amigas, tudo bem com vocês? Espero que
esteja tudo bem com vocês. Hoje eu estou
literalmente gravando o quarto, porque
aqui a gente tá gravando o quarto que,
né, né, a energia lá ali acabou a
lâmpada, não tem mais lâmpada. Veja só,
eh, eu quero, ã, o título,
evidentemente, é uma provocação, né?
Vocês não estão me ouvindo? Vocês não
estão me ouvindo? Tá me ouvindo?
O título? O título, evidentemente, é uma
provocação, certo? Eh, porque eu quero
sinalizar duas questões aqui. Uma
questão é materialismo,
eh, que é esse texto aqui, né? Esse
texto é clássico, 18 Brumários de Luís
Bonaparte. Para quem não sabe, Luís
Bonaparte, assim, explicando rapidamente
o contexto, Luiz Bonaparte foi, ah, um
parente de Napoleão que tomou o poder na
França e fechou o regime. Ele começou
uma ditadura. Ele fechou o regime, ele
deu talvez o primeiro autogolpe.
Ã, e é para ele que se escreve a tese do
bonapartismo, né? Nem direita, nem
esquerda, muito pelo contrário, etc e
tal, etc e tal. E o Marcos vai fazer uma
análise disso aqui e vai fazer uma
comparação daqui que vem aqueles aquelas
coisas de que a história se repete, etc.
e tal, porque eh eh é aquilo que algumas
pessoas dizem e a história ela pode não
se repetir, mas muitas vezes ela rima,
né? Tem coisas muito parecidas
acontecendo. É daqui essa a avaliação
aí. Olha só, eh, é logo no início do
texto, tá? Segundo parágrafo do texto.
Então, a gente pode começar a ler aqui
só para te dar uma introdução. Tá
querendo explicar assim, ó. O pessoal tá
caindo, né, de Luís Bonaparte, né? Vamos
parar com essa conversa. Aí ele vai
explicar algumas coisas, etc. Tá, e vai
fazer essas considerações históricas eh
sobre a rima, né, de algumas coisas
entre a Revolução Francesa de 1789
e a Revolução
eh a revolução não, a a
é a revolução, né? A revolução de 1900
1800 1848,
que vai acabar com Napoleão sendo eleito
presidente. Depois ele dá um autogolpe
para não sair da cadeira, etc e tal.
muito parecido com o que o Bolsonaro
tentou fazer aqui e tal. Eh, veja só, eh
eh eu quero só dar esse contexto para
dizer que no fundo o que eu tô fazendo
ao falar disso é a concepção
materialista de história e na sequência
eu vou falar sobre uma coisa que me
perguntam muito, né? E aí eu fico sempre
entre, será que essa pessoa é só muito
burra, né? Porque sempre é muito
possível que a pessoa seja muito burra.
É normal. E aí burrice não é uma coisa
que a gente deve insultar, né? burrice é
normal, a gente é burra em um monte de
coisa, todo mundo é burro em qualquer
coisa. A gente sabe muito menos coisa
dos assuntos do mundo do que a gente
sabe, mesmo quando a gente é
especialista em algo, etc e tal, se a
pessoa tá sendo muito burra ou se ela tá
de sacanagem com a minha cara, né?
Então, como tem muita gente que fica de
eh sacanagem com a minha cara, então eu
acho conveniente eh colocar
isso em questão, colocar eh digamos
assim,
aí é sacanagem, pô, aí é sacanagem. Eh,
colocar colocar
para quem não tá entendendo, né? para só
exclusivamente para quem não tá
entendendo, para que a pessoa consiga
entender e também colocar pro público
pra gente o o atuar igual milícia
digital mesmo e enfrentar essa o pessoal
que se faz de sons, tá? Então vamos lá,
vou só fazer a leitura desse parágrafo
para entender a circunstância aqui, né?
Heig observa em uma de suas obras que
todos os fatos e personagens de grande
importância da história, né, os grandes
homens, etc, do mundo ocorrem, por assim
dizer, duas vezes, né? E a e aqueceu-se
eh esqueceu-se esqueceu-se de
acrescentar, né? Ele tá fazendo uma
piadinha com isso, né? Não é que isso
aqui na historiografia, ele tá rindo do
assunto porque assim, [ __ ] que pariu, se
você for comparar a Revolução Francesa
com a Revolução de 48, a segunda é uma
piada em comparação à primeira. A
primeira é mais séria. É isso que ele tá
falando, né? A primeira é uma tragédia.
Por quê? Porque ela foi para acontecer
e, né, foi com apoio popular. Marx é um
defensor da Revolução Francesa, né, no
sentido de que ela tem um papel
histórico a ser executado, que tinha uma
intenção de defender as partes mais
populares, etc. e tal. Só que não
adianta você querer defender as partes
populares se as condições não estão
colocadas, a coisa não se dá, né? E é
isso que é a concepção trágica dessa
primeira parte, né? Então, a Revolução
Francesa, de fato tem um apoio popular
mesmo, mas por não reunir condições
materiais não tinha como acontecer de
outra forma. E a segunda é uma piada,
né? Segundo, quando a gente tá falando
de 1848 na França, aquilo é uma [ __ ] de
uma piada. É isso que ele tá dizendo em
linhas gerais. É isso que essa frase
disse que não é uma análise
historiográfica, é uma piada. Ele tá,
ele tá dizendo assim: “Olha, meu Deus,
aconteceu um movimento lá que não deu
certo porque, infelizmente, não tinha as
condições para dar e agora tem um
negócio que não deu certo porque, meu
Deus do céu, que gente absurda, né? É um
pouco por aí que ele vai.” Então, olha
só, eh, de novo, Heiger em uma de suas
obras que todos os fatos e personagens
de grande importância na história do
mundo ocorrem, por assim dizer, duas
vezes. E a esqueceu-se de acrescentar a
primeira vez como tragédia e a segunda
como farça, né? Isso aqui não é uma
análise de historiografia, ele tá
brincando com o que ele vai comparar,
né? Então assim, Cidier por Danton, né?
O que ele quer dizer, Cidier é um
paspalho que aproxima-se de Danton.
Louis Blan é um paspalho que se aproxima
de Robespier. É isso que ele quer dizer.
A montanha de 1845 a 1855 é uma bosta
comparado a montanha de 1793 a 1795.
E o sobrinho de Napoleão é um paspalha
comparado a Napoleão tio, né? Eh, e a
mesma caricatura ocorre nas
circunstâncias que acompanham a segunda
edição do 18o, que é o golpe de
Napoleão. É chamado de 18 porque
aconteceu em 18o, segundo o calendário
da revolução francesa. E ele tá
apelidando esse golpe do eh do
Luís, né, que é o seu sobrinho, o
sobrinho de Napoleão, como ã uma
paspalice, né, de um segundo 18 pro mar.
