mim alguém ligou para mim quem é Sou eu
bola de fogo e o calor tá de matar vai
ser na Praia da Barra que uma moda eu
irei lançar fazer o quê enterrar na
areia não voar e
aí meus amigos e minhas amigas como é
que vocês estão Boa noite Parabéns aos
Corajosos que se aventuram aqui por
nossa meta física é isso que a gente vai
tratar a gente vai começar a tratar
sobre a figura de nosso
queridíssimo par menes antes que a gente
comece a conversação para que a gente vá
para cima dos textos a questão que se
coloca pros nossos amigos que estão aqui
presente é o que que você acha que é
parmed quem é parmed que disse parmed o
que defende par a gente vai ter uma
conversa ah acerca de uma de um critério
que é o seguinte o nosso primeiro
critério para passar aqui é textual
certo então nosso critério é textual a
gente tá querendo saber quem é parmen
texto para além de parmenides pessoa
vamos lá Mike Meus parabéns Espero que
você este que você tenha ido bem Espero
de verdade então pergunto para vocês pra
gente começar essa conversa quem vocês a
acham que é o que é parmes para você o
que é parmes para você me responda
partir dessa dessa questão colocada aqui
é que a gente vai lançar o nosso vídeo
então eu espero pelo menos uma pessoa
que apareça aqui para nos dizer o que
que entende por parmes e quando a gente
vai organizando eu sei que tem esse
pequeno delay zitos aqui delay zitos
delay zitos então assim para a gente
deixar claro o que que a gente vai
tratar aqui a gente vai tratar da origem
do nosso texto especificamente né a
gente vai conversar com o texto do do do
menino Herman Deus a gente vai entender
a relação do texto fixado com menino por
menino herms com o a aquele hã
ah os prcr né os pré-socráticos eh os
filósofos pré-socráticos do herms também
e por último a gente vai ah falar do
texto vai colocar o texto pra gente ler
um pouquinho o texto a gente vai ler a o
chamado primeiro fragmento e a gente vai
entender o que que esse fragmento ah
significa
Ah que é o fragmento chamado de proêmio
certo então
introdutor de maneira introdutória
Ah então eu preciso que alguém me diga
aí o que que vocês pensam sobre isso
senão eu não vou começar o vídeo então o
Charles falou pra gente o Giovan real
falando que o parmen seria o criador da
ontologia interessante Ah o máximo que
posso falar diz o outro amigo aqui é que
ele escreveu sobre ser e não ser só
lembro disso e vem do livro do Russell
que nem ah lembro bem da escola não
lembro nada que ele ouviu sei quase nada
disso Lucas diria que parmendes é o cara
que defende que o movimento é ilusão
defende que tudo é
uno tava lendo Agostinho de pona não
chame Agostinho de pona de santo não
chame ninguém de santo não existem
Santos tava lendo Agostinho de pona pra
faculdade e os seus vídeos me ajudaram
muito a entender as influências de
Platão nele Valeu fico feliz Eh vamos lá
então
Eh aqui a gente vai começar a
identificar de onde é que vem as
leituras das coisas certo para mim pelo
que eu tô lendo até agora há uma certa
possibilidade de
coesão entre as leituras que são feitas
pelos diversos autores sobre a figura de
parmes me importa três principalmente
figurinha do Platão figurinha do Platão
figurinha do sexto empírico e figurinha
do Simplício figurinha do sexto empírico
e figurinha do Simplício são duas
pessoas que quando falam de parmenides
H eles falam muito eles citam demais
então boa parte dos fragmentos que a
gente tem lá no dif fragmented for
socratica né
ah vem desses dessas duas pessoas e me
parece que tem uma conexão entre essas
duas coisas e a leitura que Platão
parece fazer de parmen certo e aí eu não
vou dizer o que eu acho a gente vai ler
o texto beleza e ela se conecta com
essas coisas que vocês falaram se
conecta aí agora o que eu quero fazer é
o seguinte vocês conhecem normalmente
essas coisas pelo manual que diz que é
que o outro falou que aconteceu e não
sei o quê A gente não quer discutir isso
infelizmente a gente vai ter que fazer
uma leitura de micro pedaços de texto em
inglês talvez cinco páginas hoje ah
quando a gente for fazer essa essa
interpretação mas porque a só tem em
inglês né então desculpa se tiver em
português se vocês conseguirem achar
para mim depois eu vou achar ótimo aliás
aliás Rodrigo Brito que é o nosso sexto
empirista aqui no Brasil ele faz parte
lá do grupo da da da UnB e tal e ele Ele
é professor da
UFRRJ a Universidade Federal Rural do
Rio de Janeiro e ele vai dar três cursos
sobre questões relacionadas a cesto
empírico se você é da Universidade
Federal do Rio Rio de Janeiro Federal
Rural do Rio de Janeiro ou tem alguma
possibilidade de por algum meio
participar desses cursos seja como
ouvinte ou sei lá participe e venha
trazer informação pra gente Rodrigo é
gente boa para caramba aliás muito
engraçado Ele já uma vez a gente
conversou sobre o filme prometeu sabe o
prometeu esse filme horroroso que tem
Alien não sei o que e tal Ah e ele
imitando o bichinho Ah o cara vai lá
abrir o ovo vai pegar o ovo de qualquer
jeito como é que o cara vai lá pegar o
ovo do do do do ser alieníena e ele vai
lá e ah que coisa bonitinha tá aquele
bichinho
lá aquela cobrinha ass Ah que bonitinho
é muito engraçado ele fazendo esse
bichinho Ah mas então então ah é isso
então a gente vai fazer o vídeo agora o
que que a gente vai fazer primeiro eu
vou dizer sobre essa estrutura de onde
vem para onde vai não sei o quê e depois
a gente vai falar especificamente do
proêmio que é uma poesia hoje é dia de
poesia meus queridos a gente vai ler um
um um trecho poético maravilhoso
maravilindo maravil tesudo Então vamos
lá meus queridos até daqui a un
[Música]
segundinho
oh maldiciones Espera aí ten que abrir
aqui se eu abrir aqui ele aparece lá ah
tá se não aparecesse ia ficar muito
chateado vocês não t ideia do quanto que
ia ficar chateado tá bom então o que que
a gente tem aqui e de onde é que vem a
figura que você conhece como parmes de
on Veres de on Veres permanetes parman
do jeito que você conhece aquele negócio
do manual lá o un não sei o que e tal
comp pilad bonitinho que teria escrito
ess esse texto específico perifas tem
uma organização que aconteceu no final
do século XIX na época em que tava Len
tava lá fazendo as coisas dele lá não
sei o que e tal e tava lá senhor dius
escrevendo sobre pares Tá certo e aí a
gente tem esse texto aqui
ó tá aqui
ó o texto o texto é exatamente este aqui
ele fez essa
edição her né então é parmen o poema o
poema o poema né l não é exatamente
poema apenas é uma outra parada deixa eu
ver aqui no
tradutores
[Música]
confuso é exatamente poema didático é um
que é aado você vai aprender você vai
aprender o poema ca é o luris foi assim
que ele chamou Então cadê cadê a minha
imagem aqui do negócio então tá então
leris é o poema do aprendizado E aí é e
grish é grego né grego e Alemão por
Senor herms o que que ele fez ele pegou
esse desgraçado ele Lia tudo da desgraça
da Grécia inteira e da dos Latinos todos
e aí ele pegou e organizou aquela coisa
todas as citações feitas todas as
citações um desgraçado ou não é ele
pegou todas as citações feitas Tirou só
a parte que seria essa citação que que
teria dito par menes nesse texto
organizou tudo aquilo em 19 trechos 19
trechos acho que é 19 trechos se eu me
lembro bem 19 trechos E aí ele esses 19
trechos ele organizou e falou o que a
gente tem do que seria o perius o o
sobrenatureza do parmen é isso aqui
entendeu então quando você vai falar
desse poema ele vem dessa edição do
Senor herms tá bom D dando para entender
aqui tranquilamente hermus então dividiu
esse poema em as partes que a gente tem
dele que seriam que ele catou lá nos
outros textos de outros caras lendo tudo
que tem no mundo ah aí do mundo eh Greg
Romano né aí ele pegou essas coisas e
estabeleceu esse texto e ele dividiu de
uma certa maneira na primeira parte você
tem um proêmio um
prêmium depois você tem uma parte
falando sobre o caminho da verdade e
outra parte falando sobre o caminho da
opinião seg a leitura do Menino Deus tá
bom tranquilo de boa tá compreensível
isso aqui de boa né então é um primeiro
fragmento com proêmio depois você tem
uma divisão falando sobre o caminho que
seria esse caminho da verdade esse
caminho da verdade ele vai do do dos
fragmentos um ao oitavo até o finalzinho
do fragmento oitavo e depois pra frente
seria os fragmentos sobre a coisa
a da opinião Tá bom eu ainda tô aqui com
alguém eu tô sozinho todo mundo saiu
fugido certo então
ah se aí ele vem aqui né e fala um monte
de coisa ó vou apresentar aí vem daqui
vem não sei aonde eu não li isso aqui
ainda não tá tem que pegar e traduzindo
palavra por palavra Google Tradutor na
venta E aí ele faz a apresentação aqui
ele faz a apresentação aqui pi pi vamos
apresentaes vamos pular aqui que é mais
rápido apresentaes aí Aqui começa o
texto certo então ele vem aqui ó Plau e
faz a exposição do texto que começa aqui
fragmento um então ele esse fragmento
aqui ele não tá me dizendo direito aqui
de onde é que é né não tá me aparecendo
aqui de onde é que é e aqui é a tradução
em alemão Então o texto grego e a
tradução em alemão texto grego tradução
aí Aqui já é o fragmento dois fragmento
três fragmento 4at tal tal tal certo
isso aqui é a base da tradução que vocês
têm que eu já não tô com ela aberta aqui
que era para tá que essa aqui ó então a
base da tradução do Trindade é aquele
texto que eu acabei de mostrar para
vocês certo então a tradução que eu dei
para vocês ela é com base naquela edição
do Herman HS certo essa edição pode ser
questionada pode você pode dizer ah esse
fragmento não seria aqui seria assado o
texto não constitui uma unidade iso é a
invenção da Cabeça louca do Dios não não
tem como saber se isso tudo fazia parte
de um único texto de um único poema não
sei você poderia questionar isso mas a
princípio se a gente leva em
consideração que há um poema de parmen é
com base nesse trabalho do dius que a
gente tem a tradução do menino Trindade
beleza tranquilo de boa então tá bom o
que que a gente quer fazer ler o
fragmento
um Qual é a referência disso perceba que
a gente falou de uma coisa específica
que é o lgis do parmenides segundo Deus
dius tem outro trabalho que outro
trabalho é esse o outro trabalho que o
que o dius tem é essa desgraça
gigantesca chamada
fragment for socra que é de onde tiram
aquela coisa do ah Heráclito falou
anaximandro
assado tal de Mileto não sei o qu que
vai pro manual né de onde é que vem isso
normalmente vem desse trabalho
monumental que o Herman HS fez de
compilação desses textos ele fez uma
certa compilação que depois foi
continuada por outra pessoa que outra
pessoa é essa é o Walter crams Tá bom
então o Walter crams continuou isso aqui
até parece que a nona edição é essa
edição que a gente tem né Então essa
aqui Deixa eu mostrar aqui no no coisa
então a nona edição e a nona edição é
Band é volume né então esse texto tem
três volumes o Band um Band eins bandite
e Band como é que é três não lembro
eh e o Band três então tem três volumes
certo e esses volumes são Divididos nos
interessa aqui ó de fragment
philos
phos que eu abro isso
aqui que que é isso aqui né isso aqui
são
os né então são os fragmentos dos
filósofos dos 600 e
500 certo nesse volume aqui aí você
desce
no Volume um dry né dry Obrigado Diego
então a no Volume um você vem aqui e
você começa Ó quando você vem aqui ó
anfangen você tem do um ao 10 são os os
ó os os cosmólogos né os cosmólogos E aí
depois você tem do fragmento 10 é o que
começa o thalis na primeira edição você
vê que ele era o número um agora ele é o
número 11 a partir de edições superiores
que é o standard Então acho que é a
partir da da sexta edição que fez o
Standard Então a partir da sexta edição
se eu me lembro bem fez o Standard onde
o thalis é o número 11 do do fragmento
de for socratica certo então e ele
começa aqui nesse nessa letra B aqui do
volume 1 que é dos os filósofos dos 600
aos 500 600500 eh evidentemente antes da
era Cristã tá bom tranquilo quem é o
parmenides nosso como é que a gente
encontra o parmes aqui você tem que ir
olhando né ou você olha lá na na na no
índice que tá no final Ah ele é o número
28 Então você vai aqui do 11º vai
passando vai passando vai passando vai
passando vai passando aqui a gente já tá
no 14 ã
19 Cadê Deixa eu aproximar aqui senão a
gente fica cego né Pera aí colocar pelo
menos
125 então
[Música]
21 22 Heráclito tá vendo
cleitos
23 24 27 28 Chegamos no parm certo então
esse aqui é o parmen na edição Dios
CRS Por que que para mim a edição Dios
CRS é mais importante do que o próprio
lurg
É eu falei sétimo eu falei
sétimo sexto e quinto né F então sexto e
quinto se eu falei sétimo eu falei
errado são
600 não então é porque é o século né É
porque aqui não dá para ver talvez Ah
qual é a página página 217 né vou te
mostrar aqui pera aí é porque ó é de
fragmentos
né então é o quto e o sexto séculos né
séculos tá bom 127 eu tava né
127 oh meu Deus cadê
127 oh meu Deus
fi
127 não é não ó droga ele vai pela
página Ah não sei o que aconteceu Então
tá vamos aqui pro 28 novamente vamos sub
28 Vamos pro 28 en rolares en
rolares ah cheguei finalmente Então tá
28 aqui
ó 125 pelo menos aí belê belê belê
perfeição então tá quando você chega
aqui a
quando você chega aqui 28 na edição
antiga era o 18 na Standard atual é o 28
que a gente usa o que a gente adota que
você vai pegar em toda a literatura
acadêmica é o 28 Por que que me
interessa por que que me interessa mais
o parmen no aqui aparecendo no fragmento
dos press socráticos de fragment
socratica do que no lurg porque no lged
