, nunca é, nunca é, nunca é,
nunca, nenhuma vez, nenhuma vez.
A, a região do Vaziristão, essa região é
refúgio desses grupos mais radicalizados
islâmicos. Agora, isso pode ter
repercussão. Por que que todo mundo tá
prestando atenção? Pera aí, o que que
você quis dizer? Conquista de Jerusalém?
Você tá perguntando as cruzadas ou do
que ele falou ali? Eu não peguei o que
ele falou. Se você tá falando das
cruzadas, não, a conquista de Jerusalém
era uma ação militar para proteger,
para proteger
a cristandade de Bizâncio. E no final as
cruzadas serviram para ajudar a derrubar
a Bizância, porque teve uma guerra civil
entre dois grupos setant tomar o poder e
o grupo de cruzados invadiu e tocou fogo
e Bizâncio, participando e ativamente de
um lado das da guerra civil. Então
assim,
isso, exatamente. Então você tava
falando do do das cruzadas, né? Não, não
era sobre relível. Quer dizer, você
mobiliza. A primeira cruzada, por
exemplo, é uma piada, né? Ela morre no
meio do caminho, inclusive saqueando as
pessoas cristãs que estavam, as cidades
cristãs no meio do caminho. Então você
consegue mobilizar a atividade, você
consegue mobilizar, se você colocar o
militar lá na no campo de batalha para
atirar, estou atirando em nome de
Cristo. Isso aí você consegue fazer, né?
Isso aí, né? Aí você consegue fazer
isso, colocar o militar lá na ponta da
lança tirando, você consegue fazer. Mas
o movimento que acontece politicamente
através dessas ações, rapidinho ele se
liga que não é sobre isso. Rapidinho ele
se liga, [ __ ] eu entrei numa bomba
aqui e é por causa de outras coisas, né?
Se eu ficar preso a esse tipo de coisa,
eu vou perder a guerra, por exemplo. Aí
você vê, né, numa guerra dessa, ã, por
exemplo, os cruzados se aliando com um
grupo de bizantinos para derrubar outros
bizantinos. Por quê? que é necessário,
porque naquela guerra ali é a situação,
você vai ver grupos muçulmanos brigando
com muçulmanos, quer dizer, a dinâmica
vai mudando, né? A desculpa inicial pode
ser essa. A desculpa inicial pode ser
essa, mas a dinâmica quando o conflito
se instaura é outra. É isso. A dinâmica
sempre é outra. Sempre.
Isso.
E eu digo que a dinâmica é sempre outra,
porque quando você vai pro conflito,
quando você vai pro conflito, você
consegue mobilizar o cara para ir pro
conflito, mas você não consegue vencer o
conflito se você ficar com esse purismo
de, ah, a gente tem a mesma cabeça, você
precisa de aliados que tm cabeça
diferente, senão você perde a guerra.
Por isso que nunca se sustenta isso,
porque esses esse mesmo duelo, essa
mesma briga em dentro da religião
islâmica está presente em vários países
do Oriente Médio. Observe que
imediatamente a Arábia Saudita e o Irã
já tentaram negociar uma paz. Esse
conflito não é novo, viu, Jonathan? em
outubro já tinham acontecido fortes. Eh,
por exemplo, o Irã tá querendo negociar
uma paz. Por quê? Porque ele não quer um
conflito ali do lado, né? É simples
assim. Não tem nada a ver com Maumé, né?
Ele não quer um conflito ali do lado. A
China apoia o Paquistão por quê? Porque
ela quer um avanço da sua influência
geopolítica local. Não tem nada a ver
de, ah, eu adoro muçulmanos do tipo
sunita. Não tem nada a ver. Confrontos.
Mas a partir do começo deste ano, em
janeiro, ocorreram vários atentatos
dentro do Paquistão. Para falar
português, assim, bem o nosso limite, a
a área paquistanesa, as forças armadas
paquistanesas, abre aspas, perderam a
paciência com esses ataques e revidaram.
Atenção, hoje pela manhã já o porta-voz
do Talibã em Cabu, dada diferença
militar entre eles, pediu diálogo.
Professor,
então é exato. E aí essas são não
questões, né? Essas são não questões,
né? Essas são não questões, são
absolutas não questões. O negócio é o
conflito começa, aí se existe a
diferença, aí a pessoa vai falar:
“Estamos brigando com eles porque eles
são né? Aí tu apela paraa identidade”. É
isso aí. Tu joga justificativa paraa
identidade. É isso
não tem segredo. É não, não é assim. É,
tá, tá, Charles. Pra gente entender
assim de modo geral, é o seguinte, você
tem núcleos de pessoas que eles querem
tomar o poder e eles estão, digamos, ali
do lado. Esses caras que estão do seu
lado, eles falam: “Estão tomando poder
aqui, estou brigando aqui e sou do mesmo
time que você. Como é que fica a tua
situação?
Você entendeu?
Tem um grupo que tá se reunindo para dar
um golpe de estado na vizinhança e aí
ele fala assim: “Estou me reunindo para
dar um golpe de estado na vizinhança
porque pertenço ao mesmo clube que você.
Como é que fica você?” Porque tava
parado. Você entendeu?
É, é. Tô dizendo, é a mesma dinâmica da
guerra dos 30 anos. Você tá sentado em
casa, você tem um país, você tem, você é
o rei de um país. Do lado do vizinho, aí
você tem um país lá que é calvinista,
aí do lado você tem um um país luterano.
Aí do nada um manto de calvinista lá no
país do lado fala assim: “Vamos tomar o
poder em nome de Calvino. Como é que
fica para tu se tu não defender os
calvinistas que estão lá tomando uma
surra?”
Entende?
Essa é a dinâmica.
Essa é a dinâmica.
Eu tô calado aqui no meu queto. Vamos
dizer, eu fo estado ateu aqui. Eu f
estado ateu no Brasil. Aí de repente lá
na Argentina vem um grupo de ateus. Vem
um grupo de ateus e fala: “Vamos
derrubar esse estado para fazer o estado
ateu”. Aí aqui no Brasil, sabe o que que
vai aparecer? Ó, o Pedro não tá fazendo
nada para ajudar os ateus da Argentina,
viu? Queria comentar com vocês que o, ó,
o presidente do país, talvez seja melhor
colocar outro, hein? Porque o o Pedro tá
quieto no canto dele. Ele não era o
líder dos ateus do Brasil, não era, não
ia espalhar o ateísmo pro mundo. Pois é,
os ateus lá na Argentina estão tomando
sudo. Pelegou, hein? Pelegou, hein? É
essa que é a dinâmica.
Essa que é a dinâmica.
Essa que é a dinâmica. A dinâmica é
essa. Quer dizer que você começa a
sofrer pressão interna para ajudar os
companheiros, né? Aí você fala:
“Companheiro, nunca vi esse filho da
[ __ ] na vida. Companheiro é, né? Mas só
que se você não se você não ajuda, você
sofre pressão política interna, né? Essa
é a dinâmica. Essa é a dinâmica da
guerra dos 30 anos. Essa é a dinâmica na
Guerra Fria. Imagina, tu tá lá no seu
país e de repente, né, a gente pode
usar, a gente pode usar literalmente
Afeganistão como exemplo. A União
Soviética tá lá calada, de repente tem
um grupo no Afeganistão que diz assim:
“Sou comunista, vou tomar o poder.” Aí
aí a União Soviética não ajuda. O que
que vai começar a acontecer dentro da
União Soviética? E sei não, hein? Se o
governo da União Soviética não era a
favor do comunismo, agora não vai ajudar
os comunistas do Paquistão? Sei não.
Talvez o presidente devesse ser eu. Se
fosse eu, ajudava o comunismo no
Paquistão.
