[Música]
Fala meus queridos e minhas queridas
amigas, tudo bem com vocês? Ah, no vídeo
de hoje a gente vai fazer uma leitura de
um de um compilado de texto de Trotskem
inglês do marxist.org org e que, bom, se
você usando a tecnologia, você consegue
traduzir ele rapidamente. A gente vai
tentar ler na tradução. Eh, e o que
acontece é o seguinte, eh,
bom, tão ofendendo a minha família, tão
falando da minha esposa na internet, etc
e tal. Coisa que o R Bugal já passou
quando tava discutindo com com a galera
assim, olha,
eh, a única coisa que eu vou dizer, eu
não vou me fazer de vítima nem nada
assim não, porque é tudo que eles querem
também, né? Eh, a única coisa que eu vou
fazer é responder com trabalho, tá? A
gente vai continuar o trabalho aqui da
discussão que a gente tá fazendo e com o
tempo a gente vai eh aprofundar, tá bom?
Então, eu vou fazer esse vídeo aqui de
leitura. É, é complicado, é complicado,
mas mas eu sou eu que brigo, eu que sou
tudo mal, eu que grito, tá tudo certo.
Eh, então vamos lá. O fascismo, o que é
e como combatê-lo? Primeira compilação
sobre o título fascismo. O que é e como
combatê-lo pela Pioneir Publishers e em
agosto de 1944 e reimpressa em 1964.
Esta compilação revisada foi publicada
em abril de 1969, transcrita para a
internet por eh Zodiac. H, o antigo,
tava, tá em inglês, esse texto, tá
traduzido aqui pela ferramenta do Google
Tradutor, o antigo diretor do Marx
Angels Internet Archive, eh, em agosto
de 1993.
Esse panfleto não possui direitos
autorais, conteúdo do panfleto, aí,
esses são os artigos, né, são vários
artigos do Trotsk, vários textos do
Trotsk, né, compilados. Então, vamos lá.
Introdução do folheto de 1969 por e
Georg Lavan Wiseman. Liberais e até
mesmo a maioria daqueles que se
consideram marxistas são culpados de
usar a palavra fascista de forma muito
imprecisa hoje em dia. Eles a usaram
como um epíteto, um palavrão político
contra figuras de direita que eles
particularmente desprezam ou contra
reacionários em geral. Desde a Segunda
Guerra Mundial, o rótulo fascista tem
sido aplicado a figuras e movimentos
como Gerald Smith e o senador Joseph
McCarty e o senador Eastland e Barry
Goldwater e os minutch
[Música]
Society, a Richard Nixon, a Ronald
Reagan e George Wallace. Agora todos
eles eram fascistas ou apenas alguns? Se
apenas alguns, como saber quais são e,
né, quais são e quais não são? Uso
indiscriminado do termo reflete, na
verdade, a imprecisão de seu
significado. Quando solicitado a definir
fascismo, o liberal responde em termos
como ditadura, neurose de massas,
antissemitismo, o poder de propaganda
inescrupulosa, o efeito hipnótico de um
orador gênio, louco sobre as massas e
etc. O impressionismo e a confusão por
parte dos liberais não são
surpreendentes, mas a superioridade do
marxismo consiste em sua capacidade de
analisar e diferenciar fenômenos sociais
e políticos. O fato de tanto da tantos
daqueles que se autodenominam marxistas
não conseguirem definir o fascismo de
forma mais adequada do que os liberais
não é inteiramente culpa deles. Quer
tenham consciência disso ou não, grande
parte de sua herança intelectual vem dos
movimentos socialdemocratas,
socialista, reformista e estalinista,
que dominaram a esquerda na década de
30.
H, quando o fascismo conquistava vitória
após vitória, esses movimentos não só
permitiram que o nazismo chegasse ao
poder na Alemanha, sem que um único tiro
fosse disparado contra ele, como também
falharam miseravelmente em compreender a
natureza e a dinâmica do fascismo e a
maneira de combatê-lo. Após os triunfos
do fascismo, eles tinham muito a
esconder e, por isso, abstiveram-se de
fazer uma análise marxista que, pelo
menos teria educado as gerações
subconsequentes. Mas há uma análise
marxista do fascismo. Ela foi feita por
Leon Trotsk uma autópsia, mas durante a
ascensão do fascismo. Esta foi uma das
grandes contribuições de Trotsk ao
marxismo. Ele iniciou a tarefa após a
vitória de Mussolini
eh na Itália em 1922 e a levou ao auge
nos anos que aconteceram eh o triunfo de
Hitler, que aconteceu o triunfo de
Hitler na Alemanha de 1933.
Em sua tentativa de alertar o Partido
Comunista Alemão e a Internacional
Comunista, a Cominne, para o perigo
mortal e de reunir uma frente única
contra o nazismo, Trotsk fez uma crítica
ponto a ponto das políticas dos partidos
socialdemocrata e estalinista. Isso
constitui um compêndio de quase todas as
posições equivocadas, ineficazes e
suicidas que as organizações operárias
podem adotar em relação ao fascismo. Uma
vez que as posições dos partidos alemães
variavam de oportunista
inadimplência e traição à direita
socialdemocrata, ao abstencionismo e
traição ultraesquerdista,
estalinista. O movimento comunista ainda
estava em sua onda ultraesquerdista, o
chamado terceiro período, quando o
movimento nazista começou a se
desenvolver como uma bola de neve. Para
os estalinistas, todo o partido
capitalista era automaticamente
fascista. Ainda mais catastrófico do que
essa desorientação dos trabalhadores,
foi a famosa máxima de Stal de que em
vez de serem opostos, fascismo e
social-democracia eram gêmeos. Os
socialistas foram então apelidados de
socialfascistas e considerados o
principal inimigo. É claro que não
poderia haver frente única com
organizações social-fascistas e aqueles
que como Trotsk defendiam tais frente
únicas. Aliás Len defendia também, tá
gente? Aliás, toda a internacional
defendia antes de Stalin Subir. Também
eram rotulados de socialfascistas e
tratados como tal. O quão distante da
realidade a linha estalinista estava
pode ser ilustrado por sua tradução para
a linguagem americana. Eh, nas eleições
de 1932, os estalinistas americanos
denunciaram Flanking Roosbell como
candidato fascista
e Norman Thomas como candidato social
fascista.
Caramba. O que era ridículo aplicado à
política americana era trágico na
Alemanha e na Áustria. Recentemente,
1969, o termo fascismo social começou a
aparecer em artigos de membros da nova
esquerda. Aqueles que utilizam, imaginam
que inventaram um termo, né? Ou se
conhecem a sua história, são
indiferentes as suas conotações, certo?
Após a chegada dos nazistas ao poder, os
estalinistas gabaram-se de sua linha,
que sua linha estava 100% correta, de
que Hitler duraria apenas alguns meses e
de que então sugeria uma Alemanha
soviética. O prazo para esse milagre foi
estendido de três ou seis, três, se ou 9
meses e então as vanglórias ociosas se
reduziram ao silêncio. A magnitude da
derrota sofrida pela classe
trabalhadora, o caráter especial do
fascismo, que o distinguia de outros
regimes raionários ou ditaduras
tornaram-se evidentes para todos. E a
ameaça soviética ou ao imperialismo
alemão rearmado começou a se
concretizar. Isso provocou uma mudança
na linha do de Moscou em 1935 por causa
do Dimitrov, tá? Então a gente vai fazer
leitura dos textos de Dimitrov também
depois. E os partidos comunistas em todo
o mundo. A partir de então, zigzaguiaram
pra direita, até mesmo pra direita dos
sociaisdemocratas.
Eh, essa era a postura deles diante do
crescente perigo fascista na França e na
Espanha. A ruína militar eh do fascismo
alemão italiano na Segunda Guerra eh
Mundial convenceu a maioria das pessoas
de que o fascismo havia sido destruído
para sempre e estava tão completamente
desacreditado que jamais poderia atrair
seguidores novamente. Os eventos desde
então, particularmente o surgimento de
novos grupos e tendências fascistas em
quase todos os países capitalistas
dissiparam essa ilusão. A ilusão de que
a Segunda Guerra Mundial foi e travada
para tornar o mundo a salvo do fascismo
desapareceu no mesmo ritmo da ilusão
anterior de que a Primeira Guerra
Mundial foi travada para tornar o mundo
seguro para a democracia. O germe do
fascismo é endêmico no capitalismo. Em
crise pode elevá-lo a proporções
epidêmicas,
a menos que medidas drásticas de combate
sejam aplicadas. Já que é melhor
prevenido que remediar, oferecemos esta
nova compilação, uma pequena seleção dos
escritos de Trodsk sobre o assunto, como
uma armada para o Arsenal antifascista.
Fascismo, o que é? Trechos de uma carta
a um camarada inglês de 15 de novembro
de 31, ah, impresso no The Militant, ã,
em 16 de janeiro de 1932.
O que é fascismo? Isso aqui já é o texto
de Trotsk. O que é fascismo? O nome
surgiu na Itália. Todas as formas de
ditadura contra revolucionárias eram
fascistas ou não? Ou seja, antes do
evento do fascismo na Itália. A antiga
ditadura espanhola de Primo de Riviera,
eh, de Riveira, eh, de 1923 a 1930, é
chamado de ditadura fascista pelo
Comité. Isso está correto ou não? Não
acreditamos que seja incorreto. O
movimento fascista na Itália foi um
movimento espontâneo, de grandes massas,
com novos líderes vindos da das bases.
Aliás, Mussolini vem do Partido
Socialista. É um movimento pelo hebeu em
sua origem, dirigido e financiado por
grandes potências capitalistas. Surgiu
de pequena burguesia, do proletariado
das favelas e, até certo ponto, das
massas proletárias. Mussolini, um
ex-socialista, é um homem que se fez por
conta própria, fruto desse movimento.
Primo de Riva era um aristocrata, certo?
Então é a mesma coisa, né? Vem um cara
de baixo, né? Normalmente o movimento, o
movimento fascista é o movimento de
massa vindo de baixo. Oou alto cargo
militar e burocrático e foi governador
chefe da Catalunha. conseguiu sua
derrubada com a justa das forças ajuda
das forças estatais e militares. As
ditaduras de Espanha e da Itália são
duas formas totalmente diferentes de
ditadura. É necessário distingui-las.
Mussolini teve dificuldade em conciliar
muitas instituições militares antigas
com a milícia fascista, né? Um problema
que fica brigando com as instituições de
estado e tal.
Esse problema não existia para Primo de
Riva. O movimento na Alemanha é em
grande parte análogo ao italiano. É um
movimento de massas com seus líderes
empregando muita demagogia socialista.
Isso é necessário para a criação do
movimento de massas. A verdadeira base
do fascismo é a pequena burguesia
do DCE. Incluiria aqui. É a pequena
burguesia. Na Itália, ela tem uma base
muito grande. A pequena burguesia das
cidades é eucampesinada. Na Alemanha, da
mesma forma, há uma grande base para o
fascismo.
Pode-se dizer, e isso é verdade até
certo ponto, que a nova classe média, os
funcionários do Estado, os
administradores privados podem
constituir essa base. Eh, mas esta base
é uma questão nova que precisa ser
analisada. Para ser capaz de prever
qualquer coisa em relação ao fascismo, é
necessário ter uma definição dessa
ideia. O que é o fascismo? Quais são
suas bases? sua forma e suas
características, como se dará seu
desenvolvimento. É necessário proceder
de maneira científica e marxista. Como
Mussolini triunfou? De que se segue uma
questão vital para o proletariado
alemão, 1932.
No momento em que os recursos policiais
e militares normais da ditadura
burguesa, juntamente com seus escudos
parlamentares, não são mais suficientes
para manter a sociedade em equilíbrio,
chega a vez do regime fascista. Por meio
da agência fascista, o capitalismo põe
em movimento as massas da pequena
burguesia enlouquecida em São Paulo,
sobretudo, e os bandos do lupen
proletariado desclassificado e
desmoralizado,
todos os incontáveis seres humanos que o
próprio capital financeiro levou ao
desespero e ao frenesi. A burguesia
exige do fascismo um trabalho completo,
uma vez que recorre aos métodos da
guerra civil. insiste em ter paz por um
período de anos. E a agência fascista,
utilizando a pequena burguesia como
ariad, superando todos os obstáculos em
seu caminho, realiza um trabalho
completo. Após a vitória do fascismo, o
capital financeiro reúne direta e
imediatamente em suas mãos, como num
torno de aço, todos os órgãos e
instituições de soberania, os poderes
executivo e administrativo e educacional
do Estado, né, como Olavo ensinou bem,
todo o aparato estad estatal, juntamente
com o exército, as
municipalidades, as universidades, as
escolas, a imprensa, o sindicatos e as
cooperativas. Quando um estado se torna
fascista, isso não significa apenas que
as formas e os métodos de governo são
alterados de acordo com os padrões
estabelecidos por Mussolini. As mudanças
nessa esfera, em última análise,
desempenham um papel menor, mas
significa, antes de tudo, em grande
parte, que as organizações operárias são
aniquiladas, que o proletariado é
reduzido a um estado amorfo e que se
crie um sistema de administração que
penetre profundamente nas massas e sirva
para frustrar a cristalização
independente do proletariado. É
precisamente aí que resige e reside a
essência do fascismo. O fascismo
italiano foi o o resultado imediato da
traição dos reformistas à revolta do
proletariado italiano. Desde a o fim da
Primeira Guerra Mundial, houve uma
tendência ascendente no movimento
revolucionário na Itália, que em
setembro de 1920 resultou na tomada de
fábricas e indústrias pelos
trabalhadores. A ditadura do
proletariado era um fato real. Faltava
apenas organizá-la e tirara e tirar dela
todas as conclusões necessárias. A
socialdemocracia se assustou e se
recuperou. Após seus esforços ousados e
heróicos, o proletariado ficou diante do
vazio. A ruptura do movimento
revolucionário tornou-se o fator mais
importante no crescimento do fascismo.
