morto. Olavo
é. Então para de ser pós-moderno doido.
Pois é isso que as criais do velho quer.
Velho, fascista e morto era também
mentiroso.
Enganou até idoso e ainda continua a
enganar.
Não se esqueçam, meus
queridinhos, não subestimam o Olavinho,
não tirem ele pra merda, senão vocês vão
se
lascar. Velho fascista e morto era
também
mentiroso. Enganou até idoso e ainda
continua a enganar.
Oh, escute o professor Avô e vocês a
cara não vão
quebrar. E não se esqueçam de
[Aplausos]
estudar. Velho fascista e morto era
também
mentiroso. Enganou até idoso e ainda
continua a enganar.
Oh, oh. Escute o professor Aidu e vocês
a cara não vão
quebrar. E não se esqueçam de estudar.
[Música]
[Risadas]
Boa noite. O piru, quando eu mandei essa
música para ele, ele falou a mesma
coisa. É a Kelly que
antifascista. Fala, meus queridos e
minhas queridas amigas, tudo bem com
vocês? Eu espero que esteja tudo bem com
vocês. Olha só, no vídeo de hoje
hã eu quero comentar uma coisa, né?
Quero comentar uma coisa. Vai lá. Eu
quero comentar uma coisa. Eh, e na
sequência, Pedro, o que você acha de uma
fala? Perdi, perdi, perdi. Deixa eu ver
aqui. Mandaram uma mensagem que parece
interessante. Eu gosto muito da Eu gosto
muito da diótima perplexa. Pedro, o que
você acha de uma fala que defende
sentimento de supremacia do pensamento
ocidental e do ocidente diantro da
diante das outras culturas? Uma bosta.
Tá, idiótima. Tá, eu vou vou mandar
mensagem aqui para ela. Tô te
respondendo. Tô te
respondendo agora lá no vídeo que está
ao
vivo. Tá
bom. Pronto. Eu gosto muito da ótima. Ã,
então veja só, eh, antes de começar esse
vídeo propriamente, é um é um todologia,
tá? vocês perguntam, eu respondo. Ã, eu
quero fazer um comentário prévio, depois
entrar na treta monumental do Gondijo.
Deixa eu só contar lá qual é a treta
monumental do Gontíjo. Tem um canal
chamado This is Not
Philosophy. Eh, isso não é filosofia. Do
camarada, não lembro qual o nome do
camarada. Deixa eu ver aqui o nome do
Cada do
camarada. Ai, meu Deus, ele não escreveu
o nome do camarada. Cadê o camar? Víor
Lima. Vittor Lima. Tá, Víor Lima é
filósofo de formação, etc. Eh, e ele e
ele fez um vídeo, ã, contestando algumas
afirmações que foram feitas sobre a aí
aí aí, né, sobre a República de Platão.
Aí aí é difícil não me convocar, né? Aí,
aí eu, eu fico, né? Aí aí aí, [ __ ] Aí
o Gotinho falou assim para mim: “Olha
só, aconteceu uma coisa, eu não sei se
você conhece o canal, isso não é
filosofia e etc, mas tem uma treta
monumental acontecendo, porque o cara
fal, fez o vídeo, né, o Vittor fez um
vídeo falando sobre a a como é que é o
nome dela?” Maria
Helena. Maria Helena, esqueci o nome
dela, tem que olhar tudo aqui. Maria
Helena Galvão. Ã, porque ela foi lá no
Inteligência Limitada, falou uma pai de
besteira. Não, não falou uma paz de
besteira. Ela mostrou a perspectiva
dela, tá? Mostrou a perspectiva. Aí ela
mostrou a perspectiva dela.
Ã, e depois disso ele fez, né, uns
apontamentos, umas críticas, uns da
avaliação da leitura dela, etc. e tal.
Eh, e ele e eles e eles tomaram um
strike, né? Eles tomaram strike porque
colocou, usou a imagem dela e etc. e etc
e etc. Veja bem,
gente, eu quero gerar rage em cima da
nova
acrópole. Sim, quero, sim, quero, quero
sim, tá? A gente já vai conversar sobre
isso, tá? Eu conheço a nova acrópole, eu
conheço ela, essa moça, né? Que é que é,
digamos, é o Jones Manuel deles lá, é a
é a liderança suprema lá, a Luciana
Helena Gavão é a liderança suprema lá.