ele tira só o texto Então ele ele extrai
e pega só o que seria citação enquanto
que no no no no nos fragmentos né no DK
vamos vamos falar assim carinhosamente o
nosso amiguinho aqui no DK no DK ele tem
especificamente de onde é que veio esse
texto de uma maneira muito clara então
aqui o que que é o a no no DK o a o a
ess tá vendo a leen unden é vida e obra
então São pessoas que falaram sobre a
vida e obra de de de Senhor parmenides
começa pelo Diógenes o texto do Diógenes
a gente já falou sobre ele 200 vezes né
é o que fala sobre a vida dos filósofos
ilustres e não sei que livro nove aí
assim parágrafo T trecho 21 a 23 então
assim primeiramente no a ele vai falar
de leb lan e depois vem a parte B que é
os fragmentos que são as que nos
interessam Então vamos lá então a gente
vai passar aqui ó
vai pular a página ó de 1 a 8 de 9 a 24
de 25 a 35 de 36 a 45 de 46 a 54 e pá
fragmente era onde a gente queria chegar
então aqui ó quando a gente chega no
fragmente tá vendo ó e B fragmente vai
dizer os fragmentos que foram atribuídos
a parmenides aí parmeno perif fuses
então é
o caramba o Capitólio do dos Estados
Unidos tá em Chamas caramba tá eu não
vou poder parar isso aqui para falar
disso não mas enfim a gente vai ter que
conversar sobre isso né o Capitólio tá
em Chamas caramba eh Então tá Aliás o
Capitólio que é um nome de origem Romana
né
Eh vamos lá o que que acontece
o o o texto que aparece aqui ó tá vendo
ele vai me dar exatamente de onde é que
é a origem da coisa que é o sexto
empírico sexto empírico no seu texto lá
no livro sétimo lá no livro sétimo do
contra professores adversos matemáticos
então no adversos matemáticos lá no
livro sétimo que é o contra lógicos né
no contra lógicos a partir do 111 e
seguintes FF significa seguintes é uma
abreviação em abreviatura em alemão para
seguintes E aí o que acontece então lá
no sexto empírico no livro sétimo do
contra lógicos do contra no contra
professores que é o contra lógicos o
livro sétimo é o contra lógicos no 111 e
seguintes está esse trecho que são os
versos 1:30 entende então os versos 1:30
estão no sexto empírico no contra
lógicos que é o livro sétimo do contra
professores trecho 111 E aí ele vai
citar aqui em que parte que
tá tranquilo
então se eu tenho acesso e consigo
entender como é que funciona o fragmento
dos press socráticos o DK obviamente eu
não vou ler isso aqui em alemão nem vou
ler isso aqui em grego diretamente mas
eu consigo entender a referência que ele
me dá para onde Ele retirou isso no
texto por isso que o DC é muito
importante certo aí você consegue
encontrar a fonte da informação isso é
importante isso é importante então ele
vem aqui e vai citando citando citando
citando citando até que ele chega aqui ó
e continua e ele vai dizer que o resto
da informação ó do primeiro fragmento as
linhas 28 A 32 estão em Simplício tá
vendo aqui ó Simplício da caelo né que
de caelo né que é em latim para o
comentário do Simplício ao sobre os céus
né Eh Peri uranu do
Aristóteles beleza deu para entender aí
lá no Simplício no 500 57 a partir do
parágrafo 20 ou da parte 20 lá do Pedaço
20 na edição lá stander do Simplício
você vai encontrar o o final da citação
E aí depois ele passa o trecho inteiro e
aí sim tem o fragmento um aqui o
fragmento um é essa parte que tá como se
fosse assim nessa puado aqui né E aí o
fragmento um é esse fragmento todo aqui
ó de 32 linhas que tá citado aqui ó 30
31
32 Deu para entender a estrutura da
coisa deu para captar a estrutura da
coisa porque isso vai justificar O que
que a gente vai fazer agora a gente vai
simplesmente ler em português a tradução
do Trindade E aí eu vou perguntar para
vocês o que Que Vocês entenderam disso E
aí depois a gente vai para o original
que não é exatamente o parmenides é o
original é o cxo empírico e o Simplício
pra gente entender o que que esses caras
estavam falando quando eles fizeram a
menção ao texto Esse é o Projeto
entendeu então dessa forma a gente
consegue entender Em que contexto está o
referido fragmento sacou Então esse é o
objetivo que a gente tem aqui hoje
belesma belesma
tranquilidades então tranquilidades aí
você vai ver ó Ali era o fragmento um
aqui é o fragmento dois ó fragmento dois
que tá no prcl no comentário al meu de
Platão
tá vendo aí é é assim que a gente lê é
assim que a gente encontra as fontes ó o
fragmento TR tá no Clemente na estrata
do Clemente de Alexandria livro séo 23 é
assim que você começa a conseguir
entender tá bom mãe Ah Socorro tá
e Beleza então tá então vamos para o o o
o fragmento um fragmento um Vamos ler o
fragmento bela de uma poesia Vamos ler o
fragmento
diz parmenides segundo sexto empírico
segundo e o a citação é quase toda do
sexto empírico só as últimas linhas a
gente viu do 28 ao 32 que são linhas que
estão em Simplício do um até o 30 está
no sexto empírico por isso que o pessoal
encontra continuidade né porque o
finalzinho de um encaixa no no
iniciozinho do outro que é uma citação
menor então isso aqui a gente encontra
isso em sexto empírico e em outro lugar
não existe existe em sexto
e em menino Simplício beleza é a origem
da nossa informação Vamos ler o
fragmento sem contexto né Sem contexto
das pessoas que trouxeram esse fragmento
pra gente os corcéis que me transportam
então é uma imagem poética ok tenha isso
em vista e aí eu vou perguntar para
vocês o que que vocês acham sobre isso
por favor participem pelo amor de todos
os Deuses os corcéis que me transportam
tanto quanto o ânimo me impele conduzem
me e depois de me terem dirigido pelo
caminho famoso da divindade que leva o
homem sabedor por todas as
cidades por aí me levaram por aí mesmo
me levaram os habilíssimo corcéis
puxando o carro o carro no caso aqui é
um uma carroça né um carro que aquele
negócio de duas rodas que é puxado por
carros
ã por aí me levaram por aí me levaram
por aí mesmo me me levaram os
habilíssimo corcéis
puxando o carro enquanto as jovens
mostravam o caminho o eixo eh silvava né
fazia um barulho nos cubos com como uma
siringe siringe como se fosse uma flauta
deles lá da Grécia uma siringe
encandecente ou seja pegando fogo né ao
ser MOV ao ser movido pelas duas rodas
que ver vertiginosamente o impeliam de
um
Ed de um edeu outro lado tá errado aqui
né de um e de outro lado quando se
apressaram as jovens filhas do Sol a lev
a levar-me Ou seja eu fui guiado pelas
filhas do sol as eliades né as filhas do
Sol abandonando a região da noite para a
luz libertando com as mãos a cabeça dos
véus que as escondiam ou seja elas
tiraram o véu à medida em que me guiaram
nesse movimento para a luz aí está o
portal que você para os caminhos da
noite e do dia eles chegaram a um tal de
um portal uma porta grande
Ah que que separa os caminhos da noite
do dia encimado por um dintel isso aí é
tudo coisa de de porta né encimado Por
Um dintel e Um ombral de pedra o portal
etéreo fechado por enormes batentes dos
quais a justiça vingadora detém as
chaves ela que pode abrir as portas da
noite e do dia que os abrem e fecham a
ela se dirigiam as jovens com doces
palavras a ela a justiça né se dirigiam
as jovens que estavam lá comigo né ah
persuadindo habilmente a erguer para
elas por um instante a barra do portal
abrir a porta né tirar a barra que
prende a porta por um instante a barra
do portal e e ele se abriu revelando um
abismo iante um abismo muito grande né
enquanto fazia girar
o grego um atrás do outro os estridentes
gonzos de bronze que faz aquele
barulhinho né fixados com pregos e
cavilhas por aí através do portal as
jovens guiaram com célebre com
celeridade o carro e os corcéis então
elas são as aurigas aparentemente elas
que guiam o carro e a Deusa A
aconselhou-me de bom grado mão na mão
direita tomando e com essas palavras se
dirigiu ó jovem acompanhante de aurigas
imortais tu que chegas Até nós
transportado pelos corcéis
salve não foi um mau destino que te
induziu a viajar por este
caminho tão fora do trilho dos homens
mas o direito e a justiça terá pois de
tudo aprender o coração inabalável da
realidade fidedigna e as crenças dos
mortais
duas coisas que você tem que aprender o
coração inabalado da realidade fidedigna
e a crença dos Mortais em que não há
confiança genuína mas também isso
aprenderá uma terceira coisa seria né
com como as aparências T de
aparentemente ser passando através de
tudo pergunto para vocês isso é o é isso
é o fragmento acabou o fragmento um
então é um processo de uma viagem onde
essa pessoa tava no lugar foi
direcionado por cavalos e aurigas e as
eliades e não sei o que e tal foi
direcionado pra frente da Justiça que
guardava uma porta com uma chave as
moças que estavam com ele convenceram a
justiça a abrir essa porta essa porta
foi aberta Ele atravessou e foi
conversar com a deusa E aí conversou com
essa deusa e a deusa disse Ô jovem você
que tá acompanhando esses cavalos
maravilhosos essas aurigas maravilhosas
eh quem te trouxe para cá não foi um
destino ruim foi a a o direito foi foi o
direito o próprio direito e a justiça
que te trouxe para cá e e aqui você vai
aprender tudo o coração inabalável da
Verdade fidedigna e a crença dos Mortais
em que não há confiança
e também vai aprender que as aparências
T de aparentemente ser Passando todas
através de tudo pronto é isso isso é o
fragmento pergunto pergunto o que que
para você significa esse fragmento
isolado eu quero realmente escutar vocês
eu quero ver o que que foi a percepção
que você pegou desse fragmento esse
fragmento que é um fragmento poético que
tá dizendo alguma coisa mas tá dizendo
alguma coisa por trás de uma obra de
arte de um passeio maravilhoso Encantado
em um cavalo de fogo em um carro
flamejante com aurigas Imortais e
cavalos majestosos e essa coisa toda
atravessando chegando na porta do não
sei o qu e tal A auriga é o cara que que
que toca o o o a carroça né que toca a
carroça então pergunto para vocês o que
que para vocês passou de informação aqui
acerca especificamente desses dois
caminhos né em que tem esse movimento
todo poético e chega no final ele te dá
introdução para um tema que esse tema é
o tema da Verdade é o tema da discussão
acerca da Verdade O que que você entende
nessa discussão aqui o que que são essas
referências Ah o que que você compreende
como a
substrato digamos assim menos poético do
texto poético tô forçando a barra porque
eu já tô afirmando que tem um substrato
que não é exatamente aquela exposição
primeira que você entra em contato e não
necessariamente isso é verdade mas o que
que significa esse texto para você que
que significa esse fragmento para você
essa a minha pergunta tão tão pura e
simplesmente
eu não entendo porque escrever em poema
me parece que prosa faz mais sentido
para obras filosóficas ponto isso é um
um um uma compreensão completamente
estupidamente aristotélica eh que a
gente vive nesse mundo imbecil de de
analíticos né então A ideia é você não
tem oposição entre você dizer uma coisa
Ah que tenha relação com o conhecimento
você falar isso de uma maneira poética A
não ser que isso caia em obscurantismo
né que a isso é um outro problema se
ficar obscurantista e você não consegue
se expressar porque o que você diz
significa 50 coisas aí realmente isso é
um problema que é normalmente o que os
analíticos gostam de atacar acerca dos
chamados ah continentais por uma divisão
lá própria europeia tsca mas o o
importante é entender é o seguinte isso
aqui eu não sei se ele explicou isso
aqui em prosa também o que eu sei é que
certos autores no caso especificamente
Simplício e sexto empírico disseram que
tem esse texto aqui e que ele tem um
significado implícito acerca do do
conhecimento e da Verdade acerca do
conhecimento da Verdade e tal então É
isso que eu quero que que se exponha
você consegue retirar significado acerca
da Verdade da realidade e do que quer
que seja nesse tema específico sobretudo
nesses momentos finais e me interessa
menos porque ele escreveu deixou de
escrever porque eu não sei se ele
escreveu tudo que eu tenho de acesso
tudo que eu tenho de acesso são outras
pessoas citando aí o que eu quero dizer
esse texto do jeito que ele tá ele é
simplesmente um texto poético correto
acontece que certas pessoas
interpretaram interpretaram esse texto
com
significado outro e aí eu quero o que eu
quero pôr para vocês é que se você
chegar numa escola de ensino médio se
você chegar em qualquer coisa que seja o
cara vai dizer parmes disse parmes
pensava pares achava não sei não me
interessa o que eu sei é que esses
trechos textuais são citados por outras
pessoas e vocês têm que começar a
perceber parmen sego sexto pensa x
é parmen de segundo Simplício pensa Y
entenderam eu quero qualificar o
conhecimento de vocês para vocês não
pararem de repetir
manual quadriga era o carro com quatro
cavalos exato majestosos guiados por
shiri Cris é na na ah nos Ziu Veda né
aliás é uma questão dos dos h
da criação da roda e dos carros né tal
Tais quais a gente conhece Possivelmente
ele foi se não inventado difundido pelos
chamados indo-europeus E aí eles
chegaram na na cultura indiana de modo
que os indianos tinham a representação
de seus Deuses como shiri Krishna e
andando de quadriga né porque tinha essa
cultura e essa arte técnica estabelecida
lá como também tinha na Grécia
provavelmente a partir da disseminação
do da da do do dos carros guiados por
cavalos né as carruagens guiadas por
cavalos a partir dos indo-europeus que
inclusive foi uma descoberta super
problemática que tá na base isso na
altura do século XIX que tá na base
desse dessa idiotice racista que tem no
