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Tudologia MASTER: crítica à condescendência de esquerda (síndrome da superioridade moral)

Fala, meus amigos e minhas queridas
amigas. Tudo bem com vocês? Eh, tem uma
coisa que eu me incomodo bastante é
condescendência na esquerda.
Para vocês entenderem o que é
condescendência, é Senhorita Morelo.
Senhorita Morelo é condescendência,
certo? Vou, né, dando a imagem, você
entende o que que significa. Agora vou
colocar o a IA para explicar para você,
né? A Ia para você. Condescendente
descreve alguém que demonstra
superioridade tratando os outros como
uma complacência condescendente ou
paternalista,
tá? A pessoa é complacente, ela é
transigente, ela é excessivamente
tolerante, muitas vezes com um tom de
arrogância ou superioridade. Isso é com
descendência.
Se você acompanha esse canal, você
percebe que eu sou a exposição estética
da anticondescendência, né? Eu não trato
alguém com quem eu discordo, com quem eu
tenho diferença, com quem eu não venho e
falo assim: “Ah, meu meu meu meu jovem,
eu entendo o seu lado. Você, deixa eu
explicar para você que que você
fofo e e você entendo isso, sabe?
Entende isso?
Se você não entende isso, eu vou te dar
um exemplo prático agora que tem a ver
com Banco Master. Que tem a ver com o
Banco Master. Olha só, veja bem, a
Gabriela Priol é claramente uma pessoa
que tem uma tendência a fazer a estética
com descendente.
Olha, queridos, é uma crítica, tá? Eu tô
fazendo uma crítica evidente, a
Gabriela.
Eh,
é claro, muita gente não engole porque
isso gera reação. A a esquerda,
tratando, por exemplo, da dos problemas
da segurança pública, é condescendente
para caramba, né?
É condescendente para caramba. É tipo
isso. Eh, Peter, omitir suas posições,
por exemplo, e que defende ateísmo causa
LGBT é oportunismo.
Pode ser oportunismo ter uma percepção
condescendente quando o cara tá querendo
dizer assim, ó, sabe quando é
condescendente? Teve uma uma um, um ó, é
curioso, eu vou usar um vídeo do
Galã Feios aqui. Teve um vídeo que a
gente comentou do Galans Face do Élder
com texto que tava sendo condescendente,
né, do tipo assim, eu entendo o ponto de
vocês e etc e tal. Olha, é difícil de
explicar, tá? É difícil de explicar. Eu
vou tentar com o vídeo que o Galans fez
coloca aqui com a Gabriela falando, dá
para ver claramente o que que é
condescendência. Você vai sentir o que
que é com desescendência, tá? Ela tava
fazendo uma exposição sobre o master que
ela achava antes, né, do de ontem de
estourar. Parece que o vídeo viralizou
agora de novo porque caiu mal para
caramba, né? Caiu mal pra caramba. Caiu
mal, mas caiu mal, né? Porque veja, tu
fala como se você fosse o don não da
verdade. Não, mas eu sou só um curioso.
Não é que eu sou especialista. Mas tu
vai e fala pra pessoa que ela tem que
acreditar.
Isso. Sabe quando você tá querendo dizer
pra pessoa o que ela tem que pensar?
Diga, pô. Eu acho que você tinha que
pensar isso. Eu falo isso o tempo todo,
né?
Não, eu acredito ter senti que pensar é
isso. Eu tô até essa esse papo de ah,
não pode ensinar de cima para baixo, né?
Você tem que entender a Ah, cara, isso é
condência.
Todo mundo enxerga com descendência
quando tá vendo. Então, veja, vou fazer
você sentir o que é condescendência.

[música]
André, a gente teve uma não economista
também falando um pouco antes do que ela
achava do banco master, que é a Gabriela
Prior. Eu queria saber a sua opinião
sobre essa fala dela, né, que foi
trazida novamente aqui hoje, né, eh,
estourou aqui nas redes sociais, bombou
nas redes sociais dela falando sobre o
banco master, né? Deixa eu ver aqui, ó.
Vamos ver a Pri-se
para sentir o que acontecendência.
Depois a gente vai falar. Veja aqui,
veja, é óbvio que é uma crítica, né?
Então, esse tipo de coisa quando eu falo
assim, é óbvio que é uma crítica. Então
acredica como a pessoa se porta e etc e
tal. Mas não é mais do que isso, tá? Não
é pr vocês pegarem a da moça, não é para
vocês ficarem irritado com ela, é para
você é é tipo assim, isso é criticável,
esse tipo de comportamento é criticável,
certo? Então você vai ver a forma de
falar, você vai ver a condescendência na
sua, na sua face.
Quem desdenha quer comprar, pode ser,
não sei, mas fiquei intrigada. O meu
hiperfoco cismou com essa discussão
sobre a compra de uma parte do Banco
Master pelo BRB. Alguém tá acompanhando?
Porque eu tava aqui vivendo a minha vida
numa boa, até que eu comecei a ver umas
notícias sobre esse assunto. E aí para
situar todo mundo, eu tenho acompanhado
mais notícias desse tipo, porque eu vou
começar uma série de vídeos sobre
dinheiro, fobia financeira, como cuidar
melhor do nosso dinheiro, etc. Não como
especialista, vocês sabem, como
interessada mesmo, pra gente dividir
dificuldades, estratégias, enfim.
Bom, voltando aqui, por qual razão esse
assunto me deixou intrigada? Porque
quando você começa a ler as notícias, as
manchetes, você fica meio preocupado.
Parece que tem alguma coisa errada
acontecendo, só que você não sabe
direito o que é. E aí quando você lê as
matérias completas, a coisa muda. Por
quê?
Porque não tem ninguém que diga que
existe algo errado, apenas que algo
poderia dar errado e que se desse errado
seria ruim. Só que poderia. É meio vago,
não é? Deixa eu ser mais específica. A
história começa com o pessoal dizendo
que o Banco Master oferecia opções de
investimento em renda fixa com uma
rentabilidade mais alta do que os
grandes bancos. Aí vocês vão dizer:
“Uau, Gabriela, isso é mesmo em comum?”
Então não. Esse tipo de oferta é um
modelo de negócio de todos os bancos
médios. Isso porque se os bancos maiores
oferecem retornos muito parecidos nos
investimentos, em geral bem baixos, é
assim que o menor consegue competir para
crescer. E esse investimento, o CDB, é
mais seguro porque é garantido pelo FGC,
o Fundo Garantidor de Créditos, que é um
tipo um seguro que cobra até um certo
valor caso algo aconteça com o banco que
oferece o título. E aí algumas matérias
dizem o seguinte: não há nenhum problema
aparente no má. Então veja, não há.
Mas a preocupação de especialistas é que
no caso de uma eventualidade, os títulos
emitidos pelo banco comprometeriam uma
parte importante da liquidez do FGC.
Ué, gente, mas no caso de uma
eventualidade que atinge um banco
grande,
quantos por cento do FGC estaria
comprometido? Provavelmente mais. Ah,
Gabriela, mas não vai acontecer nada com
o banco grande. Bom, mas aí a gente tá o
quê? preso na concentração bancária, ou
seja, nesse mercado fechado, só com
alguns grandes agentes. E aí vamos
continuar pagando juros inacreditável.
É um papo, ela é meio cirista, né, da
vida. É um papo meio cirista da vida,
né? Vai, vai. Vamos lá. Bom, G
[risadas]
especial no cartão de crédito, enfim. E
e vejam que outra coisa que eu pensei,
né? Manter o mercado fechado é um
interesse legítimo. Afinal, quem é
grande quer continuar grande, não quer
mais concorrência. Mas também é legítimo
que os consumidores possam entender o
que está de fato em disputa.
Mas voltando pra história que eu abri
aqui o vídeo, quem desdenha quer
comprar.
Pelo que eu vi, todo mundo diz que se
eventualmente o master representasse um
risco na eventualidade de, a compra de
parte dos ativos pelo BRB seria uma
coisa boa.
Mas se é uma coisa boa, se seria uma
coisa boa, por tanto barulho? Aí pensei,
você percebe o ar de condescendência?
Eu
tava aqui estudando e eu acho que os
grandes querem manipular você
porque se veja, vamos tentar entender
junto. Vocês entendem?
Percebe que eles ela fala como se ela
tivesse falando com a criança.
Olha, é o que eu vou insistir. Eu tô até
achando engraçado que tem muita gente
dizendo que não conhecia a Gabriela. Eu
tô ficando idoso mesmo, né? A internet
faz as coisas passarem muito rápido, né?
Olha que curioso.
Vocês estão falando sério? O Marcos
disse: “Eu não conheço essa moça. Vocês
não conhecem a Gabriela Priori”.
Aí aqui embaixo a a Wida falou: “Eu acho
que é a Gabriela Priori”. Caramba, que
curioso aí o o Felipe, essa moça não é
aquela que faz um programa com carnal,
que debateu com o monárquico? É ela,
gente. Que que que vocês estão? Sério,
vocês não conhecem? Que curioso, cara.
São Paulo.
É, conhecia só por nome. Caramba.
Curioso mesmo. Curioso.
É,
é. Ela debateu com Copola. Exato. Minha
minha esposa. Você conhece? Vocês
conhecem cab Caio Copola? Não conhece
ela? Pelo amor de Deus.
Mas veja só, eu quero chamar atenção
sobre a condescendência,
tá? O Vitor também tá dizendo, não
conhecia. Eu tô achando curioso mesmo.
Mas olha só, eh, eu quero chamar muita
atenção da condescendência, gente.
Eu não sei vocês,
mas eu andei pensando, eu tô, veja, eu
não tô, eu não tô fazendo sarcasmo. Eu
tô tentando emular o discurso para dar a
vocês essa sensação. É, tipo assim, eh,
ela claramente sente que tá falando para
pessoas mais infantilizadas. Você
percebe, gente? Eu vou falar a linguagem
do povo, que eu sei que vocês não têm
obrigação de saber. Eh, sabe, FGC? É
tipo, é tipo um, é tipo um seguro,
gente. Vocês entendem o que eu tô
falando? O ar, o ar que tá por trás da
elaboração retórica é uma coisa assim.
Deixa a mamãe contar para vocês. Gente,
vocês viram?
Vocês entendem? tem um ar de
condescendência, de eu sou melhor que
vocês, saca?
Olha só.
E talvez porque mais alguém estivesse ou
esteja interessado. E aí, se eu tô
interessado em comprar uma parte de um
banco e a confiabilidade do banco for
posta em dúvida, o preço dos ativos cai,
eu posso comprar mais barato. Sabe
quando você vai visitar uma casa com
corretor, em vez de elogiar, você aponta
alguns defeitos para conseguir negociar
o preço? Exatamente igual. Então, deixa
eu explicar uma coisa complexa quando na
situação da sua casa para você entender,
sabe quando você vai é não é só usar a
metáfora. É legítimo usar metáfora, não
é isso. É o conjunto da obra, certo? É,
é o conjunto da obra, não é fazer uma
metáfora. Metáfora é legítimo, é tem um
papel didático importante, não é isso. É
o conjunto da obra. É o conjunto da
obra. Eu fiquei intrigada, intrigada e
preocupada com o efeito disso sobre
pessoas comuns que podem,
entende o coj da obra? Eu fiquei
incomodado com pessoas comuns.