Aí, veja só, os homens fazem a sua
própria história, mas não a fazem
segundo a sua livre vontade. Não a fazem
sob as circunstâncias de sua escolha, e
sim aquelas que se defrontam diretamente
legadas e transmitidas pelo passado. Ó,
a tradição de todas as gerações mortas
oprime, né, ela como um pesadelo o
cérebro dos vivos. Ela pressiona a como
a tradição pressiona para certas
atitudes e tal. E justamente quando
aparecem empenhados em revolucionar-se a
si e as coisas, em criar algo que jamais
existiu, né? Criar algo novo,
precisamente nesses períodos de crise
revolucionária, os homens conjuram
ansiosamente em seu auxílio os espíritos
do passado, tomando-lhes emprestados
nomes, os gritos de guerra e mesmo as
roupagens, a fim de apresentar e nessa
linguagem eh emprestada. Assim, o
Lutero, por exemplo, Lutero fica
imitando Paulo, que eu sou o divulgador
da palavra. Assim como Paulo espalhou
pro mundo romano eh a estrutura, pro
mundo grego, pro mundo romano, a o
pensamento
da da boa nova que ele descobriu, Lutero
se disfarça disso, né? Ele ele coloca
essa máscara. Olha como eu sou esse
mesmo cara, só que do nosso tempo. É
isso que ele tá dizendo, né? A revolução
de 1789 a 1814, né? que é a revolução
que é interrompida com Napoleão tomando
poder, vestiu-se alternadamente
como a República Romana, né? Eles tentam
imitar os três jeitos da República em
determinados momentos em determinados
momentos a como o Império Romano. E a
revolução de 48 não soube fazer nada
melhor, ou seja, parodiar já uma outra
imitação, né? Eh, então veja só, por
esse texto mesmo, você percebe que eh eh
Marx não tá exatamente querendo dizer
que de fato acontecem duas vezes, né? Lá
no texto de cima, ele tava só fazendo
uma uma piada a partir de um trecho de
Heig, etc. Então, e a revolução de 48
não soube fazer nada melhor do que
parodiá de 79. Então, assim, é uma um
conjunto de imitações, né? Ora, a
tradição revolucionária de 1793
a 1795.
que é uma que Max valora, eh, de maneira
idêntica, o principiante, eh, que
aprende um novo idioma traduz sempre as
palavras desse idionoma paraa sua língua
natal, mas só quando puder manejá-lo,
entender mesmo que aconteceu, etc., sem
apelar para o passado e esquecer a sua
própria língua no emprego da nova, terá
assimilado o espírito dessa última e
poderá produzir livremente nela, né?
Então, quando você assimilar bem o que
aconteceu ali no passado, você não vai
precisar ficar fazendo a tradução o
tempo todo. Você vai conseguir entender
o movimento daquele negócio e falar
naquela língua propriamente dita. É, até
tem uma riqueza cultural aqui no que
Marx tá querendo expressar, que ele tá
querendo dizer assim, ó, você vai olhar
pra pra revolução de 79 para entender os
mecanismos de 89 para entender os
mecanismos dela, mas você não vai ficar
tentando emular, né, imitar e tal. O
exame dessas conjurações de mortos da
história do mundo revela de pronto uma
diferença marcante. Eh, Camilo Demulan,
eh, Danton, Rubespier, San Just e
Napoleão, os heróis, os partidos e as
massas da Velha Revolução Francesa,
desempenharam a tarefa de sua época, né?
Então não adianta você tentar ficar
imitando, né? Porque aquilo já passou
por causa daquela época específica, etc.
a tarefa de libertar e instaurar a
moderna sociedade burguesa em trajes
romanos e com frases romanas. Os
primeiros eh reduziram o a pedaços a
base feudal. Isso aqui que é o
materialismo, tá? Então, o que que a
Revolução Francesa fez de fato?
Deflagrou o fim das bases produtivas
feudais. O que que eles fizeram? Na
canetada eles acabaram com a servidão,
certo? Essa foi a grande transformação.
Então eles queriam fazer reconstruir
Roma, não sei o quê, etc. e tal. Na
prática, o que fizer, certo? Isso é
materialismo. Você tá acreditando que
você vai fazer e tal e tal e pi, tá?
Não, mas quando você olha pra história,
o que que aconteceu de fato na canetada?
Eles limitaram eh eh eliminaram o
feudalismo e deram a abrialas para o
desenvolvimento do capitalismo, como
tinha acontecido mais de 100 anos atrás
na Inglaterra, tá? Então, os primeiros
reduziram a pedaço da base feudal e
decaptaram as cabeças feudais. Que
cabeças feudais, né? Então você tem a
estrutura,
ã, primeiro tem a questão material, né?
Então, na caneta você acabar com
feudalismo, você acabar com o sistema
servil e na prática da política você
elimina aqueles grande, aquelas grandes
cabeças que manteriam esse sistema de
servidão, né? Então eles acabaram
matando as pessoas que se que se oporiam
a isso. Foi isso que na prática
aconteceu, né? Então você pode ir no
detalhe, você pode no falar da da
biografia do Rubens Pier, etc e tal, etc
e tal. Ele queria, ele acreditava,
deímísmo, não sei o quê. Na prática, o
que aconteceu de verdade, a mudança real
que mudou o mundo mesmo na eles na
canetada falaram, dá para acabar a
servidão na canetada. Foi isso que eles
fizeram, né? Isso vai acontecer vários,
por exemplo, na Áustria vai acontecer
depois da Primeira Guerra Mundial, na
Alemã, na na Rússia vai acontecer
a partir do do final do século XIX, né?
A Rússia vai acontecer no final do
século XIX, que o o Quizar vai também
acabar na canetada com a servidão. Na
Alemanha não tem na canetada o fim da
servidão, tem um processo mais azeitado
de permanência do conservadorismo, de
transição dessas cabeças feudais paraa
posição de de investidores em modelos
citadinos. E, portanto, tem o que Lenin
vai chamar de via prana, né, que não é a
mesma coisa que na canetada de uma
revolução e etc. Eh, Napoleão, por seu
lado, criou na França as condições sem
as quais seria possível desenvolver a
livre concorrência. Portanto, Napoleão
criou o Banco da França, não acabou com
a reforma agrária e deixa eu ver mais o
quê, Banco da França, criou o Código
Civil, né? Então, ele deu as condições
pro desenvolvimento eh do capitalismo
industrial. Então, explorar a
propriedade eh a propriedade territorial
dividida e utilizar as forças produtivas
industriais da nação que tinham sido
liberadas a partir de um processo de
militarização e etc e tal, criar eh eh
absorvição das universidades para um
projeto nacional e etc. Além das
fronteiras da França, ele varreu por
toda parte as instituições feudais, na
medida em que isso era necessário para
dar a sociedade burguesa da França um
ambiente adequado e atual no continente
europeu. Aí a que se coloca é o
seguinte: não importa o que eles queriam
fazer, o que eles acreditavam que
estavam fazendo. No final das contas,
você pode fazer uma análise objetiva do
que realmente aconteceu, independente do
que eles queriam, porque eles não fazem
exatamente o que eles querem, né? Estão
limitados por várias várias coisas. Uma
vez estabelecida a nova formação social,
os colossos antidiluvianos
desapareceram, né? Antiluvianos, antes
da da do dilúvio, eles desapareceram. E
com eles a Roma ressurrecta, né? Os
brutos, os gracos, os os publícolas
dos tribunos, os senadores e o próprio
César, né? Aquela tentativa de imitar a
a Roma e foi embora, se esvau, né? E
ficou as instituições, ou seja, eles
queriam muito recuperar. bom mesmo era
na Roma antiga, bom mesmo era na
República e tal, tal, tal, mas nada
disso sobreviveu. O que sobreviveu foi
essa transformação, né? Então, a
sociedade burguesa, com seu sóbrio
realismo, havia gerado verdadeiros
intérpretes e portas vozes em sé eh
Kuzon, eh Roy Colard e Benjamim Constan
e Guizot. Seus verdadeiros chefes
militares sentavam-se atrás das mesas de
trabalho e o cérebro de Toulcinho de
Luís 18 era a sua cabeça política, né?
Que Luiz X vai voltar quando Napoleão é
derrotado e aí ã Luís XV é colocado como
rei. E na prática você tem esses
porta-vozes aqui que vão administrar a
nova sociedade que acabou de nascer.
inteiramente absorta na produção de
riquezas e na concorrência pacífica, a
sociedade burguesa não mais se apercebia
de que fantasmas dos tempos de Roma eh
haviam velado o seu berço, né, porque
isso já não tava colocado mais e etc.