nazismo aliás tem Aparecido bastante
racista aqui então eu tô ficando
bastante incomodado com essa bosta eh e
racista não não se trata com outro jeito
senão cotu velada na cara tá é assim
mesmo eh eh e aí tem que ter tem que
entender esse problema porque a
disseminação dessa cultura indo-europeia
provavelmente vem de uma superioridade
técnica militar e não de superioridade
genética nem nada assim o que foi
desvirtuado aliás através de de de
ciência através da ciência daquele tempo
se o desenvolvimento da ciência daquele
tempo levava alguns algumas pessoas a
usarem aa ciência que estava sendo
desenvolvida aquele tempo por exemplo o
conhecimento da da da relação
indo-europeia entre indianos e e gregos
por exemplo e latinos e junto com a
descoberta acerca de várias outras
coisas para legitimar posturas
preconceituosas e
racistas importante dizer isso Ah eu
entendi que a busca da verdade disse o
Lucas é algo Ah eu não terminei né
quadriga era o carro dos cavalos
majestosos guiados por shiri Krishna na
batalha de kuruk cetra Ah há mais 5000
anos onde foi dita a bag vad guita Ah
para o general arjuna né bag vad guita é
contextualizado
dessa desse modo né ele se se
autoproclama como sendo essa estrutura
aí que foi citado pela minha mãe Ah eu
entendi que a busca que a busca verdade
de da Verdade é algo grandioso como a
jornada de Um Herói épico é é um jeito
legal de se ver isso né a ideia pode ser
essa pode ser essa deixa eu ver o que o
Mário falou aqui que ele falou uma
parada ã as coisas em si já apareceram
né a justiça em si por exemplo
é uma leitura é uma possível
leitura tá bom dá para entender que o
personagem está em um caminho para
descoberta das coisas que aparentam ser
e do próprio ser bom aí é literalidade
né é exatamente Isso evidentemente Ele
tá dizendo exatamente isso que é onde eu
queria chegar né se você ler o texto
assim sem a sem uma aventura
interpretativa muito profunda você chega
exatamente no que o Rick falou o texto
tá dizendo literalmente isso terá pois
de tudo aprender o coração inabalado da
da realidade fid Deigma e a crença dos
mortais tem dois caminhos aqui coisas
aparentes E aí a a linha 31 e 32 que tá
só no Simplício né complementa ó e tem
uma outra coisa que você vai aprender
também que as aparências elas são
aparentemente ela tem uma característica
desse ser delas elas são aparentemente
passando através de tudo todas elas
todas as aparências passam através de
tudo que deixa um problema
eh então Então essas informações é
simplesmente o que tá dito no texto
agora o que eu quero levar vocês é o que
que tava sendo interpretado pelas
pessoas que citaram esse texto que
tinham acesso provavelmente a esse texto
e o que que eles entendiam disso pois
bem quando a gente for para sexto
empírico a gente vai ver que sexto
empírico entende que isso aqui é uma
grande metáfora é uma metáfora isso aqui
tudo é metafórico e todo esse caminho
que foi feito na verdade é tudo é
referência a à à percepção à
interpretação a convicção tudo tá no
campo da do do do dos percebidos dos
objetos da percepção e dos objetos da
convicção de modo que haveria uma
relação segundo entende cexto empírico
entre coisas os objetos da aparência e e
e a as opiniões objetos da aparência e
as opiniões e por outro lado as as
verdades certo isso é a interpretação
que dá menino sexto empírico Vamos ler
menino sexto empírico Vamos ler menino
sexto empírico e vamos ver o que que o
sexto empírico diz é muito engraçado
porque ele vai pegar todos esses trechos
ele vai dizer que significa alguma coisa
então aquelas rodas girando representam
os ouvidos a o movimento do das filhas
da noite que vão do Ah que vão da noite
pro dia representa os olhos porque os
olhos eles não prestam para nada se não
tiver diante da luz então eles têm que
se caminhar pra luz então essa
interpretação alegórica feita pelo cesto
é muito interessante ela dá para cada
coisa exatamente racismo é cri crime e
não tem conversa se vê racista aqui não
tem papo com racista não é crime e não
tem papo é crime Tá bom você tem que ter
a partir dessa desse olavismo aí tá
vindo um monte de de de esgoto sendo
desenterrado e é crime tá Não não é
brincadeira não é piada é crime Tá mas
vamos voltar e o o a gente vai ler a
interpretação do sexto que é muito legal
que ele para cada coisinha ele dá um
entendimento de que aquilo significa
alguma coisa do campo da percepção e da
aparência e das das coisas que você usa
né os sentidos para perceber e a e a e a
e captar a aparência aí ele vai dizer há
uma diferença entre isso então você tá
sendo guiado a essa esse caminho todo é
o caminho que você faz a partir da
percepção até você descobrir que tem uma
um outro caminho tem dois caminhos a
percepção e a aparência tá certo vamos
fazer a leitura do sexto
Então beleza como tá em inglês e ninguém
tem obrigação de saber inglês na verdade
deveria mas é um dever de seria bom para
você você saber não um dever de
obrigação a gente vai ler o que acontece
a gente vai ler isso aqui e aí aqui é a
parte da citação a gente não vai ler a
citação parece muito com teto disse o
Mauro meu ponto é esse meu ponto é
Platão está nas barbas da discussão do
parmenides atribuindo uma certa coisa
para o Protágoras que também tá na barba
da discussão do do
parmenides e se me me parece que o mesmo
parmenides que o Platão leu É o
parmenides que o que o o o tanto
Simplício quanto o sexto leram Entendeu
meu ponto então meu ponto é o seguinte
há uma
homogeneidade
interpretativa entre Platão sexto
empírico e Simplício entendem meu ponto
isso parece indicar que eles tinham
acesso a um texto e tinha uma certa
tradição de leitura desse texto que já
indicava então isso quebra com as pernas
lá do do do da questão que o Rodrigo
colocou Ah por que que ele escreveu em
poema porque ele queria meu brother
porque era divertido escreve em poema
você não escreve filmes com mensagens
que você quer então A ideia é mais ou
menos essa então assim você quer
convencer as pessoas você quer passar um
negócio você quer disseminar cultura
Talvez o poema seja uma maneira a arte
poética a arte provavelmente seja uma
maneira de você passar a sua convicção E
aí eh só que é para além do poema tem
uma tradição de leitura que indica um
significado o meu a minha defesa
posterior né dá um artigo isso a minha
defesa é que os princípios de leitura
que estão em sexto empírico e em
Simplício
são eles comungam com a leitura de
Platão de modo que eu uso se isso
comunga de de fato e eu estou certo
nessa leitura então eu posso usar
Simplício e parmenides para ler Platão
para entender o que ele tá querendo
dizer entendeu então tá
e vamos
lá eu vou ler só essa parte aqui essa
parte aqui eu vou pá porque essa parte é
exatamente o que a gente leu o fragmento
que o menino Dios arrancou do texto né
então assim a a gente vai entender isso
né ó but he associate o que que acontece
né ele citou aqui primeiro xenofanes E
aí ele falou o que que para xenofanes é
o critério da Verdade aí ele vai falar o
xenofanes tem uma certa Associação com
parmenides né aí tem uma certa
Associação com parmes aí ele vai falar
mas o que que parmenides achava acerca
do critério da Verdade vamos lá
associem opinion based reasoning ou
seja parmenides que de alguma maneira
seria associável a xenofanes condenava a
a
opinião opinion based o o a o raciocínio
baseado na opinião na verdade né o
raciocínio raciocinar baseado na opinião
a
o inglês é péssimo também né E a gente
vai falar inglês aqui até para treinar I
mean the kind that contains weak
supposition ou seja o que que é o o
raciocínio baseado na opinião eu eu
significo por isso o tipo que contém uma
suposição fraca and proposed the
knowledgeable e propôs o o o conhecível
that is the error free ou seja o que é é
livre de erro ou seja o conhecível o
cognoscivel o cognoscivel que eu quero
dizer por isso cognoscivel o livro o
livre de erro kind as
eh the knowledgeable that is the er fre
kind as the criterion ou seja como o
critério o critério da Verdade o
critério da verdade então o critério da
Verdade é o é o conhecível o que que é o
Cível é aquilo que é livre de erro
deporting even from trust in the sense
separado até mesmo
ah do do da
convicção nos
sentidos Então existe duas coisas uma
coisa que é conhecível e que é livre de
erro uma coisa conhecível livre de erro
o conhecível é livre de erro perceba
isso aqui é muito importante para minha
leitura o conhecível como livre de erro
e ao mesmo tempo esse conhecível que é
livre de erro Ele é separado dos
Sentidos ele é uma outra coisa para além
dos Sentidos Essa é a leitura que o
sexto empírico faz de parmenides aí ele
vai dizer de onde é que eu tiro isso vou
citar at Any rate at the Beginning of
the Own Nature he writes in this way Ou
seja no início então ele fala no início
do perius do sobre a natureza ele ele
escreve o seguinte prau dois pontos é
daí que o Dios tira que isso é o início
do poema entenderam Então como é que a
gente sabe que o o o a primeira parte é
é essa aqui bom se a gente acreditar no
sexto empírico isso aqui é o que ele
disse no início do poema então se ele
disse isso no início do poema esse é o
início do poema perifas Deu para
entender mais ou menos a ideia então o
deos trabalha o deos que é um desgraçado
que é um um filólogo filólogo é que são
esses malucos né que fazem essas
Aventuras de reunião de texto Lê tudo
que que existe no mundo e tal então ele
leu e encontrou isso aqui como início do
poema aí perceba que isso tem um
contexto perceba que isso tem um
contexto menino sexto empírico tá
dizendo que esse texto que a gente leu
até o a a a 30 até a linha 30 faltando
só duas linhas Então até aonde
cadê então até a linha 30 então na
citação do texto do sexto vai até aqui ó
isso aqui ó não pertence a citação do do
sexto ó mas também isso que é a terceira
coisa né você vai aprender outra coisa
como as aparências T de aparentemente
ser Passando todas através de tudo isso
aqui não tá no sexto por qu não sei deve
ter um monte de tese aí para explicar
por a gente não vai discutir isso hoje
então tá aí ele vai e cita o que a gente
já leu então a gente não vai ler de novo
né tá bom de passar vergonha aí ele vai
explicar agora In These Words parman is
saying that the Mares que são os cavalos
né aquelas éguas eh that Carry him are
non Rational impulses and Desires of the
Soul ou seja para o sexto empírico cada
coisinha que aparece na imagem significa
uma coisa então o que que são os cavalos
aquelas éguas que aparecem aquelas éguas
aqueles cavalos que aparecem são os
impulsos Ah e desejos da alma é a parte
desiderativa a parte dos desejos muito
parecido com o Platão a gente já sabe né
a gente já sabe muito parecido com o
Platão lembra muito aquela questão que
aparece no no Fedro da dos dos Cavalos
que a alma da pessoa é composto e os
cavalos se guiam pro lugar errado né
então se você não tem um auriga que puxa
o negócio e tal lembra né lembra então a
até a mesma metáfora poética lembra que
a que aparece no no Fedro mas com
certeza conceitualmente a leitura que
menino a leitura que menino sexto faz do
parmenides Comporta
uma comparação com menino Platão Então
tá isso exatamente Diego tem a história
dos poemas serem cantados e serem
passados de forma oral ao longo do tempo
aliás tem um um os poemas eles estão
eles são com metro né eles não são igual
aos nossos que rimam não é isso que
caracteriza a poesia deles é o metro
então é tipo assim é como se fosse uma
música então tem tempo o poema de modo
que você consegue decorar através de
decorar esse tempo né né então você sabe
como é
que aí você decora as linhas a partir da
repetição desses tempos que se vão no no
no metro do poema e tal então tinha uma
uma funcionalidade inclusive e min
Mônica né de memória Então tá vamos lá
in this Words parman is saying that the
mar that Carry him are the non Rational
impulses and Desires of the Soul and
that it is reflection
con the godness então ele vai através
dessa coisa para o caminho afamado da
deusa this reason like a Divine SC leads
the way to the knowledge of All things
então ele vai com essa com a razão dele
direcionada para o conhecimento de todas
as coisas his Girls Aquelas garotas que
são as aurigas né that LED him forward
are the senses ou seja na interpretação
de cesto empírico o caminho é guiado
pela percepção pela percepção primeiro
você tem os impulsos não Racionais
depois você tem a figura da da da ã Cadê
como é que é que ele chama aqui ã dos
dos Sentidos mesmo dos próprios sentidos
então o caminho pra verdade passa por
essas figuras de linguagem os sentidos a
a menino menino desejo né Essas coisas
tá e and of this he Rings at the ears in
saying ele atinge os ouvidos em ao dizer
for it was Being pressed forward by two
hounded Wheels né Então as as rodas que
ele tá citando seriam as próprias
orelhas né that is the rounded Part of
the ears through which they receive
sound Então se o caminho é guiado pelo
os próprios sentidos tudo é uma metáfora
para os sentidos na leitura do cxo and
he calls the eyes daughters of
Night leaving The House of Night pushing
into the light né então ela sai da noite
puxando pra luz o que que é a coisa que
sai da noite puxando pra luz são os
olhos é uma metáfora para os olhos na
leitura do sexto empírico percebo na
leitura do cesto empírico having the
House of p
[Música]
Ou seja você não usa os olhos se não
tiver luz então por isso que elas são
filhas da noite que que saem da casa da
noite tal você só consegue usar os olhos
a partir da Luz and
coming punishing J
então a justiça seria essa que guardas