Tô aqui quer, ó, não tô querendo dizer
nada, mas se fosse eu,
se votasse em mim, eu tava ajudando os
comunistas no Afeganistão. Mas como é
esse governo aí, né? Entendeu? Essa é a
dinâmica que acontece. Essa é a
dinâmica. A dinâmica é essa, tá? A
dinâmica é essa.
A gente analisar agora do ponto de vista
militar, os dois países têm um poderio
equilibrado ou um está mais
plot twist, né? Não era um ateus, só
usavam símbolos ateus porque eles
perceberam que tinha uma força
geopolítica do lado e eles queriam usar
isso como pressão para fazer. Aí veja, a
gente tinha aprendido como resolver
isso. Se chama guerra dos 30 anos.
Quando vem a guerra dos 30 anos e dá
essa merda do [ __ ] na Europa, a
Europa para, senta e fala assim: “Pazis
de veste falha, não intervenha nos
assuntos internos dos outros países.”
Isso não é bom só para quem não tá
recebendo intervenção, é bom para você
que não é forçado a intervir. Se a gente
chega a regra geral de que a gente não
vai intervir nos assuntos internos de
outros países, né, eu não me vejo
obrigado a entrar numa guerra que não é
minha por motivos de identidade.
Nasceu o direito internacional assim.
Só que lá no Paquistão e no Af no
Afeganistão, o Afeganistão tá tá na
idade da pedra, né? O Afeganistão tá na
idade, tá na idade da pedra. O
Afeganistão tá na idade da pedra. Não
tem sem nenhum medo de dizer, sem nenhum
medo de soar preconceituoso. O
Afeganistão, o Afeganistão tá idade da e
idade da pedra, aliás, ajudado pelos
Estados Unidos, né? Os Estados Unidos
ajudaram a levar o Afeganistão paraa
idade da pedra, né? Então aí é difícil,
né? Aí é difícil. Aí você fica sob essas
dinâmicas, né? essa dinâmica tá
colocada,
enfim, aí o cara tá lá, eu sou taliban
também, aí você fala assim: “Caralho, se
eu não ajudar esses caras, qual vai ser
a legitimidade que eu vou ter para
governar meu próprio país?”
Forte do que o outro,
muito mais forte. O Paquistão é um país
que tem uma estrutura militar pronta
para se defender de um gigante que é a
Índia, né? Devido as brigas com a
Cashimira. Então eles têm, o Paquistão é
um país que tem inclusive armamento
nuclear e uma força armada muito maior.
E é [risadas]
é tá na pedra nova, né? Tá no neolítico
porque já tem pap.
Eu gosto quando meu público tem gente
inteligente, velho. Eu gosto [risadas]
a economia do do Talibã, né? A economia
a economia do Afeganistão desde o século
XIX, aliás, né? A economia do
Afeganistão é a base de ópio, né?
É a base de ópio, né? [risadas]
Eles já estão no neolítico porque a
plantação é papoula, né? Tá certo.
Um estado unido, Jonathan. Paquistão é
um país grande, com 80 milhões de
habitantes, que um estado unido. Não é o
caso do Afeganistão. O Afeganistão é um
país muito menor, tem uma força armada
muito, muito mais frágil, foi capaz de
derrotar os Estados Unidos e
expulsá-los. Foi, né? Mas em relação ao
ao Paquistão é muito menor. E na verdade
a gente teria que olhar para isso pelo
nome que ela tem. É uma briga religiosa,
Jonathan. É isso que é curioso, né? Não,
não, não tem ocidental ver se oriental.
Não, não. É uma briga religiosa com
visões diferentes do islamismo. Para nós
isso é difícil de entender. Para eles
que vivem essa realidade é uma
orientalismo, né? previsão. Vocês vão me
desculpar, queridos. É orientalismo, né?
Para nós é difícil de compreender. Quase
não entra na nossa cabeça, né? Quase
não. É impossível entender a guerra,
porque você tinha que ter ontologia de
Ah, cara, orientalismo puro, velho.
Situação vital. Eles vivem assim há
séculos, não é de hoje. E e ter do outro
lado da fronteira quem tem uma outra
visão do do islamismo para esses grupos
é algo muito radical. Nós não podemos
esquecer que o Talibã é uma congregação
de grupos. O Talibã não é um controle
direto de um grupo só. É uma congregação
de grupos. Professor, agora esse
conflito poderia levar à queda do regime
Talibã?
Ah,
muito difícil, muito difícil, porque eh
o regime do Talibã em Cabu, ele tá
organizado exatamente com um equilíbrio
entre esses diferentes grupos. O grupo
de fronteira perto do Vaziristão é são
grupos muito radicalizados, são grupos
do Estado Islâmico muito radicalizados.
O que eles pretendem,
Jonathan, é impor uma visão da
chorarria, da lei islâmica, não é? eh,
diferente daquela que vigora no
Paquistão. É uma questão bem feudal, é
uma questão bem próxima com grupos de
fronteira que ultrapassou os limites. O
Paquistão percebeu que estava havendo
uma sequência maior de atentados e
reagiu.
Professor, essa guerra pode contar com
outros países, além desses que já estão
hoje envolvidos ou na visão do senhor
não. de fato, apenas esses dois
exércitos que vão continuar lutando a
partir de agora.
Essa pergunta é fundamental. Essa é a
pergunta. Observe que imediatamente
vários países se mexeram. O Qatar se
mexeu, a Turquia se são países
islâmicos. O Qatar se mexeu, a o o a o
Oman se mexeu e principalmente a Arábia
Saudita e o Irã. Arábia Saudita é
sunita, o Irã é chiita. Os dois já
interviram.
Exato. Porque não tem nada a ver com
isso. Exato. É, é tipo assim, a galera
precisa dizer isso. Na verdade, eu acho
que o Televisão não acredita em nada do
que ele falou, tá? Eu eu acho de
verdade, tá? Que ele não acredita em
nada. Eu eu acho de coração que ele não
acredita no que ele falou, tá? Então
assim, ah, o Irã é sunita e e
ah, que [ __ ] o contrário. O Irã é
xita, o Arábia Saudita é sunita. E
[ __ ] né? E [ __ ] Sabe quem é
sunita também? O Ramais, que é apoiado
pelo Irã. Não é sobre isso, né? O Irã
apoia o Ramás. O Ramás não, é porque ele
sabe que ele sabe, [ __ ] Ele sabe para
[ __ ] Ele sabe bem mais do que eu.
Ele sabe bem mais do que eu. Ele sabe
bem mais do que eu que o Ramais é
sunita. Ele sabe bem mais do que eu. Ele
sabe muito melhor do que o Ramais é
sunito. Não tem a ver com isso, né? Só
que ele tá falando para um público que
tem que que que quer ouvir essas coisas.
Um público que precisa ouvir essas
coisas. Não, veja bem, é porque tem um
conflito, o Ocidente não entende e etc e
etc e tal.
Não é, né? Não é. Vocês vão me desculpar
só não é, né?
Porque sabem que dentro dos seus países,
dentro da Arábia Saudita, dentro do Irã.
Exatamente. Exatamente. É isso que eu tô
dizendo. Tem que lembrar que ele tá
falando na Record, né? Tem que falar,
tem que lembrar que ele tá falando na
Record, né? Você tem que falar em
Recorzeis, né? As
mesmas tensões entre grupos religiosos,
as mesmas. Se você deixar isso explodir
na região entre o Paquistão e o
Afeganistão, isso provavelmente vai
repercutir entre os grupos religiosos
que têm identidade com essa briga dentro
da Arábia Saudita, dentro da eh
do Irã. Exatamente por isso, dois
gigantes já se preocuparam com o
assunto. A Rússia imediatamente pediu
calma. E a China, que tem controle
direto tanto do Talibã, quanto do de
Islamab do Paquistão, pediu calma.
Então é isso que vocês têm que entender.