Eh, eh, ao woman alfa delas, deles lá,
é, quem manda, né, na crópol lá. E aí,
ã, eu conheço ela, certo? Eu conheço, eu
já fui na Nova Cópole várias vezes aqui
em Brasília. Ah, quando eu entrei em
contato, eu achei fofinho. Eu achei
bastante fofinho, tá? Achei bastante
legal, achei bastante fofinho. Mas é
teosofia, tá? É teosofia. É teosofia
para [ __ ] É Helena. Como é que é o
nome da mulher? Deixa deixa. Eu até
anotei aqui que é um nome difícil. É
Helena Blavatsk, tá? É teosofia, gente.
É teosofia, tá bom? É teosofia. OK.
Sacou? Teosofia. Teosofia. E eu já vou
falar um pouco
sobre sobre isso. Já vou falar um pouco
sobre isso. Tem nada contra não você
participar de seita, viu? Já vou
explicar para você. Não tenho problema
nenhum você participar de Acho até
legal, tá? Helena Blavat, que para mim é
tão legal quanto Alister Crawley, tá
ligado?
Ã,
enfim, ninguém sabe o que é teosofia,
então é porque eles não falam, né? Ainda
tem isso. É, é difícil, difícil, mas tá
bom. Então, acho, isso que eu acho
sacana da VRC, a gente já vai falar
sobre isso, tá? A gente vai falar sobre
interpretação rigorosa, né, que tem
interpretação rigorosa e o que ele chama
de filosofia prática, né, que é você
tratar do tema para você pegar ali e
conquistar para tua seita e tal. A gente
já vai falar, não, esoterismo é muito
divertido, pô. É muito divertido, né?
Esoterismo é muito divertido. Só não é
só é pseudociência, né? É o é o mais
evidente caso de pseudociência universal
que pode ser haver no planeta, né? E aí,
como é seita de pseudociência, aí não
não aceita crítica, né? Não aceita
crítica, tá? Eh, tipo assim, teosofia,
teosofia é a fase adulta do jovem
místico eh pós-moderno de
universidade. Veja só. Então, é tipo,
tem que tratar igual o cavaleiro
zodíaco. É legal, né? Mas é desenho,
né? Não, não. Teosofia. Teosofia.
Teosofia. A gente já viu falar sobre
isso. Vocês estão muito, vocês estão
muito animados. Pera aí. Antes disso,
antes da gente começar, eu quero falar
sobre o meu vídeo anterior, tá? Ah, o
vídeo anterior que eu
gravei, eu não sei se se essas pessoas
entenderam o que eu tava fazendo, porque
eu não fui muito explícito do que eu
tava fazendo, né? Então, veja só, o
Hermes, ele fez um vídeo, hã, que ele
deu uma esculhambada em cima de mim, né?
Ah, e eu não tenho problema com isso,
né? Eu não me sinto mal com ser
esculhambado. Eu me sinto mal quando
distorcem as coisas que eu tô fazendo,
certo? Eu me sinto mal com isso. Quando
você distorce as coisas que eu tô
fazendo aí, ah, ele é brocha, ah, ele é
vassalo. Ah, ele é feio. Ah, ele tá
ficando careca. Ah, ele é
baixinho, tá ligado? Isso, isso não. É
de boa. Isso faz parte inclusive do do
entretenimento que é conversar com as
pessoas, né? A gente brinca com as
coisas, tira onda, etc. Isso não, hã,
isso não, isso não me incomoda. O que me
incomoda é o seguinte. Ah, e e aí isso
me incomoda muito e eu queria que o
Hermes soubesse que isso é falando de
teosofia, né? Já chega o stream registro
no
rolê. Eu não tô com nada da internet,
mas
veja. Então, ah, o que que eu tava, né,
o que que eu tava falando ali, o que que
eu tava chamando atenção é o seguinte, o
Hers me acusou de uma parada muito
grave, certo? Não é tirando onda, né?