Chaves né desse movimento entre e esse
mundo esse mundo da apreensão dos
objetos pela pelo pela percepção e esse
outro mundo e esse outro mundo sexto
empírico é sensacional velho CTO
empírico é realmente sensacional então
Conheça o menino Brito menino Brito
pinto que vai dar aula lá para vocês lá
na o frr J sobre cesto empírico comessas
obras dele ele faz traduções de cesto
empírico é o nosso menino do cesto
empírico aqui no Brasil and she receives
him and the Promises the de novo and she
receives him ou seja tem uma deusa que
aparentemente ele tá interpretando como
se fosse a mesma a justiça é a que
guardava as portas e que e que a recebeu
depois por exemplo o corné acha que não
o corné acha que é uma deusa que é a
justiça lá que guarda as portas e ele
abre as portas e ele se caminha para uma
segunda deusa uma outra
deusa aqui o CTO empírico não ele vai
dizer que é aparentemente Ele tá dizendo
aqui que é a mesma deusa né Justiça and
shees him and Promises to teach The
Following two things Ou seja a justiça o
recebe e promete ensinar duas coisas
both The stable Heart
of ou seja TR a verdade é persuasiva
perceba que não há uma diferença como
haveria em Platão entre persuasão do da
retórica e também isso é discutível né
porque a retórica tem duas funções
aparece com dois significados outra uma
no Fedro outra no Gores no Fedro a
retórica é boazinha né então tem como
você usar mas aqui ele tá colocando ó
tem a a a a quem é persuasiva é a
verdade a verdade é persuasiva which is
the
inmov Stage of knowledge isso aqui para
mim é fundamental então a
ade é é aquela a qual
é o estágio inamovível do conhecimento
certo Por que que isso aqui para mim é
importante
porque se
destacou Ramos do
conhecimento ou melhor dizendo se
destacou dois ramos um ramo que é do
conhecimento e outro ramo que é do do do
outro treco que é da opinião né o ramo
do conhecimento ele se refere ao quê
pergunto para vocês aqui já dá para
entender então assim tem um ramo que é o
ramo do conhecimento e um ramo que é o
ramo da opinião o ramo do conhecimento
se refere ao quê é minha
pergunta enquanto isso deixa eu ler aqui
PES rapper e tinha batalha de rap na
época dos papiros eram ainda raros e a
cultura era difundida oralmente o
bagabaga significa a canção Suprema ou a
canção do bem-aventurado
ah essa interpretação é muito boa eu tô
dizendo sexto empírico é fantástico cara
sexto empírico é absolutamente
Fantástico as coisas em si não é
exatamente isso do texto que a gente
tirou pode ser Rick meus meu cavaleiro
de Diamante aqui é exatamente isso né as
coisas imutáveis ele acabou de dizer
então a gente tá tirando isso não isso é
minha interpretação é evidente mas isso
tá no texto então o que que é o caminho
da persuasiva Verdade Ele tá dizendo
aqui a persuasiva verdade é aquela que é
inamovível é o estágio do conhecimento
inamovível há uma relação entre o que é
epst o que é conhecimento seguro em
relação a um objeto isso é minha leitura
tá gente isso não tá explícito no texto
de parmes isso é minha leitura a partir
do que eu diz o se
existe uma relação entre conhecimento e
inamovibilidade ou inamovilidad ou in
inamovível imutabilidade
inação imovível imutável como diz o
Mauro Por que que isso é importante por
que que isso é importante porque Platão
tá dizendo a mesma coisa tá bom Platão
tá dizendo a mesma coisa pra gente é
muito importante por causa disso então o
âmbito do conhecimento se refere a uma
coisa que é ABS absolutamente inamovível
isso do ponto de vista que a gente
dialogava anteriormente em Platão tem
relação com o conhecimento matemático
não é menino corné nosso professor aqui
ele tem ele apresenta defendendo junto
com monte de outras pessoas que o
conhecimento parmenídico é relacionado
com o conhecimento pitagórico também tá
certo então poderia haver uma relação em
última instância em Pitágoras a origem
do do do pensamento físico a origem do
pensamento Platônico poderia se
relacionar talvez quem sabe se a
interpretação de Senor conelli Tá certo
com Pitágoras com pitagorismo e para mim
é muito tranquilo entender isso para mim
é muito tranquilo né
Eh por o que que seriam essas coisas que
são imutáveis por exemplo se a gente for
lá em Platão aí eu já tô já tô mudando
de assunto tô tô mostrando como é que eu
interpreto né isso aqui já é minha
interpretação se você for lá em Platão e
você vai ver que na Ática é o paradigma
das coisas que não mudam Então você só
tem conhecimento seguro de coisas que
não mudam permanência exatamente como é
que isso se se se desenha no no no podre
do Aristóteles no porco do Aristóteles
nos universais aristotélicos que é Ah
para ser humano humano tem que ser o
animal bípede né então tudo que sempre
foi o animal bípede com aquelas caracter
porque bipedalismo é é uma questão um
pouco mais complexa do que andar em duas
pernas né então assim mas ah se tiver
bipedalismo no final das contas é o que
caracteriza o ser humano então foi
bipedal ista no final das contas é
humano então assim qual é o conhecimento
o conhecimento é o que se refere aos
universais Esse é o
ponto o conhecimento é o que se refere
aos universais Esse é o ponto
conhecimento se refere aos universais
isso entra na tradição chamada
metafísica de alguma maneira ou de outra
que vai estar lá em Platão e vai est em
Aristóteles também em out de uma maneira
mais tosca então conhecimento se refere
a universais Esse é o ponto o o o
conhecimento se refere a coisas
inamovíveis é o que tá escrito aqui
literalmente literalmente eu que tô
esticando um pouquinho a a perna e tô
dizendo conhecimento se refere a
universais né
Eh e obviamente que tem como interpretar
Platão sem as doutrinas não escritas
doutrinas não escrita é uma coisa
moderninha da escola de tuban e Milão
que é uma coisa que não é a verdade
absoluta é um o método de leitura que
umas pessoas argumentam e e são
argumentos bons tá já defendi isso aqui
agora não me vem a dizer que isso é o é
o jeito certo de lepot não isso é uma
maneira muito boa por sinal tem
basamento mas não é a última palavra não
é a última coca-cola do deserto não isso
tem que ficar claro né isso Isso é uma é
uma é uma hipótese é uma tese talvez
melhor dizendo é uma tese bem defendida
pelos meninos de tuban e e Originalmente
depois que o Reali ah Giovanni Reali
puxou para ele e aí defendeu também
defende muito bem
Ah que na verdade o que que acontece
quando eles fazem essa leitura eles
acabam aproximando muito o Platão do
neoplatonismo que já tá mesclado com
aquela discussão ali meio religiosa da
discussão o que que é o Uno em si o Uno
bem e tal mas quando eu comecei a ler os
neoplatônicos o que tem pouco tempo eu
comecei a acreditar nesses caras porque
realmente parece ter alguma conexão
agora a origem de algumas discussões
dessa é simplesmente querer platon isar
e cristianizar plat tá então tem que ter
discussão isso aqui tem que tá claro
isso aqui então vamos
lá então o que que tá explicitamente no
texto
Andes and
proll Stage of knowledge and the
opinions of mortals in which There is no
true trust ou seja de um lado você tem o
conhecimento da Verdade que ao mesmo
tempo é é o estágio inamovível do
conhecimento inamovível o que eu aí o
que que a cordinha mais que eu puxei
inamovível se refere a universais Essa é
a cordinha mais que eu puxei o resto tá
tudo no texto e
Ann the opinion of
ou seja não há
verdadeira confiança Você não pode
confiar nas opiniões dos mortais Essa é
a distinção então a distinção é nas
opiniões você não pode você não pode Nas
opiniões Você não pode confiar enquanto
que no conhecimento verdadeiro você pode
por quê Porque ele é o conhecimento
do do estágio inamovível do estágio
inamovível eu vou dizer dos universais
aquelas coisas que são sempre são e
sempre vão ser
entendem É não é porque os meninos aqui
do Brasil né você tá citando Mário
Ferreira Eles pagam pau pras doutrinas
não escritas né esse aqui é o Eles não
estão eles estão defendendo uma tradição
específica né então vamos colocar cada
Pingo no seu I né Tem vários
interessante tem um menino lá de Minas
Gerais também que defende as doutrinas
não escritas super gente boa por sinal
agora
eh eh tem que se entender tem que se
entender que esses caras estão na defesa
de uma tese de uma tese que é uma
hipótese de leitura é uma tese de
leitura que se baseia numa galera muito
específica né num galera muito
específica Então a gente tem que saber a
origem das coisas em vez de advogar que
isso é a verdade absoluta do do fim dos
tempos né E aí tudo bem você concordar
Mas aí você tem que saber no que que se
baseia e eles são bem fundamentados
muito mais conhecedores do que eu o o
não não não menino né que vem aqui
conversar com a gente mas o as pessoas
que originaram a tese né tá eh and she
receives E aí o campo das opiniões que
não merece confiança né Essa é a
distinção campo das opiniões que não
merece confiança that is Everything that
rests on opinion because it is insecure
ou seja o que se estabelece sobre a
opinião não é é o campo da opinião dos
mortais que não merece confiança por quê
Porque é
inseguro and at the end he explains
further the necessity of not playing
attention to senses but to reason
percebe que isso aqui é a mesma coisa
que tá colocando o que que muda com asas
doutrinas aí Lucas deixa eu eu vou eu
vou explicar assim sinteticamente
sinteticamente as doutrinas não escritas
Estão dizendo o seguinte você não pode
entender Platão completamente sem ter
avançado so sobre os textos eh sobre
outros textos não platônicos Aristóteles
e mais uma outra galera aí que vai dizer
assim ó ah mas Platão também ensinava aí
esse Platão também ensinava não tem
referência nos textos não tem referência
não tem nenhum dos diálogos que a gente
tem de Platão que tem aquilo que esses
textos Dizem que ele ensinava aí qual é
a tese a tese é Tem coisa que Platão
ensinava que não tá nos textos aí daí
que vem a história da doutrina não
escritas né até aliás que já vem do
texto antigo né não é original eles
tiram de texto antigo essa referência a
doutrinas não escritas né ag grafam e
dogmat alguma coisa assim já não lembro
mais e aí a o que que é a questão das
doutrinas não escritas é porque na
prática essas essas afirmações que são
feitas sobre o que Platão defenderia que
não tá nos textos de Platão aproxima mas
aproxima muito o entendimento do que que
Platão queria defender no fundo digamos
assim do neoplatonismo e o neoplatonismo
é a porta de entrada pro cristianismo
então eles aproximam o cristianismo ah
do do platonismo a a a o meu
entendimento é que o o o não declarado
da hipótese é dizer assim Platão era pró
Cristão mesmo como diriam alguns dos dos
dos neoplatônicos cristãos né então
Platão era realmente um protoc cristão
né No final das contas boa se não todos
alguns dos que embarcam Nessa onda eu
acho estão por causa disso agora o
pessoal finge que não sabe a origem não
entenderes e tal agora é boa porque é o
seguinte eu acho que os neoplatônicos
leem muito bem Platão eu acho que os
neoplatônicos de fato leem muito bem
Platão Mas isso é discussão para outro
momento Ah vamos lá e Justice that
R onde é que eu tô aqui ó então o que
que ele o que que ele acabou de dizer
que você não deve confiar nos sentidos ó
você não deve confiar nos sentidos mais
na razão for He Says that you must not
abre aspas let Habit
produce product of much Experience ou
seja o hábito produto de muita
experiência Force along this Road to
Direct an unseeing ey Ou seja você não
deve deixar ou seja você tá sendo guiado
pelos olhos pelo ouvido era isso que ele
tava dizendo né você não pode deixar
esses guias te levarem por pelo caminho
errado que caminho é esse o caminho do
hábito que que é um produto de muita
experiência que esse esse hábito te
Force para o caminho esse segundo
caminho né você foi e aí você caiu na
bifurcação você não pode deixar ele te
levar pro caminho do olho que não vê né
o un
ey echoing ear And and tong né Ou seja
você não pode ecar o ouvido a o paladar
a língua e tal se não pode ir pro olho
que não vê que é esse olho imediato que
não vê exatamente as coisas como elas
são as coisas eternas ele só vê as do
campo do sentido né o campo do sentido
segunda leitura do sexto jud by
reason
expi that is spen Me Ou seja você tem
que escutar a razão
of TR in the things
that are and withdrew ou seja se afastar
from attention to the senses entendeu
então na leitura do sexto empírico na
leitura do sexto empírico o que tá sendo
defendido aqui é que aquilo é uma grande
metáfora dizendo para você se afaste do
caminho dos Sentidos aproxime-se do
caminho da razão que esse é o seu
critério da Verdade que vai conseguir
encontrar essa essa persuasiva verdade a
razão que encontra essas coisas
hã que que a verdade que se refere ou é
a qual é o estágio inamovível do
conhecimento a verdade é o estágio
inamovível do conhecimento Ou seja é uma
questão epistemológica
entenderam então para sexto empírico
esse trecho é uma grande metáfora para
uma questão epistemológica se aproxime
do do ah do conhecimento verdadeiro esse
conhecimento verdadeiro se refere ou é
fala da Verdade a verdade a qual é o o
estágio imóvel do conhecimento em
oposição à opinião dos mortais que tem
como base os
sentidos tranquilo
[Música]
Então tá eh como nós vemos aqui nosso
menino alessandre é um católico de fé
que tá querendo pregar aqui pra gente aí
seja convertido quem quiser né mas então
não se diz que a opinião está
necessariamente errada mas sim que ela
não é segura perfeito Mike que vontade
de te dar um abraço agora V que vontade