Em setembro, o avanço revolucionário foi
paralisado e em novembro já testemunhou
a primeira grande manifestação dos
fascistas, a tomada de Bolonha. Nota: A
campanha de violência fascista começou
em Bolonha, em 21 de novembro de 1920,
quando os vereadores sociais
social-democratas
vitoriosos nas eleições municipais
saíram da prefeitura para apresentar o
novo prefeito. Foram recebidos a tiros,
nos quais 10 pessoas foram mortas e 100
ficaram feridas. Os fascistas
perseguiram com expedições punitivas
para a zona rural circundante, um reduto
das ligas vermelhas, enquadrações,
em esquadrões de ação de camisas negras,
em eh veículos fornecidos por grandes
proprietários de terra. Ah, toma, aliás,
é bom falar que o o
Brasil Paralelo tá fazendo um
documentário contra o MST, tá? O MST
colado com PT, para quem não sabe,
dizendo que o MST eh ensina comunismo
lá. Porque ensina, porque ensina, sim,
tem educação, um monte de educação lá
relacionada ao comunismo no MST. E aí
eles estão expondo isso como prova que o
comunismo tomou tudo e etc e tal, a
partir do trabalho do PT. Então, em em
quadrões eh esquadrões de ação de
camisas negras em veículos fornecidos
por grandes proprietários de terra
tomaram aldeias em ataques relâmpago,
espancando e matando camponeses
esquerdistas e líderes trabalhistas,
destruindo eh sedes sindicais e
aterrorizando a população. Encorajados
por seus sucessos fáceis, os fascistas
então lançaram ataques em larga escala
nas grandes cidades. É verdade que o
proletariado, mesmo após o a catástrofe
de setembro, era capaz de travar
batalhas defensivas. Mas a social
democracia só se preocupava com uma
coisa, retirar os trabalhadores do
combate à custa de uma concessão após a
outra. A social-democracia esperava que
a conduta dócil dos trabalhadores
restaurasse a opinião pública da
burguesia contra os os fascistas, mas
não deu certo. Além disso, os
reformistas até apostavam fortemente na
ajuda do rei Víor Emanuel. Até a última
hora, eles impediram os trabalhadores
com força e determinação de lutar contra
os bandos de Mussolini. De nada lhes
valeu. A coroa, juntamente com a camada
superior da burguesia, pendeu para o
lado do fascismo. Convencidos, no último
momento de que o fascismo não seria
contido pela obediência, os sociais, os
social-democratas convocaram os
trabalhadores para uma greve geral, mas
sua proclamação sobre eh um fiasco, né?
Foi um fiasco, né? Os reformistas
deixaram a pólvora umedecida por tanto
tempo,
com medo de que explodisse, que quando
finalmente com as mãos trêmulas
aplicaram um pavio aceso, a pólvora não
pegou. Dois anos após sua criação, o
fascismo estava no poder. Consolidou-se
graças aos fatos. O primeiro período de
seu domínio coincidiu com uma conjuntura
econômica favorável que se seguiu a
depressão de 19212.
Os fascistas esmagaram o proletariado em
retirada com o avanço da pequena
burguesia, mas isso não foi alcançado de
uma só vez. Mesmo após assumir o poder,
Mussolini prosseguiu seu caminho como
com a devida cautela. Faltavam-lhe
modelos ainda prontos. Durante os dois
primeiros anos, nem mesmo a Constituição
foi alterada. O governo fascista assumiu
o caráter de uma coalisão. Enquanto
isso, os bandos fascistas estavam
ocupando eh ocupados trabalhando com
cassetes, facas e pistolas. Só assim, o
governo fascista foi criado lentamente,
o que significou o estrangulamento
completo de todas as organizações de
massa independentes. Mussolini alcançou
isso à custa da burocratização do
próprio eh partido fascista. A, após
utilizar as forças impetuosas da pequena
burguesia, o fascismo a estrangulou nas
garras do Estado burguês. Mussolini não
poderia ter agido de outra forma, pois a
desilusão das massas que ele havia unido
estava se precipitando no perigo mais
imediato que se avizinhava. O fascismo
burocratizado aproxima-se muito de
outras formas de ditadura militar e
policial. Já não possui o seu antigo
apoio social. A principal reserva do
fascismo, a pequena burguesia, foi
retratada.
Somente a inércia histórica permite ao
governo fascista manter o proletariado
em estado de dispersão e desamparo.
Hã,
em sua política em relação a Hitler, a
social-democracia alemã
palavra. Tudo que faz é repetir com mais
ponderação o que os reformistas
italianos de sua época realizaram com
maior impetuosidade. Estes últimos
explicaram o fascismo como uma psicose,
ó, questão psicológica, psicose do
pós-guerra. A socialdemocracia alemã vê
nele uma psicose de versalhes ou de
crise. É sempre uma coisa psicológica.
Em ambos os casos, os reformistas fecham
os olhos para o caráter orgânico do
fascismo, como um movimento de massas
que surge do colapso do capitalismo.
Nota o o tratado de Versalhes imposto à
Alemanha após a Primeira Guerra Mundial,
sua característica mais odiada era o
tributo interminável aos aliados
vitoriosos na forma de reparações por
danos e perdas de guerra. A crise
mencionada no parágrafo acima foi a
depressão econômica que varreu o mundo
capitalista após a quebra da bolsa de
valores de Wall Street em 1929.
Também a mobilização revolucionária dos
trabalhadores, os os reformistas
italianos depositaram todas as suas
esperanças no estado. Seu slogan era:
“Socorro, Víor Emanuel, pressione.” A
social-democracia alemã carece de um
baloarte democrático como um monarca
leal à Constituição. Portanto, eles
devem se contentar com o presidente.
Socorro, Hindenberg, pressione.
Marechal de campo Paul von Hiddenberg e
de 1847 a 1934, um general Yunka que
ganhou fama na primeira guerra mundial e
mais tat se tornou presidente da
República de Vaima. Em 1932, os
socialdemocratas o apoiaram para
reeleição como um mal menor para os
nazistas. Ele nomeou Hitler Chanceler em
janeiro de 1933.
Enquanto travava a batalha contra
Mussolini, isto é, enquanto recuava
diante dele, Turat
proferiu seu lema deslumbrante. Abre
aspas. É preciso ter a masculinidade
para ser covarde. Fecha aspas. Felipe do
Turat, que viveu de 1857 a 1937.
importante teórico do Partido
Reformista, eh, reformista do Partido
Socialista Italiano. Os reformistas
alemães são menos impetuosos com seus
sloganas. Exigem coragem sob a
impopularidade. Fecha aspas, mut
unpopularidade.
Eh, o que equivale à mesma coisa. Não se
deve temer a impopularidade que foi
despertada pela própria contemporização
covarde com o inimigo. Causas idênticas
produzem efeitos idênticos. Se o curso
dos acontecimentos dependesse da
liderança do Partido Social-Democrata, a
carreira de de Hitler estaria
assegurada. É preciso admitir, no
entanto, que o Partido Comunista Alemão
também aprendeu pouco com a experiência
italiana, certo? Então aqui a gente
criticou a socialdemocracia, tá tudo
certo. Agora vai fazer a crítica ao
Partido Comunista eh e o seu
ultraesquerdismo.
O Partido Comunista Italiano surgiu
quase simultaneamente ao fascismo, mas
as mesmas condições de reflexo
revolucionário que levaram os fascistas
ao poder serviram para detervido
comunista. Não se prestou contas da
amplitude total do perigo fascista.
embalou-se em ilusões revolucionárias.
Era irreconciliavelmente antagico à
política de Frente única. Em suma, foi
acometido por todas as doenças infantis.
Não é de admirar. Tinha apenas 2 anos.
Aos seus olhos, o fascismo parecia ser
apenas uma reação capitalista. O Partido
Comunista não conseguiu discernir os
traços particulares do fascismo que
surgem da mobilização da pequena
burguesia contra o proletariado.
Camaradas italianos informaram-me que,
com a única exceção do Gramish, o
Partido Comunista nem sequer admitiu a
possibilidade de os fascistas tomarem o
poder. uma vez derrotada a revolução
proletária, uma vez que o capitalismo se
consolidou e a contrarrevolução
triunfou, como poderia haver qualquer
outro tipo de levante contra
revolucionário? Como poderia a burguesia
se rebelar contra si mesma? Tal era a
essência da orientação política do
Partido Comunista Italiano. Além disso,
não se deve perder de vista o fato de
que o fascismo italiano era então um
fenômeno novo, um eh em processo de
formação. Não teria sido fácil, mesmo
para um partido mais experiente
distinguir suas características
específicas. Nota: Antônio Grames, que
viveu de 1891 a a 1937, fundador do
Partido Comunista Italiano, preso por
Mussolini em 26, morreu na prisão 11
anos depois. Da prisão enviou uma carta
em nome do comitê político do partido
italiano protestando contra a campanha
de Stalin, contra a oposição de
esquerda. Taglat,
eh, então em Moscou como representante
italiano da Internacional Comunista,
suprimiu a carta. Ao longo da era
Stalin, eh, a memória de Gramish foi
deliberadamente apagada no período da
desestalinização. Contudo, ele foi
redescoberto pelo Partido Comunista
Italiano e oficialmente consagrado como
herói Marte. Desde então, seus escritos
teóricos, em particular seus cadernos de
prisão, têm recebido considerável
reconhecimento internacional.
A liderança do Partido Comunista alemão
reproduz hoje, quase literalmente a
composição de a perdão, a a posição de
onde os comunistas italianos pararam ou
partiram. O fascismo nada mais é do que
a reação capitalista. Do ponto de vista
do proletariado, a diferença entre os
diversos tipos de reação capitalista é
insignificante.
Esse radicalismo vulgar é tanto menos
desculpável quanto o partido alemão é
muito mais antigo do que o italiano em
um período correspondente. Além disso, o
marxismo se enriquece agora com a
trágica experiência da Itália. insistir
que o fascismo já está aqui ou negar a
própria possibilidade de sua chegada ao
poder equivale politicamente a mesma
coisa, né? Então, dizer que o social
fascismo, etc e tal, né? Que já já tá
aí, ou dizer
ã que ele nunca chegaria no poder, é a
mesma coisa, né? Se desarmar de reagir.
Ao ignorar a natureza específica do
fascismo, a vontade de lutar contra ele
inevitavelmente se paralisa. O peso da
culpa, é claro, cabe a à liderança da
internacional comunista. Os comunistas
italianos, acima de todos os outros,
tinham o dever de levantar a voz em
alarme. Mas Stalin, juntamente com eh
ManuK, ah, os obrigou a repudiar as
lições mais importantes de sua própria
aniquilação.
Ah, nota: Dimitri
Manusku de 1883
a 1952. chefeou a Internacional
Comunista de 1929 a 34, né? É culpa
dele, né? É a culpa dele. A a tese do
social fascismo, né? Que que fez o
fascismo as lá na Alemanha. E aí depois
o Dimitro entra e muda a posição.
Ã, sua destruição, eh, sua destituição
marcou a transição do ultraesquerdismo
para o oportunismo do período da Frente
Popular, que é criticada por Trot.
Dimitrov também é criticado por Trotsk,
mas a gente não tá, a gente fala que
Trotsk tinha razão, Dimitrov tinha
razão, não é nessa, ah, Frente única não
é a mesma coisa que Frente Popular, etc
e tal. Gente, pelo amor de Deus, para de
discutir minúcia, para de discutir
minúcia, pelo amor de Deus.
Posteriormente a atuou no cenário
diplomático como delegado das Nações
Unidas. Ó, já observamos com que
diligência eh
o diligente Hércole mudou para a posição
do fascismo social, ou seja, para a
posição de esperar passivamente a
vitória fascista na Alemanha. Nota:
Ercoli, pseudônimo de Palmiro Togliate,
de 1893 a 1964, no Comerne, liderou o
Partido Comunista Italiano após a prisão
de Gram. Ele sobreviveu a todos os
zigu-zagues na linha da Comintan, mas
após a morte de Stalin criticou o
governo de Stalin, bem como algumas de
suas características persistentes na
URSS e no movimento comunista
internacional.
O perigo fascista assombra-se na
Alemanha de A virada da Internacional
Comunista e a situação alemã 1930.
A imprensa oficial da Internacional
Comunista como interna agora retrata os
resultados das eleições alemãs de
setembro de 1930,
ã, como uma vitória prodigiosa do
comunismo, o que coloca na ordem do dia
a palavra de ordem da Alemanha
soviética. Os otimistas burocráticos não
querem refletir sobre o significado da
relação de forças
revelada pela estatística, pelas
estatísticas eleitorais.
Eles examinam o número do aumento do
voto comunista, independentemente das
tarefas revolucionárias criadas pela
situação e dos obstáculos que ela impõe.