É porque eu sou uma pessoa incomum, né?
Ah, cara, é o conjunto da obra. Eu quero
que vocês entendam que é o conjunto da
obra. Não é uma frase, eu não tô tirando
alguma coisa de contexto. É assim, é
toda a estrutura argumentativa, ela é
assim, deixa, deixa eu contar pros
populares o que que tá acontecendo.
As pessoas comuns podem se sentir em
risco quando nem tão efetivamente. E
tudo pelo potencial interesse de um
jogador poderoso em comprar ativos com
preço menor. E normalmente quem assiste
gosta, é isso que eu quero tentar fazer
vocês entenderem, não é uma crítica a
ela, pelo amor de Deus. Claro que é uma
crítica a ela por causa disso, etc. Mas
o que eu quero que você entenda é o
seguinte. Quem curte esse tipo de
conteúdo, curte o conteúdo olhando pro
lado e falando assim: “Eu gostei do
vídeo porque ela comunica pro simples.
Eu não sou simples.”
Você entendeu?
Você curte o vídeo. O vídeo é para você.
Você curte o vídeo, você gosta do vídeo
porque você acha que aquele vídeo você
se sente tão grande quanto ela. Você,
ah, agora a gente tá conseguindo
comunicar com os comuns, você entende? É
um grupo de pessoas, quem assiste
gostando disso fala assim: “Nossa, eu
gosto dela porque ela sabe conversar com
o povo, meu. A gente, ela não se sente
parte do povo para que ela tá falando,
entendeu? A pessoa que assiste é um é um
tipo de viés de confirmação de
superioridade de uma classe específica
média que tá falando assim: “Cara, que
vídeo legal, é assim que a gente tem que
falar com eles, o povo, entende? Quem
curte esse tipo de conteúdo, normalmente
é é ele se sente superior ao povo comum
também. O que dá view para essa galera é
normalmente,
se você tirar a estatística, é uma é um
conjunto de pessoas de classe média que
se sente tão aristocrática quanto e fala
assim: “Poxa, que legal esse tipo de
fala”, porque isso comunica com o povo.
É isso que eu falo que a condensou
lá, discussão com a galera que eu falei,
gente, esse tipo de papo do tipo, ah,
como é que a gente tem que conversar com
o povo? É, é, é condescendência
explícita. Eu falei, isso parece um
padre católico, eh, discutindo com o
outro padre católico de como é que a
gente convence os índios de que Jesus é
sagrado,
certo? É muito explícito quando você tá
conversando com alguém, tipo assim, ó,
cara, como é que a gente tem que
conversar e a gente não consegue chegar
no povo? Como é que sabe? É com
descendência explícita. A população
comum não tá entendendo o nosso
discurso. A gente tem que descer.
Ah, cara,
é por isso que tem um um paradigma de
muita gente que acha que a Gabriela é
muito chata. Tem alguém dizendo isso,
né? É muito chato porque aí você sente
esse ar, tá ligado? Esse ar tá ali,
gente. Olha só, deixa eu explicar para a
gente tem que falar com a população, ó.
Deixa eu sabe a metáfora do futebol. Ah,
cara, tu meteu uma metáfora do futebol
no meio do jogo, né, de uma conversa.
Mas é assim, gente, olha, para você
entender,
tudo bem, tu meteu uma metáfora, mas não
é a metáfora. Só metáfora faz parte de
um projeto, de um processo de
conversação que quando a pessoa não tá
conseguindo entender, você explica com
outras palavras, né?
Olha, eu tô tentando dizer uma coisa que
claramente ninguém tá entendendo. Deixa
eu explicar com outras palavras, tudo
certo, mas é tipo assim, deixa eu descer
os degrais aqui. Deixa eu explicar para
você na sua, no seu nível
você sente isso no discurso?
Dúvidas, muitas dúvidas. Vocês
acompanharam as notícias? Só eu
acompanhei? Concordam comigo? Não
entenderam nada? Me diz aí.
Senti maldade.
Você entende, cara? Caramba.
E aí, vocês concordam comigo? Não
concordam? Eu tô falando muito absurdo.
Vocês não entenderam nada. Eu preciso
simplificar mais para vocês. Você
entende que tá ali, tá ali, cara.
Tá ali para caramba.
Só, só eu. Ah, caraca, brother.
Aí vocês entendem, quando eu venho aqui
eu falo assim, gente, tá acontecendo, eu
veja, eu vou falar sobre o mesmo assunto
meu vídeo passado, né?
Eu também acho, né? Você resumiu o
comunismo no Brasil. Gente, eu vou
explicar para vocês. Imagina que você
tem uma vaca, né?
[ __ ] merda.
[ __ ] merda.
Então, eh, veja, eu falei sobre o mesmo
assunto e eu falei, eu vou contar coisas
para vocês que eu sei que vocês não
sabem, né? Vocês são burro mesmo e etc.
Não é condescendente, sabe?
Condescendente é esse arzinho assim de
ai, eu sou alecrm semeado, né? Deixa eu
explicar para vocês com carinho, porque
vocês precisam. Não, gente, eu tô
conversando com outros seres humanos com
a idade mental que é a mesma que a minha
idade mental. E por acaso eu perco um
tempo do [ __ ] olhando as notícias?
Talvez você não perca um tempo do
[ __ ] olhando as notícias, mas com
certeza você sabe um monte de coisa que
eu não sei, né? Então vou perdi um tempo
do cara, passei 3 horas aqui antes de
abrir esse vídeo. Isso trata os adultos.
Você vê, você tem uma tonalidade, gente,
deixa eu explicar para vocês. Eu andei
olhando, né? E e talvez você não
entenda, cara. É claramente é é por isso
que a galera tem uma galera que acha que
isso é chato, né? Oi. [ __ ] Fala
comigo, né? Eu tô de eu tô de igual para
você, pô. Tu não é melhor do que eu
porque você sabe uma coisa mais do que
eu. Não
é explicando com a fago, né? Ah, vivem
pi, pô. Caraca, brother, isso é
condidência.
É o é humildão superior, né? É humildão
superior, né? E o e o cheiro de que a
pessoa se sente superior é muito clara.
É muito clara. É muito clara. Então
veja, tu é professor, tu sabe mais do
que o aluno. É claro, né? É claro. Tu tá
falando de professor para aluno, tu sabe
mais do que aluno naquela matéria. Ou se
espera que você saiba e você vai saber
que

é que
a pessoa eventualmente vai saber mais do
que você naquele assunto mesmo. Naquele
assunto mesmo, né?
Não é isso que e você consegue ver ali
claramente. Aí os caras ficam muito
puto, ó. Vamos rir, vamos assistir até o
final só pra gente rir. Só pra gente
rir, tá? Só pra gente rir. Senti, eu
senti maldade da sua parte de fazer isso
aí. Tá bom, Marco Beze. Só queria deixar
registrado.
Envelheceu mal esse vídeo, né?
Envelheceu mal esse vídeo. Que
porque veja, se ela tivesse levantando a
dúvida, presta atenção. Eh, até o
bordão, né? Até o bordão é irritante,
mas tá bom. Eh, presta atenção. Olha só
o que que eu quero chamar atenção.
Envelheceu mal o vídeo, né? Porque
estourou o negócio. Ah, veja, tem uma
galera que tá, né? Talvez eles estejam
manipulando. Você tão falando mal do
Banco Master, não sei o quê. É um banco
médio. Então, é quase como se fosse
assim: “Eu tenho que te proteger dos
grandes, né? Os grandes bancos são do
mal, os gigantescos bancos são do mal.
Mas um banco médio é [ __ ] brother, é
tudo banco, gente. É tudo banco. Não tem
o banco do bem que é grandão, o banco do
mal que é grandão e o banco do bem que é
que é mais ou menos, tá ligado? É tudo
banco, tu tem que desconfiar, você tem
que confiar desconfiando.
Veja, não é para ficar paranoico com
banco grande, como não é para ficar
paranóico com banco médio, mas é banco,
né? O interesse do banco é lucrar em
cima das pessoas. e tal. E eventualmente
vai ter gente que quer fazer isso de
maneira errada, mais errada do que já é
o lucro por si só, né? É luta de classe
de banco, né? É o papo do Ciro, né? É o
papo do Ciro, afinal das contas, né? Ah,
não é porque tem os os ricões que querem
impedir os ricos médios de se
desenvolverem. Não, gente, ó, de boa,
não tem luta de classe de banco, não tem
luta de classe de de classe e tem gente
boa e ruim, inclusive tem gente boa em
grandes bancos, enfim. Ah, cara, não.
Aí sabe para quem vai ficar feio para
[ __ ] agora? Vai ficar feio para
[ __ ] agora do o pro,
como é que é o nome do cara? O o Paulo
Gala, né?
O Paulo Gala, né? É, é fã de banco, pô.
Fã de banco é [ __ ] né? Fã de banco é
[ __ ] Não é para criar uma paranoia
contra o banco, né? Ou como se o banco
fosse a encarnação do eh do mal, né? Não
é para para criar meninos paranoicos na
internet, mas é banco, né, gente? Uma
instituição de poder, de de dinheiro, de
alocação de recurso. Banco, por favor.
Agora vai ficar feio para [ __ ] pro
Paulo Gala, né? Porque o Paulo Galo tava
trabalhando lá no Banco Master até fei,
eu vi uns vídeos dele antes fazendo
defesas desse, tipo essa que ela tá
fazendo ali, né? Eh, e veja, isso não é
para condenar o Paulo também, viu? Não é
para condenar o Paulo, mas ele vai tá
[ __ ] agora. Ele vai ter que dar
explicação para [ __ ] né? Porque
veja, ele trabalhava lá como, sei lá,
banco, como é que é? banqueiro chefe.
Não sei como é que é o nome disso. É
economista chefe. Economista chefe.
Eh,
é, não, não, não sei. Eu, eu não gosto.
Eu, eu falei isso, eu não falei isso nem
do, eu não falei isso nem do Ibanês. Eu
vou falar do do Paulo. Não vou falar.
Não é inocente, tem culpa no cartão. Não
sei. Não sei. Agora quem vai ter que se
explicar é ele, não sou eu, né? Eh,
agora vai ficar feio para caramba pro
cara, né? Ele vai ter que dar dar, vai
ter que dar mortal paraa frente, mortal
para trás. E aí é que tá. Se você não tá
sabendo o que tá acontecendo aí, aí das
duas uma, né? Se ele não tá sabendo o
que tá acontecendo e tá acontecendo
alguma coisa grave, aí já aí tira aquela
aura de sabe tudo, né, que tem na
internet para caramba. Aura de sabe
tudo. Não tem internet aura de sabe tudo
não. Eu sou um supremo, eu sei de tudo,
eu conheço como é que funciona o sistema
e etc e tal. De baixo do seu nariz, o
negócio dá dá errado. Então você não
sabe tudo tanto não, né? Então a aura de
professor vai pro [ __ ] né?