Não é o Afeganistão que tá comprando
briga com gente grande. É aquela
dinâmica que eu falei. O Afeganistão tá
se organizando. Você acha que o
Afeganistão
ah a ah consegue
controlar essa gente? Então tem uma
galera no Paquistão dizendo: “Sou time
Afeganistão e tome bomba e tome bomba”.
O Paquistão cansou e falou assim: “Ah,
então é, vocês estão falando em nome do
Afeganistão, então a gente vai pegar o
Afeganistão”.
[ __ ] o mundo tá [ __ ]
E e se apresentou como negociadora a
China, porque eles sabem perfeitamente
que a região toda pode se contaminar por
essa guerra religiosa.
Professor, é interessante isso, né?
Quando a gente analisa territorialmente
quem tá do lado, quem tá perto, o senhor
citou a Índia, que é um gigante, né? Um
um país de fato muito desenvolvido, faz
parte do bricks, por exemplo. Agora,
isso preocupa, imagino, para um país
desse tamanho ter alguém tão próximo em
guerra?
Ah, sem dúvida nenhuma. Você tem que
olhar pr pra Índia e o Paquistão e
observar o seguinte. Quando você fala de
Índia, você tá falando de um país com 1
bilhão e meio de pessoas. 1 bilhão,
maior que a China, 1 bilhão e meio que
não tem uma única religião, tem a
religião hindu e a religião islâmica na
Cachimira, que é fronteira, que é
disputa territorial com o Paquistão, que
é islâmico. A Índia, que é hindu, briga
com o Paquistão. Só que tem um
probleminha nessa história aí pequeno,
né? Os dois lados têm energia nuclear,
os dois lados têm arma nuclear, né?
Então, portanto, é preciso toda cautela
para que uma uma situação dessa não
degenere. Imagine em outubro passado a
Índia e o Paquistão, por causa da região
de Cashimira, que é a região de
confronto, a Índia é hindu, religião
hindu. Cashimira é uma religião onde tem
islâmicos, não são poucos, não, são
perto de 600 milhões. Então, quando você
olha para isso, eh, há uma possibilidade
sim de você deflagrar guerras com
gigantes. Aqui é uma guerra menor. O
Afeganistão tem potência menor militar.
o Paquistão tem maior, mas se isso se
degenerar numa situação, a Índia vai
querer aproveitar para atacar. Olha,
olha o tamanho, olha a possibilidade que
isso pode vir a ter.
Quando a gente achava que já tínhamos
conflitos demais para acompanhar, para
anunciar, agora é sexta-feira começando
com mais uma guerra. Infelizmente,
professor.
É praticamente o mundo já tinha
conflitos o suficiente. Gaza, Ucrânia, o
próprio Irã, já tínhamos conflitos. Não
precisava uma guerra religiosa entre
dois países que são essencialmente
voltados para um apelo. São quase
teocracias, tanto o Paquistão quanto o
Afeganistão.
Por isso é muito importante a gente ter
pessoas aqui como o professor Leonardo
analisando pra gente entender.
Legal. Trevisão. Agora eu quero colocar
esse cara. Eu tenho certeza, eu vi até
aqui assim, ó. Eu vi até aqui assim. Eu
tenho certeza que esse vídeo vai ser
melhor. Juro. Eu tenho certeza. Tenho
certeza. Acabou de declarar que tá em
guerra aberta com Afeganistão e já
lançou ataques nessa madrugada que
deixaram centenas de mortos. Mas o mais
assustador é o que essa guerra começa
por uma fronteira que nunca foi aceita
além de grupos políticos. E tudo isso
pode arrastar para um conflito maior. O
Oriente Médio já tá vivendo tensão por
conta do Irã e Estados Unidos. Mais uma
guerra. Então, a gente vai falar sobre
tudo isso hoje, origens do conflito, o
que que tá acontecendo e a gente vai
falar também das relações
internacionais. Vou explicar para vocês
tudo no detalhe. Então, já curte esse
vídeo porque esse tipo de conteúdo aqui
é um conteúdo muito importante para você
entender o cenário do do contexto aí, o
contexto do do cenário, tá bom? Então,
obrigado, gente. Vamos lá. Obrigado de
coração. Primeira coisa, vamos paraa
notícia, tá? Aí a gente vai
destrenchando aí esse contexto. A gente
tipo isso. Tá bom, Trevisã. Agora tira o
filtro da Record e fala fala português.
Para de falar reacionareis, né?
[risadas]
A gente teve um ataque ontem, eu trouxe
o ontem eu fiz um vídeo, o vídeo sobre o
Irã, né, se eu não me engano. Aí no
final eu falei sobre o que que tinha
acontecido, porque tinha acabado de
acontecer, né, um ataque do Afeganistão
ao Paquistão. Aí o Paquistão avisou que
ia retalhar e nessa madrugada aconteceu.
Então, o ministro da defesa do
Paquistão, ele declarou sim que tá em
guerra aberta contra o Afeganistão e
eles lançaram ataques aéreos contra a
capital do Afeganistão, que é Cabu,
certo? E algumas outras cidades também,
segundo eles morreram mais ou menos ali
200
militantes do Talibã, né, do grupo que
governa o Afeganistão, tá bom? E a gente
já vai entrar nesses detalhes, tá bom?
Então, o ano passado eles já estavam
tendo hostilidades, tá? Mas o que que
acontece? O ano passado tiveram um
cessar fogo muito frágil sobre isso,
inclusive, né? O próprio Estados Unidos
tentando fazer uma intermediação, a
China, mas foi muito frágil e ele não
parou, as hostilidades não pararam. E aí
o que que acontece é que agora volta com
tudo esses ataques.
Primeiro para entender só o contexto, se
a gente tiver uma guerra de fato aberta
entre Afeganistão e Paquistão nesse
momento, nesse momento agora, eu te falo
que assim, sem sem interferências
externas, sem beligerantes externos, o
Afeganistão é destruído, tá? E eu, por
que que eu tô falando isso? Porque o
Afeganistão é dos países mais pobres do
mundo,
porque o Afeganistão tá na idade do
bronze, né? Do ponto de vista da
capacidade produtiva, tá? Eu tô dizendo,
não tem economia, foi destruído, certo?
Vive inclusive do do ópio, né? Né? Eh,
boa parte ali vive do ópio. Então, você
é um país que retira direitos, direitos
civis, direitos das mulheres. Por isso
que a gente sempre fala aqui, isso vem
muito por conta do Talibã, mas v também
vem por causa da nação imperialista.
Vamos lá com calma também. Mas é o
Talibã, que é um grupo extremamente
perigoso. Tem vídeo antigo aqui no canal
explicando o que que é o Talibã. grupo
extremamente perigoso e que retira os
direitos das mulheres. Eu quero só
lembrar vocês, no ano de 2021, o Taliban
foi criado nos anos 90 especificamente e
era um grupo que inclusive o governo do
Taliban foi criado após a guerra União
Soviética, Estados Unidos e era
justamente o o grupo, o Talibã, que
protegia, por exemplo, lá nos anos 90,
anos 2000, o Osama Bin Laden, que não
era afegão. Oame Bin Lada era saudita,
mas ele tinha suas bases Alqaida dentro
do Afeganistão. E aí quando os Estados
Unidos declara guerra ao Afeganistão, lá
em 2001, aquela chamada guerra contra o
terrorismo que eles invadem, eles tiram
o Talibã do poder, capturam Osama binad,
matam o Osama Bin Laden.
Só que no ano de 2020 para 2021, a gente
vai ter a negociação que foi feita
governos, coloca, coloca na da metade
metade aí Donald Trump no final do seu
mandato, mas também o Joe Biden,
ex-presidente dos Estados Unidos, que
negociaram a retirada das tropas dos
Estados Unidos do Afeganistão e
negociaram o retorno do Talibã ao poder.
aquele período, a gente até fez vídeo
aqui naquele tempo que assim todo mundo
falou: “Pronto, acabou, Afeganistão vai
voltar a ser o que que era antes, né?