O Partido Comunista recebeu cerca de
R.600.000 votos contra 3.õ300.000
em 1928, do ponto de vista da mecânica
parlamentar normal, o ganho de 1.300.000
votos é considerável e a gente não faz
um vereador, né? Enfim, ah, mesmo se
levantarmos, mesmo se levarmos em
consideração o aumento do número total
de eleitores, mas o ganho do partido
empalidece completamente diante do salto
do fascismo, de 800.000
para 6.400.000
votos. Da importância, não menos
importante, para avaliação das eleições,
é o fato de a socialdemocracia, apesar
das perdas substanciais, ter mantido
seus quadros básicos e ainda ter
recebido um número consideravelmente
maior de votos dos trabalhadores, 8.000,
8.600.000
do que o Partido Comunista. Enquanto
isso, se nos perguntássemos
que combinação de circunstâncias
internacionais e nacionais seria capaz
de levar a classe trabalhadora do ao
comunismo com maior velocidade, não
encontraríamos um exemplo de
circunstâncias mais favoráveis para tal
virada do que a situação na Alemanha
atual. a força de Jung, a crise
econômica, a desintegração das regras, a
crise do parlamentarismo, a terrível
autoexposição da socialdemocracia no
poder. Do ponto de vista dessas
circunstâncias históricas concretas, a
importância específica do Partido
Comunista Alemão na vida social do país,
apesar de sua conquista pequena de 1.300
votos, 300.000 votos, permanece
proporcionalmente pequena.
Nota o laço de Jung, uma referência ao
plano Jung, em homenagem a Owen Jung, ã,
grande empresário americano que foi
agente geral para a repara, eh, para as
reparações alemães, alemãs, perdão,
durante a década de 1920. No verão de
1929, ele presidiu a conferência que
adotou seu plano, que substituiu o
malsucedido plano DAS, ã, para facilitar
o pagamento de reparações pela Alemanha,
conforme o tratado de Versalhes.
Bom, a fraqueza da posição do comunismo
inexincicavelmente
inestricvelmente
ligada à política e ao regime da Coman é
revelada mais claramente se compararmos
o peso social do atual do Partido
Comunista com as tarefas concretas e
inadiáveis que as atuais circunstâncias
históricas colocam diante dele. É
verdade que o próprio Partido Comunista
não espera tal ganho, mas isso prova que
sob os golpes de erros e derrotas, a
liderança dos partidos comunistas se
tornou desacostumada a grandes objetivos
e perspectivas. Se ontem subestimou suas
próprias possibilidades, hoje subestima
novamente as dificuldades. Dessa forma,
um perigo se multiplica por outro.
Enquanto isso, a primeira característica
de um partido realmente revolucionário é
ser capaz de encarar a realidade de
frente.
Para que a crise social possa
desencadear a revolução proletária, é
necessário que, além de outras
condições, ocorra uma mudança decisiva
das classes pequenobguesas em direção ao
proletariado. Isso dá ao proletariado a
oportunidade de se colocar à frente da
nação como seu líder. As últimas
eleições revelaram, e é aqui que reside
seu principal significado sintomático,
uma mudança na direção oposta. Sob o
golpe da crise, a pequena burguesia se
voltou não na direção da revolução
proletária, mas na direção da reação
imperialista mais extrema, arrastando
consigo sentores consideráveis do
proletariado. O gigantesco crescimento
nacional, do nacional socialismo, é a
expressão de dois fatores: uma profunda
crise social que desestabilizou as
massas pequenobburguesas e a ausência de
um partido revolucionário que fosse
considerado pelas massas populares como
um líder revolucionário reconhecido. Se
o Partido Comunista é o Partido da
Esperança Revolucionária, então o
fascismo como movimento de massas é o
partido do desespero contra
revolucionário. Quando a esperança
revolucionária abarca toda a massa
proletária, inevitavelmente arrasta
consigo no caminho da revolução sentores
consideráveis e crescentes da pequena
burguesia. Precisamente nessa esfera, a
eleição revelou o quadro oposto. O
desespero contra revolucionário abarcou
a a massa pequenobguesa com tal força
que atraiu para si muitos setores do
proletariado.
O fascismo na Alemanha tornou-se um
perigo real, como expressão aguda da
posição desamparada do regime burguês,
do papel conservador da
social-democracia nesse regime e da
impotência acumulada do Partido
Comunista para Bolivo. Quem nega isso é
cego ou fanfarrão. O perigo adquire
particular acuidade em relação à questão
do ritmo de desenvolvimento, que não
depende apenas de nós. O caráter malico
da curva política revelada pela eleição
demonstra que o ritmo de desenvolvimento
de da crise nacional pode se revelar
muito acelerado. Em outras palavras, o
curso dos acontecimentos, num futuro
muito próximo, pode ressuscitar na
Alemanha, em um novo plano histórico, a
velha e trágica contradição entre a
maturidade de uma situação
revolucionária, por um lado, e a
fraqueza impotência estratégia
estratégica do Partido Revolucionário
pro outro. Isso deve ser dito de forma
clara, aberta e, acima de tudo, a tempo.
de Moscou já foi dado sinal para uma
política de prestígio burocrático que
encobre os erros de ontem e prepara-os
de amanhã com falsos gritos sobre o novo
triunfo da Itália, exagerando
monstruosamente
a vitória do partido, subestimando
monstruosamente as dificuldades,
interpretando até mesmo o sucesso do
fascismo como um fato positivo para a
revolução proletária. A verdade, no
entanto, explica brevemente, os sucessos
do partido não devem nos deixar tontos.
A política traiçoeira da liderança
estalinista é fiel a si mesma mesmo
aqui. A análise da situação é feita no
espírito do ultraesquerdismo acrítico.
Dessa forma, o partido é conscientemente
empurrado para o caminho do aventurismo,
o aventureirismo.
Ao mesmo tempo, Stalin prepara seu álibe
antecipadamente com auxílio da frase
ritualística sobre tontura. É
precisamente essa política. milp e
inescrupulosa que pode arruinar a
revolução alemã.
É possível calcular antecipadamente a
força da resistência conservadora dos
trabalhadores social-democratas? Não, à
luz dos acontecimentos do ano passado,
essa força parece gigantesca, mas a
verdade é que o que mais contribui para
a consolidação da socialdemocracia foi a
política equivocada do Partido
Comunista, que encontrou sua maior
generalização na absurda teoria do
social fascismo. Para medir a
resistência real das fileiras
social-democratas, é necessário um
instrumento de medição diferente, isto
é, uma tática comunista correta. com
essa condição e não um não é uma pequena
condição. O grau de unidade interna da
social-democracia pode ser revelado em
um período relativamente curto. De uma
forma diferente, o que foi dito acima
também se aplica ao fascismo. Ele
emanou, além de outras condições
presentes, nos tremores da estratégia
Zinovstal.
Qual é a sua força ofensiva? Qual é a
sua estabilidade? atingiu seu ponto
cuminante com nos asseguram os otimistas
exofício, funcionários da Internacional
Comunista e do Partido Comunista, ou
está apenas no primeiro degrau da
escada. Isso não pode ser previsto
mecanicamente, só pode ser determinado
pela ação, precisamente em relação ao
fascismo, que é uma navalha nas mãos do
inimigo de classe. A política equivocada
da internacional comunista pode produzir
resultados fatais em curto período. Por
outro lado, uma política correta, não em
um período tão curto, é verdade, pode
minar as posições do fascismo. Nota a
estratégia Zinoviev Stalin, Grigor e
Zinoviev, que ah viveu de 1883 a 1936,
morto por Stalin,
presidente da Internacional Comunista
desde sua fundação em 1919 até a sua
destituição por Stalin em 1926.
Após a morte de Len, Zilnoviev e Kamenev
formaram um bloco com Style, a chamada
troica, contra Trotsk, e dominaram o
partido soviético. No período de
dominação Zinoviev Stalin, da
Internacional Comunista, uma linha
oportunista levou uma série de derrotas
e oportunidades perdidas, principalmente
a anulação da revolução alemã de 1923.
Após romper com Stalin, Zinoviev uniu
seus seguidores a à oposição de esquerda
trotquista. Mas em 1928, após a expulsão
do partido da oposição única, Zinoviev
captulou a Stalin, readmitido no
partido, foi expulso novamente em 1932.
após a rejeição de todas as opiniões
críticas, foi admitido novamente, mas em
1934 foi expulso e preso. Ele confessou
no primeiro eh dos julgamentos de Moscou
e em 1936 ele foi executado.
Ah,
se o Partido Comunista, apesar das
circunstâncias excepcionalmente
favoráveis, se mostrou impotente para
abalar seriamente a estrutura da
social-democracia com ajuda da fórmula
do social fascismo, então o verdadeiro
fascismo agora ameaça essa estrutura,
não mais com fórmulas prolixas do
chamado radicalismo, da esquerda
radical, mas com fórmulas químicas de
explosivos, por mais verdadeiro que seja
a socialdemocra
que que seja que a social democracia com
toda sua política, preparou preparou o
florescimento do fascismo, não é menos
verdadeiro que o fascismo se apresenta
como uma ameaça mortal, principalmente
para essa mesma socialdemocracia, cuja
magnificência está inextricavelmente
ligada às formas e métodos de governo
parlamentar
democrático pacifistas.
A política de uma frente única dos
trabalhadores contra o fascismo decorre
dessa situação. Ela abre enormes
possibilidades para Partido Comunista.
Uma condição para o sucesso, no entanto,
é a rejeição da teoria e da prática do
social fascismo, cujos malefícios se
tornaram uma medida positiva nas atuais
circunstâncias. A crise social
inevitavelmente
produzirá profundas clivagens na
social-democracia. A radicalização das
massas afetará os socios
socialdemocratas. Teremos
inevitavelmente que firmar acordos com
diversas organizações e facções
social-democratas contra o fascismo,
impondo condições definitivas aos
líderes diante dos olhos das massas.
Devemos retornar
da fase oficial vazia eh sobre a Frente
Única a uma política de Frente Única,
tal como foi formulada por Lenin e
sempre aplicada pelos Bolchevics em
1917.
A fábula, uma fábula de esopo de que
segue uma questão vital para o
proletariado alemão, 1932.
Certa vez, ele vai meter uma fábula.
Certa vez, um negociante de gado levou
alguns touros ao matadouro e o açogueiro
se aproximou com sua faca afiada. Abre
aspas. Vamos fechar as fileiras e
levantar esse carrasco com nossos
chifres. Fecha aspas, sugeriu um dos
touros. Abre aspas. Por favor, em que
sentido, açogueiro, é pior que o
negociante que nos trouxe até aqui com o
seu porrete? Fecha aspas, responderam os
touros que haviam recebido sua educação
política do Instituto de Manuelsk, a
Internacional Comunista.
Não vejo diferença, é a mesma coisa.
Abre aspas, mas depois podemos atender o
revendedor também. Fecha aspas. Nada
feito responderam os touros firme em
seus princípios ao conselheiro. Você
está tentando pela esquerda proteger
nossos inimigos. Você é um açogueiro
social.
E eles se recusaram a fechar fileiras.
Ai, Trotsk.
Tá. Ah, tá. Isso aqui é isso aqui é
evidente, né? Todo mundo entendeu, né?
Todo mundo entendeu, né? Todo mundo
entendeu, né? A gente tá jogando, gente,
o Brasil tá jogando a gente no no colo
da do fascismo com esse papo do social
fascismo de novo, tá? De novo. Não
adianta fazer gracinha, tá? Não, não é
engraçado isso. Não é engraçado.
Ah, a policial e o exército alemães. Do
que se segue? Uma questão vital para o
proletariado alemão, 1932.
Em caso de perigo real, a
socialdemocracia não aposta na Frente de
Ferro, mas na política prussiana. Ela
está contando sem o seu exército. O fato
de a polícia ter sido originariamente
recrutada em grande número entre
trabalhadores social-democratas é
absolutamente insignificante. A
consciência é determinada pelo ambiente,
mesmo neste caso. O trabalhador que se
torna policial a serviço do estado
capitalista é um policial burguês, não
trabalhador. Nos últimos anos, esses
policiais tiveram que lutar muito mais
com trabalhadores revolucionários do que
com estudantes nazistas. Tal treinamento
não deixa de ser de deixar seus efeitos
e acima de tudo, todo policial sabe que,
embora os governos podam possam mudar, a
polícia fica. Nota a frente de Ferro, um
bloco entre vários grandes sindicatos
e grupos burgues republicanos, com pouco
nenhum apoio ou prestígio entre as
massas. Foi criado pelos
socialdemocratas no final de 1931.
Grupos de combate chamados punho de
ferro criado foram criados dentro dos
sindicatos e organizações esportivas
operárias foram incorporadas à frente de
ferro. No entanto, seus primeiros
desfiles e comícios, nos quais milhares
dos trabalhadores ergueram os punhos,
gritavam liberdade e juraram defender a
democracia, foram realizados. As massas
no partido social-democrata e nos
sindicatos realmente acreditavam que
essa organização seria usada para
detervo,
o órgão teórico da social-democracia, o
Dafre Vort, que jornal miserável,
publica um artigo no qual a política de
tolerância é exposta em seu sentido mais
elevado. Hitler, ao que parece, jamais
poderá chegar ao poder contra a polícia
e a Hisfer, o exército alemão. Ora,
segundo a Constituição, a Hich está sob
o comando do presidente da República.
Portanto, o fascismo segue-se. Não é
perigoso, enquanto um presidente fiel à
Constituição permanecer à frente do
governo. Aí o presidente morreu, Hitler
tomou o carro.