Mas por menos heróica que se mostre hoje
esta sociedade, não foi eh foi, não
obstante necessária esse heroísmo, o
sacrifício, o terror, né, do período de
Jacobina, guerra civil e batalhas de
povos para torná-lo uma realidade. Ou
seja, para afundar esse negócio, teve
que ter essa confusão no meio do
caminho. uma confusão, ninguém sabia o
que tava fazendo, mas na prática tava
conduzindo para a a superação do sistema
servil, né, que daria abrealas paraa
montagem do sistema capitalista
industrial. E nas tradições
classicamente álusteras da República
Romana, seus gladiadores encontraram os
ideais e as formas de arte, as ilusões
de que necessitavam para esconderem de
si próprios as limitações burguesas do
conteúdo de suas lutas. Então você fala,
não, a gente vai construir o mundo da
igualdade, mas na prática vai ser só,
né? Então vai ter igualdade e liberdade.
Não vai ter igualdade e liberdade, isso
vai ser construído a o quanto que você é
livre a partir das condições materiais
que estão colocadas. Então você não
constrói o que você quer, não é não é o
que você dizia que ia fazer, aquilo que
dá. Ã, e manterem seu entusiasmo no alto
nível. Mas aí acreditar nessa grande
coisa, eh, movia essas pessoas para essa
direção. Elas acreditavam mesmo que
estavam indo pra direção da igualdade e
tal, tal, tal e tal, tal, tal, mas no
fundo da fraternidade, né, e etc. Podiam
acreditar. Não interessa. Na prática tem
um limite. É isso que é isso que é o
materialismo. Do mesmo modo, em outro
estágio de desenvolvimento, um século
antes, né, Crômel, na Inglaterra e o
povo inglês haviam tomado emprestado a
linguagem, as paixões e as ilusões do
Velho Testamento para sua revolução
burguesa. Então eles estavam dizendo ali
que estavam recuperando, sei lá, o
entendimento verdadeiro do cristianismo,
etc. e tal. Mas na prática o que eles
estavam fazendo é a mesma coisa que a
França vai fazer um século depois, que é
destruir as bases, os sustentáculos. do
do modo servil feudal, né? Eliminar
aqueles aqueles aquelas traves, aquelas
eh eh traves, não, aquelas h travas, né?
Aquela eliminar eliminar aquelas travas
que conduziriam ao desenvolvimento do
capitalismo industrial. Uma vez
alcançado o objetivo real, uma vez
realizada a transformação burguesa da
sociedade inglesa, Lock suplantou
Rabacuk, né? Então assim, aquela
discussão lá religiosa foi pro Beleluel
e agora você fica com lock justificando
eh o sistema de propriedade na forma que
se desenvolveria no século XVI, né?
Então começa a ser adotada uma um outro
tipo de retórica. A ressurreição dos
mortos nessas revoluções tinha,
portanto, a finalidade de glorificar as
lutas, né? Estou lutando por Deus, estou
lutando pela liberdade, estou Mas na
prática você não tá fazendo isso. Você
pode acreditar que tá fazendo isso, mas
na prática quando encerra o movimento,
você olha assim: “Ah, não foi por isso,
né? Então foi por isso aqui. Quer não
causa motora da mente da pessoa, mas
como resultado esperado do
desenvolvimento daquelas forças
produtivas específicas. Glorificar as as
novas lutas e não a de parodiar as
passadas, né? De engrandecer na
imaginação a tarefa. a cumprir e não de
fugir de sua solução na realidade, de
encontrar novamente o espírito da
revolução e não de fazer o seu eh
espectro caminhar outra vez. De 1848 a
51, fantasma da velha revolução anda em
todos os cantos, desde Mahast, eh, o
republican republican
Gjon Jon, eu não sei o que é isso. Vamos
lá. Eh, República de Luvas Amarelas, tá?
eh, que se disfarça no velho Baile, eh,
até o aventureiro de aspecto vulgar e
repulsivo que se oculta sob a ferreia
máscara mortuária de Napoleão, né, que
se esconde atrás dessa figura. Todo um
povo que pensava ter comunicado a si
próprio um forte impulso para diante,
por meio da revolução, se encontra de
repente transladado a uma época morta,
né, do lado passado, etc. E para que não
possa haver sombra de dúvida quanto ao
retrocesso, surgem novas, novamente as
velhas datas, o velho calendário, os
velhos nomes, os velhos éditos que já se
haviam tornado assunto de erudição de
antiquário, né? Você ressuscita aquilo,
etc. E os velhos esbirros da lei, que há
muito tempo pareciam eh defeitos na
poeira dos templos. A nação se sente
como aquele inglês louco de bedlã,
vivendo na época dos antigos faraós e
lamentando-se diariamente do trabalho
pesado que deve executar como garimpeiro
nas minas de ouro da Etiópia.
Emparidade na prisão subterrânea, uma
lâmpada de luz mortiça presa à testa,
né? Eh, feitor dos escravos atrás dele
como um longo chicote, estalando-lhe o
chicote e nas saídas a massa confuda
confusa de mercenários bárbaros. que não
compreendem nem aos forçados das minas,
né, os escravizados das minas, e nem se
entendem entre si, pois não falam uma
língua comum e abre aspas. E me
impuseram tudo isso, suspiro louco, a
mim um cidadão inglês livre para que
produza ouro para os faraós, né? Ele tá
erronizando que parecia que via o mundo
da igualdade e no final das contas você
tá ali tirando sei lá o que de dentro da
montanha para trabalhar, né? para que
pague as dívidas da família de
Bonaparte. Suspira a nação francesa. O
inglês, enquanto esteve em seu juízo
perfeito, não podia livrar-se da ideia
fixa de conseguir ouro. Os franceses,
enquanto tiveram empenhados em uma
revolução, não podiam livrar-se da
memória de Napoleão, como provaram as
eleições de 10 de dezembro, né? Então
ele tá dizendo isso tudo para dizer, eh,
cara, para de olhar para aquele
nacionalista do passado.
Certo?
Certo.
Que ele tá dizendo assim, ó, para de
olhar para aquele nacionalista do
passado e olhar para aquele cara e
falar: “Agora vem o mundo perfeito
porque o Napoleão retornou e etc e tal.”
para com isso. É o que ele tá dizendo.
Diante dos perigos da revolução,
anseiavam por voltar à abundância do
Egito. Então, 2 de dezembro de 51 foi a
resposta. Não só fizeram a caricatura do
velho Napoleão, né? Então, se o Napoleão
deu o golpe lá atrás, era o tempo de
grandeza e tal, vamos retornar ao tempo
de grandeza do passado. É isso que ele
tá criticando. Isso aqui é o mais
próximo que Marx vai criticar de um
fascismo, né? Porque o o bonapartismo é
isso, né? nem direita, nem esquerda para
frente, como lá no passado, etc. O
bonapartismo é a expressão mais parecida
da época de Napoleão, do que isso vai
ver do fascismo do século XX. Como o
bonapartismo é essa posição aqui do do
Luís Napoleão, né? Como geraram o
próprio velho Napoleão caricaturado, tal
como se deve eh tal como deve aparecer
necessariamente em meados do século XIX.
revolução eh social do 19 não poôde
tirar sua poesia do passado e sim não
pode tirar sua poesia do passado e sim
do futuro. Eu já falei isso para vocês
muitas vezes. Esse negócio de ficar
olhando pro passado, caçando grandes
homens, etc. É na direita, né? Aqui na
na posição de esquerda é olhando para
futuro. É isso que ele tá dizendo, né?
Ah, não pode iniciar sua tarefa enquanto
não se despojar de toda a veneração
supersticiosa do passado, tá? Essa
posição de Marx não é a minha. E e
assim, por coincidência, a minha também,
mas é é a posição do cara, né? As
evoluções anteriores tiveram que lançar
mão de recordações da história antiga
para se iludirem contra o próprio
conteúdo. A fim de lançar seu próprio
conteúdo, a revolução 19 eh deve deixar
que os mortos enterrem seus mortos ao
invés de ficar olhando pro passado e
tentando imitar o cara do passado. Antes
a frase aí além eh perdão, antes a frase
ia além do conteúdo, agora é o conteúdo
que vai além da frase. A revolução de
fevereiro foi um ataque de surpresa,
apanhando desprevenida velha sociedade.