A aula de professor vai pro [ __ ] né?
Quer dizer, se aconteceu mesmo, a
Polícia Federal interditou o negócio lá,
né? Se aconteceu mesmo, ainda a gente
ainda vai saber os resultados, né? Do
Mas se tinha fraude, etc., você não sabe
tudo assim, né?
Essa coisa da galera, isso é importante
para mim, isso é muito importante nesse
momento, essa coisa de criar um monte de
interneteiro.
Ah, se colocar esse aí resolve, né?
Porque aí ele instala dois dedos e tal.
Teve um rapaz que, né, que a gente tava
falando disso, eh,
teve uma, é, porque não é assim, é,
veja, puxa, tem horas que saber nada é
mais interessante.
Veja, por que que eu tô chamando atenção
disso? Teve um rapaz que ontem veio aqui
no no canal, nunca ouvi falar da pessoa,
né? Eu eu acho isso acho isso plenamente
irritante. Esses caras todo que que
passa quando eu tô criticando a Stalin e
eh a ala Stalin Vargas, né? A pessoa que
nunca apareceu aqui, nunca apareceu,
nunca deu oi aqui, nunca me disse assim:
“Poxa, que legal esse vídeo”. Aí ela
aparece aqui e fala assim: “Estou aqui
há 10 anos acompanhando seu canal e
agora eu vou falar”. Aí me xinga, me
escrotiza para [ __ ] porque eu tô
criticando a a a ala Stalin Vargas, né?
A ala Stalin Vargas do YouTube que mente
todo dia, todo dia, todo dia, todo dia
mentindo para fazer porque acha que vai
ser o próximo Lula, né? O tamanho que
isso é absurdo é incrível, mas tudo bem.
Ah, mas beleza. Aí a galera fica
chateada porque gosta dos caras, [ __ ]
tem afeto com os cara, cresceu com os
cara, aprendeu sei lá o quê, aprendeu o
que é uma moeda com os cara, alguma
coisa nesse sentido, né? Aí a pessoa
fica calada aqui assistindo meu vídeo e
pegando o ar, pegando o ar, pegando o
ar, pegando o ar. Aí um dia ela estoura,
aí aí, aí um dia ela estoura, ela vem
aqui e fala assim: “Pedro, acompanho
você há 10 anos no sigilo e agora você
perdeu a mão e etc e tal”. Ah, cara, não
enche meu saco, tá ligado? Não enche meu
saco. Não enche meu saco. Eh, veja bem,
fica parecendo que o presidente da
República, nessa na ala Stalin Vag o
presidente da República ele acompanha e
sabe tudo que acontece no planeta. Nunca
tiveram, aí veja, me incomoda quando o
cara já teve, né? Nunca tiveram cargo
público. Não é assim, gente. Nunca nunca
tiveram cargo público na vida. Não é
assim.
[ __ ] quando você trabalha numa escola,
tu tá trabalhando no negócio, tu tá lá
na sua sala, você não sabe nada que tá
acontecendo. A coordenação vem e fala
assim: “Tu tem que fazer X, aí tu faz X,
sabe? Não, não tem essa, esse domínio
todo de todas as informações, não tem
essa centralização toda de informação.
Ah, não, não tem isso. Não é assim.
É, os tratam o o E aí eles passam a
visão de que é isso. Se tem um rei da
República, aí é só eu colocar o nosso
rei que aí a gente resolve tudo, né? Não
é assim, né? Não é assim, né? É claro
que não é assim, né?
Então, quando você passa essa imagem de
como se fosse dessa forma, agora para se
defender, como é que é? Como é que vai
se defender? Tu não é um gênio que sabe
tudo, que entende cada engrenagem de
cada movimento que tá acontecendo, tu
tem uma posição de chefe. Então agora tu
tem que ser responsabil, a pessoa vai
cobrar isso em público, né?
Vocês entendem?
Pera aí, baixa essa bola aí. Não é assim
fácil não. Sobretudo numa democracia,
né? Tem 500 milhões de forças envolvidas
que tu não conhece, que tu não sabe o
que tá fazendo, não é, gente?
É exato. Parece que quando você se
elege, automaticamente você vira o Deus
unisciente do país inteiro. É. E aí eles
criam essa imagem para dar a tese, né? A
tese é essa. Olha, se [ __ ] resolve, mas
não é claro que não é resolver [ __ ]
nenhum, né? É bem mais complexo que
isso. É bem mais complexo que isso.
Mas vamos ver os cara puto. Vamos ver os
cara puto. Vamos ver os cara puto.
E não tô acusando nada, tá? Mas, pô,
lembra muito uma aquelas publes que você
faz sem hoje em dia você é obrigado a a
entregar que é uma p que você tá
fazendo, né? Eh, são
tipos de conteúdo que você pode fazer
não necessariamente vendendo o negócio e
tal, mas tem uma similaridade aí. Eu não
tô dizendo que é, eu acho que não é, mas
eh lembra muito, né?
É, e se fosse o Gláudia tá falando aqui,
né? Eh, o povo acha, esse povo acha que
ser presidente de um país é tipo
administrar o próprio corral no YouTube.
Pô, isso aí colocaria tudo contra eles,
né? Porque tudo que eles falam é: “Eu
não administro ninguém, eu não tenho
culpa de nada do que meus seguidores
fazem”.
Porque eh ela tá defendendo, né,
basicamente o o máster aí, né, André?
Ah, só ela que leu as notícias, só ela
que tá acompanhando essa complexidade,
né? Só ela tá chegou na cabeça dela,
nossa, estão desdenhando porque quer
comprar e ainda fala: “Ah, estou
protegendo, né?” Porque assim, a gente
tem que pensar que o pequeno investidor
tem que ter a [ __ ] do negócio lá de
saber o que que está em jogo, que tava
em jogo, a questão da concentração
bancária. Ah, vai pra [ __ ] que pariu,
bicho. [risadas]
Não, gente, olha só, de boa. É muito
irritante, pô. É muito irritante. De
boa, gente. É muito irritante, brother.
Tá, é muito irritante isso, cara. É
muito irritante isso. É a mesma coisa
quando a gente fala do BPC, não é,
gente? Olha só. Não é tão simples assim.
Ah, então quer dizer, e tem que proteger
o
Você tá jogando contra e não sei o quê,
porque os grandes e Ah, cara, não, não
mete essa. Tu nem sabe do que tu tá
falando, pô.
Eu tô no eh Ah, cara.
Ah, cara, que negócio chato. É chato,
pô.
É chato assim, não tô fazendo nenhuma
acusação. Tô dizendo, a minha acusação é
é chato. É chato. Chato demais isso.
Chato demais.
Chato demais. Muito chato.
Aí eu tava dizendo no vídeo passado,
apareceu um cara aqui, ó. Vou vou
mostrar esse. Eu vou colocar na tela.
Esse eu vou colocar na tela para mostrar
para vocês o que que eu tô falando.
Então assim, eu falei, é o maior
escândalo da Terra, né?
no vídeo que eu gravei. Cadê aqui?
Olha só, deixa eu mostrar uma coisa para
vocês.
Pera aí, [ __ ] Não entrou o vídeo novo.
Não, pera aí.
Catalisar.
Mostrar aqui para vocês, tá? Que que eu
tô falando
de boa?
De boa, gente, de boa, de boa. Falando
sério com vocês, gravei meu vídeo ontem,
aí o Kauan Silva
não vai falar nada do vazamento do Enem,
né?
Ah, maior escândalo bancário da Terra,
você fala, mas e o vazamento do Enem? Eu
falo assim:
“Ah, cara, isso é muito chato, velho.
Pera aí. Eh,
eu nem sabia, eu descobri agora. Aí eu
beleza, beleza. Vazamento do Enem, tá
bom? Aí eu vou pesquisar vazamento Enem

Enem,
deputado pede a PGR que ITCU que
investigue em suspeita de vazamento. É
uma suspeita por enquanto. Eu eu não
sabia, né? Ó, INEP anula três questões
aqui, ó. INEP anula três questões do
Enem e aciona PF após identificar
similaridades com itens divulgados
online. Estudante que vem de consultoria
mostrou questões muito parecidas 5 dias
antes da prova.
Edcley Teixeira conta ter participado de
outra prova onde itens do Enem foram
testados e diz que decorou a base das
questões.
Então anulou essas três questões porque
aparentemente, olha, veja, presta
atenção. Após analisar os relatos de
antecipação de perguntas aplicadas na
prova, o INEP afirma que a Polícia
Federal foi adicionada para apurar a
conduta e eventual autoria da divulgação
das questões, investigando possível
quebra de sigilo ou alto de mafé. Você
sabe quantas pessoas
Você sabe quantas pessoas participam no
processo de informação de uma prova
dessa?
Aí, o que que você quer dizer com isso?
Você quer dizer com isso que a culpa é
do Lula que que vazou? três questões do
Enem. Ah, cara, que que tu quer dizer
com aí? Tá falando, eu tava falando no
vídeo passado
de uma compra do banco que tava sendo
organizada
pelo governador de Brasília.
Eu tava falando
de um uso de investimento
da aposentadoria de servidores do Rio de
Janeiro pelo governador
de eh do Rio de Janeiro. Eu descobri
agora, depois eu vi um vídeo que também
tem o o caso do Amapá e de
Amazônia. Um, o caso do Amapá é um cara
que tenta aparentemente ser nem direita
nem esquerda e o do Amazônia é
bolsonarista.
Um monte de prefeitura também tá
envolvida. Um monte de prefeitura com
esse negócio de colocar dinheiro no
banco master de de aposentadoria e etc.
Tá? Um monte de prefeitura. Eu não
lembro, vou chutar o nome o número
errado, mas eu acho que eu vi 18 de São
Paulo. O número total eu não sei. 18 de
São Paulo, eu acho. Prefeituras, três
estados.
Tá? Três estados, os governadores,
né? Os governadores colocando
aposentadoria
no banco, num banco que o TC, eu vi, né?
do Tribunal de Contas da Amazônia e não,
o um uma associação de servidores da
Amazônia tinha dito que não era para
fazer isso e o TC do Rio de Janeiro
tinha dito que não ia não era para fazer
isso e eles continuaram fazendo. Então
tem esse caso, veja, na pior das
hipóteses, gestão temerária, certo?
Ó, você foi avisado do problema,
continua fazendo gestão temerária, mesmo
que não seja crime, mesmo que não tá,
não tenha, não esteja recebendo dinheiro
por trás, agora vazou três questões do
Enem.
Você quer que eu fale o quê?