O regime de Bruening deve ser apoiado
até as eleições presidenciais para que
um presidente constitucional possa então
ser eleito por meio de uma aliança com a
burguesia parlamentar. E assim o caminho
de Hitler para o poder ficará bloqueado
por mais 7 anos. Nota Einrich Bruner
Bruning ah foi chanceler de 30 a 32. O
governo parlamentar regular na Alemanha
terminou em março de 30. Seguiu-se uma
série de regimes bonapartistas, Rening
Von Papen, Von Schleicha,
seja, Chanceler, Chanceleres, que
governavam não por procedimentos
parlamentares comuns, mas por decretos
de emergência. Essa figura, essas
figuras bonapartistas se apresentavam
como salvadores políticos necessários
para que o país superasse a crise e,
portanto, como estando acima de classe e
partido. Eles não dependiam do antigo
sistema partidário democrático burguês,
mas sim do comando da polícia do
exército da burocracia governamental.
fingindo está salvando a nação dos
perigos, tanto da esquerda, socialistas
e comunistas, quanto da direita,
fascistas, desferiram seus golpes mais
pesados contra a esquerda, visto que seu
principal interesse era salvar o
capitalismo.
os políticos do reformismo, esses hábeis
manipuladores, intrigantes e
carreiristas astutos, né, que tem muito
do PT, inclusive, habilidosos
maquinadores parlamentares e
ministeriais, não são tão logo expulsos
de sua esfera habitual pelo curso dos
eventos, não são tão logo colocados
frente à frente com contingên
contingências momentosas. Eles se
revelam, não a expressão mais branda
para isso, completos inéptos.
O confiar num presidente é confiar
apenas no governo. Diante do confronto
iminente entre o proletariado e a
pequena burguesia fascista, dois campos
que juntos constituem a maioria
esmagadora da nação alemã. Esses
marxistas do Forvarter, Forvarts, eh,
principal jornal socialdemocrata, gritam
para que o vigia noturno venha em seu
auxílio. Socorro, governo, pressione.
Start grif.
burguesia, pequena burguesia e
proletariado
de The Only Road for Germany, escrito em
1932, publicado nos Estados Unidos em
abril de 1933,
lembrando que Facilo tá chegando, né, na
Alemanha T5.
Qualquer análise séria da situação
política deve tomar como ponto de
partida as relações múltuas entre as
três classes, a burguesia, a pequena
burguesia, incluindo campesinato, e o
proletariado. A grande burguesia,
economicamente poderosa, por si só,
representa a pequena burguesia,
incluindo o campesinato, tá? pequeno
dono de terra lá que tem um
tem o Renegade, é o pequena burguesia é
o é o cara dono de terra lá que tem um
Renegade. A grande burguesia
economicamente poderosa, por isso por si
só, representa uma minoria infinitesimal
da nação. Para impor sua dominação, ela
deve assegurar uma relação mútua
definida com a pequena burguesia do Jeep
Renegade e por meio dela com o
proletariado. Porque o cara do Chip
Renegade, ele faz parte de um programa
que aí ele fala lá na internet e garante
que as pessoas que são realmente
trabalhadoras apoiem o cara do Rigip
Renegade, que por sua vez está apoiado
na grande burguesia. Cés. Para entender
a dialética da relação entre as três
classes, precisamos diferenciar três
estágios históricos no alvorecer do
desenvolvimento capitalista, quando a
burguesia exigiu métodos revolucionários
para resolver suas tarefas no período de
florescimento e e maturidade do regime
capitalista, quando a burguesia dotou
sua dominação de formas ordenadas
pacíficas, conservadoras e democráticas.
Finalmente, no declínio do capitalismo,
quando a burguesia é forçada a recorrer
a métodos de guerra civil contra o
proletariado para proteger seu direito
de exploração.
Os programas políticos característicos
destas três fases, jacobinismo, ala
esquerda da pequena burguesia, da grande
revolução francesa, na fase mais
revolucionária, liderada por
Robesperspier, democracia reformista,
incluída a socialdemocracia e fascismo.
são basicamente programas de correntes
pequenobguesas.
Este fato, por si só, mais do que
qualquer outra coisa, demonstra a
tremenda, ou melhor, a decisiva
importância da autodeterminação das
massas pequenobguesas do povo para todo
o destino da sociedade burguesa. No
entanto, a relação entre burguesia e seu
principal apoio social, à pequena
burguesia, não se baseia de forma alguma
na confiança recíproca e na colaboração
pacífica. Em sua maioria, a pequena
burguesia é uma classe explorada,
marginalizada.
Ela a encara com inveja e muitas vezes
com ódio. A burguesia, por outro lado,
embora se utilize do apoio da pequena
burguesia, desconfia desta, pois teme
com razão, sua tendência de romper as
barreiras que lhe são impostas de cima.
Enquanto traçavam e abriam caminho para
o desenvolvimento burguês, os jacobinos
se engajaram a cada passo em violentos
confrontos com a burguesia. Serviram-na
em uma luta intransigente contra ela.
Após terem cumprido seu limitado papel
histórico, os jacobinos caíram, pois a
dominação do capital estava
predeterminada.
Determinismolas.
Durante uma série de etapas, a burguesia
consolidou seu poder sob a forma de
democracia parlamentar, que eu sempre
falo, né? A a forma do capitalismo é a
forma parlamentar. É essa forma que a
gente tá é a forma do capitalismo, né?
Com o executivo não faz o que ele
quiser, o parlamento permite a entrada
de várias parcelas da pequena burguesia
na estrutura, enquanto no todo do
parlamento ele é dominado pelo dinheiro,
né? quem manda mais é quem tem mais
dinheiro, quem tem muitos blocos, por
isso você tem a bancada do boi e etc e
tal, mas a pequena burguesia entra e
participa disso, né? É isso, é a
dinâmica de como que se estrutura eh
super estruturalmente à base da
infraestrutura capitalista, né? A partir
de uma democracia parlamentar.
Mesmo assim, não de forma pacífica e não
voluntária. A burguesia temia
mortalmente o sufrágio universal. Isso é
importante dizer. Porque quem era rico
mesmo sempre temeu
a o sufrágio universal, mas em última
instância conseguiu, com a ajuda de uma
combinação de medidas violentas
e concessões de privações e reformas,
subordinar no quadro da democracia
formal não apenas a pequena burguesia,
mas também a grande maioria, o do
proletariado, por meio de uma nova
pequena burguesia, a aristocracia
operária.
Em agosto de 1914, a burguesia
imperialista conseguiu, com os meios da
democracia parlamentar, levar milhões de
operários e camponeses à guerra. Nota: 4
de agosto de 1914, colapso da Segunda
Internacional, os representantes do
Partido Socialdemocrata alemão, no
hashtag votaram a favor do lançamento de
guerra dos governos imperialistas. No
mesmo dia, representantes do Partido
Socialista Francês fizeram o mesmo na
Câmara dos Deputados, o que gera a morte
de Dreifos, né? Tem um negócio desse que
é quando ele morre é que começa a
guerra. Bom, mas precisamente com a
guerra começa o declínio claro do
capitalismo e sobretudo de sua forma
democrática de dominação. Não se trata
mais de novas reformas e esmolas, mas de
reduzir e abolir as antigas. Com isso, a
burguesia entra em conflito não apenas
com as instituições da democracia
proletária, ou seja, os sindicatos, os
partidos políticos, mas também com a
democracia parlamentar, no âmbito da
qual surgiram as organizações
trabalhistas. Daí a campanha contra o
marxismo, por um lado, e contra o
parlamentarismo democrático, por outro.
Mas assim como as cúpulas da burguesia
liberal de sua época foram incapazes,
apesar apenas por suas próprias forças,
de se livrar do feudalismo, da monarquia
e da igreja, os magnatas do capital
financeiro são incapazes, por apenas por
suas forças de lidar com o proletariado.
Eles precisam do apoio da pequena
burguesia. Para isso, ela deve ser
instigada,
ponta de pé, mobilizada e armada,
como tentaram fazer no Brasil. Mas esse
método tem seus perigos. Embora faça uso
do fascismo, a burguesia, no entanto, o
teme. Pilzutsk forçado em maio de 1926 a
salvar a sociedade burguesa por meio de
um golpe de estado dirigido contra os
partidos tradicionais da burguesia
polonesa. A questão chegou a tal ponto
que o líder oficial do Partido Comunista
Polonês, o Vasque, que passou de Rosa
Luxemburgo, não para Len, mas para
Stalin, considerou o golpe de estado de
Pizutski o caminho da ditadura
democrática revolucionária e convocou os
trabalhadores a apoiarem Pusutsk, que
seria, vocês vão ver agora. Nota Joseph
Pizzutsku de 186
a 1935,
originalmente um socialista com visões
nacionalistas. Você vai ver aquele cara
da Brasil paralelo tentando dizer que
isso aqui é origem porque o fascismo é
de esquerda etc. tal. Tá? A mesma
história do do Mussolini, tá? Veio da
esquerda e tá bom. Originalmente um
socialista com visões nacionalistas, que
eu falo que nacionalismo sempre vai dar
em quê? Nacionalismo dentro do do
Partido Comunista vai dar sempre em quê,
gente? Que que vai dar sempre? Você pode
me dizer para mim aí, por favor, que
nacionalismo dentro do Partido Comunista
dá em qu sempre? Deu na Itália, deu na
Polônia, dá em quê? Sempre.
Originalmente, um socialista com visões
nacionalistas, em 1920 ele liderou as
forças antisoviéticas na Polônia. Em
1926, ele liderou um golpe de estado e
estabeleceu uma ditadura fascista.
Fask, amigo de Rosa Luxemburgo, ele
apoiou suas diferenças com os
bolchevics.
Quando a com interne zigzagueou pra
esquerda em sua fase do terceiro
período, Vasque foi rebaixado da
liderança do Partido Comunista Polonês,
mas não expulso. Ele desapareceu na URSS
durante a o grande espurgo de 1933, 38.
Rosa Luxemburgo, que de 1900 e viveu de
1870 a 1919, grande teórica líder
revolucionária, originalmente ativa no
movimento sindicalista de sua Polônia
natal. Ela mais tarde se tornou uma
líder da ala esquerda do partido
social-democrata alemão. Ela e Carl
Libnet eh foram presos por se oporem à
Primeira Guerra Mundial. Após sua
libertação, eles lideraram o Esparta eh
Espartacunsbund.
Espartacusbundo.
Ambos foram presos e assassinados
durante a revolução mal sucedida de
1919.
Na sessão da Comissão Polonesa do Comitê
Executivo da Internacional Comunista de
2 de julho de 1926, o autor destas
linhas disse sobre os eventos da
Polônia, abre aspas. Tomado como um
todo, o golpe de Putski é uma maneira
pequena burguesa e plebeia de resolver
os problemas candentes da sociedade
burguesa em seu estado de decomposição e
declínio. Já temos aqui semelhança
direta com o fascismo italiano.
Cadê? Eh, esse texto todo, né? Essas
duas correntes possuem indubitavelmente
características comuns. Recrutam suas
tropas de choque, antes de tudo, na
pequena burguesia. Tanto Pissutsk como
Mussolini trabalharam com meios
extraparlamentares, com violência
aberta, com métodos de guerra civil.
Ambos se preocupavam não com a
destruição, mas com a preservação da
sociedade burguesa. Enquanto puseram a
pequena burguesia de pé, alinharam-se
abertamente após a tomada do poder com a
grande burguesia. Involuntariamente,
surge aqui a generalização histórica que
nos lembra da avaliação feita por Marx
do jacobinismo como método plebeu de
acertar contas com os inimigos feudais
da burguesia. Isso ocorreu no período de
ascessão da burguesia. Agora, devemos
dizer, no período de declínio da
sociedade burguesa, a burguesia precisa
novamente do método plebeu para resolver
suas tarefas não mais progressistas, mas
inteiramente reacionárias. Nesse
sentido, o fascismo é uma caricatura do
jacobinismo.
A burguesia é incapaz de se manter no
poder por meios e métodos do Estado
parlamentar por ela criado. Precisa do
fascismo como uma arma de autodefesa,
pelo menos em casos críticos. No
entanto, a burguesia não gosta do método
plebeu de resolver suas tarefas. sempre
foi hostil ao jacobinismo, que abriu
caminho para o desenvolvimento da
sociedade burguesa com seu sangue. Os
fascistas estão imensamente mais
próximos da burguesia decadente do que
os jacobinos estavam na burguesia em
ascensão. No entanto, a burguesia sóbria
não vê com bons olhos nem mesmo o modo
fascista de resolver suas tarefas, pois
as concussões, embora sejam provocadas
no interesse da sociedade burguesa,
estão associadas a perigos para ela. Daí
a oposição entre o fascismo e os
partidos burgueses. A grande burguesia
gosta do fascismo tão pouco quanto os
homens com molares doloridos gosta de
ter dor dor ter os dentes arrancados. Os
círculos sóbrios da sociedade burguesa
acompanharam com receio o trabalho do
dentista Psutsk, mas em sua, em última
análise eh se conformaram com o
inevitável, ainda que com ameaças, com
trocas e todo tipo de barganha. Assim, o
ídolo de ontem da pequena burguesia se
transforma no jandarmo do capital.
Bom, a tentativa de Strock de demarcar o
local, o lugar histórico do fascismo
como um alívio político da socialdemoc
da socialdemocracia contapôs-se à teoria
do social fascismo. Já melhorou
bastante, né? Quer dizer, a princípio
poderia parecer uma estupidez
pretenciosa, fanfarrona, mas inofensiva.