O povo proclamou esse golpe inesperado
como um feito de importância mundial que
introduzia uma nova época. A 2 dezembro,
a revolução de fevereiro é escamoteada
pelo truque de de um trapaceiro. E o que
parece ter sido derrubado já não é a
monarquia e sim as concessões liberais,
ou seja, um retorno para trás. Concessão
liberal, a gente já tinha ganho algumas
coisas. Entrou o Napoleão agora, como eh
deu autogolpe e a gente voltou para
trás, para trás da Revolução Francesa,
concessões liberais que lhe foram
arrancadas através de séculos de luta,
longe de ser a própria sociedade que
conquista para si mesmo um novo
conteúdo, é o estado, né, que parece
voltar à sua forma mais antiga. Ou seja,
você volta para antes da Revolução
Francesa. Bom mesmo era no passado,
começou a dar tudo errado quando
aconteceu a Revolução Francesa. Então
esse é o texto que deixa mais claro o
conteúdo da minha posição, que
evidentemente é a mesma posição de Marx,
ao domínio desavergonhadamente simples
do sabre e da sotaina, né? Ou seja, é no
fundo é um estado autoritário que tá
para trás da revolução liberal, que a
revolução liberal fez com que a gente
arrancasse algumas vitórias. Tá dizendo
Marx, a gente conseguiu brigar com muita
luta para ganhar algumas coisas. Agora
os caras querem voltar para trás, né?
Bom mesmo era antes da Revolução
Francesa, né? Assim responde ao Q de
fevereiro de 1848 e o Q de Tet de 1000
não de dezembro de 1851.
Então golpe de mão e um golpe de cabeça,
né, de 51. O que se ganha facilmente, se
entrega facilmente. O intervalo de
tempo, porém, não passou sem proveito.
Entre os anos de 48 a 51, a sociedade
francesa supriu e por um método
abreviado por ser revolucionário,
estudos e conhecimentos que em um
desenvolvimento regular de lição em
lição. Ah,
tá só checando se tá se eu ainda tô
aqui, né? Ã, exato. Aí o camarada tá
dizendo aqui, Book chora, né? Exatamente
isso, né? Se você for eh um eh é isso, é
a posição do racionário é essa, a
revolução francesa piorou o mundo, o
Iluminismo é uma bosta. Isso é a posição
do reacionário. Agora tem muita gente de
esquerda com o discurso reacionário, tá
tudo certo e se dizendo marxista e etc.
Mas então tá, fica aí com o seu marxismo
buqueano, né? Uma coisa engraçadíssima.
por assim dizer, teriam tido que eh
preceder a revolução de fevereiro se
esta devesse construir. Ou seja, se Marx
tivesse aqui hoje, né, ele escutasse
essa galera, nós vivemos numa ditadura.
Veja bem, estamos numa ditadura. Não tem
diferença entre uma coisa e outra, né?
Aqui tem o texto de Marcos sobre esse
tema. Ah, não, vivemos na ditadura
liberal e etc e tal. Não tem diferença
nenhuma entre isso e fechar o regime,
etc. Marx escreveu sobre esse tema. Ele
tava vivo quando você discutia esse
tema, né? Tá aqui o texto. Eu tô
dizendo, esses marxistas da internet não
leem nada.
Ã, bom, a sociedade parece ter agora
retrocedido para antes do seu ponto de
partida. Na realidade, somente hoje ela
cria o seu ponto de partida
revolucionário, isto é, a situação, as
relações, as condições sem as quais a
revolução moderna não adquire um caráter
sério. As revoluções burguesas, como as
do século XVII, avançaram rapidamente de
sucesso em sucesso. Seus efeitos
dramáticos excedem uns aos outros. Os
homens e as coisas se destacam como
gemas fulgarantes. O êxtase é o estado
permanente da sociedade, mas essas
revoluções têm vida curta. logo atinge o
auge e uma longa modorra se apodera da
sociedade antes que esta tenha aprendido
a assimilar serenamente os resultados de
seu período de lutas e embates. Por
outro lado, as revoluções proletárias,
né? Quando você tem trabalho industrial
em Marx, não existe trabalhador em
abstrato fazendo revolução, tá? É o
trabalhador industrial. Então, as
evoluções proletárias, proletário é o
trabalhador industrial que que só tem a
próle, que não tem bem de nada, que não
tá no como um servo na gleba, etc. Como
as do 19 se criticam constantemente a si
próprias, interrompe continuamente seu
curso, voltam ao que parecia resolvido
para recomeçá-lo outra vez.
Eh, escarnecem com impiedosa consciência
as deficiências, eh, fraquezas e
misérias de seus primeiros esforços.
parecem derrubar seu adversário apenas
seu adversário apenas para que este
possa retirar da terra novas forças e
erguer-se novamente agigantado diante
delas. recuam constantemente ante a
magnitude infinita de seus próprios
objetivos até que se cria uma situação
que eh toma
impossível qualquer retrocesso e na qual
as próprias condições gritam: “Aqui está
Rods, salta aqui.” Ahã. Bom, eu acho que
aqui já deu deu uma dimensão aqui do
tema, né?
Deu uma dimensão do tema, né? Aí você
vai ver aqui, ó. Ah, vale a pena ler
esses dois parágrafos. Vale a pena ler
esses dois parágrafos para ver o
terrível Marx sendo positivista. Quanto
ao resto, qualquer observador eh
medianamente competente, mesmo que não
tivesse seguido passo a passo a marcha
dos acontecimentos na França, deve ter
pressentido que a revolução estava
fadada a um terrível fiasco. Bastava
ouvir os jactanciosos, né, latidos de
vitória, com que os senhores democratas
se congratulavam pelas consequências
milagrosas que esperavam dos
acontecimentos no eh do segundo domingo
de maio de 1852.
O segundo domingo de maio de 1852,
eh, tornaram-se em suas cabeças uma
ideia fixa, um dogma, como na cabeça dos
eh, quiliastas, o dia em que Cristo
deveria surgir e que assinalaria o
começo da era milenar, né? O nova era, o
quarto homem, a quarta teoria política,
a quarta, sempre um negócio assim, como
sempre, a a fraqueza se refugiara na
crença nos milagres, né? imaginava o
inimigo vencido quando tinha sido
afastada apenas em imaginação e perdia
toda a compreensão do presente em uma
glorificação passiva do que o futuro
reservava a e dos feitos que guardava
impeto, mas que não considerava oportuno
revelar ainda. Os heróis que procuravam
refutar sua comprovada incapacidade,
oferecendo-se apoio múlto e reunindo-se
em um bloco, havia armado, amarrado suas
trouxas, recolhido suas coroas de
louros, né, de vitória, adquiridas a
crédito, e estavam nesse momento
empenhados em descontar no mercado de
letras de câmbio as repúblicas
impartibles para as quais já tinham no
silêncio de suas almas modestas,
previdentemente, organizado o corpo
governamental no 2 dezembro o
surpreendeu como um raio em céu azul e
os povos que em períodos de depressão
pusilânime deixavam de boa vontade sua
apreensão anterior ser afogada pelos que
gritar pelos que gritam mais alto terão
talvez se convencido, né? Então que ele
tá dizendo assim, ó, tinha uma galera
muito otimista, né? Que a gente tava
indo pra frente. Não tava não, tava
voltando para trás, né? tava voltando
para trás, já venceu presente, né?
Ganhou um presente, já tá resolvido, né?
e tal, eh, terão talvez se convencido de
que já se foi o tempo em que o Grasnar
dos Gansos poderia salvar o Capitólio. A
Constituição, olha o Marx positivista.