Porque vai colocar o Talibã no poder,
porque os Estados Unidos fez o que
queria, extraiu recurso, extraiu
riquezas, dominou, matou o Osama Bin
Laden. Então assim, para ele não importa
quem vai ficar no poder depois. Então
volta o Talibã. E o Talibã voltou? Não,
a gente entendeu, nós mudamos. O
pensamento do Talibã agora é outro.
corta para hoje, sem direitos das
mulheres. Mulher não pode existir no no
Afeganistão. Só para vocês terem noção.
Por isso que eu fico falando aqui, às
vezes a gente confunde aqui, não é assim
passando pano para o que que é a
República Islâmica do Irã, mas as
pessoas falam do Irã como se tivesse
falando do Afeganistão. É totalmente
diferente, tá bom? Então, a gente já tem
esse cenário. Agora tem mais origens,
tá? A origem remete ali ao século XIX. A
questão que eu falei para vocês que o
Paquistão destruiria o Afeganistão
porque além de toda essa
Tu me mandou errado. Chegou aqui não, ô
Mateus, chegou não, tá? Chegou não,
chegou não, tá? Tô olhando aqui. Não
chegou não.
Assim, essa falta de organização, essa
pobreza que existe no Afeganistão, não
que o Paquistão não tenha também suas
dificuldades. A questão é que o o
Paquistão também é uma potência nuclear,
tá? E assim, uma potência nuclear que
tem investimento em defesa, investimento
em soldados, área militar, estratégico,
cerca de 172.000 soldados contra assim,
não chega nem a a o Afeganistão não
chega nem a a 80.000 soldados, por
exemplo. O Paquistão destruiria se a
gente tivesse uma guerra aberta de fato
ali entre os dois países. A Afeganição
deixaria saíria do mapa. Tá bom? Agora
vamos agora para trazer para vocês agora
com mais calma a um pouco mais das
origens, os dois países
pois, né? Pois, né?
O o próprio o
próprio Paquistão que fez força ali para
interferir na na influência soviética,
né? Pois, né? Oi.
Divide uma fronteira muito grande. Essa
fronteira é chamada de linha Durande.
Ela foi feita, construída de acordo com
do acordo entre o império britânico no
século XIX, 1893
com o governo do Afeganistão na época.
Não era Talibão. Afeganistão era uma uma
um país independente, tá? 1800,
desculpem, é 1893,
acho que é isso mesmo, 1893.
Essa linha Durande
então que foi construída ali, ela serviu
para quê? O Paquistão pertô Ô, Mateus,
amanhã não, tá? Eu eu preciso me colocar
em pé de igualdade com você. Me dá uma
semana. Me dá uma semana, Mateus. Me dá
uma semana. Semana que vem. Pode ser.
Semana que vem eu vou me interar para eu
poder conversar com você de de homem
para homem. Tá bom? Semana que vem.
Semana que vem. Vamos fazer, vamos fazer
sexta. Vamos deixar marcado pra sexta.
Vamos deixar marcado pra sexta. Mascia
ao império britânico no século 19, tá
bom? É o que a gente junto com junto com
a Índia, é o que a gente eles chamavam
de Índia britânica, tá bom? Índia
britânica.
Só que século XIX, principalmente ali a
segunda metade do século XIX, mas assim,
ao longo todo, você tem uma chamada que
o Robsba vai falar, o Eric Robsba a
chamada era dos impérios, a disputa
entre os grandes impérios europeus. Era
império britânico, era império, depois
entra o império alemão, a gente tem o
império húngaro, a gente tem o império
império austríaco, né? Império
austro-úngngaro, o império russo, certo?
A gente tem ali uma uma série de
impérios entrando em conflito que vão
gerar em 1914 a Primeira Guerra Mundial.
A gente tinha na Turquia, por exemplo,
já o Império Otomano, não o que que
seria parte hoje da Turquia, né? Então
isso tudo vai gerar o que que a gente
conhece no no a primeira guerra mundial.
E aí nesse contexto a Rússia, tá? Que
não faz necessariamente fronteira.
Aproveitar esse papo de império, eu fiz
um bigode de imperador do século XIX.
Todo todos os imperadores do século XIX
tinham esse bigode feio assim. Todos
todos ali, mas tá muito próximo. Tava em
processo de expansão territorial,
império, o império russo dos quisares,
os quisaristas.
E tava chegando ali nos limites do
império britânico. O que que o império
britânico faz? um acordo, tinha uma
relação com Afeganistão que era
independente, mas não pertencia ao
império britânico. Já o Paquistão. Sim,
eles fazem um acordo de traçar uma
linha, a chamada linha. Pera aí, pera
aí, pera aí, pera aí. Eu fiz a piada
pensando no que ele tava falando, tá?
Todos os imperadores do século XIX, a
gente tá falando da era dos impérios,
Joic Robsbal, a gente tá falando
especificamente dos impérios europeus,
tá? É o é é o é é isso, né? É o que vai
gerar a Primeira Guerra Mundial, tá? A
gente tá falando de capitalismo
enquanto veja isso é isso entra no livro
didático, né? O Lenin falou sobre isso,
mas a gente tá falando de imperialismo
de capital. É algo, é algo do século
XIX, final do século XIX, fim do século
XX. A gente tá falando de capitalismo
com uma fase imperial. Isso existem, eu
vou mostrar para vocês, vocês não
acreditam não. A gente tá falando sério.
Quando a gente tá falando isso, a galera
acha que é uma coisa que é só a esquerda
que fala ou sei lá. Vou colocar o livro
didático aqui para vocês verem. Eu tava
organizando meu livro didático. Olha só.
É isso aqui que a gente tá falando, ó. O
século XIX e a fase imperialista do
capital. Tá? Isso, isso é isso é
isso é categoria historiográfica, tá?
Isso é é categoria historiográfica.
Eu me perdi um pouco.
Ah, tá. Eu eu fechei aqui.
Vamos lá. Vamos voltar para lá.
Isso não é doutrinação leiní das
escolas. Não faz essa piada, né? Senão
fodeu. Os caras vão escutar e vão achar
que é sério, né? É assim. Essa concepção
é uma concepção de um economista
britânico, tá? E aí Lenin falou: “Olha,
se esse cara tá certo, consequências,
né? O livro é isso.
Linha durante essa linha é justamente
para falar aqui é o limite do território
britânico
na Ásia. é o nosso limite do
Isso. Então, neon, eh, o nome é
neocolonialismo
porque ele ele rompe a tese de que a
gente deveria ou poderia fazer
colonização como se fazia na época
moderna, né? O século XVI rompeu com
isso. Aí vem a Revolução Francesa, antes
dela inglesa, revolução aí, primeiro
vamos lá, revolução inglesa,
independência americana, revolução
francesa. Na sequência, a América
inclusive vai começar a se soltar com
base nos princípios das revoluções
liberais. E aí vai se estabelecer o fim
da colonização
típica das Américas, o novo mundo,
aquele que Francis Bacon disse assim:
“Olha, o mundo da ciência tá para além
desta merda dessa Europa, porque essa
Europa é muito burra. E aí os princípios
científicos, etc e tal, eles começam a
migrar para cá. Então, quando você tem
essa
eh essa investida liberal nos Estados no
na Inglaterra, isso vai permear noções
americanas nos Estados Unidos da
América, primeira independência, depois
você tem a Revolução Francesa e depois
com com base nesses princípios, todas as
Américas vão cair como um castelo de
carta, porque do ponto de vista
geopolítico, Napoleão estava brigando
com a Península Ibérica.