Eventos subsequentes demonstraram a
influência perniciosa que a teoria
estalinista exerceu sobre todo o
desenvolvimento da internacional
comunista. Decorrerá do papel histórico
do jacobinismo, da democracia e do
fascismo, que a pequena burguesia está
condenada a permanecer como um
instrumento nas mãos do capital até o
fim de seus dias. Se assim fosse, a
ditadura do proletariado seria
impossível em vários países onde a
pequena burguesia constitui a maioria da
nação. E mais do que isso, seria
extremamente difícil em outros países
onde a pequena burguesia representa uma
minoria importante. Felizmente as coisas
não são assim. A experiência da Comuna
de Paris, a primeira ditadura do
proletariado, de 18 de março de 1871,
mostrou pela primeira vez, pelo menos
dentro dos limit,
eh assim como a experiência da revolução
de outubro, a revolução russa de 1917,
mostrou depois dela em uma escala muito
maior e por um período incomparavelmente
mais longo que a aliança da pequena
burguesia e da da grande burguesia não é
insolúvel. Como a pequena burguesia é
incapaz de uma política independente, é
também por isso que a ditadura
democrática pequenobguesa é
irrealizável. Não lhe resta outra
escolha senão aquela entre a burguesia e
o proletariado.
Na época da ascensão, do crescimento e
do florescimento do, aliás, isso aqui
explica o negócio do do do Gustavo
Gaiofato, que ele falou aquela besteira,
etc e tal. Não é que o o motorista de
Uber ele é pequeno burguês, como tentou
dizer o Gufato. É porque a pequena
burguesia que faz jornal, que faz
YouTube, que faz TikTok, ela consegue
mobilizar também quem é trabalhador, né?
E aí às vezes ela consegue deslocar.
Então o problema é que essa pequena
burguesia ela constrói os meios de
comunicação, né? Então eu ten que puxar
a pequena burguesia pro lado do
proletariado, porque quando ela tiver
colada junto com a a o grande capital,
quando ela tiver achando que ela é uma
referência pro grande capital, ela vai
reproduzir discurso que depois vai ser
reproduzido dentro da casa trabalhadora.
É bem simples de responder do ponto de
vista técnico aquele erro gruiro do
Gfato.
Ã, na época de ascensão, do crescimento
e do florescimento do capitalismo, a
pequena burguesia, apesar dos surtos
agudos de desse contentamento,
geralmente marchava obediente sob o
comando capitalista e não podia fazer
outra coisa. Mas nas condições de
desintegração capitalista e do impasse
na situação econômica, a pequena
burguesia se esforça, busca, tenta se
libertar dos grilhões dos velhos seiores
e governantes da sociedade. Essa é
perfeitamente capaz de ligar seus
destinos ao ao do proletariado. Para
isso basta uma coisa: a pequena
burguesia deve adquirir fé na capacidade
do proletariado, que é uma coisa que eu
falo o tempo todo, né? Tem, a gente tem
que convencer esses meninos do do da
universidade a acreditar no trabalhador,
mas eles não acreditam porque eles
querem ser substitucionistas. Enfim, S
Machado tem razão sempre. Enfim, a
pequena burguesia deve adquirir fé na
capacidade do proletariado de conduzir a
sociedade por um novo caminho. O
proletariado só pode inspirar essa fé
por sua força, pela firmeza de suas
ações, por uma ofensiva hábil contra o
inimigo, pelo sucesso de sua política
revolucionária. Mas aí, se o Partido
Revolucionário não estiver à altura da
situação,
é a luta diária do proletário agusta a
instabilidade da sociedade burguesa. As
greves e os distúrbios políticos agravam
a situação econômica do país. A pequena
burguesia poderia se conformar
temporariamente com as crescentes
privações se chegasse pela experiência a
convicção de que o proletariado está em
condições de conduzi-la por um novo
caminho. Mas se o Partido
Revolucionário, apesar de uma luta de
classe
se tor se tornar incessantemente mais
acetuado, se mostra repetidamente
incapaz de unir uma Kombi em torno dele,
se vacila, se confunde, se contradiz.
Então, a pequena burguesia perde a
paciência e começa a considerar os
trabalhadores revolucionários como
responsáveis por sua própria miséria.
Todos os partidos burgueses, incluindo a
social-democracia, votam seus
pensamentos exatamente nessa direção.
Quando a crise social assume uma
gravidade intolerável, um partido
específico entra em cena com o objetivo
direto de agitar a pequena burguesia até
a exaustão em São Paulo e direcionar seu
ódio e desespero contra o proletariado.
Na Alemanha, essa função histórica é
cumprida pelo nacional socialismo,
naismo, uma corrente ampla, cuja
ideologia é composta de todos os vapores
pútridos da sociedade burguesa em
desintegração.
O colapso da democracia burguesa, de
onde vem a França? 1934.
Após a guerra, uma série de revoluções
brilhantemente vitoriosas ocorreram na
Rússia, Alemanha, Austri-Hungria e mais
tarde na Espanha. Por isso que eu
discuto bastante aquela aquela, né, que
a gente acabou de ler. Eh, por isso que
eu discuto o tempo inteiro essa tese
furada de que youtuber é proletário, tá?
Youtuber é pequena burguesia, tá, gente?
Youtuber é pequena burguesia e uma
função importante é virar o os youtubers
da pequena burguesia. e os consumidores
de youtubers que são muito
pequenurgueses, virar para apoiar a
organização da classe trabalhadora. É,
esse é o material que a gente devia
estar produzindo aqui na internet, virar
o universitário, virar o youtuber para
apoiar a organização da classe
trabalhadora e não achar que o youtuber
é o proletário. Ah, eu sou um
proletário. Os cara ganha 5.000 conos,
8.000 conta. Assim, é um absurdo
completo que tá acontecendo, porque é o
substitucionismo, né? O Gustavo Machado
avisou bem. do substitucionismo.
Bom, ã, então, após a guerra, uma série
de revoluções brilhantes, vitoriosas
ocorreram na Rússia, na Alemanha,
Austria-Hungria e mais tarde na Espanha.
Mas foi somente na Rússia que o
proletariado tomou o poder total em suas
mãos, expropriou seus exploradores e
soube como criar e manter um estado
operário. Em todos os outros lugares, o
operariado, apesar de sua vitória, parou
no meio do caminho devido aos erros da
sua liderança. Como resultado, o poder
escapou de suas mãos, mudou da esquerda
pra direita e caiu nas garras do
fascismo. Em uma série de outros países,
o poder passou para as mãos de uma
ditadura militar. Em nenhum lugar, os
parlamentos foram capazes de reconciliar
as contradições de classe e assegurar o
desenvolvimento pacífico dos eventos. Os
conflitos foram resolvidos de armas na
mão. Durante muito tempo, o povo francês
acreditou que o fascismo não tinha nada
a ver com eles. Eles tinham uma
república na qual todas as questões eram
resolvidas pelo povo soberano
através do sufrágio universal. Mas em 6
de fevereiro de 1934, milhares de
fascistas e monarquistas armados com
revólver, cassetetes e navalhas
impuseram ao país o governo reacionário
de Dumk,
sob cuja proteção os bandos fascistas
continuaram a crescer e a se armar. O
que nos reserva amanhã? Nota: Gaston
Dumerg, premier bonapartista da França,
sucedeu a Eduard Daladi.
O governo de Daladier caiu no dia
seguinte aos tomudos fascistas de 6 de
fevereiro de 1934.
É claro que na França, como em alguns
outros países europeus, Inglaterra,
Bélgica, Holanda, Suíça, países
candidavos, ainda existem parlamentos,
eleições, liberdades democráticas ou
seus resquícios. Mas em todos esses
países as mesmas leis históricas operam.
É, tem leis históricas, né? Tem le
mesmas leis históricas operam as leis do
declínio capitalista. Se os meios de
produção permanecerem nas mãos de um
pequeno número de capitalistas, não há
saída para a sociedade. Ela está
condenada a ir de crise em crise, da
necessidade à miséria, de mal a pior.
Nos vários países, decreptude e a
desintegração do capitalismo se
expressam em diversas formas e em ritmos
desiguais. é outra lei, a lei dos ritmos
desiguais. É importante conhecê-lo. Mas
as características básicas do processo
são as mesmas em todos os lugares. A
burguesia está levando sua sociedade à
falência completa. Ela não é capaz de
garantir ao povo nem pão nem paz. É
precisamente por isso que não pode mais
eh tolerar a ordem democrática. Ela é
forçada a esmagar os operários e
camponeses pelo uso da violência. O
descontentamento dos operários e
camponeses, no entanto, não pode ser
eliminado apenas pela polícia. Além
disso, muitas vezes é impossível fazer o
exército marchar contra o povo. Começa
pela desintegração e termina com a
passagem de uma grande parte dos
soldados para o lado do povo. E é por
isso que o capital financeiro é obrigado
a criar grupos armados especiais
treinados para lutar contra os
trabalhadores, assim como certas raças
de cães são treinados para caçar. A
função histórica do fascismo é esmagar a
classe trabalhadora, destruir as suas
organizações e sufocar as liberdades
políticas quando os capitalistas se vem
incapazes de governar e dominar com a
ajuda da máquina democrática. Os
fascistas encontram o seu material
humano, principalmente na pequena
burguesia. Esta foi completamente
arruinada pelo grande capital. Não há
saída para ela na atual ordem social,
mas ela não conhece outra. Sua
insatisfação, indignação e manipulação
pelo safata e desespero são desviados
pelos fascistas para longe do grande
capital e contra os trabalhadores.
Pode-se dizer que o fascismo é o ato de
colocar a pequena burguesia à disposição
de seus inimigos mais ferrhos. Dessa
forma, o grande capital arruína as
classes médias e então, com a ajuda da
demagogia fascista, contratados, incita
a pequena burguesia desesperada contra
os trabalhadores. O regime burguês só
pode ser preservado por meio de
assassinos como esses. Por quanto tempo?
Até que seja derrubado pela revolução
proletária.
A pequena burguesia tem medo da
revolução. De onde vem a França?
Ah,
né, do do da revista Onde vem a França,
em 1934.
Os cretinos parlamentares, que se
consideram conhecedores do povo, gostam
de repetir, abre aspas. Não se deve
assustar as classe médias com
revoluções. Elas não gostam de extremos.
Fecha aspas. Em sua forma geral, essa
afirmação é absolutamente falsa.
Naturalmente, o pequeno empresário
prefere a ordem enquanto os negócios
estiverem indo bem e enquanto eh ele
espera que amanhã tudo ocorra melhor.
Mas quando essa esperança se perde, ele
se enfurece muito facilmente e está
pronto para se entregar às medidas mais
extremas. De outra forma, como poderia
ter derrubado o Estado democrático e
levado o fascismo ao poder na Itália e
na Alemanha.
A pequena burguesia desesperada vê no
fascismo, acima de tudo, uma força de
combate contra o grande capital, né, os
globalistas e tal. E acredita que, ao
contrário dos partidos da classe
trabalhadora que lidam apenas com
palavras, o fascismo usará a força para
estabelecer mais justiça. O judiciário
não peça para nada, os, né, roubaram meu
celular e etc. Tá? O camponês e o
artesão são, à sua maneira realistas.
Eles entendem que não se pode prescindir
do uso da força. É falso, talvez três
vezes falso, afirmar que a pequena
burguesia atual não se filia aos
partidos operários por meio de medidas
extremas. Muito pelo contrário, a
pequena burguesia de base, suas grandes
massas só enxerga nos partidos operários
máquinas parlamentares.
Não acreditam na força deles, nem na sua
capacidade de luta, nem na sua
prontidão, desta vez para conduzir a
luta até o fim.
E se assim for, vale a pena o esforço de
substituir os representantes
capitalistas democráticos por seus
confrates parlamentares de esquerda.
É assim que se sente o proletariado
semexplorado, arruinado e descontente.
Sem a compreensão dessa psicologia dos
camponeses, artesãos, empregados,
pequenos funcionários, etc. Uma
psicologia que decorre da crise social,
é impossível elaborar uma política
correta. A política burguesa, a pequena
burguesia é economicamente dependente e
politicamente atomizada. É por isso que
não pode conduzir uma política
independente. Precisa de um líder que
lhe inspire confiança. Essa liderança
individual ou coletiva, isto é, um
personagem ou partido, pode ser lhe dada
por uma ou outras das classes
fundamentais, ou seja, a burguesia de
verdade, né, ou o proletariado. Então,
tem uma, isso que você, que eu gostaria
que vocês entendessem no discurso de
trotsk aqui tem uma fala que a pequena
burguesia para onde ela pender, fodeu,
certo? Se a pequena burguesia ela pende
pro fascismo, fodeu. Se a se a pequena
burguesia pende paraa organização da
classe trabalhadora, aí há uma chance. O
fascismo desata e armas as massas
dispersas. E arma as massas dispersas.
do pó humano, organiza destacamentos de
combate. Assim, dá a pequena burguesia a
ilusão de ser uma força independente.
Começa a imaginar que realmente
comandará o Estado. Não é de se
estranhar que essas ilusões e esperanças
façam a pequena burguesia virar a
cabeça. Mas a pequena burguesia também
pode encontrar um líder no proletariado.
Isso foi demonstrado na Rússia e em
parte na Espanha, na Itália, na Alemanha
e na Áustria. A pequena burguesia
gravitou nessa direção.
Os partidos do proletariado não
estiveram à altura de sua tarefa
histórica. Para trazer a pequena
burguesia para o seu lado, o
proletariado precisa conquistar sua
confiança e para isso precisa confiar em
sua própria força. Deve ter um programa
de ação claro e estar pronto para lutar
pelo poder por todos os meios possíveis,
temperado por seu Partido Revolucionário
para uma luta decisiva implacável. O
proletariado diz aos camponeses e a
pequena burguesia das cidades, abre
aspas. Estamos lutando pelo poder aqui,
ó, o nosso programa. Estamos prontos
para discutir com vocês neste programa.