de te dar um abraço quer dizer isso é
exatamente o que eu digo que se fala em
Platão também lá especificamente no
Ah qual é o diálogo no Menon né ou seja
tem como você ter opinião verdadeira só
que opinião verdadeira não é segura
opinião verdadeira não é segura por quê
Porque ela não se baseia em objetos de
eternidade quer dizer se a leitura que o
Mike tem é a mesma que que se a leitura
que o Mike teve aqui do texto é a
correta Isso significa que o parmenides
de ah de de de menino sexto tem alguma
conexão com o Menon de Platão perceba
então é possível ter opinião correta
Inclusive só que ela não é segura
opinião é o campo da insegurança opinião
é o campo da insegurança E aí o campo da
insegurança é baseado nos sentidos é uma
questão epistêmica conhecimento baseado
nos sentidos é inseguro ou seja opinião
opinião dos mortais baseada nos sentidos
é inseguro a o a verdade está nas coisas
e na na a verdade a qual é uma coisa
inamovível é o estágio inamovível do
conhecimento Então essa distinção entre
a inamovilidad e o conhecimento sensível
que se refere a uma outra coisa aqui que
a gente vai tratar no
próximo
Eh vamos lá então entenderam entenderam
em sexto empírico é uma questão
evidentemente epistêmica simples assim
é isso né filosofia moderna é uma grande
nota de rodapé a filosofia antiga séria
né É porque o pessoal não gosta muito de
ler mas bom evidentemente tem uma
diferença né em descart o que acontece é
o seguinte é bem diferente eu tô
brincando né então ah eh a a questão do
dos universais é uma questão que Funda a
metafísica a metafísica é o debate sobre
os universais coisas universais o que
que são universais existem universais os
universais não existem Onde é que estão
esses universais o que que são esses
universais como é que a gente conhece as
coisas sendo que só tem como você
conhecer alguma coisa de modo seguro se
for um conhecimento referente aos
universais né que tá na tá na reificação
que Platão faz quando ele constrói as
ideias né Então as formas e ideias no
meu na minha leitura é uma simples
reificação dessa dessas que são as
propriedades que estão na linguagem
Então quando você fala assim Ah isso
aqui é branco isso aqui é grande isso
aqui é bonito isso aqui é feio isso aqui
é chato então o que que ele faz ele
reifica a a predicação ele transforma o
predicado numa coisa ele coisifica fica
os predicados E aí ao coisificar esse
predicado ele fala não precisa existir
um lugar onde há esses predicados
objetivamente de maneira eterna de modo
que eu consiga alcançar pela intelecção
esses predicados já em Aristóteles é
outra coisa porque não tem essas coisas
eternas ante rei né tem em ré ipsa Então
os universais estão nas próprias coisas
que se manifestam de uma maneira
Universal E aí você consegue captar pela
razão a universalidade dessas
manifestações da natureza por E aí esse
é o ponto que a gente vai chegar em
Aristóteles as coisas que estão nesse
mundo aqui elas são do eh guignes elas
são Flux istas elas estão em
transformação o mundo que tá à nossa
volta ele é fluxa digamos assim ele tá
ele tá se movendo Onde é que estão as
coisas que não se movem que são eternas
por princípio as coisas que são eternas
mesmo que não se movem por princípio ou
melhor dizendo se movem sempre da mesma
maneira se movem sempre da mesma maneira
são as coisas do céu então em
Aristóteles no período anu há uma
diferença entre o mundo aqui e as coisas
que estão no céu e as coisas que estão
no céu não é Deus né as coisas que estão
no céu são a a as estrelas os planetas
porque eles são sempre os mesmos e eles
se movem sempre da mesma maneira Por que
que eles se movem sempre da mesma
maneira porque eles são compostos por um
Quinto Elemento que dá essa
característica para eles serem de um
certo jeito sempre do mesmo jeito então
eles são por isso que os cristãos
brigavam com Aristóteles e por isso que
é muito estranho depois quando o menino
Aquino
eh pega Aristóteles como base menino
Aquino Tomás Aquino isso menino Aquino
pega Aristóteles como base porque é um
tanto estranho porque em Aristóteles tem
coisas eternas que não são deuses não
são Deus tem as coisas eternas e e e e
na cosmogonia Cristã tudo tem que ter
aparecido vindo a ser né exn Hil lá da
criação Deus deu um start no mundo e tal
e em Aristóteles as coisas que estão no
céu elas sempre existiram elas sempre
existiram como se Platão achasse que as
ideias são substâncias primárias no
sentido de Aristóteles é é como se fosse
isso é como se em Platão e e as ideias
são substâncias primárias que na verdade
são os objetos da predicação do nosso
conhecimento comum então a gente predica
as coisas porque para início de conversa
existem essas coisas de algum modo lá no
realme da da intelecção elas existem lá
em algum lugar eternamente essas coisas
e aí elas participam de um modo da coisa
das coisas que são predic
Isso é uma confusão isso é difícil para
explicar isso é difícil e E aí o que
acontece o Mike tá jogando a braba aqui
né no mundo supralunar Exatamente
exatamente no mundo supralunar existem
essas coisas que estão se movendo
eternamente porque eles participam de
uma de um Quinto Elemento E aí então ele
pega os elementos do edoc assim como o
Platão também pega no timeu né ele pega
os quatro elementos E aí ele fala os
quatro elementos são os elementos aqui
que vivem mudando se reagrupando e
organizando as coisas de de modo que as
coisas ficam vindo a ser e deixando de
ser lá no mundo supralunar lá no mundo
supralunar as coisas são eternament
porque ela tem um outro princípio certo
então ele tem esse Quinto Elemento que
não tem Platão e Simplício Tenta né
dizer que na verdade Aristóteles e
Platão é mais ou menos a mesma coisa né
o o neoplatônico mas na verdade ele é um
neoplatônico contra os cristãos E aí ele
tá dizendo é mais ou menos a mesma coisa
para dizer que aquilo que vocês estão
tentando aproximar Platão de de de do
cristianismo vocês são errados vocês
sabe o que que vocês estão falando
simplis tá dizendo isso né você não sabe
nem o que que vocês estão falando Platão
e arist estão falando mais ou menos da
mesma coisa vocês que não entenderam
nada né é o que simpl tá advogando então
agora a gente vai entrar em Simplício
Ah se você ler esses pensadores não tem
como cair no ateismo é então porque não
tem como cair mesmo né no ateísmo a
gente sobe pro ateísmo a gente não cai
no quando a gente não tá no ateísmo é
quando a gente tá na fase de baixo
achando que existem coisas eternas E ai
metafisicos ET Ades aí depois você sobe
um nível e percebe que o mundo material
percebido pelo fenômeno ele é fluxo
quando você percebe que o mundo é fluxo
e que as coisas que a gente capta como
universais a gente capta a gente capta
pela percepção sensitiva e não há essa
separação entre reinos eterno E mutável
na verdade a gente Abstrai as possíveis
eternidades a partir da percepção aí
você vira vira chave né aí você vira a
chave eu achei que Aristóteles estava
falando de astronomia arist quanto eles
tá falando de astronomia E aí na
astronomia de Aristóteles você tem um
mundo eterno que não muda lá do lado de
fora e agora a gente vai ver isso
exatamente a gente vai ver isso em
Simplício Simplício portanto cita os
trechos 28 A 32 A gente foi do 1 até o
30 o 28 até o 32 é citado por Simplício
e agora eu vou explicar quer dizer vou
explicar Quem Sou Eu para explicar
qualquer coisa e inclusive um monte de
coisa que eu tô falando provavelmente é
é um monte de besteira a igual a a isso
não me diz nada isso me diz um truísmo
idiota que qualquer imbecil não precisa
ser Aristóteles para perceber qualquer
imbecil consegue entender o que que é o
a igual a a e aí o grande problema é que
e esse pessoal da metafísica que vai no
caminho de Aristóteles de Platão e não
sei o que e tal ão tão reic a coisa né
então uma coisa ela é sempre o a igual a
a né ah meu Deus des vender os mistérios
da vida né
Eh não ai é um critério de identidade né
que tá na nossa linguagem a lógica vocês
tem que entender lógica é linguagem
lógica é uma linguagem que se refere ao
mundo objetivo e esse mundo objetivo que
a gente se refere a um mundo que a gente
que tá em mutação nossas capacidades
cognitivas se referem ao que a gente
apreende desse mundo em mutação Se você
pegar essa porcaria aqui né que é branca
digamos assim que é um desodorante rolon
né Se você pegar essa coisa aqui né esse
esse desodorante rolon que é igual a ele
mesmo e não se modifica e tal Na verdade
ele tá se modificando o tempo todo o que
eu refiro que não se modifica quando uma
caracterização EA e a de de ser branco e
de ser desodorante rolon isso tudo se
refere à percepção então a referência da
minha cognição que tá parada essa
referência que tá parada essa referência
se essa referência é a a ao fenômeno e
não ao objeto em si é porque tá te
faltando ler Russell né os fenomenólogos
né que são muito citados pelos meninos
que você gosta de curtir por exemplo lov
de Carvalho então a gente se refere ao
ao campo dos fenômenos e nos campos do
fenômeno a gente induz a gente induz a
percepção de que há um objeto lá atrás
né então ah não precisa suspender Como
diria o Russell a existência do mundo
objetivo tem o mundo objetivo lá fora só
que a gente só se refere a ele mediado
pela percepção e porque a nossa
percepção pausa as coisas né embora isso
aqui esteja em pleno movimento a nossa
percepção na no momento que a gente
entra em contato com o reflexo do objeto
isso pausa uma imagem pra gente
Ah então o princípio da identidade não
me fala sobre eternidade me fala sobre a
identidade Então as coisas se mantém
idênticas durante certos tempos e não
eternamente né Eh para e o mundo é um a
única coisa que é eterna é o fluxo Tá
bom então se vocês querem saber a única
coisa que é eterna é o
fluxo vamos lá vamos lá vamos lá vamos
lá vamos lá vamos lá cadê onde é que eu
tô
Ahã eu sou obrigado a a viajar por causa
de meninos meninos meninos católicos
meninos católicos tá aqui conosco Ah
vamos lá tá
eh tá esse aqui é o Então esse aqui é o
livro eu tava com ele aberto o tempo
todo e a gente tá aqui com o Simplício
sobre o Aristóteles sobre o livro três
do céu de Aristóteles daria pra gente as
índias ou sentidos são facilmente
enganados por exemplo caminhando no meio
da Mata numa noite de lua você pode
perceber um se pó como se fosse uma
cobra ou vice-versa é aí que a pior e é
e aí bem pior a ilusão de é né minha
minha mãe tá aqui com sua religião hindu
né e Maia é o mundo da ilusão o mundo
das percepções né é paralelo com a
discussão que a gente tá tendo não é
exatamente a mesma coisa mas é paralelo
eh e aí é que tá né a gente não precisa
negar Maia quero dizer a gente não
precisa negar que a gente está dentro de
um mundo de percepções que são
Possivelmente ilusórias Mas elas são
índices do do movimento objetivo da
matéria né índice senão a ciência não se
desenvolvia durante o tempo mas isso é
papo para outro tema né é papo pra gente
entender porque que a ciência moderna é
Ciência e esses bostas desses Olávio de
Carvalho que foi querendo ensinar que a
terra pode ser plana ou não pode ser
depende vai saber eles estão se baseando
ah exatamente nessa confusão
fenomenológica que se faz por uma certa
falta de vergonha na cara na vida né ah
é pois é é o o menino O menino é o
menino é é católico o lavista mesmo
então a questão é o seguinte você é
óbvio que você intui identidade
identidade não significa eternidade Esse
é o ponto Tá bom então identidade e
Eternidade são duas coisas completamente
diferentes Você pode ter uma coisa
Idêntica a outra mas não Idêntica
eternamente né e isso é uma discussão
que a gente vai fazer depois quando a
gente entrar em Platão porque Platão
trabalha Exatamente esse problema entre
as coisas serem eternas se elas fossem
eternas e Intocáveis você teria o
problema do terceiro homem que ele tenta
solucionar pel por vias do da discussão
do sofista que coloca o eterno em
movimento que coloca o eterno em
movimento tá bom
eh vamos lá então assim seria
interessante a gente discutir eu tô
viajando né eu tô viajando eu não devia
estar viajando e falando besteira mas é
porque eu me empolgo quando as pessoas
colocam questões aí eu tô falando um
monte de bobagem mas quando a gente for
parar no no no no no sofista num dia na
vida a gente vai discutir essas coisas
mais interessantes mas aqui o que eu
quero falar é o seguinte Simplício tá
discutindo agora o terceiro livro então
ele seria interessante a gente fazer a
leitura disso Quanto tempo que a gente
tem 1 H20 eu não vou fazer a leitura
disso tudo com esse meu inglês porcaria
de onde é que a gente vai sair só que
Logo no início entendeu então se você
tem acesso mas se o fluxo é eterno mas
as coisas em fluxo não são então o fluxo
tem uma propriedade eterna que suas
partes não possuem possuem porque elas
são etern fluxo eh elas são eternamente
fluxo Mas tudo bem Vamos lá eh vamos lá
esse ponto de de Simplício ele coloca
exatamente essa questão da eternidade do
fluxo exatamente essa questão da
eternidade do fluxo que é a questão que
aparece no teto aí eu digo se você ler
com cautela você consegue aproximar
Simplício de Platão e de a leitura que
eles fazem de parmed a a leitura de
Platão de Simplício de e de e e de
menino sexto empírico na minha leitura
Tá bom então na minha leitura dá para
fazer a aproximação dos três E aí ele
vai dizer aqui ó o que que o que que
isso que eu acabei de falar para você do
do supralunar E do eterno lá em cima tá
tudo dito aqui nesse prólogo ao livro
três Tá certo então se você quiser ler