Constituição, Assembleia Nacional, os
partidos dinásticos, os republicanos
azuis e vermelhos, os heróis da África,
o trovão vibrado da tribuna, a cortina
de relâmpagos da imprensa diária, toda
literatura, os políticos de renome e os
intelectuais de prestígio, Código Civil
Penal, a Libertê e Fraternitê e o
segundo domingo de maio de 1852. Tudo
desaparecera como uma fantasmagoria
diante da magia de um homem no qual seus
inimigos reconhecem um mágico, né? Do
nada ele apareceu. Não foi do nada não.
Não foi do nada não. Não foi do nada.
uma galera avisando o sufrágio universal
parece ter sobrevivido apenas por um
momento, a fim de fazer de próprio punho
o seu último testamento perante os olhos
do mundo inteiro e declarar o seu nome
eh ou em nome do próprio povo: “Tudo que
existe merece parecer”.
Certo? Então aqui que ele tá falando
exatamente da do otimismo da galera, né?
Pra frente é que se anda e tal. Nada a
ver isso aí. vocês estão fazendo alarme,
etc e tal. Aqui o futuro a Deus
pertence, tá tudo garantido e etc. Não
está, né? Não está, né?
É, tem isso, né? O Marlot tá dizendo,
“Por isso que o fascismo odeia o
positivismo e hoje tem apoio dos web
comunistas também para contra o
positivismo.” É isso. É, isso aí
acontece mesmo. Isso aí acontece, né?
Eh, então, veja só.
Nós estamos no meio de acontecimentos,
tá? Não tem nada acabado, não tem nada
decretado, tá tudo acontecendo, não tem
nada garantido, certo? Não tem nada
certo e etc. Eu tenho feito um esforço
muito grande para dizer para vocês o
seguinte, aí tem muita gente me
perguntando: “Pedro, mas se você critica
o que fazer, tá? Eh,
o que fazer? O que fazer? O que eu tô
tentando alertar é que como o mundo não
tá garantido, as incógnitas das
dinâmicas da política e da sociedade são
muito grandes, você deve fazer mais ou
menos mais ou menos forças
que você tenha certeza, né? Esse é o
empenho, né? Fazer forças que você tenha
certeza
que você não se arrependerá. Em que
sentido? Que sentido? Mesmo que você
esteja errado, mesmo que você esteja
errado,
mesmo que você não saiba o caminho
correto de agir, certo? Eu tô aqui
aprofundando na ideia de ética,
relacionando ao estoicismo, que eu já
vou explicar isso mais para frente. É o
seguinte,
você quando você observar que tem, né,
pelo que você observa, pelo que você
entende, etc. e tal, você faz movimentos
de ah adesão a certas teses sem achar
que você é o jogador de xadrez em 500
bilhões, 900 trilhões de D, tá? Não, o
fascismo é influenciado por Regel, tá?
Fascismo de Mussolini, ele, os
intelectuais do fascismo de Mussolini
são reiguelianos, tá?
Veja só, de modo que a tese ética é a
seguinte. Se você depois do futuro,
quando você tomou decisões erradas, né,
depois você tomou decisões erradas, você
viu que deu errado, assim, engenheiro de
obra pronta, né? deu errado. Você fez
coisas que deram errado.
Se você voltasse atrás e tentasse
avaliar de maneira racional essa pessoa
do passado com o que ela sabia aquela
época, com aquilo que ela sabia aquela
época, você seria condescendente com
você mesmo?
É assim que faz
a
o pressuposto ético com o qual eu
trabalhei isso, entendeu?
Eu não tenho como tá certo. Eu não
conheço todas as incógnitas do mundo,
eventualmente eu vou errar. Mas se
quando eu errar e eu voltar no, tipo
assim, eu voltar colocar em
retrospectiva
a minha própria cabeça daquela época com
aquilo que eu sabia naquela época, se eu
apontar para aquela pessoa, aquela do
passado, certo? Se eu apontar para
aquela pessoa do passado e disser para
ela:
“Cara, isso que você fez tá errado, mas
com o que você sabia naquela época, eu
também cometeria esse erro,
você tá no caminho certo.” Entenderam o
que eu quero dizer?
Entenderam o que eu quero dizer?
Veja só, então, conversando com o nosso
amigo, nosso amigo me puxou paraa
conversa.
Olha isso aqui,
nosso amigo que me puxou paraa conversa
lá, que é meio papagaio lá do do Jones,
não há alternativa, uma briga dizendo
assim, ó, se o Lula faz sucesso, é
porque o, né, a galera meio que não
consegue enxergar alternativas. coloca
lá o Brisol, o Ciro, etc e tal. Tá tudo
certo. Aécio Neves está à esquerda do
Lula porque o Ciro já tá avisando que
vai pro PSDB no futuro.
Se isso der errado,
você olharia pro seu passado e diria: “É
mesmo, era o momento de dizer que o
Aécio Neves está à esquerda e etc.”
Entendeu?
É uma teoria da decisão. Exatamente. É
uma teoria da decisão.
É, é, é, é isso. Tipo assim, olha para
você mesmo. Vamos supor que deu, você
não tem como saber o que vai dar no
futuro, mas imagina as possibilidades
colocadas, imagina e tal. Aí você tenta
olhar para aí, né? Não, aécio Neves e
tal. Agora essa altura do campeonato,
né? Veja bem o que está em jogo, né? Que
que foi engraçado isso aqui, ó? Porque
veja só o que está em jogo. Eduardo
Moreira e 24 B. Tem uma galera me
atacando dizendo que eu sou a Tú desde
criancinha. Veja bem, eu nunca colei com
247 na vida. Quem colou foi o Juel, não
fui eu não. Então assim, não tem como me
cobrar por eu ter colado com 247, porque
eu nunca colhei. Eu não tenho culpa do
bet deles nem nada assim, etc. E tal.
Então a galera que tenta jogar essa em
cima de mim. A piada ficou rodando aí há
um tempo. Pedro 24 bet, etc e tal. Não
tenho nada a ver com isso. Nunca defendi
os cara, etc e tal. [ __ ] tu defende o
negócio lá atrás e agora o negócio é do
ataque do ele não, né? O crep não, mas
assim fica estranho, né? Fica estranho.
Aí veja só. Aí veja o Eduardo Moreira
aqui parece que tem um lado do bem, né?
O Eduardo Moreira e do outro lado o
petismo, não é isso? Aí veja só, ICL,
Hadad.
Então quer dizer que o Eduardo Moreira é
petista agora? Como é? Vocês entenderam
o raciocínio? Como é que faz?
Pera aí, pô. A, né? Há três dias atrás
era o lado do bem contra o lado do mal e
etc. Mas e agora? Como é que a gente
fica? Dia 21 de julho, como é que fica?
Fica engraçado, né? Não fica engraçado?
Eu acho que fica engraçado.
Aí tu vai ter mortal pra frente, o
mortal para trás, não sei o que pá e
tal. Mortal pra frente, mortal para
trás.
É, eu também achei uma boa entrevista.
Achei uma boa entrevista. Achei uma
entrevista razoável. Gostei bastante da
entrevista. Eh, mas vocês veem. Ótima
entrevista. Eu também acho. Também acho.
E aí, tá vendendo as canecas lá, Marco
Antônio, muito tempo que eu não vejo
suas canecas lá aparecendo lá. Ele muito
tempo que eu não vejo sua caneca
lá ele. Eh,
mas vocês entenderam o que eu quero
dizer?
Tipo, é muito evidente
quando que você fala as coisas de
conveniência. É muito evidente.
É muito evidente.
É absolutamente muito evidente quando
você fala as paradas assim, não, pera
aí, enquanto tiver defendendo as minhas
teses, não sei o quê, etc.
Então, eu eu o que que eu tô vendo
agora? Então, olha só, eh colocando
outra coisa aqui pra gente comentar aí,
eh, eh, rapidamente
que aconteceu
e Hugo Mota, Hugo Mota,
Hugo Gumota é Hugumota, né? É o Gumota.