Usaremos a violência apenas contra o
grande capital e os seus lacaios, mas
não contra você do Jeep Renegade.
Ah, trabalhadores, desejamos concluir
uma aliança com uma base eh bem um
programa bem claro. Olha o que a gente
quer isso. Vai fazer assado. Não vai. é
doido. Os camponeses entenderão essa
linguagem, só que precisam ter fé na
capacidade do proletariado de tomar o
poder. Mas para isso é necessário
expurgar
a frente única de todo equívoco, de toda
indecisão, de todas as frentes vazias. É
necessário compreender a situação e
colocar-se seriamente no caminho
revolucionário.
A milícia operária e seus oponentes do
jornal do periódico Onde vem a França,
194.
Para lutar é necessário conservar e
fortalecer os instrumentos e os meios de
luta, organizações, imprensas, reuniões,
etc. O fracismo na França ameaça tudo
isso direta imediatamente. Ainda é fraco
demais para a luta direta pelo poder,
mas é forte o suficiente para tentar
derrotar as organizações da classe
trabalhadora aos poucos, moderar seus
ataques e disseminar o desânimo e a
falta de confiança em suas forças nas
fileiras dos trabalhadores. O fascismo
encontra ajudantes inconscientes em
todos aqueles que dizem que a luta
física é inadmissível ou sem esperança e
exigem o dom e o desarmamento de sua
guarda fascista. Nada é tão perigoso
para o proletariado, especialmente na
situação atual, quanto o veneno
açucarado das falsas esperanças. Nada
aumenta tanto a insolência dos fascistas
quanto o pacifismo flácido das
organizações operárias. Nada destrói
tanto a confiança das classes médias na
classe trabalhadora, quanto a
contemporização, a passividade e a
ausência de vontade de lutar. lá
popular, o jornal do Partido Socialista,
especialmente o Lumanit, o jornal do
Partido Comunista, escrevem todos os
dias: “A frente úna é uma, a frente
Única é uma barreira contra o fascismo.
A frente única não permitirá, os
fascistas não passarão.”
Essas são frases, de fato. São são
frases.
Se você verificar de de, né? Se você
verificar direitinho, de fato, são
frases, existem frases ali. É necessário
dizer diretamente aos trabalhadores
socialistas e comunistas: “Não se deixem
iludir pelas frases de jornalistas e
oradores superficiais responsáveis. É
uma questão de nossas cabeças e do
futuro do socialismo. Não é que neguemos
a importante a importância da Frente
única. Nós a exigimos quando os líderes
de ambos os partidos se opuserem. A
Frente única abre inúmeras
possibilidades, mas nada mais. Em si
mesmo, a Frente única não decide nada,
somente a luta das massas decide. A
Frente Única revelará seu valor quando
destacar destacamentos comunistas vierem
auxílio de destacamentos socialistas de
verdade e vice-versa. No caso de um
ataque dos bandos fascistas contra um ou
contra outro, contra o eh popular ou
contra o Lumnit. Mas para isso,
destacamentos de combate proletários
devem existir e ser educados, treinados
e armados. E se não houver uma
organização de defesa, ou seja, uma
milícia operária, seja no Le Popular ou
no no MNT, poderão escrever quantos
artigos quiserem sobre a onipotência da
Frente única, mas os dois jornais se
encontrarão indefesos diante do primeiro
ataque bem preparado dos fascistas.
Propomos fazer um estudo crítico dos
argumentos das teorias dos opositores da
milícia operária, que são muito
numerosos e influentes nos dois partidos
operários. Precisamos de autodefesa em
massa e não de milícia, frequentemente
nos dizem. Mas o que é essa autodefesa
de massas? Sem organizações de combate,
sem quadros especializados, sem armas,
sem nada. Entregar a defesa contra o
fascismo a massas desorganizadas e
despreparadas, abandonadas a si mesmas,
seria desempenhar um papel
incomparavelmente inferior ao de Pôcio
Piratos. Negar o papel de milícias é
negar o papel da vanguarda. Então, por
que um partido? Sem o apoio das massas,
a milícia não é nada. Mas sem os
destacamentos de combate organizado, as
massas são heróicas. Mais heróicas serão
esmagadas aos poucos pelas gangs
fascistas. É um absurdo ou poror a
milícia a autode. O que eu quero chamar
a atenção de vocês nesse texto
especificamente é que veja só, você
percebe que isso aqui nem tá em questão
porque nem tem uma combi juntada.
Vocês notam que não tem nenhuma combi
juntada para falar disso aqui? Enfim, a
milícia é um órgão de autodefesa. Apesar
apelar à organização de uma milícia,
dizem alguns opositores que certamente
são os mesmos sérios e honestos, é fazer
provocação. Isso não é um argumento, mas
um insulto. Se a necessidade de defesa
das organizações operárias decorre de
toda a situação, como então não se pode
exigir a criação da milícia? Talvez
queiram dizer que a criação da milícia
provoca taxfascistas e repressão
governamental. Nesse caso, este é um
argumento absolutamente reacionário. O
liberalismo sempre disse aos
trabalhadores que com sua luta de
classes eles provocam a reação. Os
reformistas repetiram essa acusação
contra os marxistas, os mexeviques
contra os bolchevicas. As acusações se
reduziram em última análise à profunda
ideia de que se os oprimidos não se
opuserem, os opressores não serão
obrigados a espancá-los. Essa é a
filosofia de Tostó e de Gand, mas nunca
de Marx e de Lei. Se Lumenit quiser
Daravante desenvolver a doutrina da não
resistência ao mal pela violência,
deveria tomar como símbolo não a fo
martelo, emblema da revolução de
outubro, mas a cabra piedosa que fornece
leite a gândio. Abre aspas. Mas o
armamento dos trabalhadores só é
oportuno numa situação revolucionária
que ainda não existe. Fecha aspas. Esse
argumento profundo significa que os
trabalhadores devem deixar se deixar
massacrar até que a situação se torne
revolucionária. Aqueles que ontem
pregavam o terceiro período não querem
ver o que está acontecendo diante dos
seus olhos. A questão das armas em si só
surgiu porque a situação pacífica,
normal, democrática, já deu lugar há
muito tempo a uma situação tempestuosa,
crítica e instável, que pode se
transformar tanto em uma situação
revolucionária quanto contra
revolucionária. Nota o terceiro período,
de acordo com o esquema estalinista,
esse foi o período final do capitalismo,
não foi, né? O período de sua iminente
decadência e substituição pelos. O
período é notável pelas táticas
ultraesquerdistas e aventureiras dos
comunistas, notadamente o conceito de
social fascismo.
Bom, essa alternativa depende sobretudo
de se os trabalhadores avançados se
deixarão atacar impunmente, derrotar
pouco a pouco ou se apoderarão a cada
golpe com dois dos seus, despertando a
coragem dos oprimidos e unindo-os em
torno de sua bandeira. Uma situação
revolucionária não cai do céu. Ela se
concretiza com a participação ativa da
classe revolucionária e de seu partido.
Os estalinistas franceses agora
argumentam que a milícia não salvou o
proletariado alemão da derrota. Ontem
mesmo negavam completamente qualquer
derrota na Alemanha e afirmavam que a
política dos estalinistas alemães estava
correta do começo ao fim. Hoje eles vem
todo mal na milícia operária alemã, a
Rutfront. Isto é, combatentes da Frente
Vermelha, milícia dominada pelos
comunistas, banida pelo governo
social-democrata após os motins de
primeiro de maio de Berlim de 1929.
Assim, de um erro ca em outro
diametralmente oposto, não menos
monstruoso. A milícia, por si só, não
resolve a questão. Uma política correta
é necessária. Enquanto isso, a política
do estalinismo na Alemanha, o social
fascismo é o principal inimigo. Fecha
aspas, a cisão dos nos sindicatos, o
flirt nacionalismo, o golpismo levaram
fatalmente ao isolamento da vanguarda
proletária e ao seu naufrágio. com uma
estratégia totalmente inútil, nenhuma
milícia poderia ter salvo a situação,
né? É um absurdo dizer que em si mesma a
organização da milícia leva aventuras,
provoca o inimigo, substitui a luta
política pela luta física, etc. Em todas
essas frases, não há nada além de
covardia política. A milícia como
organização forte de eh da vanguarda é
de fato a defesa mais segura contra as
aventuras, contra o terrorismo
individual, contra as eh explosões
espontâneas e e sangrentas. O que ele tá
dizendo? Milícia não é igual o Rio de
Janeiro, não, tá gente? Ah, coloca os
cara com Não. Ele tá dizendo assim, ó:
“Você tem uma organização trabalhista,
você tem um sindicato, o sindicato vai
ser invadido, a galera lá tem que tá
armada”. É isso.
A milícia é ao mesmo tempo a a única
forma séria de reduzir o mínimo a guerra
civil que o fascismo impõe ao
proletariado. Se os trabalhadores,
apesar da ausência de uma situação
revolucionária, ocasionalmente
corrigirem os patriotas, filhinhos de
papai à sua maneira, o recrutamento de
novos bandos fascistas se tornará
incommensuraavelmente mais difícil. Mas
aqui os estrategistas, lembrando, né,
que o fascismo e todo mundo enxergava,
era um negócio de juventude, né?
Mas aqui os estrategistas enredados em
seu próprio raciocínio apresentam contra
nós argumentos ainda mais estup
estupefacientes.
Citemos textualmente, abre aspas. Se
respondermos aos tiros de revólver dos
fascistas com outros tiros de revólver,
fecha aspas, escreve Lumnit em 23 de
outubro de 1934, abre aspas, perderemos
de vista o fato de que o fascismo é o
produto do regime capitalista.
e que ao lutar contra o fascismo, é o
fascismo, é tudo o que o é todo o
sistema que enfrentaremos. Fechado. É
difícil acumular em poucas linhas mais
confusão ou mais erros. É impossível
defender-se dos fascistas porque eles
são um produto do regime capitalista.
Isso significa que temos que renunciar a
toda luta, pois todos os males sociais
contemporâneos são produtos do sistema
capitalista.
Quanto quando os fascistas matam um
revolucionário ou incendeiam um prédio,
um jornal proletariado, os trabalhadores
devem suspirar filosoficamente: ai mim,
assassinatos e incêndios criminosos são
produtos do sistema capitalista e voltar
para casa com a consciência tranquila. A
prostração fatalista substitui a teoria
militante de Marx em benefício exclusivo
do inimigo de classe. A ruína da pequena
burguesia é naturalmente produto do
capitalismo. O crescimento dos bandos
fascistas é por sua vez produto da ruína
da pequena burguesia. Mas por outro
lado, o aumento da miséria e a revolta
do proletariado também são produto do
capitalismo. E a milícia, por sua vez,
né, você armar as pessoas no sindicato
quando ele tá sendo ameaçado, ser
invadido, é produto do acerramento da
luta de classe. Porque então para os
marxistas da Lumanit, os bandos
fascistas são o produto legítimo do
capitalismo e a milícia operária o
produto legítimo dos trotquistas. É
impossível entender isso. Temos que
lidar com todo o sistema, nos dizem,
como sobre as cabeças dos seres humanos.
Os fascistas nos diferentes países
começaram com os seus revólver e
terminaram destruindo todo o sistema de
organizações operárias. De que outra
forma conter a ofensiva armada do
inimigo se não por uma defesa armada
para por nossa vez passar a ofensiva. A
humanidade agora admite a defesa verbal,
mas apenas de forma de autodefesa em
massa. A milícia, a humanidade é o
lamit, né? O lamunit admite a defesa
verbal, mas apenas de forma de
autodefesa de massa. A milícia é
prejudicial por, veja bem, separa os
destacamentos de combate das massas. Mas
por que então existem destacamentos
armados independentes entre os fascistas
que não estão isolados das massas
reacionárias, mas que, ao contrário,
despertam a coragem e encorajam com seus
ataques bem organizados? Ou talvez a
massa proletária seja inferior em
quantidade compatível à pequena
burguesia desclassificada.
H, desesperadamente emaranhada, a
Lumanit
finalmente eh começa a hesitar. Parece
que a autodefesa em massa requer a
criação de grupos de autodefesa.
No lugar da milícia rejeitada, grupos de
destacamento especiais são propostos. A
primeira vista parece haver a eh uma
diferença apenas no nome. Certamente o
nome proposto pela Lumanit não significa
nada. Pode-se falar de autodefesa em
massa, mas é impossível falar de grupos
de autodefesa, uma vez que o o propósito
dos grupos não é defender a si mesmo,
mas organização dos trabalhadores. No
entanto, não é obviamente uma questão de
nome, né, gente? Não é uma questão de
palavrinha, né? Os grupos de autodefesa,
de acordo com lait devem renunciar ao
uso das armas para não criar o putismo,
não cair no putismo. Esses sábios tratam
a classe trabalhadora como criança
sempre,
que não deve ter permissão para segurar
uma navalha em suas mãos. As navalhas,
aliás, são monopólio, como sabemos, dos
camelot do Ruá, né? Os monarquistas
franceses agrupados em torno do jornal
chamado do jornal de Charles Mor Moh
Charles Morrhá, acion frances,
ã, que era violentamente
antidemocrático, e são legítimos produto
do capitalismo e que com a ajuda das
navalhas derrubaram o sistema da
democracia. De qualquer forma, como os
grupos de autodefesa vão se defender do
dos revólveres dos fascistas, que eles
estão atirando ideologicamente, é claro.