E aí isso fragiliza o governo eh
espanhol. Então ele coloca o irmão dele
como governante espanhol. Isso é usado
como desculpa pelos pelas elites locais
espanhóis para começar a se soltar do do
da Espanha. Depois quando o Apol é
derrotado e volta ao império espanhol de
novo, nenhuma das colônias quer voltar a
ser colônia, né? Então e vai acontecer a
independência do Brasil como efeito
também da intervenção napoleônica. que
resultado, acabou esse negócio de
colonização na América. Então, acabou a
era colonial, né? Era colonial acaba
aqui na América. era colônia mesmo para
fundar uma nova civilização, extensão do
próprio Então, acabou a colonização. A
nova colonização, portanto,
neocolonialismo,
é não a que a gente quer ir lá e colocar
um uma extensão do nosso país lá para
fazer eh para fazer balança comercial
favorável, como ela era na colonização,
como era no processo mercantil. O
objetivo agora é imperialismo do
capital. Eu quero fazer uma expansão
dos meus mercados, né? Eu quero ter um
núcleo na Ásia ou um núcleo na África
para poder jogar
para poder jogar a minha produção e a
minha não é só jogar o o o produto final
da minha produção, não é só eu quero
levar para lá as camisas que eu produzo
aqui, eu quero levar as indústrias para
lá. Então eu pego o processo de geração
de capital e levo para lá. E não só o
não só o objeto final. Eu não tô
exportando camisa apenas, eu quero pegar
a indústria e colocar lá. Por que que
isso funciona de uma maneira até
mecânica, sem muito planejamento? A
questão não é muita noção econômica, não
é? É o seguinte, se eu quero escoar a
produção da minha camisa, eu preciso ter
vias vias férreas. Aí quem vai pagar a
via férrea, né?
Então eu preciso fazer o processo de
industrialização, não só na Europa, eu
quero uma via férrea que atravesse a a
África toda, né? Então, se eu quero uma
via ferra para isso aí, a gente já tá
falando de de ã de imperialismo. Então,
o que que eu vou fazer? Eu vou exportar
o meu capital para um projeto de
infraestrutura que vai me levar lucro. O
caso mais evidente para mim é o caso do
canal de SU, né? Então, uma unidade de
francês faz o apoio, diz assim, ó: “Eu
vou conversar com o governo egípcio, que
é um microverno dentro de um império
chamado império turco otomano, para ele
me viabilizar, eu fazer o investimento
do meu capital paraqui sair um projeto
de infraestrutura que vai melhorar a
economia global. Esse dinheiro aplicado
por uma unidade de francês, jogado na
bolsa de valores junto com o governo eh
egípcio, isso vai pro mercado de
capital, tá? Isso vai ser comprado pela
Inglaterra e a Inglaterra para proteger
seu investimento privado vai meter o
exército lá. Aí a gente tá falando de
neocolonialismo,
certo? A gente tá falando de
neocolonialismo. Veja, neocolonialismo é
imperialismo do capital. Quem detém,
quem detém, nesse caso, o capital
investido
para fazer o canal de SU se tornou
o o grupo majoritário que tem dinheiro
majoritário investido no projeto
econômico, se tornou o protetor do
Egito, que foi a Inglaterra, sem dar um
tiro.
É incrível. sem dar um tiro. Sem dar um
tiro. A Inglaterra foi lá, enfiou o
exército ao redor do Egito e o Egito
virou um pedaço do da coroa britânica
sem dar um tiro. Certo? Isso é
imperialismo, tá? Isso é imperialismo.
Imperialismo do capal, né? É uma outra
fase, é uma outra forma de fazer, não é?
Eu vou lá, coloco um núcleo de pessoas
que vai morar durante um tempo e aí eles
vão ficar morando ali e aí vai passar
gerações, eles vão, tá? Isso é
imperialismo do capital, isso é típico
do século XIX, final do século XIX,
início do XX, isso que vai causar a
Primeira Guerra Mundial.
Formas diferentes de nacionalismo, não.
Exatamente o contrário. Veja, não tem
nacionalismo, né? Não sei se você tá
falando o que eu tô falando, né?
Imperialismo do capital é exatamente o
contrário.
Imperialismo do capital é exatamente o
contrário,
hein? Isso é por isso que acusam a China
de imperialismo, porque é, né? O
problema é um pouco esse. [risadas] É
porque é, né? Que que tá acontecendo no
no a gente tá falando de canal de SU,
tem outro canal que é tão importante
quanto o canal de Su. Existem dois
canais de mesma dimensão de importância
na Terra, o canal de Sué e o canal do eh
como é que é o nome do lugar aqui na
América Latina, [ __ ] O canal de
O canal,
[ __ ] tá na ponta da língua o nome da
[ __ ] É isso, Panamá. Obrigado. Então,
o canal do Panamá, isso, lê as últimas
notícias do canal do Panamá. O, a China
estava fazendo um investimento
gigantesco no canal do Panamá. A, aí os
Estados Unidos falou: “Aqui não,
[ __ ] Aqui aqui é nosso. Aqui é
nosso”. E aí conversou com o governo e o
governo diz: “Fez o contrato com a
China, vai fazer com os Estados Unidos”.
Certo? Isso. Imperialismo não é um
xingamento, é um mecanismo, né? Enfim,
isso. Transposição do rio São Francisco,
esse negócio do Tapajós mesmo, no final
das contas era para passar para uma
empresa chinesa, se você for olhar
direitinho. Enfim, enfim. É hipocondria,
né?
Império. Aqui a Rússia não pode passar.
Então, foi traçada essa linha. Só que
qual que é o questionamento? Que essa
linha foi traçada por um império que não
existe mais, o império britânico e que
nunca foi aceito, principalmente pelo
Afeganistão. Essa divisa, o Afeganistão
fala: “Nossa, o território é mais para
lá, tá chegando lá no Paquistão”. Então
isso nunca foi aceito. Então o primeiro
embate que a gente tem, tá, vem por
conta desse conflito. Esse conflito
entre Império Britânico e Império Russo
ao longo do século XIX é chamado de
grande jogo, tá? Enfim, mas nunca foi
aceito. Aí você tenta trazer para
Não, é o contrário. É o contrário. É o
contrário, Mateus. É o contrário. Eu
perguntei mais no sentido dessa expansão
de influência utilizando de economia. Se
ele se dá por motivação nacionalista, ao
contrário, o estado ele serve aos
interesses da infraestrutura.
Ou seja, eu elejo pessoa, né? Eu sou o
dono da Petrobras,
vamos lá. Da Vale. Eu sou o dono da
Vale. Eu tenho lá a 500, vamos supor,
não sou o dono da Vale, mas eu tenho 2
milhões investidos na Vale do Rio Doce.
Eu quero que a Vale seja mais poderosa
ou quero que ela seja menos poderosa? Eu
quero que ela chegue mais locais ou
quero que ela chegue menos locais. Eu
tenho 5 milhões no Odebreche. Eu quero
que a Eu quero que a Odebrecht chegue na
África, chegue na Argentina ou quero que
ela fique aqui? Não, eu quero que ela
chegue na África e eu quero que ela
chegue na Argentina. Então o que que eu
vou fazer? Eu vou votar em pessoas que
projetam, né, a ação de expansão da Vale
ou da ODB para que eu receba mais ah
dividendos no final das contas, né?
Então eu invisto nas empresas e eu vou
votar em pessoas, eu vou fazer
propaganda, vou dizer pros meus
funcionários, eu vou dizer pra minha
empregada, eu vou dizer pro cara que
lava meu carro e etc e tal. Olha, vota
nesse cara que esse cara é maneiro,
porque no final das contas se tiver
expansão da minha empresa, bom para mim,
não é isso? Então o estado ele ele
sobrevive
na medida em que ele vai beneficiando a
própria estrutura das próprias empresas
do seu país. Se ele não beneficiar as
estruturas das próprias empresas do seu
próprio país, ele não tem razão de
existir nesse sistema atual. A razão de
existir do Estado é fazer com que as
condições de desenvolvimento da empresa
nacional sejam eficientes. Se ele não eh
dá condições eficientes pro
desenvolvimento da empresa nacional, ele
cai. No Brasil, como por exemplo, a
economia basicamente a gente tem a
melhor produção de carne da terra, né?