Veja, pode até ser que seja culpa de
algum gestor do Enem, mas é mais fácil
que seja do, veja, raciocina, é mais
fácil que seja um problema dentro de
quem administrou a ação. Três questões
do Enem. Pera aí, pô. Pera aí,
pera aí. Mesmo que tenha vazado a prova
inteira,
vamos dizer que vazou a prova inteira
para passar o sobrinho do do da tia do
do Pera aí, pô. Tu quer comparar isso?
Qual é a questão? Entende aí? E esse
tipo de de petulância,

catalisar
é inacreditável, pô. Esse tipo de
petulância aqui é inacreditável.
De novo. Vamos ver de novo.
Cadê?
Sumiu.
Eu fui para outro vídeo. Não, tô no
vídeo certo.
Cadê o negócio? Sorte by news first.
Cadê?
Aqui, ó.
Não vai falar nada do vazamento do Enem.
Tô falando assim, que petulância é essa,
brother?
Que petulância é essa? Veja, tu aparece
aqui,
tu aparece aqui
e pergunta: “Ô, cara, fala alguma coisa
sobre o o pede, né? Eu queria ouvir tu
falando sobre o Enem.
Eu queria ouvir tu falando sobre o Enem.
que eu que eu Como é que tu imagina tu
que [ __ ] de fala é essa? tá sugerindo
que eu tô escondendo o negócio. Nem nem
sabia o nível de relevância entre uma
coisa e aí veja, é toda hora esse papo
assim, cara.
É toda hora esse papo assim. Não tô nem
criticando a pessoa lá como se ela
tivesse feito, mas a pessoa trata como
se a gente tivesse fazendo as coisas na
maldade. Pô, eu nem sabia do assunto.
Agora,
esse ponto aqui é importante.
Vou fazer uma brincadeira, tá?
Exatamente. Para não ser condescendente,
tá? Exatamente. Para não ser
condescendente. Ah, mas você não vai
falar do Renato Freitas de guarda
aberta.
Tá,
vamos lá.
Ontem eu entrei, ontem eu entrei no, né,
ontem eu abri o grupo que a gente tem,
né? Aliás, se eu eu vou eu vou hoje mais
tarde adicionar vocês que entraram no
grupo depois, tá? Manda e-mail para mim
se eu não tiver te adicionado, etc. e
tal. Hoje eu vou adicionar vocês lá no
grupo.
A galera tava quebrando um pau o dia
inteiro. Eu abri o vídeo, eu abri o
grupo de noite. A galera quebrando o pau
o dia inteiro por causa desse lance aí,
tá? Do do Renan. Como entra o Mateus?
É Mateus. Eu vou decorar seu nome se
entrar lá. Eh,
tá, Carlos, pode falar aí, né? É só para
quem é membro. Exato. Primeiro você vira
membro ou ou colabora no apoia-se, né,
Vittor? Vitor, desculpa. Vitor, eh, você
vira membro ou colabora no apoia,
etcrit, manda para mim o demonstrativo e
aí eu te adiciono lá no grupo.
Aí como eu não tenho falado nunca mais
no grupo, o grupo tá meio tóxico, tá um
pouco problemático, né? Mas foi o dia
todo a galera conversando sobre essa
essa esse negócio, né? E aí, [ __ ] merda,
né? [ __ ] merda. Vamos lá, então. Isso.
Tu é membro tu, né? Tu é mesmo? Tu
mandou o e-mail, é porque eu não vejo,
eu demoro para ver. Eu demoro quase um
mês acumulando as pessoas para tirar um
dia só para porque não é simplesmente
adicionar, né? Eu tenho que mandar
mensagem, não sei quê. Eu demoro para
fazer. Não tenho ninguém que faça isso
por mim. Eh,
é, o grupo tá um pouco tóxico para
[ __ ]
Ah, veja bem,
então deixa eu, deixa eu dizer, né?
Então, aconteceu esse negócio lá.
Primeira coisa que eu preciso falar,
olha, tem uma galera de extrema direita
provocando o tempo todo para violência e
isso é péssimo, tá? Isso é péssimo. Eu
já falei muitas vezes sobre o problema
de ser brabão, né? O Glauber lá tá tá
para perder o cargo porque chutou a
bunda do menino, etc e tal. Mas tem a
questão, né? Tem a questão de que essa
galera de direita provoca para [ __ ]
A galera de direita provoca para
[ __ ] Escrota para [ __ ] Às vezes
é racista, às vezes é, né? Mexe com a
mãe do, no caso do Glauber, é porque a
mãe do cara tava doente, etc. e tal.
Então, os caras toca para machucar, né?
Então, a primeira coisa que eu vou fazer
é não ser condescendente, né?
Ah,
veja bem.
Pi pi pi pi po pó po. Não, gente, ó,
cair nas provocações é errado, né?
Não é legal. Não é legal, né? Não é
legal, tá? Vai trazer problema, não é
para, não é para mim, né? Vai trazer
problema para quem caiu na provocação.
Mas eu passo um certo nível de pano
porque, [ __ ] que pariu, os caras são
insuportável, né? Os caras são
insuportável. Os caras são insuportável.
Eles fazem para isso mesmo, né?
Ninguém tem sangue de barato. É isso.
Ninguém tem sangue de barato. Mas é
errado. Então, né, para não ficar com
complacência, com desescendência. Ah,
veja bem, pobre coitado, porque também
olha o que ele ouviu e não. Ó, uma coisa
é que os caras são chato para [ __ ]
outras coisas, né, ninguém tem sangue de
barata e tal, mas não é certo, né? Você
cair, veja bem, se tu é vereador, se tu
é deputado, tu tá ganhando, cara.
Tu tá ganhando, né? Tu tá ganhando.
Eu também acho que tinha que ter limite.
Eu acho que tinha, para mim, para mim
esse negócio de liberdade de expressão
absoluta, do cara poder colocar o
celular na tua cara, falar o que ele
quiser, para mim não podia, não devia
poder fazer isso não. E no final das
contas fica feio. Ou fica feio ou fica
bonito. É isso aí é uma outra questão
que aí a gente fica no póscéditos, né?
No póscréditos os o pessoal quer ganhar
na narrativa, né? Isso é que é o inferno
do nosso tempo é isso, né? Então assim,
já aconteceu, já pode dar ruim, já pode
dar bom e aí entra o grupo de tentar
conquistar a narrativa, né? De tentar
conquistar a narrativa. Veja bem, mas aí
pode porque é o certo, porque quem
mandou provocar porque, né, para para
ver se ganha alguma coisa na imagem no
final das contas, né, como foi com
Glauber também, a mesma coisa, né? Eh,
então assim, a primeira coisa é não
ficar, eu não vou pagar aqui de de,
né, eu sei o que é certo e tal e pi, eu
não faria porque eu sou muito
controlado, né? Violência, né? Não vou
fazer isso, né?
Não vou fazer isso. Não vou fazer isso
não. Se fosse eu, porque eu sou muito
mais controlado, porque eu sou muito
mais inteligente, porque eu não vou
meter essa, óbvio, porque seria, né,
exatamente essa condens. Olha, gente,
deixa eu explicar para vocês. Não pode,
né? Deixa eu explicar, né? Não é não é
disso que se trata, né?
Não é disso que se trata. Mas veja, esse
é um ponto importante da e é é é bizarro
isso. Isso isso se é um ponto
importante, é bizarro, mas é um ponto
importante, infelizmente. É um ponto
importante. Camarada que tá brincando,
né? Ele falou: “Pô, mas se for brigar,
pelo menos não apanha, né?
Aí é [ __ ] isso. O pior de tudo é que
isso é um ponto importante mesmo do
ponto de vista estético.
Ele começa a briga e ele toma um um soco
no rosto e cai no começo. Depois até
parece que ele bate mais, mas no início
parece que ele toma um soco no rosto e
cai, né? E isso é [ __ ] Isso veja, não,
o presta atenção. Não, isso não é
importante, tá? Isso não é importante.
De fato, isso não é importante. Mas na
internet tem a coisa do corte, tá
ligado?
Do corte.
Por isso que não brigar. Veja o corte,
cara. O corte, tá ligado?
O corte.
O corte é [ __ ] O corte é [ __ ]
O fato de que as pessoas cortam a cenas
e mostram o que elas quiserem e fazem
piada em cima disso e desconstrói a sua
imagem e etc e tal e etc e tal. O corte,
brother, o corte sempre vai ser o
problema. Então, eh,
isso tudo é ruim. Esse momento todo,
essa situação toda é muito ruim. Eu
não vou fazer julgamento moral, entende?
Não vou fazer julgamento moral, não vou
diminuir a pessoa por ter feito ou
deixado de fazer e tal. Não é disso que
se trata. É a percepção coletiva de que
isso não é um lugar onde a esquerda vai
sambar bem,
sendo bem seco. Seco,
certo? seco, direto seco. Olha esse
negócio de que mostrar
capacidade de reação a situações
violentas, isso não funciona bem. Se
você ganhar é ruim, certo? Se você
ganhar, ah, eu fui lá e dei porrada
porque eu sou forte. Aí o que que
acontece com a tua imagem? Tu é
violento.
Aí se tu vai e perde, toma porrada, aí
tu é frouxo.
Não tem ganho.
Não tem ganho.
Certo? Não tem ganho. E isso vira tópico
e vira motivo para Aí vem a esquerda,
aí vem a esquerda do bem, do carinho,
esquerda Marat Magand e vai dizer: “Não
pode, você tá racha o grupo, entende? Aí
vem a esquerda braba e vai falar. Aí vem
a esquerda braba de outro lado. É, tem
que bater, tem que matar. Rcha o grupo,
racha o grupo, racha o grupo,
racha o grupo. Isso. O fato político não
é bom. O fato político não é bom.
Por isso que eu tô falando, eh na
verdade o meu grupo do de WhatsApp, ele
ele para mim ele serve como um
termômetro para essas coisas, porque tem
muita gente que acredita em muita coisa
diferente e a gente percebe, é muito
claro quando vem um fato político que é
ruim pro grupo. É muito evidente.
É muito evidente. É ruim pro grupo,
saca? Chegou a acontecer uma coisa que
tá todo mundo brigando, porque todo
mundo tem uma posição diferente e no
mundo real não mudou nada, né? Vamos
combinar.
No mundo real não mudou nada. Foi um
factoide. Foi um factoide. Quando eu
digo que é um factoide que é uma coisa
pequena que acontece
que é um uma coisa que não tem nenhuma
mudança estrutural no país por causa de
um incidente desse. Mas o grupo tá todo
se matando lá e tal. Então isso deixa
claro, dá para você perceber na
movimentação coletiva quando um fato
político é é luz luz situation. É luz,
luz situation.
Você consegue enxergar com muita
clareza,
certo? Você consegue enxergar com muita
clareza.
Com muita clareza. Então, ah,
o que significa que é uma vitória dessa
direita esposa provocando as pessoas.
O que significa que é exatamente o que
significa que é uma vitória da direita
que fica provocando, que é isso que eles
querem. Claramente é isso que eles
querem. Você coloca um pessoal sem
cargo, né? No caso do Glauber, por
exemplo, coloca um pessoal sem cargo
para provocar um deputado que já ganhou.