Leia então ele vai dizer aqui ó ó é
presumível que
nada pode possa evitar que nós de agora
chamemos
Ahã o o
repitamos o propósito no Tratado o
tratado sobre os céus aí ele vai
explicar né o proposto né porque tem os
corpos simples aí os corpos simples são
de quatro tipos mas na verdade tem um
quinto e esse quinto é imutável não sei
o que e tal aí ele vai explicar isso
aqui só que isso não nos interessa né
porque Aristóteles é uma bosta Todos nós
sabemos e nós nós não nos interessem por
essa porcaria de de supl lunar e
estrelas eternas que estão sempre
movendo igual até porque isso é idioti
completo Lembrando que eu tô brin
brincando tá isso é só uma provocação
mas aí ele faz aí a a a a a leitura né
sobre essa questão do supr lunar e dos
eternos e não sei o quê e aí ele vai
falar beleza mas só que para Aristóteles
aqui no mundo aqui mesmo sublunar né
aqui abaixo da lua as coisas estão
realmente em fluxo E aí ele diz
Aristóteles disse então que ele é
diferente de todos os outros porque
Aristóteles tem essa síndrome de ser o
diferentão ele Ah sou diferente de todo
mundo que já pisou na terra de um lado
estão as pessoas que dizem que existe só
o eterno imutável e de outro lado
existem as pessoas que dizem que existe
o e e o resto é mentira e de outro lado
estão as pessoas que dizem que tudo é
fluxo constantemente né E aí ele faz
essa distinção a mesma que aparece lá no
teto de Platão né parmen de um lado e do
outro todas as outras pessoas ele cita
Heráclito epicarmo
empédocles e sei lá mais quem para essas
pessoas e Homero e Homero para essas
pessoas tudo é fluxo aqui é interessante
que eu não tinha lido até então e
Simplício né Não eu não li ainda né só
li esse trecho e em Simplício ele cita e
Ildo que é uma coisa que eu sempre cito
para vocês né os deuses de exido nascem
o caos que é a primeira de todas as
coisas vem a ser o primeiro verso de
exido de da da do do do do mito sobre a
teogonia é o caos veio a ser ou seja
nada existia antes primeiro veio a ser
não existe nada eterno
o que tá nesses caras que é a base do
cristianismo quer dizer o cristianismo
não tem base nenhuma filosófica tudo uma
cópia malfeita disso aqui tô brincando
tô só provocando mas no fundo é vamos lá
e o que acontece Então o que acontece é
o seguinte para Aristóteles segundo a
leitura de Simplício eh Aristóteles
achava que ele era muito diferente
porque ele pensava as duas coisas coisas
que eram eternas e mutáveis como essas
coisas supr lunares o movimento das
Estrelas as estrelas e tal tal tal e
embaixo da terra as coisas que Então
essa assim vindo a ser que se
transformam que se modificam que uma
coisa uma hora é uma coisa outra é outra
coisa e tal tal tal e aí a Ah E aí ele
diz que ele é diferente e aí o Simplício
vai dizer ó se ele é diferente ele é
diferente do parmen cito o parmes e cita
aquele trecho que a gente tava
entenderam e agora que eu expliquei a
gente vai
pro exato Mike o fluxis obviamente
explica o universo por si mesmo né
obviamente Ah mas tudo bem vamos lá ah
ó aqui ó vamos vamos aqui da parte
do não porque parmes já foi citado vamos
aqui ó mais em
cima pronto aqui ó Isso aqui é uma
citação do do céu de menino de menino
menino Aristóteles né at the time at the
same time It Will Follow For Those
Aqueles né Who speak about this things
ou seja do da imutabilidade e do vira
ser né about this Things That also
investigate coming to be and
perishing There is no Coming To
Be There is no come to be whatever or it
only occurs Among ELS
and of ou seja
então tem essa galera que fala sobre
essas coisas as coisas que vem a ser e
perecem para essas pessoas não tem não
ser ele tá citando uma galera que galera
é essa a gente já vai ver não tem vira
ser não tem vira ser ou seja vira ser é
uma mentira ou ela só
ocorre acerca desses elementos que que
que os compõe
ou seja tem vir a ser as coisas se
transformam passam a ser outras coisas
ou não Ou isso tudo é Maia né Isso tudo
é ilusão the ear philosophers Who conc
with tru were in disagreement with what
we are now saying and With One ou seja
eles eles eles os filósofos antigos eles
desacord des acordavam discordavam
discordavam de mim e discordavam da
entre si eles discordavam entre si aí
Isso aqui já esse que era o trecho de
menino Aristóteles agora é o comentário
do Simplício certo comentário do
Simplício hav
spoken
Eternal Body and to speak ones come to
be
quem são essas pessoas que dizem que não
há não H inocência não há
vir pergunto diendo tem pessoas que
dizem que ISO não exe
ou seja o pessoal que diz que tem o não
explica como é que ele
ocorre perceba né então o come to be é
próprio das coisas su
lunares ser das coisas suun
se não ou s nas coisas suares
Qual é o primeiro problema
is coming to be and not in all things
but only not in things Ou seja eu digo
que tem come to be não em todas as
coisas only in ones ou seja as coisas só
v a ser aqui no nível sublunar
acham que a estrela sempre vai girar
igualzinha né estrela
and all come ou seja Tod entre eles uns
dizem que nada vem a ser ele já vai
mencionar Quem são e outros dizem que
tudo vem a ser nós aristot não nós
dizemos que as estrelas são ET estr são
ET Por que esse é o ponto tirando onda
aqui eu t tirando onda muito sério
porque é o seguinte a ciência moderna
sabe que as estrelas não são eternas a
ciência moderna é toda anti aristotélica
mas tem essas meninada católica que fica
querendo trazer anacronicamente
Aristóteles aqui pro jogo como se isso
aí não fosse um absurdo diante do que a
gente sabe aí para isso você cab você
cai lá na Terra plana não a gente não
sabe nada a gente não sabe que as
estrelas morrem não saberes não saber
que as estrelas morre não saberes que o
planeta nasceu não saberes que o planeta
tem bilhões de anos planeta eles pode
seres
pode pode
ser é supr lunar enfim ah for the first
Person ai ai me irritei um
pouquinho quer dizer a ciência moderna
toda com base em refutar essas bobagens
do Aristóteles tá bom obrigado tô
brincando tô exagerando tô exagerando tô
é mentira em parte em parte e aí para
você negar a ciência moderna você tem
que PR você voltar Aristóteles achando
que ele tá certo nessa bobagens que ele
fala de su lunar aqui aí você tem que
negar a ciência moderna toda them Pratic
or politically with Matters of Choice
and avoidance were in agreement both of
with our statements and With One another
they were in disagreement então eles
eles discordam da gente por quê Porque a
gente Aristóteles maravilhoso acha que
tem o mundo que muda aqui tem coisas
eternas lá no mundo supralunar
os outros acham que ou as coisas sempre
mudam ou as coisas são eternas á
consequently sord On aqui embaixo né
consequently Since discord on this
subject is great it is also necessary
for the Person Who is investigating
sublin things to inquire about coming to
be in General and to ask Where There is
coming to be and What things come to be
ou seja tem que distinguir exatamente o
que que é o o come to be ou o que não
come to be some of the ear
philosophers with come to be aí pronto
aqui era onde eu queria chegar antes que
eu ficasse louco de estresse então
alguns filósofos antigos ah jogaram fora
did Way with come to be quem são esses
filósofos antigos que jogaram come to be
fora and perish entirely né o come to be
o vir a ser e o perecer portanto né
então o movimento a coisa que surge
Deixa de ser quem jogou fora isso de uma
vez para todas né ah
ai ai e they say that Nothing that is
either comes to be or perish but is only
true by US to do so ou seja todas as
coisas só vem a ser e deixam de ser
através da
gente entendem isso o que que é isso o
que que é isso que eu acabei de dizer
que que eu acabei de dizer they say that
Nothing that is either comes to be or
perish nada nada vem a ser op perce nada
vem a ser op perce but is only T by US
to do so ou seja todas as coisas que
parecem vir a ser elas não de fato vem a
ser é o tal do Maia né que a minha mãe
tava falando aqui é uma ilusão tudo que
se transforma é apenas uma ilusão porque
na verdade as coisas que são mesmo elas
são o menino bobo lá Alegre do a = a a
tudo é a igual a a se tudo é a igual a
então só existe uma coisa verdadeira
imutável eterna e não sei o quê que é o
o o protótipo do da filosofia fraca do
cristianismo que é uma cópia barata
dessa dessa leitura aqui né Então assim
Então tudo no final das contas regride a
uma realidade última que é igual a si
mesma eterna imutável não sei o qu não
sei o quê que vai dar no conceito de de
de Deus Cristão que no final das contas
é uma cópia mal feita disso aqui tudo né
uma cópia mal feita disso aqui tudo
então o o o tô brincando meu Deus vitar
tanta gente tô brincando tô brincando
mas
eh o que se coloca aqui Portanto o que
se coloca aqui portanto é o seguinte eh
só existe essa ideia da da igualidade da
eternidade ela tem que ser a base de
todas as existência de toda a realidade
de tudo e de cabosse Essa é a base todo
o resto é uma mera ilusão todo o resto é
uma mera ilusão é isso que tá dito nesse
texto some of the early philosophers did
with com to be jogaram fora o vira ser
and perish entirely jogaram fora vira
ser e surgir they say that Nothing that
is either comes to be or perish ou seja
tudo
Ah nada na verdade nada que é nem vem a
ser nem perece but is only T by US to do
so ou seja as coisas que são elas são de
fato eternas elas não mudam Ah e as
coisas que mudam pra gente é isso que tá
no campo da opinião de novo perceba a
onde que eu queria chegar eu fiquei aqui
discutindo bobeira com com menino bobo
mas aí a ideia é o seguinte a onde é que
eu quero chegar a uma divisão aqui
percebe essa divisão sendo feita a
divisão do que é eterno e cognoscivel
por um lado entre a a divisão entre o
que é eterno e cognoscível que não
perece e nem vem a ser por exemplo o
círculo é sempre círculo né como a gente
citava lá no na questão do meno círculo
sempre vai ser círculo de qualquer lugar
do mundo qualquer tempo sempre o círculo
vai ser círculo e tal Ah e por outro
lado ao campo das coisas que perecem e
vem a ser essa coisa que perece e vem a
ser ela não é em sentido próprio e ela
não pode ser eh objeto de conhecimento
não pode ser objeto de conhecimento
ã examples are malicious And perman and
they followers Who even if they ou seja
os exemplos são e seus seguidores quem
os quais even if they say other correct
things should not be considered to speak
in a way appropriate to the the study of
Nature porque eles inviabilizam o estudo
da natureza porque o estudo da natureza
em Aristóteles é o estudo do movimento
então assim precisa haver as eternidades
e precisa haver também o movimento se a
gente concorda com parmen diz que não há
o movimento é apenas a identidade ela
igual da mesma então o conhecimento se
torna inútil então não tem não tem que
se falar de natureza não há que se falar
de natureza O que é um problema que para
mim já tá em Platão certo que é o
problema
ah
ah que é o problema do do do do da
imutabilidade que coloca essa coisa
Idêntica igual a ela mesma em desconexão
com o mundo real né então tem que ter
uma um método de colocar esse Eterno em
movimento
então that is come to perish
by US to do so só parece pra gente né ou
aparenta pra gente ou só no nosso
pensamento que acontece assim examples
are and perman and The followers Who
even if they say other correct things
should not be considered to speak ou
seja eles não podem ser considerados
para falar de uma maneira apropriada do
estudo da natureza in a way appropriate
to the study of Nature Since the
existence
of do not come to and
Nature Então existe a análise da
natureza e aquilo sobre o que eles estão
falando não pode ser próprio para
analisar a natureza porque a natureza
também exige a a a a
manifestação aliás isso tem a ver
inclusive com o conceito de natureza em
sentido grego que a gente já falou do
surgir né do emergir só tem emergir com
esse com transformação com vira
perceba aqui então ele tá falando a as
coisas perceptíveis
não são em sentido próprio não são em
sentido próprio as únicas coisas que são
em sentido próprio são as substâncias ou
as eternidades se você quiser por isso
que é reificação né as eternidades você
eterniza uma coisa que por exemplo o ser
humano ser humano não é eterno o ser
humano surgiu no tempo Embora tenha
identidade do ser humano isso não
significa eternidade do ser humano então
a consciência que a gente tem a
apreensão do movimento da matéria
específico que se constitui tal como ser
humano que a gente identifica essas
características que a gente consegue
apreender e com a gente caracteriza como
de ser humano mas eles estão reificado e
estão dizendo assim não para ter para
ter seres humanos percebíveis precisa
ter uma essência você reifica a
humanidade eternamente antes mesmo de
existirem humanos existi a humanidade em
si em algum lugar que lugar é esse a
mente de Deus
ah because these people are assumed that
There is Nothing Else apart from the
substance of perceptible things but
Where the first were the first to
understand that there must be certain
entities of This Kind if There is going
to Be Any knowledge or thought they
transfered account of those entities to
né então eles pegam a a o discurso sobre
as as coisas e transporta para essas
eternidades he Divine he divines belief
nossa falei uma besteira tão grande aqui
eu tô desconcentrando não vou repetir
não ó he divides belev belief about
coming to be in four kinds Aristóteles
isso aqui é o menino simpl falando
divide em quatro tipos Quais são esses
quatro tipos some people completely
ou seja umas pessoas diz que o come to