Então, na medida em que você não
beneficiar essa estrutura, você vai ter
uma economia que não roda tão bem para
as essas empresas, portanto, para os
nacionais dessas empresas que nelas
investem e você não vai ter o
desenvolvimento dessa economia. Você
fica um pouco viciado, você fica preso,
o estado fica preso a à estrutura
econômica daquele país. Então, por que
que a China faz a expansão da da do
desenvolvimento das suas empresas? É por
uma questão nacionalista, né? contrário.
Aí você tem que desenvolver as empresas
do seu país, expandir o território de
ação delas e aí você justifica pro
público. Por que que a gente faz isso?
Ah, porque o povo, ah, porque a nação
chinesa, né, porque o taoísmo, né? É
porque o confusionismo, né? Isso é a
justificação que você dá. Mas a função
do Estado é essa, eh, a função do Estado
no mundo moderno, desde o
desenvolvimento do capital, é preservar
as condições nacionais do
desenvolvimento do seu próprio capital
nacional.
Enfim,
presente, além da questão fronteiriça,
além da questão fronteiriça, volta pro
Talibã. O Talibã governa, voltou a
governar o Afeganistão desde 2021. O
Paquistão ele teme o Talibã. O Paquistão
não gosta do Talibã, tá? E aí o que que
acontece nesse contexto? O Talibã se
opõe ao governo do Paquistão. Tem essa
questão fronteiria.
Eh, então vamos lá. Esse é o tema. Esse
é um tema que eu gosto de verdade. Esse
é um tema que eu gosto de verdade. Mas
no caso chinês, isso é muito mais pela
eficiência e escala produtiva do que
pelas armas, diferente do do que o
capital inglês. Não interrogação. Veja,
temos duas questões aí. A primeira é se
a gente está dizendo que a expansão do
capital é um movimento meio que
autônomo, tá? que ele vai por si só e o
estado ajuda. Nesse sentido, o estado
ajudar é uma coisa que tem de comum
entre os dois, né?
Você pode falar de momentos do capital
inglês, por exemplo, o capital inglês
atual. O capital inglês atual, ele não
tá, ele não é o capital inglês do século
XIX, né? O capital do inglês do século
XIX era muito mais violento. Ou seja, o
braço armado do capital, que é o estado,
ele funcionava de uma maneira muito
violenta no século XIX inglês, inclusive
contra a China, né?
Só que a gente já não tá no século XIX
mais isso vale tanto pra China quanto
pra Inglaterra, OK? Então, a Inglaterra
de hoje não é tão violenta, né, no seu
na sua expansão militar.
quanto era a própria Inglaterra do
século XIX. OK?
Certo? No período do século XIX, a
violência era escancarada,
explícita e tinha até um certo elogio
dela que vinha através do darwinismo
social, que dizia o seguinte: “Olha,
você tem que entender que, infelizmente,
tem países que são melhores do que
outros e se a gente vai levar a
tecnologia para lá, isso é bom, né? vai
ter via férrea, é melhor do que não ter
via férrea. E infelizmente o mundo é
assim, o forte se impõe, o fraco se
[ __ ]
Fazer o quê? Esse é o esquema do mundo.
Assim era a discussão do século XIX.
Então tinha até uma justificativa meio
cínica para você ser violento. Hoje isso
não existe mais, nem pra China, nem pra
Inglaterra. O elogio que eu faço pra
China é exatamente que os caras venceram
sem usar, quer dizer, venceram que eles
são a segunda economia do mundo. É isso
que eu quero dizer.
ampliaram seus mercados, estão fazendo
essa disputa do capital
sem precisar
passar primeiro pelo que a Europa
passou, que é muito filho da [ __ ] a
Europa passou por muita violência, para
para expansão de violência, massacre de
civilizações inteiras, etc e tal. E os
Estados Unidos não, os Estados Unidos
não é colonizador. Os Estados Unidos
nunca
desenvolveu seu capitalismo a partir de
colonizar e matar povos originários de
suas terras. Não, os Estados Unidos não
fez isso. Mas os Estados Unidos fez
outra coisa. Ele disputou com a União
Soviética
pela hegemonia no Globo. Então, os
Estados Unidos travavam guerras por zona
de influência, o que também é cruel, não
é? a mesma crueldade do século XIX, não
é? Mas também é cruel. Também é cruel.
Quer dizer, o Brasil só caiu em ditadura
militar por disputa de zona de
influência do dos Estados Unidos e a
União Soviética, tá?
É, então o e a a e o Havaí, né? Ah, tá
bom. E o Havaí, né? Compara isso com a
colonização inglesa que exterminou todos
os povos. Todos os povos. Todos, todo,
todos os todos os povos do continente da
América do Norte, né?
Não tem comparação, né? Não tem
comparação, né? Ah, mas beleza. Mas e o
Havaí? Ah, ok, né, galera? [ __ ] aí
vocês são [ __ ] para [ __ ] OK. Teve
colonização no Havaí. A América inteira
foi exterminada por causa da colonização
europeia. Inteira. Não tem nenhuma
língua indígena. Não existe nenhuma
língua indígena no Brasil que é falada
nas escolas aqui de Brasília, né? Não
tinha indígena aqui em Brasília, tinha,
né? Foi todo mundo exterminado. Todo
mundo, todo mundo, né? Todo mundo, toda
a cultura, milhões de habitantes. Ah,
mas teve aqui. Ah, eu sei, velho. Eu sei
que teve, né? Eu sei. É, teve a
Filipinas é o melhor exemplo do que o
Havaí. Filipinas é o melhor exemplo do
que do que Filipinas é o melhor exemplo.
Filipinas é o melhor exemplo do do de
colonização do Estadunidense. Filipinas
é o melhor exemplo. Mas veja, não tem
nível de comparação, né? Não tem nada
que se chegue perto de comparar. Eh, né?
É um continente inteiro morto,
outro inteiro escravizado,
não é? E isso tudo para fazer uma
produção para para não tem condição.
Veja, a gente todos os países da
América, todos falam língua europeia.
Todos, todos os países, todos os países
da América falam língua europeia. Todos,
todos os países, né, falam a língua
europeia. Todos. Todos. [ __ ]
Hã.
Isso é aí que a gente tá fazendo a
comparação que eu tô falando assim, ó,
do século XV até o século XIX, no
processo de colonização, é bem pior. Aí
quando você chega no século XIX você tem
o imperialismo do capital. E que
imperialismo do capital não é a mesma
coisa que colonização. Tô dizendo a
colonização é pior, né? O
neocolonialismo,
o colonialismo é pior. É isso que eu tô
dizendo. O colonialismo é bem pior. Aí
depois vem o neocolonialismo, que é
imperialismo do capital. Desse os
Estados Unidos participam. Por isso que
por isso que Filipinas é um bom exemplo,
tá? Por isso que Filipinas é um bom
exemplo. Então, a do neocolonialismo os
Estados Unidos fazem parte. Por isso que
os Estados Unidos jogou uma bomba
atômica no Japão, porque o Japão era o
grande inimigo neoimperialista,
neoimperialista dos Estados Unidos,
porque era disputa pelo Pacífico, que é
uma guerra que a gente não olha muito
para ela. A gente só olha pra segunda
guerra no ã nos Estados Unidos, a
segunda e a primeira, né? a gente não vê
o que tá acontecendo no Oceano Pacífico.
Então, o Oceano Pacífico, na Primeira
Guerra, o Japão se deu bem para [ __ ]
porque a Alemanha perdeu. A Alemanha
tava começando a conquistar as colônias
no Pacífico e aí o Japão foi, tomou de
assalto. Então, veja só, presta atenção.