Em outras palavras, eles podem se
esconder, não tendo o que precisam em
suas mãos, eles terão que buscar
autodefesa em seus pés e os fascistas,
entretanto, saquearão as organizações de
trabalhadores impunimento. Mas se o
proletário sofrer uma derrota terrível,
ele não terá sido culpado pelo de
golpismo. Essa tagarelis produlenta
desfilando sobre a barra do bolchevismo,
desperta apenas repulso e óleo. Durante
o terceiro, o terceiro período, né, o
chamado terceiro período de feliz
memória, quando os estrategistas de
Luminit eram acometidos pelo delírio das
barricadas, conquistavam as ruas todos
os dias e rotulavam como socialfascistas
todos aqueles que não acompan
compartilhavam as suas extravagâncias.
Previmos, no momento em que esses
senhores queimarem a ponta dos dedos, se
tornarão os piores oportunistas.
Essa previsão agora foi completamente
confirmada. Numa época em que dentro do
Partido Socialista o movimento a favor
da milícia cresce e se fortalece, os
líderes do chamado Partido Comunista
correm para a Mangueira para esfriar o
desejo dos trabalhadores avançados de se
organizarem em colunas de combate.
Pode-se imaginar uma obra mais
desmoralizante ou mais condenatória do
que essa, né? Na hora que é para colocar
máscara na cara e quebrar vidro de banco
para tomar bala de borracha, tudo bem.
Mas quando é para organizar a classe
trabalhadora de verdade, né?
Veja bem, nas suas fileiras do Partido
Socialista, às vezes ouve-se esta
objeção. É preciso formar uma milícia,
mas não há necessidade de gritar sobre
isso. OK? Só podemos felicitar os
camaradas que desejam proteger o lado
prático da questão de olhos e ouvidos
curiosos, mas seria a ingenuidade demais
pensar que uma milícia pudesse ser
criadas escondidas e secretamente entre
quatro paredes no WhatsApp. Precisamos
de dezenas e depois centenas e milhares
de combatentes. Eles só virão se milhões
de trabalhadores e trabalhadoras e por
trás deles os camponeses compreenderem a
necessidade da milícia e criarem em
torno dos voluntários uma atmosfera de
ardente simpatia e apoio ativo. A
conspiração pode e deve envolver apenas
o aspecto técnico da questão. A campanha
política deve ser desenvolvida
abertamente em reuniões, fábricas nas
ruas e praças públicas.
Os quadros fundamentais da milícia devem
ser os operários e não o menino de DCE
que coloca a máscara de
vou quebrar o mundo. Agrupados por local
de trabalho que se conhecem e sejam
capazes de proteger. Então é uma coisa
organizada, não é uma coisa de ó meu
Deus, vou pegar dois caras com a arma,
né? É pr as pessoas se protegerem, né?
você faz parte de um negócio do MST e
tal e a galera ataca aquele negócio, tem
que tá armado para se defender. Tem que
tá armado para se defender. É isso que
ele tá falando. E sejam capazes de
proteger seus destacamentos de combate
contra as provocações de agentes
inimigos com muito mais facilidade e
segurança do que os burocratas mais
graduados. Estados maiores
conspiradores, sem uma mobilização
aberta das massas, permanecerão
importantes no ar do momento do perigo.
Toda organização de classe trabalhadora
deve se lançar nessa tarefa, nessa
questão. Não pode haver linha de
demarcação entre os partidos de classe
trabalhadora e os sindicatos. De mãos
dadas, eles devem mobilizar as massas. O
sucesso da milícia popular estará então
plenamente assegurado.
Mas onde os trabalhadores vão conseguir
armas? objetam realistas sóbrios, isto
é, os filisteus assustados. O inimigo
tem rifles, canhões, tanques, gás e
aviões. Os trabalhadores têm algumas
centenas de revólver e canivetes. Nessa
objeção, tudo se acumula para assustar
os trabalhadores. Por um lado, nossos
sábios identificam as armas dos
fascistas como armamento de estado. Por
outro, voltam-se para o estado e exigem
que este desarme fascistas. Uma lógica
notável. De fato, sua posição é falsa em
ambos os casos. Na França, os fascistas
ainda estão longe de controlar o Estado.
Em 6 de fevereiro, entraram em conflito
armado com a Polícia Estadual. É por
isso que é falso falar de canhões e
tanques quando se trata da luta armada
imediata contra os fascistas, que é um
monte de jovem maluco. Os fascistas, é
claro, são mais ricos do que nós, classe
média e tal. é mais fácil para eles
comprar armas, mas os trabalhadores são
tão numerosos, mais determinados, mais
devotados,
quanto tem consciência de uma firme, né,
na medida em que eles têm uma
consciência de uma liderança
revolucionária. Além de outras fontes,
os trabalhadores podem se armar às
custas dos fascistas, desarmando-as
sistematicamente. Esta é uma das formas
mais sérias de luta contra o fascismo.
Quando os arsenais dos trabalhadores
começarem a se acumular as custas dos
depósitos de armas fascistas, os bancos
e trustes serão mais prudentes no
financiamento do armamento de seus
guardas assassinos. Seria até possível
nesse caso, mas não somente neste caso,
que as autoridades alarmadas começassem
realmente a impedir o armamento dos
fascistas, a fim de não fornecer fontes
adicionais de armas para os
trabalhadores. Sabemos há muito tempo
que somente uma tática revolucionária
gera como subproduto reformas e
concessões por parte, ou seja, como é,
Pedro, qual é a tática? Organiza os
trabalhadores, pô. Organiza o
trabalhador é por mim, não é disputa
parlamentar.
Mas como desarmar os fascistas?
Naturalmente é impossível fazê-lo apenas
com os artigos de jornal. É preciso
criar esquadrões de combate, é preciso
estabelecer serviços de inteligência,
milhares de informantes e ajudantes
amigáveis se voltaria eh se voltariam de
todos os lados quando perceberem que o
assunto foi levado a sério por nós. É
preciso vontade de agir proletariamente,
mas as armas dos fascistas não são
naturalmente a a única fonte. Na França
há mais de 1 milhão de trabalhadores
organizados. No Brasil se tiver 10.000,
não tô exagerando. Mas vamos lá. Em
geral, esse pequeno, esse número é
pequeno, tá? Esse, esse número é
pequeno. 1 milhão. É pequeno. 1 milhão.
Em geral, esse número é pequeno, mas é
inteiramente suficiente para iniciar a
organização de uma milícia operária. Se
os partidos de e sindicatos armassem
apenas um déo de seus membros, isso já
representaria uma força de 100.000
homens. Não há dúvida de que o número de
voluntários que se apresentariam no dia
seguinte a um apelo da Frente Única por
uma milícia operária excederia em muito
esse número. As contribuições dos
partidos e sindicatos, as coas e as
subscrições voluntárias permitiriam em
um ou dois meses assegurar o armamento
de 100.000 a 200.000 combatentes da
classe trabalhador. A a pleb fascista
imediatamente esconderia o rabo entre as
pernas. toda a perspectiva de
desenvolvimento se tornaria
incomparavelmente mais favorável.
Invocar a ausência de armas ou outras
razões objetivas para explicar porque
até agora não houve nenhuma tentativa de
criar uma milícia é enganar a si mesmo e
aos outros. O principal obstáculo pode
se dizer, lembrando que isso aqui é o
contexto francês, tá? São francês
francês. Tô dizendo que é pra gente
fazer igual, não. A gente tá lendo texto
de história, tá?
O principal obstáculo, pode-se dizer o
único obstáculo, tem suas raízes no
caráter conservador e passivo
dos líderes das organizações operárias.
Os céticos, que são líderes, não
acreditam na força do proletariado. Eles
depositam suas esperanças em todos os
tipos de milagres vindos de cima.
Em vez de dar uma saída revolucionári as
energias que pulsam abaixo. Os
trabalhadores socialistas devem obrigar
seus líderes a passar imediatamente para
a criação de milícias operárias ou então
dar lugar a forças mais jovens e
vigorosas. Uma greve eh é inconcebível,
sem propaganda e sem agitação. Também é
inconcebível, sem piquetes, que quando
podem usem a usam a persuasão, mas
quando obrigados à força. A greve é a
forma mais elementar da luta de classe,
que sempre combina em proporções
variáveis, métodos ideológicos com
métodos físicos. A luta contra o
fascismo é basicamente uma luta política
que precisa de uma milícia, assim como a
greve precisa de piquetes, né? Em
momento de de de paz, greve e piquete.
Momento de fascismo, na rua da porrada,
precisa de milícia. É isso que ele tá
dizendo, tá? A gente não tá nessa
situação aqui no Brasil, não, tá?
Importante destacar isso. Basicamente, o
piquete é o embrião da milícia operária.
Piquete é importante. Quem pensa em
renunciar à luta física deve renunciar a
toda luta, pois o espírito não vive sem
a carne. Seguindo a esplêndida frase do
grande teórico militar Clos. Ah, a
guerra é a continuição da política por
outros meios. Essa definição também se
aplica plenamente à guerra civil. é
inadmissível por uma a outra, visto que
é impossível conter a vontade à luta
política quando ela se transforma por
força de uma necessidade em luta
política. O dever de um partido
revolucionário é prever a tempo
a a inevitabilidade da transformação da
política em conflito amado aberto e
quando todas as suas forças prepararse
para esse momento. Assim como as classes
dominantes estão se preparando. Os
destacamentos de milícias para a defesa
dos trabalhadores, contudo o fascismo,
são o principal passo no caminho para o
armamento do proletariado, não o último.
Nosso lema é arma e o proletariado e os
e os campones revolucionários.
A milícia operária deve, em última
análise, abarcar todos os trabalhadores.
A implementação completa desse programa
só seria só seria possível em um estado
operário para cujas mãos passassem todos
os meios de produção e consequentemente
também todos os meios de destruição, ou
seja, todas as armas e as fábricas que
se produzem. No entanto, é impossível
chegar a um estado operário de mãos
vazias. Só invalido, eh, inválidos
políticos como Renald
eh pode falar de um caminho pacífico e
constitucional para o socialismo. O
caminho constitucional é cortado por
trincheiras mantidas pelos bandos
fascistas. Há muitas trincheiras à nossa
frente. A burguesia não hesitará em
recorrer a uma dúzeia de golpes de
estado com o auxílio da polícia e do
exército para impedir que o proletariado
chegue ao poder. Pierre Rod Renodell.
Pierre Renodell, 1871 a 1935, antes da
Primeira Guerra Mundial, braço direito
do líder socialista Jean Joré e editor
do Lumanit. Durante a guerra, um social
patriota de direita. Na época, na década
de 1930, ele e Marcel de D de Marcel de
lideraram a tendência revisionista
neossocialista.
rejeitava rejeitada na convenção de
julho de 1933. Esta tendência se separou
do Partido Socialista. Após os
distúrbios fascistas de 6 de fevereiro
de 1934, a maioria dos Nels
Partido Radical
e com Inescub.
Ah, o principal partido do capitalismo
francês.
Ã, um estado socialista dos
trabalhadores só pode ser criado por uma
revolução vitoriosa. Toda revolução é
preparada pela marcha do desenvolvimento
econômico e político, mas é sempre
decidida por conflitos armados abertos
entre classes hostis. Uma vitória
revolucionária só se torna possível como
resultado de uma longa agitação
política, um longo período de educação e
organização das massas.
Eh,
mas o conflito armado em si também deve
ser preparado com bastante antecedência.
Os trabalhadores avançados devem saber
que terão que lutar e vencer uma luta
até a morte. devem eh pegar em armas
como garantia de sua emancipação.
A perspectiva dos Estados Unidos de
algumas perguntas sobre problemas
americanos. Quarta internacional,
outubro de 1940.
O atraso da classe trabalhadora nos
Estados Unidos, tr que é muito chato,
né? Lá atrás da classe trabalhadora dos
Estados Unidos é apenas um termo
relativo. Em muitos aspectos
importantes, é a classe trabalhadora
mais progressista do mundo, tecnicamente
em seu padrão de vida. Os trabalhadores
americanos são muito combativos, como
vimos durante as greves. Eles tiveram as
greves mais rebeldes do planeta. O que
falta ao trabalhador americano é um
espírito de generalização ou análise de
sua posição de classe na sociedade como
um todo. Essa falta de pensamento social
tem sua origem em toda a história do
país. Sobre o fascismo. Em todos os
países onde o fascismo venceu, tivemos
antes do crescimento do fascismo e de
sua vitória, uma onda de radicalismo das
massas, como aconteceu em 2013 no
Brasil, dos trabalhadores, dos
camponeses e agricultores mais pobres e
da classe pequeno burguesa. Na Itália,
depois da guerra e antes de 1922,
tivemos uma onda revolucionária de
dimensões tremendas. O estado estava
paralisado, a polícia não existia, os
sindicatos podiam fazer o que quisessem,
mas não havia partido capaz de tomar o
poder. Foi o grande erro.
Como reação, veio o fascismo. Na
Alemanha, o mesmo. Tivemos uma situação
revolucionária em 1918. A classe
burguesa nem sequer pediu para
participar do poder. Os sociais
democratas paralisaram a revolução.
Então os trabalhadores tentaram
novamente em 22, em 23 e em 24. Foi a
época da falência do Partido Comunista.
Tudo isso já abordamos antes. Por isso
que eu falo que isso aqui que foi fez o
o Trotsk Rachá, tá? Com com a
Internacional, foi isso aqui que levou a
expulsão dele, tá? esse essa disputa.