não existe é tudo mentira
ilusão that are come to because is no of
things come
to a questão do fluxo aqui n questão do
fluxo aqui então
falando dessa maneira de modo diferente
que zildo ó but others such
as speak in the contrary in contrary Way
He Says that the very first of the
things which he
recognizes has come to be né então é a
primeira linha do da teogonia deildo in
truth at the very first
Chaos came to be né é a primeira coisa
que veio a ser foi o menino ca
other people such
asac say that One other things come to
be but There is only one thing only one
thing the comm
substract from which the others come to
be which does not come to be umaa coisa
que não não vem a ser então em Heráclito
perceba Heráclito tudo é fluxo depende
na leitura que simpl Lembrando que a não
tem texto de Heráclito né na leitura que
Simplício tá apresentando aqui existe
uma coisa eterna que nunca vem a ser que
é o substrato de todas as coisas que vê
a ser em Simplício ou em Heráclito
perdão em Heráclito but they all come to
be by Being compound form
ples he first Disc discusses milicias
And perman and the followers and these
malicious Says that There is no coming
to be at all whereas perman says that
There is n as far as true concerned it
perceba então ele tá dizendo assim não é
que não tem con ó entendem a importância
aqui como a questão é epistemológica ó
para parmed enquanto parmenides diz que
There is no non as far ou seja não tem o
vira
ser as far as ao ao a a partir de que a
a a
verdade é concernente ou seja as coisas
que são do âmbito da Verdade é isso aqui
né as coisas que são do âmbito da
verdade é que não são
ah não
são não são Gu inocentes não são
mutacionais entende
no campo da opinião tem vira ser sim tem
problema nenhum no campo da opinião tem
vira ser no campo da verdade é que não
tem vira C no campo da Verdade percebe
como parece com que o que o menino sexto
empírico falou com a interpretação que o
sexto empírico deu é uma questão
portanto
epistemológica
ahas
ar Word is only T by US to do so He Says
that even if these people say other
correct things vocêes dizem outras
coisas corretas they really understood
correctly and in a Divine way the one
Being and intelligible Nature ou seja o
que é da natureza inteligível perceba
que a questão epistêmica que é da
natureza inteligível é que não muda And
and they disclosed the to followers ou
seja eles abriram o caminho para que os
seus seguidores that cannot be knowledge
that there cannot be knowledge ou seja
não é possível ter conhecimento of
Things That come to be você não pode ter
conhecimento sobre coisas que tão em
movimento ou conhecimento aqui é
episteme conhecimento significa
conhecimento seguro você não pode ter
conhecimento seguro de coisas que tão em
fluxo então precisa haver coisas que são
imutáveis sobre as quais você tem
conhecimento repito o paradigma que é
matemática se a gente tiver correto em a
afirmar que tem uma ligação entre parmes
e Pitágoras que obviamente tem lá no
Menon de Platão pelo menos né a ligação
o paradigma entre ã conhecimento seguro
e o paradigma da Matemática as coisas
que são quadrado o quadrado sempre vai
ser quadrado ou as propriedades do
quadrado sempre existirão
Hã tá bom tá dando para entender a minha
leitura aqui onde que eu quero puxar
vocês todas as leituras a que Platão faz
a que Simplício faz a que sexto faz de
parmen São leituras
epistemológicas epistemológicas e que
colocam um objeto específico do
conhecimento seguro esse objeto
específico do conhecimento seguro não
pode estar em fluxo porque se tiver em
fluxo você não conhece seguramente na
medida que você conhece uma parte ou um
momento dele que se ele mudar aí como é
que você vai dizer que conhec conhecer
um momento você não vai poder fazer um
discurso seguro porque uma hora ele é
uma coisa outra hora ele é outra coisa
entendem a minha leitura porque minha
leitura eu tô tentando aproximar Platão
de parmenides tô dizendo que pelo que eu
enxergo no no no parmes simpl e no
parmenides de de menino sexto eu enxergo
já os pressupostos da discussão que tá
lá em Platão Então
tá Says that even if th people say other
correct things they really understood
correctly and in a Divine way the one
Being Ou seja a única coisa a o um o ser
único e e inteligível da natureza and
they disclosed to the followers that
they there cannot be knowledge ou seja
não é possível ter conhecimento of
Things That come to be das coisas que
vem a ser and Change they are always
inux they should not be considered to
speak in a way appropriate to the study
ofos
eles estão filosofando sobre coisas
hiper físicas acima da física Acima das
coisas que tão em fluxo Acima das coisas
que estão se mudando entendem de onde é
que vem aquela noção que a gente tem de
de coisas Supra físicas for it is a
matter for another inquire por isso ser
uma uma uma matéria de outra discussão
né first philosophy to first philosophy
a filosofia primeira ou seja tá sendo
trabalhada na metafísica de Aristóteles
first philosophy to demonstrate what
they demonstrate namely the existence of
somethings which do not come to be ou
seja o que eles demonstram o que que
eles estão defendendo ao fim e ao cabo é
que algumas coisas pelo menos tem que
ser eternas e elas T que ser a base das
coisas que vem a ser for it is The
Matter for the inqu inqu first
philosophy to
demonstrate
demonstr exist of
Nature isso não é uma uma matéria de
investigação da natureza which concerns
changing things ou seja física em
Aristóteles é a discussão sobre as
coisas que estão em
movimento Nature is
ou seja aquelas pessoas que jogam fora a
mudança do with Nature and natural
things também jogam fora discussão sobre
a natureza ou sobre a física né some
Might say The Following what prevents
one from saying that people are students
of Nature and are to cri as student of
Nature in both do
and on Nature ou seja eles chamaram o
seu texto de sobre a natureza Perus ah
acerca da natureza né portanto but this
Might not mean so much Mas isso não deve
significar isso Since the word Nature de
a palavra fuses M be generally so far as
people also there to speak frequently of
the Nature of God and we speak of the
Nature of the things moreover ou seja o
pessoal usa no senso comum nature ou com
outro
significado hiper físicas coisas hiper
físicas they also
discussed natural ones in
same
raps for reason did not
refra ou seja el também tratam em certo
aspecto de cois da natureza What Cadê a
finalmente cheguei achei que não ia
chegar nunca but What aristot cens
cens them for is dismissing the reason
for the mistakes would be really Rush if
it work correct for He Says that they
assumed
to be entitles which do not come to be
or Change if There is to be scientific
knowledge perceba que isso aqui é
epistêmico ou seja para aver o que ele
na tradução colocou como conhecimento
científico mas a gente vai chamar de
conhecimento seguro né para haver
conhecimento Seguro precisa ver coisas
que não mudam porque senão você tem um
conhecimento aqui amanhã o conhecimento
é outro porque essa outra coisa muda e
as coisas da percepção você percebe na
medida que você percebeu que pode ser
uma medida só amanhã pode ser outra
coisa que é o problema do fluxo e da
impossibilidade do conhecimento que puxa
pro problema ah do do relativismo em
teeteto que é o que eu quero discutir na
verdade é Vocês entenderam né então meu
problema é com relativismo quer dizer se
tudo é fluxo se tudo é fluxo então não
tem conhecimento seguro das coisas Esse
é o ponto e isso tá aqui dito
especificamente isso aqui tá
explicitamente escrito Deu para
entender Deu para entender então o que
ele tá dizendo é o seguinte se tudo é
fluxo não tem como ter conhecimento
seguro tem que ter alguma coisa que em
alguma medida eterna para que você
Estabeleça conhecimento seguro por
exemplo as propriedades da do Círculo
que eu vou sempre repetir né havendo
propriedades do cículo você consegue
saber que o círculo específico tem essas
propriedades porque você sabe que essa
essa propriedade sempre foi sempre vai
ser sempre que tiver um círculo essas
propriedades vão estar presentes
entendeu então para ter conhecimento
seguro precisa ter eternidades aí vem os
universais que são próprios da
metafísica Ah esse entendimento sobre os
universais tá bom só que o que que eles
colocam eles estão colocando como se os
universais forem fossem condições
ontológicas para conhecimento científico
quando na verdade a coisa tá de cabeça
para baixo no meu entender e né os
dialéticos modernos é que estão corretos
o mundo é fluxo sim e você nascido nesse
fluxo você capta e paralisa pela pela
percepção certos aspectos desse fluxo
então a a percepção mesmo que é o
primeiro veículo de de contato de
conhecimento pela percepção você capta
espectos do fluxo que você foi moldado
para captar como paralisado fosse né
então isso aqui não tá paralisado né
para início de conversa isso aqui não tá
paralisado Mas você consegue identificar
isso com uma uma uma uma característica
específica que ou várias características
que você
predica né E essas características você
foi moldado com a consciência para
conseguir fazer isso né não significa
que existem eternidades antes da disso
significa que você foi moldado para
enxergar essas coisas como se
paralisadas estivessem que é para que é
a maneira que você possibilita o
conhecimento né paralisando as coisas da
percepção não significa que elas estão
paradas de fato mas assim você consegue
comunicar inclusive sobre elas você é um
objeto dentro de um mundo influxo que
tenta sobreviver e transferir seus gênes
a pra próxima ah ah para para para que
você continua existindo nesse processo
de fluxo de alguma forma então assim a
realidade é essa a essência moderna sabe
disso há muito tempo né o mundo né não o
planeta terra não sempre existiu o
sistema solar não sempre existiu a a o o
mundo
hiper Urano não existiu sempre como
acreditava Aristóteles iso é uma bobagem
inenarrável né Então tá tudo de fato em
fluxo e a gente surge dentro do fluxo e
a partir daqui é é que consegue a tentar
enxergar universalidades de repetições
de padrões de comportamento desse fluxo
tá bom se vocês quiserem minha leitura
ah a a boba minha leitura boba acerca
disso né os Flux na verdade os
dialéticos Se quiserem né usando a
expressão de de de menino angs é que
estão corretos Então vamos lá but What
aristotle censures a gente tá caminando
caminhando pro final e eu vou parar de
falar besteira finalmente quase 10 ih 10
horas a ideia é que a gente fique só Du
horas conversando mas a gente já tá
final aqui ó but
What aqui a gente chegou na parte do
conhecimento científico né for There is
no knowledge of What is always inlux né
and Plato perman Says that a person will
have no place to turn his Mind if the
Eternal forms are not
hypoth
hypothesized hypothesized to exist
então para então perceba que as formas
de Platão estão segundo a leitura de
Simplício segundo a leitura de simpl com
a qual eu não tinha entrado em contato
ainda tá certo eu li essa semana esse
texto essa semana e isso aqui não é o
que eu tenho defendido antes que só é
possível conhecimento se há eternidades
bom simpl Lia da mesma maneira que eu
então aqui eu me apoiando na a na na na
tradição Na Autoridade da tradição por
acaso juro para você não tinha lido
simples a primeira vez que eu tô lendo é
agora essa semana então ele tá dizendo a
mesma coisa que eu sempre disse Por que
que Platão
hipotesa cria a hipótese das formas
porque se não houver coisas eternas
segundo o entendimento que era o senso
comum daquela coisa se não existem essas
coisas eternas não tem como ter
conhecimento
seguro and so according to aristot
understanding th things th people transf
Nature a natureza é o ser
év se
que out forma de ser
n belza então cois as coisas naturais
são percebidas são tipos específicos de
ser
então né
asnis que existem de fato são as coisas
as substâncias das coisas
percebidas is ou seja ser é um ser é
manter igual a si
mesmo
forar ex
Caraca achei que tava mais perto tem
mais um pouquinho
aqui fosse infinito
seria
could ISO aqui percepção que tem a ver
não s com a etade
né a coisa infinita eterna e mutável
igual a si mesmo se tiver duas coisas
uma das coisas se limita pela existência
da outra né que a outra não enquadra a
existência dessa primeira coisa então só
pode ter um um eterno imutável não sei o
que tal
emps it is a r a um todo né of One kind
unshaken and Without Coming To uma coisa
eterna imutável sem vir a ser
onde que eu Car é aqui Aqui chegamos
chegamos acredo que
chegamos comentrio do menino n dizendo
que ele
rejeita tem uma objeção a ISO
hypothesized a Double reality a hypes né
eles criam Dois Mundos né o tal dos dois
mundos aqui que a gente anda discutindo
né esses homens no final das contas eles
criam Dois Mundos E cria dois mundos
mesmo One consistent of What really is
ou seja se não quiser Dois Mundos tá
dois âmbitos um âmbito das coisas que
realmente são the intellig Os
inteligíveis The
ou seja as coisas que vemm a ser as
percebíveis perceba que aqui em
Simplício tá objetivo indiscutível o que
eu venho dizendo há muito tempo sem ter
lido Simplício o que eu enxergava só
pela leitura de Platão tem uma discussão
aqui de dois ramos um ramo que é o ramo
do inteligível que fala da coisa que
realmente é e realmente ser significa
ser eterno imutável igual a si mesmo n a
igual a a e essas coisas todas e por
outro lado tem o reino do come to be ou
o o o reino kig inocente Gu inocente ou
o reino do Devir né em termos