[ __ ] o cara é deputado, pelo amor de
Deus. Ele já ganhou. Aí você coloca um
Zé Ninguém lá para fazer uma provocação,
te coloca para ficar numa situação de
ter que se explicar. Tu vai ser colocado
na defensiva, tendo que se explicar,
você tando aí. Aí veja, não, o que
importa não é a gente ficar julgando o
pessoal que acha que tem que brigar e
que acha que não tem que brigar, tá?
Porque é isso que eles querem, que o
grupo todo fique brigando sobre isso.
Então, quando o agente político gera uma
situação dessa, é ruim. E então eu tô
tentando ser descritivo. É ruim,
claramente é ruim.
Depois a a coisa já tá feita, aí não tem
como você segurar. Você tenta segurar.
Ô, gente, vamos parar de discutir isso.
Vamos, vamos. Certo? Vocês estão
brigando. Ontem mesmo vocês eram amigo,
agora vocês estão brigando por causa
dessa [ __ ] [ __ ] vocês entendem? Aí do
outro lado, a pessoa que ninguém
conhecia é levado ao
a alguém, né? Não era ninguém, ninguém
nem sabia quem era. Os cara agora vote
em mim porque não sei o quê, viu que eu,
né? Entendeu? Promove os caras do lado
de lá.
O Embell colocava o Artur Duval para ir
paraa rua provocar quando ele era
absolutamente ninguém. Depois que ele
ganhou a eleição e não sei o quê. Aí não
não é tão interessante. Aí eles colocam
o outro sub, né, para ver se faz um
outro sub.
Certo?
Certo. A situação é ruim.
Não vou fazer análise concreta, não vou
ficar fazendo análise de de ah que se
briga assim, que se briga sado, não,
pelo amor de Deus. Tá

eu tô dizendo, essas provocações de de
grupo de MBL ou afins etc e tal.
Ruliganismo,
ruliganismo
de direita. Vocês sabe o que que é
ruliganismo de direita, né?
Não posso dizer aqui, senão o pessoal
vai falar que eu estou fazendo
comparações que não cabem. Mas vamos
então falar de ruliganismo de direita,
né, para não ofender os corações mais
leves.
Ruliganismo de direita,
essas provocações com quadros políticos
estabelecidos
beneficia a direita,
tá? Beneficia a direita. Huliganismo de
direita beneficia a direita.
Essa ideia de tentar ganhar destaque
no jogo
da direita, desse ruliganismo,
tentar ganhar destaque
nesse huliganismo é imitar o método da
direita.
é tentar imitar o método de direita. Eu
tô sugerindo para vocês
o seguinte, essa é uma discussão que eu
não compro ficar julgando
o o cara o cara que, né, o vocês estão
dizendo, tem muita gente dizendo,
resumindo, né, o Globo tá dizendo,
resumindo, ser brabão dá merda. É, é
isso. Ser, ser brabão dá merda.
Entretanto, eu não vou fazer juízo de
valor sobre o sujeito,
dizer assim: “Ó, esse cara não não
certo, não, não, eu não vou fazer isso,
tá? Eu, mas não vou fazer mesmo, mas não
vou fazer mesmo, tá? Sobretudo numa
situação de violência, de agressão, não
vou mesmo, né? Não vou mesmo fazer a
caveira da pessoa. Tô dizendo, olha,
não, isso aqui vai ser disfuncional.
Agora vou fazer caveira da pessoa. Não
vou mesmo. Mas não vou mesmo. Não contem
comigo para isso, tá? Mas não vou mesmo,
tá?
Quero,
tá? Não, mas não vou mesmo. Não contem
comigo para isso. A questão é, seria o
ideal, né? Seria melhor que, né?
Seria melhor que não acontecesse esse
tipo de situação. Agora dizer: “Ah, mas
ele tá errado, ele é um merda. Veja, por
isso que a esquerda não vai pra frente”.
Não, isso aí não. Isso aí não contem
comigo para isso, tá? Não contem comigo
para isso, mas não contem mesmo. Beleza?
Tranquilo? E aí sugiro, né? Sugiro a
minha, tô dizendo, não contem para mim,
para comigo para isso e sugiro também
que não façam cor com isso, né? Tá
vendo? Se a esquerda fosse melhor, não
é? É é melhor que isso não acontecesse,
né?
Era melhor do que isso que isso não
acontecesse.
Agora, a pessoa não é uma um merda
porque ele perde paciência, porque ele
se sente, né? Não sei o caso concreto,
não vi o que aconteceu, etc. Não vou,
eu ouvi falar disso. Então, vamos lá.
Eh,
beleza, beleza, tranquilo. Eu precisava
falar, eu precisava falar isso porque
foi o dia todo ontem as pessoas
conversando sobre esse negócio, né? como
se fosse a coisa mais importante do
mundo. Não acho que é a coisa mais
importante do mundo. Acho que é um
incidente. Acho que a direita, se a
gente transforma isso numa grande coisa
importante, a gente valoriza a imagem
disso acontecer, as pessoas identificam.
Se isso começa a dar view na internet,
por isso que isso não tá nem perto de tá
no título. Se isso começa a dar view na
internet, as pessoas vão sentir: “Ah,
então se a gente provocar aqui, a gente
vai ganhar vivo, vamos fazer mais e
tal”. Certo? Tô fora de alimentar isso.
Tô fora para [ __ ] de alimentar isso.
Só quem se beneficia disso é a esquerda
soció.
Tá, que acha que vai ganhar dizendo que
é mais macho que todo mundo. Só quem se
beneficia com isso é essa galera. E a
extrema direita do nível do fascismo,
tá? Só quem se beneficia com isso é
isso. Apresentar como duas alternativas
quem vai ganhar uma luta de box na rua,
tá? Então não, não vou colocar isso em
foco, não vou dizer que isso é a grande
questão do país, porque não é, porque
não é,
mas isso deveria não existir, tá? Isso
não deveria não existir,
tá? Não sei o que aconteceu, não vou
fazer análise porque isso tudo é um
problema, tá? O Lucas tá dizendo assim,
ó, continua mesmo sendo a vítima. Não
sei isso. Eu não vou ficar pautando esse
tema. Ah, vamos discutir aqui se ele
começou, se foi o outro que começou.
Não, gente, pelo amor de Deus,
porque aí começa a briga entre a gente.
Ah, mas eu vi um vídeo que eu vi um
corte, que eu vi a fala, não sei o quê.
três meses discutindo isso por causa
Não, eu sei que esses caras provoca o
tempo todo.
Eu sei, eu sei. Eu tô, eu, o Lucas tá
dizendo, eu tô discutindo com o outro
camarada, mas eu tô dizendo assim, ó,
isso, veja, eu tô tentando chamar
atenção, porque assim, se eu tentar
enfiar o dedo para dizer para vocês,
discuto, eu tô dizendo assim, isso não é
uma, isso não deve ser um ponto de
discussão. Aí não pode passar 3, 4 anos
falando de uma coisa, de um incidente
desse para, ah, será que foi? Será que
não foi? Será que é? Não, gente, olha, a
gente vai ficar brigando por causa
disso.
E tudo que esses caras fazem, quando
eles fazem, é para isso. Aí vai dizer a
galera que não pode brigar nunca, que,
né, esquerda Jesus Cristo e etc e tal.
Ah, veja, se, né, corra aí vai ficar a
discussão para sempre. Eu tô dizendo, ó.
Tira isso.
Isso não é para ser um tema nosso.
Tem que ser assim, ó, rapidamente, ó.
Não é para ter esse tipo de violência na
rua e eh com político. Político brigando
com o cidadão, cidadão brigando com
político. Acabou.
O nosso posicionamento tem que ser esse,
tá? Tem que ser esse. E bola paraa
frente.
E bola paraa frente.
A não ser que você vai fazer a defesa do
cara, né, em juízo ou sei lá,
politicamente, etc, etc. Apoiando o cara
e tal, sei lá, né? O que a gente tem que
dizer, ó, isso deveria acontecer menos.
Ponto, acabou-se,
tá? Não tem nenhuma ligação com a
pessoa. Isso deveria acontecer menos. É
ruim quando isso acontece. Ponto.
Se você não tem nada a ver com isso, é
isso.
Ahã. Vamos lá.
Eu quero,
vamos lá, tudologia. 3 minutos de
tudologia. Vamos fazer um tudologia de 5
minutos.
E eu tô falando isso aqui, eu só estou
falando sobre isso aqui porque foi o dia
inteiro ontem, velho. A galera
conversando sobre isso. Que [ __ ]
dia inteiro.
Vamos lá. Por que para menedes o mundo é
uno, imutável e contínuo? Não
necessariamente. Tem gente que tem
interpretação muito interessante
sobre ah
sobre o tratado sem um tratado de
lógica. Quando você lê como um tratado
de lógica, fica incrível, que é a
impossibilidade da dialeticidade ou a
impossibilidade da mutação, né? como a
coisa se transforma em outra coisa. Se
você pensar direito, seria o equivalente
a dizer
que existe espaço, né? As coisas são no
espaço e o tempo é um eh eh é outra
dimensão que você poderia desenhá-la
como se fosse espaço, entende?
E tudo tá imóvel e a mente dá a
impressão de que a gente está navegando
pela mutação, mas que a mutação é
logicamente impossível.
Porque tem um problema da dialeticidade,
que é o problema do do paradoxo de sor
também, né? Ele mescla-se com esse tema,
que é como você transita entre ter uma
predicação e não ter uma predicação, que
aparece na República, livro 4 de Platão,
livro três. Livro três, acho que é livro
três. República livro três. Como é que
as coisas rolam entre ser e não ser, né?
Como é que elas perdem predicação? Como
é que elas têm predicação e perdem
predicação? é o que mobiliza toda a
filosofia de Platão, né? E eu acho que
Platão tá querendo criar uma dicotomia
entre Herác, ele tá querendo criar uma
síntese entre Heráclito e Parmênes. Para
mim, a filosofia de Platão tem esse
objetivo por motivos éticos, criar uma
síntese entre Parmeneds e Heráclitos.
Mas ah, o problema é
relacionável no poema, né? No poema da
natureza de Parmesendes, o problema
seria relacionava é como uma coisa que é
deixa de ser.
A gente pode fazer essa leitura. Aliás,
eu eu vou conversar com o Alfredo a
semana que vem, tá? Eu vou descer lá na
UnB para conversar com ele. Eu podia
pedir para ele explicar isso. Eu acho
que seria muito bom. Ele explica muito
bem isso, Alfredo explica muito bem isso
e como essa posição é amplamente
defensável hoje em ontologia
contemporânea, tá? Ou seja, que não há
eh
ou seja, que o tempo é uma ilusão
mental, que na verdade tudo tá
determinado de uma estrutura que tá tudo
dado, você só atravessa o tempo com a
consciência, mas as coisas elas só
seriam, né? Não teria mutação nas
coisas. mutação tá na consciência.