Então, esse papo de Primeira Guerra
Mundial já é neocolonialismo.
Neocolonialismo e colonialismo não é a
mesma coisa. Colonialismo é pior, tá?
Tem tranquilidade. Colonialismo é bem
pior do que o neocolonialismo.
O neocolonialismo vem, tá? O o quando o
neocolonialismo vem, ele dá escala
industrial.
Neocolonialismo dá escala industrial. A
força de você fazer merda aumenta. A
capacidade de você apertar um botão e
matar milhões de pessoas aumenta. A
metralhadora de repetição tá mais forte,
né? Então, quando você entra na primeira
e na na Segunda Guerra Mundial, não é
briga de espadinha, não é briga briga de
mosquete, de dar tiro e punhetar a arma
por 10 minutos, né? Então, a escala que
aconteceu, porque foi até por um tempo
muito maior, é muito pior o
colonialismo. O neocolonialismo ele é
mais violento porque você tem mais
capacidade de força, mas ele é mais
rápido também, tá? ele é mais rápido,
acontece em menos tempo. É uma violência
muito intensa num num período de tempo
muito curto.
Entra arma química em jogo, entra
metralhadora e entra bomba atômica, né?
Tá? Então, da primeira até segunda
guerra mundial, né? Ruim, ruim para
[ __ ] O colonialismo era pior, tá?
Ruim para [ __ ] Colonialismo era
pior. Ruim, muito ruim. O colonialismo
era pior. Dito isso, dito isso, o o
neocolonialismo é mais rápido, né, em
ser ruim. Dito isso,
quando os Estados Unidos se estabelecem
como potência,
ele briga com a União Soviética por
zonas de influência. E aí, por exemplo,
a gente tem o caso do Brasil, que a
gente só caiu em ditadura militar porque
os Estados Unidos disse que era para
cair, né? Então a gente tem esse
prejuízo. Mas beleza, ditadura militar,
esse extermínio todo da população
indígena, né? O extermínio mata mais,
né? É mais alongado, é mais cruel, né? É
mais cruel,
horrível, né? Ainda tá falando de coisa
ruim. Pois bem, a China era esse que era
o papo, né? A pergunta.
A China não tem isso, né?
A China não tem isso, né?
A China é capitalismo, é imperialismo
igual, imperialismo do capital,
desenvolvimento para sugar os outros
países economicamente.
Não tem isso. A resposta boa, né? Não
tem isso ainda. Pode ser. Não tem isso
ainda. Mas é porque o Mateus tinha me
perguntado assim: “Tem diferença?” Tem,
tem, tem. Claro que tem diferença. Do
século XIX pro século XX tem diferença.
Tem diferença. Século XIX pro século XX.
A Inglaterra do século XIX tem
diferença.
Tem diferença? Claro que tem.
Tem diferença extermínio dos povos
indígenas e a culturação do século XV.
Tem diferença. Tem diferença. A do
século XV conseguia ser pior. Século X,
no caso de Portugal
consegue ser pior. Escravização de um
continente inteiro para servir de mão de
obra para enriquecer os outros. É, tem
diferença, né? Tem.
Tem, tem. Se a pergunta é essa, tem
diferença, tem, né? Não é uma questão
muito de opinião, não. É diferente
mesmo, né? É diferente mesmo. É bem
diferente.
Mas aí a gente tem que colocar as coisas
no seu patamar para não ser injusto
também. A Inglaterra do século XX,
né, não tá fazendo a mesma coisa que a
Inglaterra do século XIX. Então, a China
tá fazendo uma coisa ruim, a Inglaterra
também, a Suécia também no ano de hoje,
né? A China não é dourada. O [ __ ] é
isso, porque a gente tem uma perspectiva
histórica, né? A gente fala: “Caralho, a
Inglaterra botou para [ __ ] no cu de
todo mundo para se tornar potência
mundial. A China não passou, né?
Tem menos rancor em cima da China, né?
Tem, né?
Vai fazer o quê? A gente vai negar que a
história existe agora?
A Inglaterra colonizou o planeta Terra
inteiro. Foi o mundo onde o Sol não se
põe, né? Foi o país onde o Sol não se
põe.
A China não, né? Essa diferença aí tem,
né? Fazer o quê? Tem essa diferença.
Isso vai, isso vai ter impacto. Quer
dizer, o que joga contra a China é que
tem um partido comunista no poder, mas
tem diferença.
E dentro do Paquistão existe o Talibã
paquistanês,
tá? que é chamado de TTP, que é o talibã
paquistanês. Então, o conflito vai em
cima disso. O talibã paquistanês se opõe
ao governo do Paquistão e o governo do
Paquistão ele ele acusa o Talibã no
Afeganistão de influenciar e de
incentivar e de financiar o Talibã.
Não sei, não sei se eu concordaria, mas
eu entendi agora o que você quer dizer.
Acho que meu ponto era mais que a base
da expansão do capital inglês não era
tanto pela eficiência dele, mas pela
força do Estado, com uma motivação mais
nacionalista. Minha hipótese era essa.
Olha, eu diria que isso é um e é é a
eterna questão da PPP, [risadas] porque
veja só, eh o capital inglês era mais
eficiente, porque o capital inglês deu
as condições para ele ser mais
eficiente. Numa época que ser mais
eficiente envolvia ter uma armada naval.
Por exemplo, a primeiro país capitalista
mesmo, fodão e tal, de capitalismo mesmo
se chama Holanda, né? E a Holanda era
eficiente porque a empresa era, na
verdade, uma armada militar, né? A
empresa da da Holanda, a VOC, era uma
armada militar. Então, essas coisas eram
misturadas, digamos assim, né? Eram
misturadas. Então, ser mais eficiente
significava você ter mais exército para
se proteger contra os corsários
ingleses, por exemplo. Aí depois a
Inglaterra foi tão mais eficiente, tão
mais eficiente contra essa armada eh
holandesa que ela caiu, né? Ela foi
derrotada pela Inglaterra. A Holanda
deixou de ser potência global porque ela
perdeu no no
em eficiência paraa Inglaterra,
né? Então eu diria que assim sempre foi,
sempre teve PPP,
PPP sempre foi a tônica do
desenvolvimento do capitalismo, né? Eh,
então eu acho que no momento em que o
Estado se confunde, a a economia, a
eficiência econômica se confunde também
com a armada militar que a protege, era
um outro momento, né? difícil comparar
essas coisas, era um outro momento. Mas
é isso que eu digo, tipo assim, se se as
pessoas tivessem consciência histórica,
a galera, tipo assim, a África, os
países africanos, quando vem os Estados
Unidos para lá, vamos fazer um uma
parceria, né? Eles vem diferente. A
China vem, vem. Não sou eu que tô
dizendo. Sou as lideranças africanas. Às
vezes falam: “Não, China é diferente,
vocês vão me desculpar, é diferente.
Enfim, aí tem que perguntar pr os caras
porque que eles acham isso.
Pakistanes contra o seu próprio contra o
governo paquistans. Então você começa a
ter conflitos, tá, entre o Talibã e o
Paquistão, né, o Talibã afegão ou o
Talibã paquistanês e o governo do
Paquistão. Então é essa a relação.
Agora, por isso que vocês estão
tentando, a gente tá tendo ataques do de
ambos os lados, tá bom? Questão
territorial, a questão do Talibã,
talibãegão, talibã paquistanês. Agora
vamos para as relações internacionais. O
Paquistão é um aliado estratégico da
China do ponto de vista não só político,
mas do ponto de vista comercial, tá?
Isso que é importante destacar isso.
É importante.