Aqui, ó.
Deixa eu colocar na tela rapidamente.
Mota cancela a reunião de comissão com
Bolsonaro e frustra
eh frustra aliados do ex-presidente.
Mas tem o responde. H o Gumota responde.
Eu acho que é assim. O Gumotas responde
talvez.
É esse aqui, ó. É esse aqui que eu
queria. cancela a reunião de comissões
com Bolsonaro e frustra aliados do
ex-presidente. Acho que é que é isso
aqui. Acho que é isso aqui mesmo. Acho
que é isseo aqui mesmo, tá? É isso aqui
mesmo. Veja só. Então, deixa eu contar
uma história para vocês.
Deixa eu contar uma história para vocês
rapidamente. Uma pequena história para
vocês.
O centro do Congresso Nacional, ele
decidiu,
ele decidiu
pôr uma pressão no governo federal. Que
pressão era essa?
Vou bloquear o IOF que veio do executivo
de maneira ilegal. Por que que eu vou
fazer isso?
Porque o governo tá chegando na eleição.
Se ele se mostrar muito antigo essa era
a lógica, tá? Se ele se mostrar muito
anti Congresso Nacional, ele vai perder
apoio do Congresso Nacional. Então eu
vou forçá a ficar caladinho.
Se ele aí a a a o cálculo é é bem
simples. Se ele tentar levar isso pro
Supremo Tribunal Federal, a extrema
direita histérica, embora isso esteja
certo, porque o legislativo fez o
movimento ilegal,
se ele tentar fazer isso, mesmo que ele
esteja certo do ponto de vista jurídico,
vai ter um custo político. Que custo
político é esse? O custo político é na
hora que eles levarem pro Supremo
Tribunal Federal, a direita histérica do
Congresso vai começar a dizer: “Meu
Deus, olha o tanto de votos que temos,
olha o o o
Supremo, como ele é antidemocrático,
porque os caras não têm um voto, ninguém
nunca votou no Alexandre, ninguém nunca
votou no Certo?” Então eles pensam
assim, ó, de um lado a gente pressiona
sem nenhuma chance de perder nada,
porque a gente não quer passar esse
negócio do IOF. Do outro, mesmo que isso
seja legal, a gente tentar interferir
nisso, mesmo que isso seja ilegal, do
outro, se eles vierem para cima e
levarem pro judiciário, a direita
histérica vai cair na jugular deles.
Então, talvez eles tenham medo de fazer
isso. O que que o PT fez? Não recuou.
pau na máquina, ou seja, levou para o
Supremo Tribunal Federal. Aconteceu
exatamente o que o central imaginava que
ia acontecer, ou seja, a direita
histérica ia começar a dar escândalo.
Meu Deus do céu, e o o fim do mundo, por
o judiciário, porque tudo mentira. O
centro sabe que é tudo mentira, mas ele
sabe que isso vai ter um desgaste
político. Então ele pensou: “Vou
pressionar porque eu não tenho nada a
perder se eu pressionar. E se os caras
tentarem enfrentar, eles vão ter que
lidar com o prejuízo da direita
histérica,
certo? El vai ter que contar com
prejuízo da direita histérica, que ela
vai ficar fazendo histeria lá, meu Deus,
o judiciário, etc e tal. Beleza? No meio
desse caminho, no meio do caminho,
quando o PT decide fazer essa pressão, o
Trump lá na desgraça dos Estados Unidos
fala assim: “Coloca a pressão sobre esse
tema, esse tema que tá acontecendo no
Brasil. Esse tema que tá acontecendo no
Brasil, a esquerda já sabia que ia ter
que contar com a a direita histérica.
Agora a esquerda não sabia, né? O que o
PT não sabia é que ia cair os céus, né?
Lá do norte do planeta. ia descer pro
sul do planeta uma pressão em cima desse
tema de dizer: “Olha, e digo mais, além
de que os os eh juízes do STF estão
segundo a direita histérica, além dos
juízes do STF estarem fazendo a abusando
do poder, porque eles não têm voto, 300
votos no Senado, na Câmara, não sei o
quê, na Câmara do cara, 300 votos na
Câmara, não sei o quê, e o cara não tem
um voto. Isso já tava previsto. Isso já
tava previsto. O que ninguém previa é
que ia descer lá do infinito dos Estados
Unidos, ia descer como intervenção
externa, absolutamente do nada o Trump
dizendo assim: “Olha só, vou taxar o
Brasil e o e a taxação e é desceu um
Trump ex máquina, né? do nada desce um
trumpex máquina no meio desse jogo,
dizendo: “Olha só, vou aumentar o o a
tributação no mundo todo, etc.” Mas no
Brasil é especial porque os juízes da da
do tribunal, ou seja, é o mesmo tema,
entendeu? O tema do IOF e o tema do
Bolsonaro cai sobre a Corte é
autoritária, etc e tal. É o mesmo tema.
O Hugo Mota não tava prevendo isso.
Vocês entenderam?
O Hugo Mota não tava prevendo isso.
Vocês entendem o que eu quero dizer?
Absolutely do nada uma intervenção
externa. Porque ele falou: “Olha, se eu
colocar uma pressãozinha, a direita vai
começar a encher o saco e o Lula que que
se [ __ ] com esse com esse problema, né?
Só que não tava se esperando que não ia
ser uma pressãozinha interna, ia ver só
Estados Unidos para fazer couro com
alegação de que o Supremo é eh é é
antidemocrático ou sei lá, sei lá.
Então, engrossou o caldo do argumento. O
argumento era: “Ah, o IOF que foi
derrubado assim no fundo, no fundo, ah,
gente, certo pro pro pra câmera, no
fundo, olha, eu tô defendendo os
interesses da minha galera, mas também
se perder ninguém vai morrer” e etc e
tal. E aí a gente faz essa pressãozinha,
fica feio pro governo e tal e tá tudo
certo. Do nada Estados Unidos na jogada
para dizer a mesma coisa. E [ __ ] se tá
todo mundo dizendo, se tá a extrema
direireita interna e os Estados Unidos
fazendo pressão externa, mudou o jogo.
Mudou o jogo. Vocês percebem?
Mudou o jogo.
Mudou o jogo. E a extrema direita foi
fazer exatamente o que a gente esperaria
que ela ia fazer. Ela foi pedir golpe,
né? A gente já rodou o vídeo que eu não
vou rodar de novo, né? líder, Senado,
eh, militar, sei lá, militar
64, né? Só para, né? É isso. Cadê esse
aqui, ó, né? Senador cita 64, o golpe de
64 durante o a conferência de imprensa
da oposição, né? E é esse deputado aqui,
o senador aqui, o líder do Senado, o
vice-líder na Câmara do PL, a Biaquisses
aqui de papagaio, de pirata e etc e tal.
Então, eh eh isso já se esperava, só que
não se esperava que esse tipo de
discurso ia ser tão inflamado e que os
caras iam vir por tudo ou nada, que é o
que tá acontecendo. Mudou o cenário com
a pressão dos Estados Unidos, mudou o
cenário.
E o Bananinha lá, o o Eduardo, o
Eduardo, eh,
o Eduardo. Então, veja, cabe mencionar
isso aqui, hoje estava com a bandeira do
Trump no Congresso, mudou o cenário
porque veio uma pressão exterior, né?
Veio uma veio, veio uma pressão
exterior, então mudou o cenário para
isso aqui, ó. Então agora não são dois
só, é uma bancada que tem uns 20, 20 a
40 desses cara aqui, né? E eles vão
falar agora mesmo com a com a câmera
parada e não sei o que, a gente vai se
juntar e é hora do povo todo vir. Aí o
Nicolas fala que veja bem, a gente vai
fazer um negócio que vai mudar os 30
anos. Eu não vou dizer o que que é e
etc. Quer dizer, convocando a população
pro combate, né? convocando a mídia,
convocando os militares, eles estão indo
por tudo ou nada, né? E não é pouca
gente, né? Como é que você vai fazer?