Por que viria uma sugiria uma tese
dessa?
Sugiria uma tese dessa, segundo essa
leitura logicista de Parmenz, porque eh
a mutação seria ilógica. A a
possibilidade de alguma coisa transitar
do ser pro não ser, ela teria que ter um
momento da transição, onde ela teria as
duas predicações, tanto de ser quanto de
não ser, que é o problema da
dialeticidade,
tá?
para umaclítico, ele só assume, não, a
dialetricidade é um dado, pô, que
besteira. Tem tem esse essa tem essa
coisa da transição e e do fato de que
algo é e não é em algum momento. E você
admitir que algo é,
né, é um problema que pros gregos era
era quase como dado, né? Não tem como a
coisa ser e não ser ao mesmo tempo, na
mesma circunstância.
Isso aí. Aí nesse caso, a a sua posição
na dimensão temporal seria a mesma coisa
que a sua posição no espaço, né? E aí
você teria as duas coisas. Você neste
tempo é aqui, naquele tempo é ali. Aí
você resolve o problema. Para isso, você
teria que concluir que não há espaço,
não há não há transição, né? Não há
mutação.
Ficou claro?
Ficou claro, ô, ô, André, em linhas
gerais, ficou claro.
Se não ficou claro, ah, que bom, ficou
claro. [risadas]
Mas eu acho que eu eh eu posso trazer o
o Alfredo, porque ele explica, ele tem o
computador dele, ele desenha assim, ele
consegue mostrar para você qual é o, ou
seja, qual é a questão, né? Não é dizer
parmenes, está certo, né? Mas qual é a
questão que está por trás disso do ponto
de vista lógico? Vou tentar fazer isso.
Vou falar com ele semana que vem para
ele ver aqui.
Ã, vamos lá. Mais
Pedro, o que você acha de alser? Eu não
tenho leitura de serra, então assim, eu
tenho preconceito com ara. Esse negócio
de materialismo aleatório me me dá
preconceito, tá? Tem um preconceito. Tem
até um colega que trazer aqui também
para para ler com a gente.
Pedro e o Metroid Prime 4? Não sei,
querido. Não sei como você justifica
filosoficamente seu ateísmo? Caraca,
aí matou, né?
Primeiro definindo o que que é ateísmo.
Começar por definir o que é ateísmo.
Ateísmo para mim é a posição.
É a posição. Vamos começar pelo início.
Primeira coisa, como é que você define o
seu ateísmo para depois você
justificá-lo, né? Eu defino o meu
ateísmo dessa seguinte forma. é a
posição pela qual se assume com a
consciência
que se tem a improbabilidade
de existência de formas divinas
tais quais se entendem comumente formas
divinas na consciência coletiva regular,
tá? Então, o que que eu defino como
ateísmo? a negação
da existência
de
certos conceitos
tais quais eles são entendidos
regularmente na consciência coletiva do
conjunto de pessoas com quem você
dialoga. É isso que eu defino como
ateísmo. Que que isso significa? Se você
me disser: “Ah, Deus é o mundo, é a
energia que cola as coisas para serem o
que é.
Tá. Existem energias que colam as coisas
para ser o que é? Existem. Isso para
você é Deus. Então Deus existe. Tá OK?
Deus para mim é a soma de toda a matéria
que constitui o mundo. Você ateu Deus
existe. Deus existe. Isso é isso que
ninguém diz que isso é Deus. Ninguém diz
que Deus é a energia que cola o mundo.
Ninguém diz que Deus é a matéria que
cola o mundo. Ninguém diz que Deus é a
soma de todas as coisas. Se você disser
que isso é Deus, aí eu vou dizer isso.
Aí existe. Claro que isso existe. Então
você tá a às vezes as pessoas
ressignificam, né, a palavra. Que que
normalmente as pessoas dizem que é Deus
ou deuses. Hoje ninguém fala em deuses,
né? Ah, mas fala assim, tem certas
religiões muito específicas, talvez na
Umbanda, no Cadé.
Aí você tem que perguntar o que que
essas pessoas entendem, o que que elas
estão falando aí entendido é que você
nega. Ah, se você tá dizendo que Deus é
uma estrutura, seja o que ela que é o
que normalmente quando as pessoas estão
falando
em Deus na nossa sociedade, normalmente
eles estão falando de algo similar a
isso. É uma coisa qualquer, uma
estrutura qualquer que existe antes do
mundo e que desejou
diretamente constituir o mundo,
intervindo nesse mundo para manuteni-lo
ou para criar futuros específicos
relacionados ao interesse
dessa coisa que criou o mundo.
Normalmente a estrutura que se chama de
Deus é mais ou menos isso. Isso não
existe.
E aí tem que defender porque que isso
não existe, né? Por que você acha que
isso não existe. Você vai paraa outra
parte da discussão, né? Por que que você
acha que isso não existe?
Tem muitos motivos para eu achar que
isso não existe. Muitos.
Um deles é filosófico, um apenas é
filosófico. Sem são vários motivos pelos
quais eu acho que um Deus não existe.
O filosófico, que é o que você tá
perguntando, é, eu acredito, ou seja, eu
defendo a tese, a posição, portanto, de
que
antes
a matéria e depois a consciência, eu
assumo que é mais plausível que exista
antes uma matéria informe e que ela se
forma e depois emerge a consciência do
que existir uma consciência. antes da
matéria.
Eu não vejo explicações para que exista
uma consciência antes da matéria. Para
mim, consciência é desdobramento
de relações materiais.
Isso me cria um problema filosófico
muito importante, que é então por que a
matéria desenvolve-se até consciência e
por matéria desenvolve-se? Esse é um
problema que você que o materialismo tem
que lidar. Por que que você acha que as
coisas se coordenam, vão tomando
estrutura e formam coisas ao invés de
não se formarem coisa alguma? Por que
que as coisas se formam, né, que é, como
diz o Heidegger, é o problema
fundamental da filosofia, que é um
problema, na verdade, cristão, né? Por
que há ao invés de não haver, né? Ou por
o ser ao invés do nada, né? Porque o ser
ao invés do nada.
Esse para mim é um problema filosófico
importante que o materialismo tem que
resolver. Como é que você resolve esse?
Normalmente se trata que as coisas se
organizam através de regras. Por
exemplo, tem uma ordem, portanto, é uma
ordem, tem um cosmoi, né? As coisas têm
organização, elas se ordenam, né? Então
você tem que admitir que o mundo tem um
cosmo.
Em em em grego, o adequado seria dizer
que tem cosmoi, não tem uma ordem, é
soma de ordens que vão se estabelecendo
dentro da existência. As coisas não só
existem, elas existem e se ordenam.
para um cristão ou para um deísta ou
para um panteísta ou para não, panteísta
não, panteísta joga no nosso time, para
um deísta, para um cristão, para um
muçulmano, para um sei lá o que [ __ ]
que tem mais ainda de de crenças
monoteístas no mundo.
logos, né, que é a razão, é a palavra, é
a estrutura de organização, é pretérito
ao mundo e, portanto, tem algo fora do
mundo que pautou. O mundo será assim. E,
portanto, a as ordens são ditadas de
fora para dentro do mundo.
A única diferença
entre a minha posição materialista e a
de uma de um religioso é que não existe
nenhum elemento para levar a crer que a
ordem foi pautada de fora para dentro.
Basta você imaginar que a ordem é
interna ao mundo. Existe uma coisa
intrínseca na estrutura do real, que é o
processo de organização. Ela não é
prévia, é uma tendência interna
estrutura da natureza de organização. Aí
você tira o logos lá de fora e coloca
dentro do mundo.
Ou seja, a estrutura de cosmo, de
organização, que cosmo, gente, quando a
gente tá falando cosmo, tá? É, a
linguagem é originariamente, salvo
engano, meu, militar, inclusive, tá? É
ordem mesmo. É ordem. Perdão, não é não
é cosmo que tem uma não é tem a função
de de militar, é taxo, né? Então, veja,
taxo, taxos, né? Então, a ordem, a a
organização, ela é antes interna do que
externa.
É só essa diferença. Ou seja, para
defender
que não há Deus, eu preciso pressupor
uma coisa. Aí tem um pressuposto que eu
preciso ter, que é o seguinte:
é da estrutura do da natureza do
emergentismo. É essa, é essa coisa.
A única coisa que eu preciso pressupor,
que eu não posso comprovar, é é da
estrutura da natureza o emergentismo,
entendeu? Ou seja, a ordem ela emerge
espontaneamente no mundo. Essa é a única
coisa que eu tenho que pressupor. A
única coisa que eu tenho que pressupor
como fato bruto, coisa assim. Por que é
assim? Por quê?
É a única coisa, eu preciso, né, para
não ir na regressão ao infinito. Porque
como é que Aristóteles impede a
regressão ao infinito? Isso é por causa
disso, que é por causa disso, que é por
causa disso, que é por causa disso. Mas
no início tinha uma causa encausada.
Ele inventou um artifício, né? No início
tinha uma causa encausada. Isso é o fato
bruto. Ah, mas por que que tinha uma
fuma uma causa encausada? Porque tinha,
certo? Em Aristóteles, você volta para
pro pro peteleco primeiro, né, que é a
causa incausada,
o movimento de movimento, pensamento de
pensamento. Por que que tinha? Porque
tinha. Pois bem, eu substituo o fato
bruto aristotélico, que é no início
tinha o movimento de movimento para
colocar dentro do mundo o fato bruto,
certo? Eu não tenho vantagem. É, eu não
tenho vantagem em relação a Aristóteles.
Aristóteles diz: “E no início tinha
pensamento de pensamento.” Por quê?
Porque tinha. Porque senão eu vou
retornar ao infinito. Aí eu vou dizer
não. Dentro intrínsecamente
tem a a a organização é uma tendência
interna do mundo. Por quê? Porque é
porque tem.
Então, a mesma limitação minha é a
limitação do
ã de qualquer vertente
de. Então, eu tô em pé de igualdade,
tá? Eu tô em pé de igualdade nessa
situação.
E aí daqui em, né, em em relação a não
dar resposta para isso, eu tô em pé de
igualdade. Por que que tem por que tem
uma uma estrutura interna? Porque tem,
não sei porquê. Eu não sei explicar por,
mas tem. Eu tô, a minha diferença é ao
invés de ter uma ordem externa, ela é
interna. Então eu acho que é esse que é
o meu ponto. Eu acho que o o
materialismo aleatório é tosco,
exatamente para responder essa pergunta.
Meu ponto é exatamente esse.
Entendeu?
Não, mas isso contradita, [risadas] isso
é engraçado, mas isso contraditaria a a
entropia. Isso é essa pergunta é de fato
muito engraçada, porque veja,
mas ela é muito engraçada em muitos
níveis, né? Porque eu tô dizendo o
seguinte, olha, eu não sei o que é, eu
não vivo, veja, não é uma questão
física. Olha só, essa pergunta é muito
engraçada, tipo assim, ela é muito
poeira. É a mesma, é a mesma coisa
quando a gente diz assim, ó, eh, eu sou
determinista. para Mas então você tá
negando a física quântica, né? Tipo
isso, é é esse nível de de de questão.