Ele falou, a galera da União Soviética
não brigou direito por essa revolução na
Alemanha. A gente pode ler sobre isso
depois, tá? Se vocês quiserem, se vocês
quiserem, tá? A gente pode ler sobre
isso na
depois ã
sobre o Trotsk sendo expulso, né? Porque
que ele foi expulso, como é que foi esse
processo. E outra coisa que a gente pode
ler também que eu acho interessante é,
eu não lembro, tinha tinha alguma coisa
interessante, já esqueci. Então, em
1929, 30, 31, os trabalhadores alemães
iniciaram novamente uma nova onda
revolucionária. Havia um tremendo poder
nos comunistas e nos sindicatos. Mas
então
surgiu a famosa e genial política por
parte do movimento estalinismo
estalinista do social fascismo,
grande socialfascismo.
Uma política inventada para paralisar a
classe trabalhadora. Somente após três
esses essas três tremendas ondas, o
fascismo se tornou um grande movimento.
Não há exceções a essa regra. O fascismo
só surge quando a classe trabalhadora
demonstra completa incapacidade de tomar
em suas próprias mãos o destino da
sociedade. Nos Estados Unidos, você terá
a mesma coisa. Já existem elementos
fascistas e eles têm, é claro, o exemplo
da Itália e da Alemanha. Eles, portanto,
trabalharão em um ritmo mais acelerado.
Mas você também tem os exemplos de
outros países. A próxima onda histórica
dos Estados Unidos será a onda do
radicalismo de massas, não o fascismo. É
claro que a guerra pode dificultar a
radicalização por um tempo, mas depois
dará a radicalização, ritmo e uma força
mais intenso.
Não devemos intensificar
a, perdão, não devemos identificar a
ditadura de guerra, né? A ditadura da
máquina militar, do estado maior, do
capital financeiro, com a ditadura
fascista. Para esta última, é
necessário, antes de tudo, um sentimento
de desespero das grandes massas
populares. Quando os partidos
revolucionários as traem, quando as a
vanguarda dos trabalhadores demonstra a
sua incapacidade de conduzir o povo à
vitória, então os camponeses, os
pequenos empresários, os desempregados,
os soldados, etc., tornam-se capaz de
apoiar o movimento fascista. Mas
somente. Então, uma ditadura militar é
uma instituição puramente burocrática,
reforçada pela máquina militar e baseada
na desorientação do povo e a sua
submissão a ela. Com o tempo, seus
sentimentos podem mudar e eles podem se
rebelar contra a ditadura.
construa o partido revolucionário.
Em toda a discussão de tópicos
políticos, surge a pergunta:
conseguiremos criar um partido forte
para o momento em que a crise chegar?
O fascismo não poderia nos antecipar?
Uma fase fascista do desenvolvimento das
coisas não é inevitável?
Os sucessos do fascismo facilmente fazem
as pessoas perderem toda a perspectiva,
levando-as a esquecer as condições reais
que tornaram possível o fortalecimento e
a vitória do fascismo. No entanto, uma
compreensão clara dessas condições é de
especial importância para os
trabalhadores dos Estados Unidos.
Podemos estabelecer isso como uma lei
histórica. O fascismo só conseguiu
vencer nos países onde os partidos
trabalhistas conservadores impediram o
proletário de utilizar a situação
revolucionária e tomar o poder. Na
Alemanha, duas situações revolucionárias
estiveram envolvidas, 1918 a 19 e 23 a
24. Mesmo em 29, uma luta direta pelo
poder por parte do proletariado ainda
era possível. Em todos esses três casos,
a social-democracia e a internacional
comunista, ou seja, os estalinistas,
interromperam criminosa e cruelmente a
conquista do poder e assim colocaram a
sociedade em um impasse. Somente nessas
condições e nessa situação, a ascensão
tempestuosa do fascismo e sua conquista
do poder se mostram possíveis.
Na medida em que o proletariado se
mostra incapaz, em determinado estágio
de conquistar poder, o imperialismo
passa a regular a vida econômica com
seus próprios métodos. O partido
fascista, que se torna o poder estatal,
é um mecanismo político. As forças
produtivas estão em contradição
irreconciliável, não apenas com a
propriedade privada, mas também com as
fronteiras dos estados nacionais. O
imperialismo é a própria expressão dessa
contradição. O capitalismo imperialista
busca resolver essa contradição por meio
da expansão das fronteiras, da conquista
de novos territórios e assim por diante.
O estado totalitário, que submete todos
os aspectos da vida econômica, política
e cultural ao capital financeiro, é o
instrumento para a criação de um estado
supranacionalista, um império
imperialista, o domínio sobre
continentes, o domínio sobre o mundo
inteiro. Analisamos todos esses traços
da liberdade, cada um por si e todos
eles em sua totalidade, na medida em que
se manifestaram ou vieram à tona.
Tanto a análise teórica quanto a rica
experiência histórica do último quarto
de século demonstraram com igual força
que o fascismo é a cada vez o elo final
de um ciclo político identificado
composto pelo seguinte: a crise mais
grave da sociedade capitalista, o
crescimento da radicalização da classe
trabalhadora, o crescimento da simpatia
pela classe trabalhadora e do e do e do
anseio por mudança por parte da pequena
burguesia rural e urbana. a extrema
confusão da grande burguesia, suas
manobras covardes e traiçoeiras, visando
evitar o clímax revolucionário, o
esgotamento do proletariado, o a
crescente confusão e indiferença, o
agravamento da crise social, o desespero
da pequena burguesia, seu anseio por
mudança, a neurose coletiva da pequena
burguesia, sua prontidão para acreditar
em milagres, sua prontidão para medidas
violentas, o crescimento da hostilidade
em relação ao proletariado, que inclui
suas expectativas.
Essas são as premissas para uma rápida
formação de um partido fascista e sua
vitória. É bastante evidente que a
radicalização da classe trabalhadora dos
Estados Unidos passou apenas por suas
fases iniciais, quase exclusivamente na
esfera do movimento sindical, CEO.
O período eh pré-guerra e depois a
própria guerra podem interromper
temporariamente esse processo da
radicalização, especialmente se o número
considerável dos trabalhadores for
absorvido pela indústria bélica. Mas
essa interrupção do processo de
radicalização não pode ser de longa
duração. A segunda fase da radicalização
assumirá um caráter mais expressivo. O
problema da formação de um partido
trabalhista independente será colocado
na ordem do dia. nossos nossas
reivindicações transitórias ganharão
grande popularidade. Por outro lado, as
tendências fascistas e reacionárias
ah recuarão para o segundo plano,
assumindo uma posição defensiva,
aguardando o momento mais favorável.
Esta é a perspectiva mais próxima.
Nenhuma ocupação é mais completamente
indigna do que especular se
conseguiremos ou não criar o poderoso
partido líder revolucionário. A nossa
fronte, à nossa frente está uma
perspectiva favorável que fornece toda
justificativa para o ativismo
revolucionário. É necessário aproveitar
as oportunidades que se abrem e
construir o Partido Revolucionário.
Certo?
O Artur disse assim para mim: “Tu tá
perdendo seguidor, Não tem
importância, tá? O que é o certo é o
certo. Eu não tô aqui por seguidor. Não
tô aqui por seguidor. Tô aqui para
brigar com vocês.
Eu não tô aqui para, certo? Eu não tô
aqui para ter seguidor. Eu sei. Eu sei o
que Humberto fez. Eu sei o que Humberto
fez. Eu sei o que Humberto fez. Certo?
Então assim, aqui a gente tá para
discutir. Eu não vou competir mais. Eu
não tô em competição. Eu não quero ver
quem é o melhor, quem é o maior e tal.
Certo? Tranquilo, tranquilo. Eu tô aqui,
eu tô aqui com muita clareza, com muita
objetividade tentando mostrar para vocês
que existe uma tática no Brasil que é
muito similar. Ela é muito similar a
tática do social eh fascismo, certo? Ela
é muito similar a tática do social
fascismo.
Não, gente, vocês estão de
vocês estão de de de
doideira. De doideira. Não tô falando
que ele fez algo secreto pel Não, tô
dizendo assim, quando ele fez quando ele
fez
quando ele fez a discussão que ele fez
daquela forma que ele fez, ele jogou o
público contra mim. Ele fez com que o
público saísse daqui, certo? Só isso.
Foi isso que ele fez. Tá bom. Foi isso
que ele fez. Eu entendi. Tá tudo certo.
Então eu sei que é eu eu sei que é meio
chocante, mas é tipo assim, é muito
claro que a galera se movimenta dessa
forma, né?
É só isso, sacou? É muito claro. A
galera se movimenta dessa forma. O que
eu tô dizendo é o seguinte, não acho que
tá errado, tá tudo certo. Sem inscrito a
menos, sem inscrito a mais, tá tudo
certo. O que importa é a gente não
parar, é simplesmente a gente não parar
de dizer o que é certo, pô. Só isso, tá
certo? não parar de dizer o que é certo.
Eu vou
eh, então assim, em um monte de canal
desse, o pessoal passa pano pro pessoal
que fica me humilhando, que fica meando.
Tá tudo certo, gente. Eu sou do mal, eu
sou inimigo, eu não sou colega. Tá tudo
certo, tá tudo certo, tá tudo certo. Tem
que deixar claro que ah,
a gente vai fazer isso aqui agora, tá?
Eu não vou ficar brigando com as
pessoas, porque é tudo que a galera que
não concorda comigo quer que eu fique
brigando. Tudo que eles querem é isso,
tá? Que eu mostro que eu sou o Fernando
Moura de esquerda, etc. e tal. Tá? Tudo
que esses cara quer é isso. É a
panelinha, uma panelinha de YouTube,
claramente é uma panelinha de YouTube,
tá tudo certo, segue a panelinha, tá
tudo certo. Eu só vou dizer as coisas
que eu acho que é certo, né? Eu só vou
dizer as coisas que eu acho que é certo
e eu não não pertenço a panelinha
nenhuma. Nunca quis pertencer a
panelinha nenhuma. Tá certo? Tá bom. O
que eu acho que é certo é o seguinte. Eu
acho que as pessoas estão minimizando a
ascensão,
certo? Eu acho que eles estão, as
pessoas estão de fato minimizando a
ascensão do extremo direito. Então, na
minha,
então o Mateus tá dizendo assim, ó:
“Mano, sempre vou estar aqui de seus
seguidores aqui de Ceilândia”. Pois bem,
tem que fazer um Sovet de Ceilândia, né?
Tem uma em Ceilândia tem um um local ali
do no canto
que eu não sei assim eu se apontar no
mapa, né? olhando no mapa, no cantinho
assim tem uma área industrial ali. A
gente precisava ter uma base de
organização ali em Celândia, né, para
começar a conversar, fazer encontros,
etc e tal. Isso seria importante,
Mateus. Seria interessante você entrasse
paraa PCE para conversar com a gente,
para ver se a gente não consegue montar
alguma coisa, alugar uma sala, fazer
alguma coisa e começar a organizar e
começar a se organizar. Mateus disse que
sim. Já gostei. Manda um e-mail para
mim, pô. Manda um e-mail para mim. Manda
um e-mail para mim com seu número de
telefone pra gente começar a conversar.
Beleza? Eh, então, veja só, o que eu
quero dizer para vocês é o seguinte. Eh,
eu eu usei o Trotsk, mas é porque o
texto do Trotsk é muito bom, né? Eu não
sei se vocês perceberam, mas o o texto
do Trotsk é muito bom para denúncia
daquela tese do socialfascismo, que foi
um erro de Stalin. Evidente. Isso não
significa, veja, eu não sou trotquista,
não tô querendo dizer assim, ah, isso
significa que o que o Trotsk é do bem,
etc e tal, e o Stalin é do mal. Não tô
dizendo que foi um erro. Foi um erro. A
virada foi Dimitro. Então, se vocês
quiserem, aí o Trot continua atacando,
fala que Dimitrov tá errado, a Frente
única não é a mesma coisa que Frente
Popular e etc e tal. Ele também vai
nessa. Mas mas veja só, pô, eu eu posso
na sequência fazer a leitura de textos
relacionados a Dimitro. A tese do social
fascismo, é isso que eu gostaria que meu
público soubesse, foi a tese mais
estúpida de toda a história da União
Soviética. De toda a história. Pior do
que a explosão do, né, tentar esconder a
explosão do do da usina nuclear. Pior do
que qualquer coisa que você possa
imaginar, o pior erro foi a tese do
social fazer. Foi o pior erro, certo? É
um fato, é um fato concreto. Isso aqui
tá errado. Não é quem fez, é o fato
concreto tá errado. E aí o Dmítrov vem e
e fala: “Gente, vocês estão tudo maluco,
a gente precisa virar terceira
internacional, isso aqui é doideira”. Aí
o Trotic fala: “Pô, os caras fica
zigue-zagueando, uma hora vai para um
lado, outra hora vai pro outro, né? O
Trot critica por aí”. Mas a gente pode
ler os textos de Dimitrov ou a gente
pode ler textos de liberais também.
Gente, pode ler Humberto Eco sobre o
fascismo e eu quero que vocês me deem
sugestões sobre o que que a gente vai
ler acerca do fascismo, porque eu só vou
falar disso agora, tá bom? Não vou ficar
brigando lá com com a galera, né, do
YouTube. Não vou ficar brigando com a
galera no YouTube. Bom, eh, é, eu tô eu
tô tentando ser o Dimitro desse tempo,
né? Eu tô tentando ser o Dimitrov do
Brasil. Beijo no coração de todos. Valô,
valeu e até mais.
[Música]
[Música]
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