Vai prender esses 40. E aí que aí veja
aí vem pro tudo ou nada mesmo, porque aí
se você fala assim, os 40 tão cometendo
crime, prende todo mundo aí, [ __ ] que
pariu, o Brasil é uma ditadura, prendeu
40 deputados, é, vai, vai certo. Então
eles vêm pra pressão mesmo. É, é um
presente, né? Segundo o Jones e o CP, é
um presentaço, né? É um presentaço, não
é um presente, é um tensionamento, né? É
um tensionamento. Então, veio o
tensionamento, a direita tá vindo com
tudo. Aí eu tô dizendo assim, não tem, é
difícil dizer que tem como vir mais com
tudo do que tá acontecendo. O Eduardo
Bolsonaro ontem conversou com Demore. Eu
achei assim a conversa do Demore muito
ruim, muito fraca e acabou dando espaço
pro cara, pro cara e para aquele outro
jornalista que eu nem conhecia, que o
cara é muito bom jornalista, muito bom
político, né?
É, o presente é [ __ ] né? O presente é
[ __ ] Então assim, e o Jones ainda
tirando com a minha cara, dizendo que eu
não sou mais sério, né? Que eu perdi o
pingo de decência, etc. Eh, então assim,
os caras vem com tudo.
E os caras vem com tudo, com tudo. Tipo
assim, pode ser certo que eles venham
com tudo e morra na praia. Jesus
abençoe, né? Não é isso, galera?
Jesus abençoe. Que venho com tudo, né?
Com neto de ditador, com o cara, o filho
de de tentador de golpe, com a câmara
toda, com o o Nicolas Ferreira caindo
sozinho, machucando o olho, né? Com essa
[ __ ] toda que eles vam com tudo e,
né? Mas vocês entendem que pode não ser?
Tudo que eu tô pedindo para vocês é,
vocês imaginam
se se não for
não. Os caras vieram com tudo, falharam,
[ __ ] velho. Os caras usaram todas as
energias possíveis. Aí a gente ri, aí a
gente faz piada, aí a gente chama de
brocha, aí a gente fala que grava no
quarto, aí a gente fala o que a gente
quiser, certo? Depois que depois que
você viu a espuminha chegando, deu
errado, aí a gente ri, aí a gente fala
que que o cara é sortudo, que o mundo é
fácil, que eu sempre soube que a gente
ia ganhar, que não tinha nenhuma ameaça
no Depois,
certo?
Depois passou, os caras vieram com tudo.
Os caras vieram com tudo, não
conseguiram, passou, deu errado. Beleza,
aí a gente, [ __ ] e o BPC e o Aécio
Neves, né? Sacou? Mas nesse momento,
vocês entenderam?
Nesse momento era o momento da gente tá
se concentrando sobre o quanto que eles
estão investindo tudo.
Veja só.
A questão que se coloca sobre a prisão é
que a prisão do Bolsonaro é tão certa,
tão certa, mas tão óbvia, mas tão certa,
mas tão dada, as provas são tão
evidentes
que eles vão gastar toda, porque veja, o
o Bolsonaro lá de cima, o Eduardo que tá
lá, tá lá no nos Estados Unidos, ele
poderia dizer assim: “Não, veja bem, ele
podia ter jogado de outra forma, ele
podia ter vindo pro mais ou menos,
porque aí se perde também não perde
tanto, ele podia ter vindo assim: Veja,
eu estou aqui denunciando A agressão que
sofre o meu pai, pi, poó, salva meu pai,
salva meu pai, etc. Ô Trump, ô Trump,
né? Salva meu pai e tal. Beleza, mas ele
podia ter dito assim, ó, e não concordo,
deixa o Ele podia ter feito, ó, do ponto
de vista tático, ele poderia ter dito
assim, o Trump vinha com a com a com a
desgraça, né, com a tarifa de 50% e ele
podia ter dito assim, ó, eu não concordo
com a tarifa de 50%, mas eu não governo
os Estados Unidos. Quem decidiu foi o
Trump. Eu não tenho gerência sobre essa
decisão. O que eu fui vim fazer aqui foi
só denunciar. Aí ele se preservava. Mas
ele não tá fazendo isso. Ele tá falando
assim, ó. E veja vocês da Polícia
Federal que travam meus bens, não sei
quê. Eu conheço gente da Polícia
Federal, sou policial federal também.
Ele meteu essa, pô. Ele tá ameaçando.
Ele continua ameaçando. E tipo assim, eu
tô aqui fora, tô fazendo pressão mesmo e
eu conheço gente aí dentro. E cuidado,
senão você vai vai ter problema no seu
emprego. Não me persiga não. E a gente
vai vir para cima e não sei o quê. E se
vier pro fim do mundo, pelo menos eu vou
ter a vingança. Pode destruir tudo. Fala
em boba atômica, fala em car, [ __ ]
[ __ ] Sem sem parar, máquina de ameaça.
Então ele veio para Win, né? Ele veio
pro Ain, né?
O Eduardo veio pro Ain. Vocês podem
ficar rindo disso ou perceber que eles
têm as maiores bancadas, tanto no Senado
com 14, eu acho, senadores, quanto de
deputados que eles chegam a 100, salvo
engano meu. Então ele veio por tudo ou
nada, você entendeu?
Eles vieram por tudo ou nada. Eles
vieram de novo pro papo de caçar pessoas
do
o quê?
do Supremo Tribunal Federal.
do Supremo Tribunal Federal, sacou?
Certo.
É, o Daniel tá falando que são 99, né?
99, né? Não são dois, não são quatro,
né? Não são dois, não são quatro. Então,
a eles vem para 100 deputados, tem 100
deputados de 500, não é isso? E e 10 de
81. São as maiores bancadas. São as
maiores bancadas. Então eles colocaram a
galera para tentar fazer um movimento de
em tempos de de como é que é o nome
disso? Recesso parlamentar, invadirem o
Congresso, né, dentro do Congresso e
ficarem fazendo propaganda, propaganda,
propaganda, propaganda, chamando o povo,
que é isso que eles querem, né? Estamos
lá, vem para cá você também e etc e tal,
por tentando fazer o de janeiro de novo,
não é isso?
nesse momento. E e veja, eu vi o Eduardo
fazendo isso. Olha, eu não tenho nada
contra o PCO. Se o PCO tiver muito
chateado, coloca com a gente.
PDT, ele disse, PDT, eu não tenho nada
contra o PDT. Se o PDT quiser colar com
a gente, a gente tem uma diferença aqui,
outra colá. Então ele tá vindo pro Hi
mesmo. Tipo assim, ó, quem quiser colar
com a gente, eu não sei que desgraça
passa na cabeça de você, mas cola com a
gente, é isso que ele tá fazendo.
Certo? E aí ele fez e vocês, ó, tentarem
mandar o Alkim para tentar negociar. O
Alkim não tem entrado aqui não. Se
quiser vai ter que mandar por mim. Se
quiser vir o Hugo Mota, o Daniel
Columbia, eu tô de braços abertos. Então
ele tá tentando cooptar as pessoas, tá?
Ele tá tentando cooptar, ele tá
expressando, cooptando abertamente. Aí,
veja só, neste cenário, neste cenário
que eu tinha colocado aqui antes,
isso aqui é importante, certo?
Porque quem te garante que o Hugo Mota
não ia colar com esses caras?
Entende o que eu quero dizer? Aí agora
eles estão brigando, ó. Decisão ilegal.