Ela é muito tosca para isso. Deixa eu
explicar porquê. Quando a gente tá
falando disso, a gente não tá falando de
física, ainda não tá falando de
biologia, tá? A gente não tá falando, a
gente tá falando o seguinte: “Olha, a
entropia não existe, existe. A entropia
existe, não é isso? A entropia existe,
mas o mundo não se organizou. Organizou.
Então como é que contradita a entropia?”
Então tem uma, veja, se tem entropia e
tem, veja só, se tem entropia e e
supostamente ela joga contra e tem
organização, então tem uma outra força
para além da entropia. Se fosse, se é,
se fosse raciocínio, porque veja, eu não
tô falando de física, eu tô falando já
tá dado, isso não é especulação, tá
dado, o mundo se organizou, entende?
Entendeu? Senão eu não tô dizendo, eu
não tô fazendo um debate sobre eh física
hardcore. Eu tô dizendo assim: “Olha,
deu, o mundo chegou aqui. Se o mundo
chegou aqui é porque se organizou,
né? É é simples assim. Aí veja, não, não
é uma questão física, portanto, é assim,
ó. O mundo se organizou. Ah, mas e a
entropia?” Bom, se organizou com
entropia, né? Eu não preciso nem saber o
que que é entropia para dizer, porque eu
já estou no mundo que é organizado,
certo? Porque a a o religioso, eu sei,
eu sei de onde é que veio a pergunta,
porque eu já vi os cara ah, os caras
fazendo isso em vídeo religioso, eles
falam assim: “Não, mas a entropia é uma
tendência desorganização, é
espalhamento, né? E aí veja, se tem
entropia, que é uma tendência ao
espalhamento, a desorganização, o
aumento da imprecisão com nos sistemas
com passar do tempo e as coisas são
organizadas.
Então o que que explica isso? Deus
[risadas] não é não é de daí que vem. Eu
eu não sou não nasci ontem, né? Então eu
não preciso saber de física, né? Eu não
preciso saber de física para responder a
isso. E nem você precisa. Você precisa
entender, olha, há alguma coisa no
mundo, seja que [ __ ] seja essa, que
consegue construir organização,
ainda que tem uma tendência interna nos
sistemas para eles se desorganizarem ou
eles ficarem mais complexos, ou seja lá
como você esteja caracterizando
entropia. Ou seja, no mundo coexistem as
duas coisas. Com o que que o religioso
fala? Ah, porque Deus. Aí eu vou falar
não, porque tem uma alguma coisa na
estrutura interna, deve ter uma
explicação física. É isso. Você não
precisa saber física, entendeu?
Como assim algo se organiza?
Aí você precisa ter um entendimento
mínimo de de química, né? Um
entendimento.
É, então o pessoal se acha muito
inteligente com isso, né? A questão é
que tem que se colocar é o seguinte: se
você é cientista de verdade, você tem
que entender a lógica interna, né? Por
que que as coisas se organizam, em que
pesem? Elas têm, né? Você tem que, veja
o que, o que a gente tá falando sobre se
organizar. A gente tá falando assim, ó.
Por que que colam átomo de carbono com
átomo de oxigênio? Eles colam. Por quê?
Que colam,
né? Por que que a Por que que o sistema
como um átomo, ele não dispersa? Por que
que ele gruda?
Eu sei lá. O que eu tô dizendo é que
existem regras para eles grudarem,
entende? para eles se unirem. Eu sou uma
máquina de carbono, né? A maioria da da
estrutura que eu tenho é de carbono.
Como é que se explica por que gruda?
Porque eu não sei. Eu sei como.
Por que que a ligação de carbono, né?
Muita gente diz por que que muita a
ligação de carbono é a base da
humanidade? Porque é o sistema simples
que faz quatro ligações. Aí facilita as
ligações. Não sei o como por não sei.
Mas tem. Quando você vai estudando, você
vai vendo como as coisas acontecem, como
tá? Então é isso aí. E o ponto é dizer
assim, ó, eu suponho que a regra existe
e toda a ciência foi feita com base
nisso.
Quer dizer, eu não sei porquê. Aí eu vou
investigar como é que isso funciona. Aí
você descobre, aí você fez ciência.
A questão, a diferença, veja, fazer a
ciência é descobrir o como, né? É o
como, o porquê é filosófico. Entenderam?
Como que isso acontece? Como é que
junta,
como como é que, como é que emerge a
mente, como é que você faz de um
computador feito de hard é surgir um
programa que é um software que parece
ser de outra natureza, né?
Como é que você cria um epifenômeno?
O como é a o que a o que a que a ciência
tá fazendo, né? Não, pera aí. Como é que
que ué ué,
como que a coisa se estrutura pro céu
ser azul e não vermelho? Como agora por
quê? Aí tem uma pergunta mais
filosófica. Tudo bem que eu tô fazendo
uma simplificação aqui, né? Mas por que
aí o porquê? A resposta minha, né?
Respondendo lá ao camarada que
perguntou, foi uma moça, eu acho. Ah,
como por que que como é que
por que que o mundo é assim? Porque ele
tem uma tendência interna.
É, mas é óbvio, né? Para mim, para mim é
óbvio. É, o Camar falou: “Pô, seu Ivo,
que pira esse lance de primeiro veio
hardware, depois veio o software”.
É, né? Pois, né?
Pois, né?
Pois, né? Tá aí uma boa analogia, né?
Primeiro veio rádio, depois veio o
software. É, pois é. Doideira, né?
Loucura, né?
Então, hã,
então presta atenção no que eu quero
dizer com isso. O que eu quero dizer é
que
o ponto eh para filosófico, né, para
justificar
o meu ateísmo é simples, né? O o poste
não mija no cachorro, né?
O poste não mija no cachorro, né?
Então, se o poste não mija no cachorro,
parece o quê?
que a alternativa que sobra é eu
imaginar que o Logos está no mundo, ou
seja, que a estrutura
da organização é intrínseca.
Por que que é assim? Não sei, mas parece
que o o mais razoável é isso,
que a estrutura de organização está no
mundo e não fora dele. Não foi um plano
de ninguém. Isso é é isso. Isso, isso,
isso, isso. Pedro Imanense é compatível
com o emergentismo? Sim,
é exatamente isso.
Ou seja, a lógica é imanente, a
estrutura organizacional é imanente,
a cor é imanente,
o átomo é imanente. É isso. A estrutura
do raciocínio é imanente,
a matemática é imanente. É isso.
Por isso que nós estamos nós somos
amigos dos eh
nós somos amigos, como é que é o nome?
Dos históicos. E nós somos amigos dos
ã
como é que é o nome do cara? O do
holandês. Eu sempre esqueço o nome do
holandês.
Como é que é o nome do holandês?
Não, tudo. Vamos construir melhor
Espinosa tudo que nem é holandês, né, de
enfim, a família dele vem exatamente da
diáspora cefardita, né? Eh, vamos
construir melhor isso aqui porque senão
logos viram ess de Deus, né? Vamos
construir melhor
todas as propriedades. A matéria ela é o
que há, né? Ela seria essência nessa
visão, né? A matéria, a estrutura que tá
por trás da percepção, a matéria,
tudo é imanente à matéria, né? As
propriedades
que ela vai ganhando a partir das
relações que a matéria tem entre si, a
gente chama de logos, entendeu? Não é o
logos, porque senão parece você colocou
do lado de fora, né? Tudo é iminente a a
matéria se organiza. A forma de
organização é que a gente chama de
logos, certo?
Então assim, a gente é feito de carbono,
mas podia ser feito de cobre, mas por
que que é feito de carbono? Aí tem um
logos que explica. O logos é a
explicação das relações da matéria.
Entendeu o que que eu quero dizer? Senão
vira só uma palavra jogada ao vento, né?
O o logos é o raciocínio, é a estrutura,
é o lógico por trás das relações, né? É
isso que eu tô dizendo. Por isso que
quando você faz ciência, você compreende
o logos. Então, por que que, né, por que
que a gente é feito de carbono? Porque
faz quatro ligações. Pronto, tem um um
discurso racional acerca do que acontece
na matéria. O que acontece na matéria
que é imanente,
tá? Da matéria surgem as relações e é
imanente
da Isso. Tem, eu eu já ouvi isso, né,
que dá para tal, talvez em outro planeta
possa ter uma liga de silicone. Eu já
ouvi isso de a partir do silício, né?
Tá bom. Então a gente veja da matéria
emergem relações. As relações a gente
entende através da razão. Então o papel
da razão da ciência é refletir as
relações que tem na matéria, compreender
quais são essas relações.
E isso que a gente tá chamando de logos,
né? Compreender as relações intrínsecas
da materialidade
é que é fazer ciência como reflexo,
refletir no discurso e na consciência o
que acontece de fato na matéria.
Perceber que o a água congela e expande.
É o único que faz isso, não é isso?
Não é isso? A água quando congela, ela
ela expande, enquanto o o resto todo
quando congela fica denso, não é isso?
Fica mais denso, por isso que o gelo
boia. Isso. Isso é compreender logos,
porque o que acontece acontece lá, não
na sua consciência. A ciência não tem o
objetivo de de não é isso?
Entre zero entre entre 0º e 4. Aí veja,
entendeu? Logos. É por que acontece
isso, como que isso acontece? Qual é a
diferença?
Por que que na água é assim? Porque é
diferente. Aí você tem que entender a
formação estrutural do HD. Isso é
entender o logos, é tentar refletir na
consciência e no discurso o que de fato
acontece na relação da matéria.
Isso é, né? É porque eu tenho ontologia
materialista.
Bom, eh, obrigado pela pergunta. Salvou
tudologia, né? Todologia sem filosofia é
é piada, né? Tudologia sem filosofia é
jardinagem, né?
O Lu fez uma ótima pergunta, mas
infelizmente, infelizmente o tudologia
acabou, não vou responder não. Conceito
de falseabilidade do Copper é de boa.
Vou dizer assim, tem pontos positivos e
tem pontos negativos e não vou responder
mais, tá? Não vou responder mais porque
tem que valorizar o pessoal que tá
pagando e acabou. E ninguém me paga
mais. Eu tô tô muito triste, né? Tô
muito triste. Perdi todos os meus amigos
depois que eu [risadas]
violentei o
o marxismo web comunista. Bom dia, chat.
Bom dia, Pedro. Pessoal, descobri o
segredo do título do vídeo. Esse é um
todologia master. Logo, assim como o
banco fraudava os ativos, [risadas]
essa live fraudou tudologia.
Porque [risadas] não, eu fiz tudologia
no final. Sacanagem. Sacanagem.
Inclusive, tem um certo refino nesse
ponto. Aparentemente o universo não
busca somente o aumento da entropia, mas
sim o aumento mais rápido possível da
entropia. Continua.