Não é, não é porque ele me chamou de,
ah, meu Deus, porque você é mole, porque
você é covarde, [ __ ] né? Ah, mas ele
me acusou de uma parada muito grave e
ele repercutiu a pessoa mais canálha que
existe na internet, que eu não ouso
mencionar o nome, né? Que é exatamente
isso. Olha, você fala de pós-moderno
para [ __ ] né? Você fala de
pós-moderno para [ __ ] mas na hora
que você tá diante de um evidente que
defende nt, que defende deleuse, aí você
não bate, né? Aí isso me ofendeu, certo?
Isso me ofendeu e eu não ofendi de
volta, né? Eu não ofendi volta. Eu disse
assim: “Tudo bem, então eu vou explicar
porque que eu não briguei com o link,
porque que eu não ofendi o link, porque
que eu não tô brigando com o link”, né?
Aí o vídeo, né? O vídeo servia disso.
Então eu tava tentando mostrar. Então eu
podia bater de volta, olha isso que você
fez é uma canalice, isso é desonesto.
Não fiz nada disso, né? Não fiz nada
disso. Eu falei porque eu falei
exatamente, olha, vou explicar para
vocês porque eu não brinco com o link.
Foi isso aí. Eu fui mostrar o vídeo onde
tá acontecendo a conversa e porque não
havia razão para eu brigar com Link. Tá
certo?
Tranquilo,
beleza? Suave. Então o meu vídeo era
sobre isso. E aí parece que o tanto Link
quanto quanto a CR apareceram no canal e
começaram a discutir nos comentários e
as pessoas começaram a se xingar e etc e
tal. Mano, eu não ligo a mínima pro que
vocês estão fazendo. Vocês são pessoas
adultas, tá? Cada um por si aí, Deus por
todos. E é isso, tá? Não tem nada a ver
com vocês. Brigando, discutindo,
xingando, deixando xingar. Já falei
sobre essas coisas, tá? Eh, mas assim,
especificamente qual era a função do meu
vídeo e e as pessoas se perderam e nem
tava prestando atenção no que eu tava
falando, né?
Ah, não. E é como se eu não tivesse dito
isso há 500 anos atrás, né? Mas tudo
bem. Então, o que eu tava a função a
função do vídeo, né? A função do vídeo
era explicar. Olha, se você tem dúvida,
né, se você acreditou no Hermes, né, que
eu não brigo com o link porque eu sou
covarde, então vou explicar porque que
eu não brigo com o link. Você pode achar
que eu sou covarde. Se você quiser, tá
um pouco me [ __ ] mas eu eu vou
explicar porque eu não brinco com o
link. Aí expliquei porque eu não brinco
o link, tá certo? expliquei a a função
era mostrar, por exemplo, quando a gente
quando a gente começou a falar das
divergências, etc., tava num espaço
lúdico. Lúdico, porque era uma
brincadeira de fato que a gente tava
falando, olha, é muito mais interessante
estar com pessoas que discordam da
gente, aí eu falou: “Porra, a gente
quase não discorda, inventa aí uma
parada pra gente discordar”. Aí, tá bom,
vamos, vamos discordar, né? Vamos
discordar. Vou achar uma parada aqui
para gente discordar. Vou dizer uma
parada. Aí eu, ah, vai se [ __ ] cara.
Não vou te explicar então, já que você
colocou essa. Vou te explicar. E e p pa
pa pá. Tá. Então,
hã, e aí eu tentei mostrar a posição.
Veja, veja, eh, tô recebendo um monte de
mensagem aqui. Tá batendo aí no ouvido
de vocês a
coisa? Não, vou fechei aqui o WhatsApp.