O o de Hugo Mota é ilegal de A CNN tá
toda de quatro frei dois dois dois
canais que eu nunca mais vou levar a
série, tá? CNN, eu já percebi a
bandidagem que eles são. CNN e
Metrópolis tá todo, tanto CNN quanto
Metrópoles aqui de Brasília tá todo de
quatro feios arriado para esses caras tá
explicitamente. Depois vai meter a
louca, vai tentar fazer igual a
Jovenpan, vai tentar meter um rebrando,
mas estão de quatro freios arriados, tá?
Tanto a CNN quanto Metrópolis. São
mídias claramente golpistas, inclusive a
CNN sendo dos Estados Unidos, sendo que
nos Estados Unidos a CNN é contra o
Trump. Aqui no Brasil ela tá de quatro
freios arreados pro golpismo. É
evidente, tá? Tô consumindo essas mídias
o tempo inteiro. Então, olha só, o o
decisão decisão de Hugo é ilegal. Diz
líder do PL sobre a proibição da reunião
na Câmara. Não é, não é certo. Então o
Mota tá respondendo, isso tá levando uma
uma um confrontamento entre o centro,
né, o centro o centro direita e a
extrema direita. Então agora,
finalmente, claramente o a centro
direita tava tá em choque com a extrema
direita. Agora eu tô começando a ficar
relaxado. Vocês entenderam? Então, se
esse vídeo te assustava no iní no
início, certo? Eu quero deixar muito
claro para vocês que agora parece que o
jogo tá virando, porque se veja quem
garante na cabeça de vocês que o Hugo
Mota não ia ficar do lado da extrema
direita porque o o Bananinha tava
chamando para que ficasse. Vocês
entenderam? Se o presidente da Câmara
ficasse do lado da extrema direita,
ia ser outro jogo que estaria em cima da
mesa. Vocês entendem?
Agora imagina você aposta, ah, presente,
não tem nada demais, tá tudo certo e
etc, tudo bonzinho, tudo tá tudo
resolvido, agora o cara vai ganhar, não
tem erro, etc e tal e etc e tal. E o
Hugo Moto e o e o Daniel viram pro lado
do do da extrema direita.
Imagina isso. Imagina se metem o Eduardo
Cunha a dois, né? Se mete o Eduardo
Cunha.
Agora não é derrubar uma presidente e
entrar um vice eh oligárquico, não. É
entrar a galera que tá pedindo golpe
militar, sacaram?
Então assim,
antes de você ser um aventureiro maluco,
né, atravessador de rubicões, ai como eu
instalo meu chutote em rubicanado, né?
Leva a sério as ameaças, tá? É isso que
eu tô falando.
É sério que vocês não vão levar a sério
um movimento internacional. A sorte que
a gente tem em certa medida é que os car
porque o Eduardo podia ter jogado de
maneira mais racional, ele podia ter
deixado toda a merda acontecer e falar:
“Eu não estou defendendo que o Trump
faça faça isso. Eu só vim denunciar. Eu
posso fazer o quê?” Ele podia dizer
isso, né? Eu posso fazer o qu? Eu não
sou presidente dos Estados Unidos. Ele
podia meter essa, mas não meteu. Ele
meteu, é, fui eu mesmo que foi lá e
convenci. Aí, aí ele, né? Aí fica feio,
né? Então, se os caras fosse um
pouquinho mais inteligente, brother, um
pouquinho mais inteligente.
Meu Jesus amado, meu Jesus amado. E aí
eu tô falando, vocês de esquerda estão
brincando com fogo.
Vocês estão brincando com fogo.
Estão diminuindo o tamanho do problema.
Aí depois, se não acontecer nada, por
causa desse monte de cognita que bate,
aí você vai meter o não avisei que ele
ia se dar bem. Ninguém disse que não
seria positivo pro Lula ou eh para
qualquer um que tivesse da esquerda eh
se posicionando na na posição de defesa
contra o bolsonarismo se vencer. A
questão é que vocês dão como dado, né?
Vocês falam como dado. Já venceu, já
ganhou. E é isso que eu tô chamando de
responsabilidade da parte de vocês.
A nossa, nesse aspecto, a sorte nossa é
que a esquerda radical é pequena, né?
Porque imagina essa galera metida a
jogador de xadrez em bilhões de D, tendo
mais penetração na sociedade.
Tá [ __ ] BR. Tá [ __ ] Tá [ __ ]
[ __ ] [ __ ] [ __ ] [ __ ] [ __ ]
né? bem [ __ ] Eh, então eu não levo na
brincadeira isso que tá acontecendo.
Isso é o centro da política, não só do
Brasil, do mundo, porque esse movimento
internacional colocou o Brasil no centro
da política do mundo. E vocês estão
brincando e dizendo que, ó, meu Deus, a
Petra é Playboy.
Ah, cara,
não tem a menor condição.
Não tem a menor condição. Beijo no
coração de todos. Boa noite para todos
vocês. Fala, deu para ficar claro agora?
Deu para ficar claro? Você não vai fazer
o que você quiser. Você tem que observar
as condições que tá dado, [ __ ]
Certo? Quando você for construir,
quando você for construir a sua, aí
veja, hoje teve movimentação no ICL,
tava todo o clube dos amiguinhos reunido
lá. Acho massa. Acho massa. O clube dos
amiguinhos todo tava lá. Acho legal,
certo? Acho top, acho que tem que juntar
e etc, etc e tal.
Mas [ __ ] conversa com os adultos, né?
Fala com os adultos lá, tipo assim, qual
é a sua opinião, adulto? Porque lá tem
gente adulta, né? Qual é a sua opinião,
certo? Qual é a sua opinião, adulto,
sobre o cenário nacional? Conversa com
os adultos, pô. Vocês estão muito
intoxicados pelo público de vocês que é,
ah, vai est o chicote, etc. Conversa com
os adultos. É importante conversar com
os adultos porque o país não tá para
brincadeira. Beijo no coração de todos.
Falou, valeu e até mais.
Ô, deixa eu comentar uma que eu achei
engraçado, né? O o eu vi o vídeo do do
Humberto do Instagram, achei achei
engraçado que ele falou assim:
“Eu pera aí, primeiro eu vou fazer o
elogio, depois eu vou falar o que eu
achei engraçado, tá? O elogio é o
seguinte, eles vão lançar, parece uma
parada que é tipo ICL para toda a vida,
para toda a família, você paga uma vez e
usa para ser, não sei exatamente o que
vai ser, né? Tá um anúncio cifrado e etc
e tal, né? Eu achei muito [ __ ] tá?
Primeiro elogio muito [ __ ] que
possivelmente vai ser uma coisa que é
nos modelos do que o Brasil paralelo
faz. Então é nos modelos de uma
competição com Brasil paralelo. Achei
isso legal para [ __ ] acho isso top,
etc. Mas o Humberto tava falando, está
chegando algo aí revolucionário.
Eu não posso dizer agora, mas é
revolucionário,
que vai vir com revolucionamentos. Eu
não posso estagrar a surpresa.
Revolucionamentos estão chegando, cara.
Isso não é revolução, isso é propaganda,
cara. Ó, revolução,
propaganda,
revolução,
vender coisa no mercado.
Revolução.
Tô brincando, tô brincando, gente. Não
pegue não, tá? Não pegue não, tá? Não
peg,
não peguem, tá? Tá. Revolução,
propaganda de mercado para vender
produtinho. Tá,
tá bom. Tô brincando, tá? Se você não
precisa pegar, é só brincadeira, tá?
Calma, comum no capitalista. Calma,
calma. Não tô brincando. É, tem seu
papel. É importante vender a parada, eu
acho legal e tal, mas a produto
revolucionário aqui da Netflix da
esquerda. Não, tô brincando, tô
brincando. Tá proibido pegar ar, tá
proibido pegar ar com piada. Proibido
pegar ar com piada. Vai ser legal. Eu
acho que vai ser massa, tá? Eu acho que
vai ser massa. Mas assim, evolução é
outra parada. Beijo no coração de todos.
Falou. Valeu. Até mais. M.