É, muitas vezes um período de
organização pode fazer a entropia final
ser maior em um período de tempo menor.
Por exemplo, um grau de ser
de seres conscientes,
não, de serem de serem inconsciente,
fazendo, explodindo
um planeta, aumenta a entropia mais
rápido [risadas]
curiosa análise, né? Curiosa hipótese,
né? Curiosa hipótese. E, né, curiosa
hipótese. Imagina um grupo inteligente
surgindo pode explodir o universo mais
rápido, aumentando entropia. É, pode
crer, né? Então, setorialmente, né,
diminuir entropia. Pode ser, [risadas]
pode ser, pode ser. Mas é claro que é
uma hip, é quase uma brincadeira, né, o
que o colega fez, né? Quase uma
brincadeira, né?
É quase uma brincadeira. Mas eh o fato é
que a organização se deu, entende? a
gente não pode ficar especulando em
abstrato, fingindo que o mundo não
existe. Então, que há organização no
mundo é fato bruto. No mínimo, no mínimo
é um dado. Não, não, assim, não tem como
você colocar em questão. Por isso que eu
acho que a pós-modernidade às vezes fica
muito engraçado, né? Ah, o mundo não é
organizado, não. Você vê o sofrimento,
aí você, cara, não tá metendo as galera
que mete umas coisas assim, tá ligado?
Tem uma galera que mexe assim: “Não, não
tem ordem no mundo. Você viu o tanto de,
você viu como a vida não faz sentido? É,
[ __ ] O que que a vida você sofrer na
vida tem a ver com a vida fazer sentido
ou não?
Enxergar a ordem.
É tipo aquele negócio que você vê que na
nuvem.
É, tá, a minha a minha esposa tá
defendendo a pós-modernidade, tá falando
assim: “Não é isso, é a coisa que às
vezes não tem ordem, a ordem quem coloca
é a gente nas coisas”. Por exemplo, eh,
paraidolia, ela tava citando, né? Quando
você olha pro carro e você vê um rosto e
não tem um rosto no carro, né? É você
que tá enxergando aquela organização no
carro e não tem essa organização. Não
tem muito falar sobre as coisas que a
gente enxerga a ordem que a gente falou.
É, ela ela ela tá fazendo a defesa aqui
e tá tá tá sendo mais realista quanto a
oposição face ao fato de que eu tenho
muito preconceito, né? Então sim, ela às
vezes a gente tá enxergando a ordem, a
gente que tá construindo a ordem, a
mente que constrói a ordem e no mundo,
na verdade, tá uma bagunça do [ __ ]
né? Esse mais ou menos o ponto. Mas
veja, ainda que esteja uma bagunça do
[ __ ] você eh tem um lugar que tem o
rio e tem um lugar que tem o mato, né?
Isso não é a mente humana que tá
construindo, né? Você pode estar
chamando de rio e chamando de mato, mas
antes, esse é o ponto todo do
materialismo, né? Antes de você ter,
mesmo que que a coisa lá seja muito mais
bagunçada do que tá tá parecendo, né?
Quando você olha pro rio e você olha pro
mato do lado, você fala: “Não, aqui
claramente tem um rio e aqui claramente
tem um mato”. Isso é a construção mental
que faz. Mas essa construção bonitinha
que a tua cabeça faz, e sim, é a cabeça
que faz, ela reflete alguma coisa que tá
acontecendo lá diferente, né? O rio é
diferente do mato. É esse que é o ponto
que a gente quer, né? Brigar contra a
pós-modernidade de de dizer assim: “Não,
a organização é toda a criação da
cabeça. Toda não, né? Sim, a cabeça é
que cria. Aí já chega nesse ponto”.
É, obrigado pela correção. Eu eu amo
você, tá? É. ficou, ficou melhor. Ficou
melhor. Eu tava, eu tava de fato com
preconceito, tava eu tava de fato
fazendo espantar. É, então assim, o fato
de que às vezes a discussão fica de que
é só a mente que constrói a ordem, aí
não, né? Ela pode dar mais ordem pro que
na verdade tá lá. Sim, sim, né? Mas mas
tem alguma coisa lá, né? Esse é o ponto.
Esse é o nosso ponto, né? Tem alguma
coisa lá para para cabeça organizar e às
vezes super simplificar na organização,
tem alguma coisa lá, né?
Tá bom. Então, acabou. Tem mais um super
chat. Como começar a ler filosofia?
Depende. Essa é uma pergunta muito ruim.
[risadas]
Essa é uma pergunta muito ruim. Todo
tudologia.
Todo tudologia, né? Inclusive, é. É. Por
que que a pergunta é ruim? Porque
depende do que que você quer ler, o que
que você quer fazer. você quer ter uma
compreensão mais genérica, mais
tudológica, né? Aí, eh, eu sugiro
começar pela filosofia. Eu eu eu sugiro
fazer uma história da filosofia de fato,
né? Então, sim, começar pelo Platão.
Primeiro que você vai ler é o Platão,
mas não teto. Teteto já é muito difícil.
Você vai começar, se você quer fazer
história da filosofia, o que eu sugiro,
o que eu acho muito bom, eu sugiro
começar pela apologia de Sócrates. É o
primeiro livro que você vai ler,
Apologia de Sócrates,
né? começar, nunca toquei em filosofia,
eu vou começar a apologia de Sócrates
para fazer uma história da filosofia,
não para aprender filosofia, que é
completamente diferente. Então você vai
perder um tempo fazendo história da
filosofia, compreendendo o básico do
pensamento de certos autores. Então você
vai pegar livros elementares,
vai pegar, sei lá, de de Aristóteles,
ética nicôaco, por exemplo, pega ética
nicômaco de Aristóteles e pega de
Platão, eh, a apologia para você começar
a sentir o cheiro, né? Asim, que tipo de
coisa que esses caras escrevem, como é
que eles escrevem? Tu novamente, você
não tá aprendendo filosofia, você tá eh
aprendendo literatura, sabe? literatura,
quando tu vai ler, você tem que se
acostumar com, é isso que eu tô dizendo,
você tá pegando os caras e conhecendo
como é que é isso que eu sugiro, né? Ah,
eu quero saber o básico tal, pega a
história da filosofia.
Ah, pega a história da filosofia para
você entendendo o raciocínio dessa
gente, né? Aí você pega Platão, depois
você pega Aristóteles,
aí depois você pega uns dois pensadores
modernos, ética nicomaqueia.
Não pega ética nicomaqueia só, não é? E
não, você não vai fazer um curso de
filosofia, vai pegando devagar, vai
conhecendo os textos, né? Vai conhecendo
os textos, vai se vai se acostumando a
ler literatura filosófica
como literatura mesmo, tá? Não é para
você aprender o sentido da vida, como
literatura. vai se acostumando. É isso
que eu sugiro. Se for assim para você
aprender genericamente,
começa lendo assim. Então, pega de aí,
veja, é outra sugestão, pega de matéria
que tu gosta. Que que tu quer aprender
na filosofia?
Tu quer aprender na filosofia, sei lá,
epistemologia, tu quer ser o grande
especulador de como funciona a ciência?
Aí de um jeito, se você pega, se você
quer falar sobre política, aí eu, por
isso que eu faço essas sugestões,
inclusive, que eu tô indicando textos
relacionados à ética. Aí eu falaram, eu
falaria, o próximo passo é você ler ã
Maquiavel e Hobbs,
né?
Se você quer, né, começar com estética,
aí o papo é outro, né? Leia aí o papo é
outro. O papo é completamente outro.
Então, se tu quer começar, se tu quer se
interessar sobre estética, tu tem que
ler Kant e tu tem que ler aquele
conservador safado lá. Como é que é o
nome daquele conservador safado, filha
da [ __ ]
que é contra a revolução francesa.
Como é que é o nome dele? Esqueci o nome
dele.
Como é que é o nome dele?
Eh, Burk. Burk, lembrei, vocês não me
ajudaram não, mas eu lembrei. Burk, pega
Burk e Edmon Burk, eh, e,
e, e Cand, tá? Começa por aí, vai se
afeiçoando com literatura
da da estética quando ela surgiu, tá? Ou
seja, vai tendo, a questão é vai a minha
questão, né? Vai isso. Niet também pega
NIT. Halm. Halilm. Hilm é bom também,
mas eu eu começaria por BK que quero
aprender estética, não sei nada.
Burk, Rilm e
Cant para começar,
tá?
Veja, não é para você, ah, eu vou ler lá
e vou aprender. Não, o que que esses
caras escrevem, o que que é tema para
eles, entende? Entendem o raciocínio? O
que que esse o que que ele o que que é
tema para esses caras que falam de
estética? O que quando surgiu? O que que
isso significava? Como é que isso
evoluiu no tempo, né? História da
filosofia para depois quando você tiver
uns três anos brincando disso, você
começar agora eu vou fazer a sério,
agora vou estudar o estado da arte, né?
Beleza. Eh, o Adriano, Adriano mandou um
abraço para você, Tamires. Adriano disse
Tamires e Pedro, a bagunça, a
mitificação e a unilateralidade
também é determinada. Não,
eu também acho. Como compreender o caos
como ordem,
como ordem por decifrar? Eu acho isso
poético para [ __ ] Bonito. Achei
bonito. Eu gosto muito do Adriano. Eu
gosto muito do Adriano. O caos é ordem
por decifrar. Eu acho muito, eu acho
isso muito bonito, né? Porque na
mitologia grega o no início era o caos,
né?
No início era o caos. Na no como é que
é? No no na teogania de exildo, né?
Na teogania de exildo. No início era o
caos, né? Aí quem, né? Se você refletir
como o Adriano tá dizendo, né? Aí fica
bonito mesmo, né? Você tá dizendo assim:
“Por que que no início era o caos?”
Porque não tinha quem interpretasse, né?
Bom, né? Bom ressignificar assim, né?
Poético, né? Não é que no início era o
caos, né? O caos tá lá, né? Aí depois
vem a consciência e interpreta e dá
ordem ao caos, né? Ou seja, deixa de ser
uma questão cosmogônica
e passa a se referir a uma questão do
que que a gente conhece, né? No início
era o caos porque não tinha não tinha
alguém para dizer os significados de
cada coisa, né? Por isso que era tudo
indeterminado, né? E aparece alguém que
com consciência determina
porque toma consciência.
É
entendendo.
A gente tá entendendo e o processo de
entender elimina o caos, né? Bom isso,
hein?
Ah, filha da [ __ ] É, só podia ser, né?
Saram mago, [ __ ] Saram mago é filha
da [ __ ] demais, né? Epígrafe de
Sagaramado. Só podia ser, né,
[ __ ]
É, [ __ ] Não, encerrar assim vai ser
bom, hein?
Tipo, tinha tinha uma fagulha de
genialidade nessa fase que não, [ __ ]
só era mago, velho.
É isso, é isso. Durmam com barulho
desse. Durmo com barulho desse. Beijo no
coração de todos. Falou, valeu e até
mais.