É sim um aliado estratégico da China. E
já o Afeganistão não, mas o Afeganistão
ele tem relações pragmáticas com a
China, até mesmo com o Irã, com a
Rússia, né? O que que são relações
pragmáticas? Práticas. O Afeganistão
basicamente não tem condições de ter
relações de aliança estratégica, como é
o Paquistão, de aliança, se for aliança
militar, comercial, ele basicamente não
tem. Então é pragmático, é naquele
momento, o que que você puder fazer para
mim, eu aceito, porque eu estou eh
pensando na questão prática. O
Afeganistão é muito pobre. Então, por
exemplo, então se a China tem um
planejamento de fazer investimentos, por
exemplo, em outros territórios, outros
eh no no seu próprio continente, que é o
continente asiático, no continente
africano, que vai recair diretamente um
investimento no Afeganistão, o
Afeganistão pega, mas ele não é um
aliado de duradouro, de longa data com a
China. Compreenderam? Mas eh essa é a
questão importante. E por que que a
China ela não quer uma guerra?
Inclusive, a gente teve a porta-voz do
Ministério das Relações do Exteriores da
China falando sobre isso, que é a Maing.
Vamos ver o que que ela disse. China
está profundamente preocupada com a
escalada do conflito entre Paquistão e o
Afeganistão e lamenta as vítimas. A
China apela a ambas as partes para que
exerçam contenção, resolvam as
diferenças e disputas por meio do
diálogo e da negociação e ponham fim aos
combates o mais rapidamente possível. A
China tem mediado entre as duas partes,
por meio de seus próprios canais, está
pronta para continuar desempenhando um
papel construtivo da redução da escalada
e na melhoria das relações entre os dois
países. A China pede ao Paquistão e ao
Afeganistão que garantam a segurança do
pessoal, dos projetos e das instituições
chinesas nesses dois países. E aí você
deve se perguntar, por que que ela tá
falando dos das pessoas do pessoal
chinês dentro do Afeganistão e
Paquistão? por conta da proximidade.
Vamos fazer o seguinte, vamos abrir um
mapa e eu consigo mostrar isso para
vocês com mais clareza. Então, vamos
fazer o seguinte, vamos sair daqui do
nosso Brasil e vamos viajar diretamente
lá para o Afeganistão, onde a gente tá
tendo esse conflito. Então, tá aqui o
Afeganistão. Vocês estão vendo aqui, ó,
vou passar o mouse aqui. Essa linha
aqui, tá? é a fronteira entre o
Paquistão e o Afeganistão. É a chamada
linha durante feita pelo Império
Britânico lá em 1893.
Como eu falei para vocês, o que que
Se você volta um pouco sempre foi o
Império britânico, né, Rupa? Se você
analisar direito a história, sempre foi
o Imperitânico, o causador
a gente tem aqui, se a gente vou afastar
um pouco aqui, nós temos alguns outros
países aqui, certo? Como Tajquistão,
entre outros. A Índia tá aqui embaixo.
Aqui é o território. Esse é vasto
território. Aqui é o território chinês.
Aqui, ó, aqui em cima nós temos
Shinjang. Shinjang, uma região autônoma
da China, muito importante, inclusive
com terras raras, uma região rica e em
recursos minerais. E aqui nesse meio que
vocês estão vendo aqui, ó, que vocês
estão vendo que existem algumas divisas
aqui é a região da Cachimira, gente.
Essa região é uma região que inclusive a
gente fez vídeo recentemente de disputa
entre Índia e Paquistão, que disputam a
região da Cachimira. E eu até falei
naquele vídeo que é um vídeo mais
antigo, o vídeo mais antigo do quê? de
meses atrás, que a gente faz muito vídeo
aqui, que a Índia ela é uma aliada do
Paquistão porque ela passa por faz rotas
comerciais, né, de relações comerciais
entre China e Paquistão, chegando
inclusive aqui nessa região aqui que
vocês estão vendo que é o Mar Arábico,
tá bom? Então a China ela tem parcerias
econômicas estratégicas com o Paquistão,
tá bom? Mas eles conseguiram até então,
a gente tá falando, resolver parte da
questão entre Paquistão e Índia.
claramente não resolver 100%, mas a
China hoje ela consegue ter ali uma
relação mais direta com com a Índia, até
menos porque os dois países são
lideranças no bricks. Então, a China,
ela tem um interesse nessa região por
fazer fronteira aqui com o Paquistão,
dividir também a parte da cachimira,
existe parte da cachimira chinesa, então
para ela não é interessante você ter um
conflito aqui nessa região,
desestabilizando toda uma região que é
economicamente ativa para eles, para os
chineses. Bom, então espero que vocês
tenham entendido sobre esse conflito.
Logicamente que a gente vai aguardar
mais detalhes para ver o que que vai
acontecer mais para
Ah,
melhor, né? Melhor que tevisã, né?
Melhor que Trevisan, né?
Assim, todo respeito e tal, seus cabelos
brancos e tal, mas melhor, né? Melhor.
Informou mais, né? Seu objetivo era
informar, né?
Se o objetivo era informar, olha só,
para você entender onde é que tá, qual a
localização, qual a importância disso
paraa questão geopolítica global e etc e
tal, melhor do que, meu Deus do céu,
você que é ocidental, você nunca vai
conseguir entender a cabeça de um
muçulmano, porque tem uma questão,
é, não, né? Não, né?
É [ __ ] né? Bem melhor, né?
Bem melhor. Eu sei, foi o que eu falei.
D, eu falei isso, né? Dá o desconto pro
cara que ele tava na Record falando em
Mas ele mete essas de vez em quando, tá?
Mostra o mapa, mostra ele. Olha, fica
aqui essa relação, contato com esse,
esse problema histórico desde o império
britânico. Melhor, né? Melhor, né?
Melhor, bastante melhor.
Eh, e nem digo que tá perfeito, tá,
gente? Ele fez um vídeo ali de
introdução. Olha, você que não sabe onde
é, você que não sabe onde o mapa tá,
você que não sabe de nada, né? Você
você não sabe nada, pá, olha onde é que
fica no mapa, né? O problema não veio de
hoje, tem essa questão econômica aqui,
tá? Eu sei, eu não, eu acompanho o
Trevisão. Acompanho o Trevisor. Ele mete
essas do culturalismo sem medo de ser
feliz. Sem medo de ser feliz.
Sem medo de ser feliz.
O João já meteu essa? É, diz que o
Talibã trabalha para a Arábia Saudita.
Ele já meteu essa. João, o João é o é o
rei supremo do campismo, né? Você tem um
negócio que é tipo assim, você tem a o
João, ele é tipo assim a encarnação do,
sabe quando o PSTU tá falando que tem
campismo, que a galera não, tipo assim,
tem tipo assim, é, é, é o João, né? É o
João. Campismo, tá aí foto João, né? Não
tem a menor condição, né? Não tem a
menor 50.000 D de campismo, né?
50.000 D de campismo, né?
Ai, Deus. Olha,
ó, culturalismo é normalmente uma
explicação idealista? Normalmente sim,
mas a gente pode também dizer assim:
“Culturalismo é uma explicação ruim”. É
isso também. [risadas]
Então você pode dizer assim: “É uma
explicação ruim”.
O João diz que o Jones foi excitado no
BBB e por isso é um homem importante.
Beijo no coração de todos. Aí deu para
mim. Aí deu para mim. Beijo no coração
de todos. Falou. Valeu. E até mais para
[ __ ] viu? Até mais para [ __ ]
viu? [música]
Eu
[música]
sou apenas um ateu
latinoamericano. [música]
Tem pósmode surtando,
tem pescador [música]
importante fugindo pro interior.
E tudo [música] por causa de uma simples
afirmação
que o [música] Obama pode ser ruim, mas
não igual ao laranjal.
O brabismo não [música] gostou.
Ferveu a flor da pele, começou no Dani
City [música] e chegou ao Santeell.
Eu
sou [música] apenas um ateiro
latinoamericano.
[música] Tem pósmod surtando,
tem pescador importante fugindo pro
interior. Oh.
[música]
เฮ
[música]