contemporâneos que a gente usa não sei
nem de qual é a origem disso deve ser
latim o reino do Devir o reino do Devir
Qual é que que são as coisas que come to
be são os perceptíveis os percebidos
Então existe o reino da percepção que é
o reino do movimento sobre o que não tem
como ter conhecimento perfeito e o reino
inteligível o reino inteligível das
coisas que são eternas iguais a si
mesmas s
as cois que V ser Elas podem até ser
cham de ser mas uma qualifica elas são
aparentemente
isso aqui você não vai você vai dier
isso aqui é branco ISO aqui não é
exatamente Branco isso aqui é
aparentemente é para opinião branco
branco branco branco mesmo é um treco
eterno imutável caracterizado por alguma
coisa x que eu posso apreender pelo
Logos eu vou dizer tudo que é branco
hoje em termos contemporâneos branco é a
imagem resultado do choque de hã ã
fótons com uma frequência específica na
minha visão e a leitura que eu faço
disso é o branco então eu tenho uma
definição que é absoluta esse branco é
isso esse branco é isso aqui esse branco
é isso todos os brancos do mundo que
aparecerem eles são apreensíveis por
esse discurso que foram
acidos aprendidos primeiramente pela
minha intelecção então o que é é é é é é
é mesmo é inteligível porque ele é
eterno e ele é aprendido por um discurso
só que define uma coisa eterna como a
branquitude por exemplo né E aí você tem
os universais a discussão dos universais
então conhe mento perceba toda essa
discussão que a gente fez foi para eu
demonstrar para vocês que segundo a
leitura de Simplício e a leitura de
cexto e para mimha leitura de
Platão de parmenides eles estão
definindo o seguinte o campo do
conhecimento é o campo dos universais
isso é que eu queria ensinar para vocês
entendeu a discussão para você entender
o que que é conhecimento para os antigos
para entender conhecimento para os
antigos ele tá falando conhecimento só é
conhecimento seguro se for de Universal
o que não é o que a gente tem hoje né
você entende isso né não tem problema
nenhum você falar de conhecimento
científico de coisas que não são
universais não tem problema nenhum né
entendem aí se você desmorona essa pedra
moderna você desmorona a ciência moderna
que é o que esses meninos como
Alessandro gostam de fazer desmoronar a
ciência moderna entendeu então a ciência
moderna ela trabalha muito bem obrigado
com conhecimentos empíricos de coisas em
movimento sem precisar ser universais
Aliás o pressuposto do estudo de Marx
por exemplo ex né capitalismo não é
eterno capitalismo é uma coisa que
surgiu historicamente e eu consigo
aprender abstrair desse movimento
específico da realidade específica
histórica elementos eu descrevo para
você esses elementos dessa coisa
específica em movimento que não é
universal capitalismo surgiu
historicamente entende e se isso vale
para capitalismo isso vale para ser
humano isso vale para os animais isso
vale para as estrelas isso vale para
todas as coisas é possível fazer ciência
de coisas que não são eternas isso é o
pressuposto nosso básico da ciência
moderna é possível fazer ciência sobre
cois ciência segura sobre coisas que não
são eternas enquanto que esses meninos
Aí querem destruir a ciência moderna tá
bom tá bom eles querem ruir a É isso
mesmo a ciência se só há conhecimento
seguro sobre coisas que são eternas a
ciência morre a ciência moderna morre e
não é é uma estupidez tanto que
obviamente ela é funcional e ela
consegue descrever as coisas agora o o
problema que que tem ela é segura porém
ela não é imutável ela não é imutável aí
esse é um outro problema e daí que ela
não é imutável ela ela tá com esse mesmo
ela ela ela goza em certa parte da
característica que o nosso conhecimento
mutacional tem que é as coisas estão
mudando assim como o conhecimento tá
mudando o conhecimento se desenvolve ele
é seguro porém evolutivo porém
evolutivo agora esse é um é um é um é
uma propriedade isso isso menino Angels
bate bem né uma isso é tanto uma
propriedade da natureza como uma
propriedade do entendimento o
conhecimento muda ele se desenvolve não
tem nada de errado com isso não tem
problema nenhum com isso então vamos lá
e não é só funcional ela é realmente ela
realmente revela coisas da realidade
objetiva né Realmente revela coisas da
realidade objetiva
eh menino menino ali tá tá spamando
menino spamando você vai tomar bloque
menino spamando vai tomar bloque não vai
nem ser eu que vou dar vai ser o pessoal
puto aí com você mas a questão é a
seguinte eh o que ele tá debatendo ali é
um é uma coisa hiper importante da
questão da multiplicidade da unidade que
é debatida simplesmente em parte por
Platão né que
é mas isso é outro problema tá o
problema da unidade da multiplicidade é
outro problema e e se refere a esse
problema dos universais né como é que é
uma coisa é universal e ela se ela
participa ao mesmo tempo de várias
coisas que são S diferentes Aristóteles
vai dar um jeito para isso Platão vai
dar outro jeito Aristóteles não gosta
muito do do jeito que o Platão dá para
isso e ele dá um jeito meio Tosco né que
aquele que é muito tosco meu Deus eh
respondeu o quê você só comentou né
então vou ler seu comentário o Pedro
nega o ideal sobrepondo o objetivo nego
mesmo nego ideal sobrep não existe ideal
a multiplicidade na verdade a a gente
Abstrai e idealiza a partir da percepção
dos da multiplicidade as essências são
fundadas na intuição e e e e exato a
gente cria as essências né essências são
da linguagem são propriedades criadas da
linguagem para identificar
características repetíveis no fluxo
então o fluxo é é é é a universalidade a
a o fluxo tem padrões de repetição do
movimento e a gente capta esses padrões
de reflexão de de repetição do movimento
sobre os quais a gente se manifesta e
paralisa com a linguagem mas eu já tô
viajando na maionese né Eu odeio quando
me provocam para viajar na maionese
porque eu não quero fazer filosofia aqui
né Eu só tô e eu só tô falando eu não tô
fazendo filosofia aqui eu me incomodo
esse vídeo deve ter ficado bem ruim eu
não sei se vocês gostam quando eu falo
besteira porque eu não sou filósofo
certo eu não tô falando do que que é a
realidade né e tal Claro que tem
referente o referente é o fluxo o fluxo
é o objetivo e a gente é a gente nasceu
dentro do mundo objetivo para sobreviver
nesse de modo que a gente captura o
fluxo e aliás não só a inteligência
humana faz isso os animais para viverem
em em em nesse fluxo ele também tem a
capacidade de intencionamento de
caracterizar e de aprender certos
aspectos do fluxo e as características
do fluxo só que isso já é semiótica
exatamente né Isso é isso já tá no
âmbito da semiótica só que a gente
primeiro existe esse fluxo com essas
características específicas objetivas
que estão lá dentro do fluxo depois a
gente captura parcialmente né a gente
captura índices desse dessas
características que é o processo
fenomênico E aí a partir daqui que a
gente vai falar sobre o mundo real o que
que ele é mas antes tem o mundo objetivo
lá de maneira que eu não sou Idealista o
mundo objetivo tá lá fora antes da
capacidade de intelecção a gente só tem
capacidade de intelecção justamente
porque tem o mundo objetivo lá fora por
isso que eu sou materialista não
Idealista agora eu não sou filósofo né
Eh eu não sou filósofo eu não quero
discutir filosofia eu quero mostrar para
vocês onde é que vocês encontram penedes
né é a ideia do do vídeo era essa e por
isso a gente caminha pro final porque
aqui a gente chega né então aqui a gente
chegou eh
a o meio é o objeto né o o intelig
objetivo mais subjetivo é exato né Tem
tem meio tem meio o meio é exatamente o
fenômeno o fenômeno é o resultado da
interação entre o objeto e o sujeito mas
tá não quero não quero não quero Para de
me provocar é which Day did not think is
it right to call ó então eles falam O
que é objeto do fluxo eles não chamam de
ser ser propriamente A não ser que seja
o ser aparente né ó Without
qualification Eles não aceitam but only
apparent Being and so perman say says
opinion
concern come to ou seja verdade é sobre
o ser esse ser que é eterno e opinião se
refere ao que vem a ser esse que vem a
ser portanto não eterno por isso ele diz
dois
pontos aliás é diferente o que aparece
lá no no no no Simplício well rounded
bem Redonda né bem arredondada É eu eu
klos eu klos né bem Redondo bem redondo
não é o termo que aparece lá no no sexto
o sexto usa um outro termo que significa
um outra coisa então ten uma discussão
de bibliografia secundária qual que
estaria certa bem Redondo ou que o sexto
usa well rounded true and the opinion of
mortals in is no
belief essas que só simpl but
nevertheless must also learn things How
the things which are Beli Should Be
acceptable
Since they permeate All things
everywhere ou seja as coisas aparentes
permeiam absolutamente tudo e geram
menino menino menino fenômeno percepção
e essas coisas todas entenderam então o
objetivo desse vídeo era mostrar para
vocês
onde você encontra
parmenides primeira parte porque aquilo
não tá no vácuo entendeu não é um
fragmento como se fosse um texto achado
no buraco é um fragmento que se referem
a leituras específicas leituras de
Simplício e de menino
menino menino cesto empírico e me parece
que nessas leituras fica absolutamente
claro que se trata de uma questão
epistêmica pelo menos na leitura dessas
pessoas que questão epistêmica é essa
conhecimento Só se tem de universais no
meu entender vai falar a gente pode
falar de eternos e tal mas no meu
entender dá para traduzir pro pro pro
latim do Universal né universales então
só só tem conhecimento de universales
Isso parece ser um senso comum grego
parece ser um senso comum grego que não
é o mesmo senso nosso Apesar de que tem
um um mon de maluco que tenta trazer
esse senso achando que dá para que na
verdade essa galera quer negar ciência
Tá bom então é isso então Então deixa eu
mostrar aqui para vocês Esse foi o o
fragmento um agora o fragmento dois é só
isso aqui ó Então quarta que vem a gente
discute o fragmento dois que é só isso
aqui vai ser uma conversa menor tá bom Ó
o fragmento três é bem menor o quatro
também talvez não não vai dar porque o
fragmento dois ele é
realmente chique ele é chique beleza
meus queridos foi bom para alguns de
vocês eu imagino que pra maioria teria
sido uma desgraça né aquele pap só a
matemática tem certeza coisa como
química e biologia não é ciência que
leva certeza exato Lucas se você levar
esses meninos esses meninos lá Vista
sério no final das contas vai dizer o
quê a Biologia não serve para nada a
química não serve para nada a astronomia
não serve para nada é tudo conhecimento
inseguro né então sei lá se a Terra é
plana sei lá se se os fetos enfim mas
você entende onde é que onde é que é o
caminho do da galera é desacreditar a
ciência né é desacreditar a ciência no
final das contas então
a meus queridos obrigado pela atenção de
você aí eu quero fazer o que com isso
mostrar para vocês que quando você for
ler Platão quando você for ler
Aristóteles quando você for ler essas
coisas você tem que ter como pressuposto
esses pressupostos aqui eles têm como
senso comum isso que pra gente é muito
estranho essa ideia de que só tem
conhecimento seguro se for de Universal
então toda vez que tiver aparecendo
conhecimento seguro lá em Platão e e em
Aristóteles você tem que ter a impressão
de que ele tá dialogando com essa esse
essa linha de entendimento que era como
se fosse um senso comum deles pelo menos
é assim que eu interpreto Tá bom então é
isso meus queridos obrigado pela atenção
de todos eu espero que eu não tenha
atrapalhado vocês com a discussão com o
nosso amigo católico aqui porque
realmente aí eu tenho que ficar
filosofando eu não sei filosofar eu sou
um idiota eu sei ler texto e mais ou
menos né e mais ou menos vocês
perceberam aí mais ou menos mas o meu
interesse não é Dizer para vocês qual a
leitura correta é como é que você
entende o que que é para menes né pare
de acreditar em manual você você
acredita no manual o manual te disse ah
o cara disse o cara falou aonde é que
você vai achar isso né então eu quero
dar o elemento para você inclusive
discordar de mim como é que você acha
que minha minha leitura é uma idiotice
completa bom tá aqui o texto o texto
referência e são esses textos primários
que foram compilados por um trabalho do
século XX P pá tô muito feliz que a
galera tem tem falado que que deu para
acompanhar porque eu realmente acho que
essa leitura foi complicada sobretudo
porque nosso amigo ficou puxando a gente
aqui para ficar discutindo me prova que
os católicos estão errados e tal ai a
isso foi engraçado mas a questão não é
essa tá não tô discutindo com
catolicismo nem com bobagem nenhuma com
contemporâneo eu tô tentando dar o
elemento para vocês vai lá e descobre
onde é que tá a coisa vai lá e descobre
Essa que esse que é o objetivo do do
metafísica certo então batemos Nossa
metafísica de hoje a nossa metafísica da
próxima da próxima semana será discutir
a o fragmento B2 e talvez o fragmento B3
Só que eu acho que o fragmento B3 que é
esse aqui ó ó como é que é o grande esse
aqui para mim dá dá um vídeo inteiro só
pro fragmento B3 dá para acredit nisso
dá para acreditar Pois é eu acho que dá
só pro fragmento B3 eu acho que dá um
vídeo Todo de 2 horas então meus
queridos amo vocês obrigado pela atenção
Me dê dinheiro no apoia Eu preciso de
dinheiro falou Pera tem que dar
encerramento deixa eu fechar aqui o
áudio né senão vocês escutam tudo que eu
tô falando quando eu entro no
encerramento
[Música]
[Música]
un n