[Música]
Eh, é tipo isso, né, Gabriel? Eu tô
triste as pessoas não compreenderem a
tese do Pedro, mesmo ele desenhando e
fazendo robôs. Eh, então eu tava eu tava
tentando dizer, né, e eles, né, o
pessoal lá da Cruz sabe já eh, que
quando eu abri o vídeo para falar o link
tem 400% de razão, eu eu entro no vídeo
dizendo: “Olha, eu não assisti o vídeo
todo, eu não sei do que se trata. Eu nem
sabia, eu nem sequer sabia que a
a Sued tava lá no vídeo que o papo era
esse, etc. Nem sabia disso. Eu peguei o
eu tinha visto um trecho específico em
que o Link falava: “A galera de esquerda
é antiintelectual”. E é mesmo. E é
mesmo, né? E é mesmo, né? E é para
caramba. É antiintelectual mesmo. É
completamente antiintelectual. Esse era
o ponto de acordo. E eu só comentei
aquilo que eu vi. Eu tava defendendo o
link. Eu tava defendendo o Link porque
tem uma galera antiintelectual na
esquerda e o Link tava incomodado porque
como eu bato para [ __ ] no no
no quais são os cara, por exemplo, o
Deleus e o e o outro lá, Deleus e o e o
Nítósmodernidade, tô atacando ele. Aí eu
tava querendo chamar atenção. Olha, o
Link não é essa pessoa que eu tô
atacando. por causa inclusive do que
eles próprios tinham dito lá, o pessoal
lá da CR, que o pessoal sai atacando,
repetindo o que você repete, etc. Então
o link não é a pessoa que eu tô
atacando. Que eu tô atacando são pessoas
clarissimamente, obviamente,
distintamente antiintelectuais e que são
antiintelectuais porque leram Deleus e
Fou. É isso mesmo. É isso mesmo. São
intelectuais, antiintelectuais porque
leram Deleus e Fou. É isso. Certo.
Tranquilo. Então, mas aí o Yuri falou
assim: “Pedro, pergunta honesta porque
eu sou novo no canal. Tu não acha que o
modo que tu fala sobre pós-moderno gera
um público viciado em ver fantasma?”
Sim, acho, acho sim. Acho sim. Acho
perfeitamente que sim. E era por isso
mesmo que eu tava fazendo aquele vídeo,
não é? Era exatamente por causa disso
que eu tava fazendo aquele vídeo. Ahã.
Mas veja, isso não significa que como
que quando o link existe, né, e faz as
coisas que ele faz, partindo das
premissas que ele parte, ele não vai
cair exatamente aonde eu critico. E aí o
que eu tô dizendo é e tá tudo bem, tá
ligado? O cara pode ter uma visão que eu
discordo dela, que eu acho completamente
errada e tá tudo bem. Só que o que tava
acontecendo é que o pessoal tava dizendo
que o link era fascista, que o link era
isso, que era aquilo outro, certo?
destruindo o cara e o link não é essa
pessoa. Então, eh, então aí esse esse é
o último apontamento, tá? É um último
apontamento, né? Vou chegar aí. A, a
Jéssica falou assim: “O Jones te chamou
para um debate da Cruzinha hoje, sobre
esse debate que houve. Aí ele falou para
marcar segunda ou quarta de tarde. O
Hermes me mandou e ainda me mandou
assim. Aí começa a ficar passivo
agressivo, começa a ficar passivo
agressivo. Ele me mandou a mensagem:
“Ah, eu estava só brincando, né? Mas, ó,
ele me chama para parada, né? Vamos lá
no meu canal que a galera já te odeia,
conversar com o Jones, que obviamente
vai defender o nosso
ponto e eu tô ocupado, né? A questão é
que eu não tenho tempo, né? À tarde eu
não posso, segunda e quarta da tarde eu
não posso. Eh, e aí ele ele mandou
assim: “E se você não concordar, como é
que é que ele falou?
E se você não
concordar? E se você murchar, vou vou te
zoar no Twitter. Não é
[ __ ] Ah, mas era só uma piada, era só
uma brincadeira. Tá, mas aí tá forçando
a amizade, né? Chamando pro negócio.
Veja bem, vem cá, vem cá. E se você não
concordar, vou te esparrar que você é
covarde. Aí começa a forçar a amizade um
pouco, né? começam a forçar a amizade.
Então, ã, ah, mas era só uma piada, não?
Tá bom, tá bom. Era só uma piada.
Eh, enfim. Ah, mas mas aí eu não posso,
né? Eu não tenho, eu não tenho tempo.
Não tenho tempo. Não, não sei. Eu não
tenho tempo. Eu não tenho tempo. Não
posso ir. Eu até gostaria de ir, mas não
posso, né? Eh,
beleza. É, a galera vai perdendo noção
do limite, né? O link também não tem
muita noção do limite não da piada. De
vez em quando ele vai se perdendo a
piada. Às vezes ele perde a noção do
limite. Mas é assim. Então normal. O que
eu quero ah, veja só. Então
o o que eu ia dizer, que eu ia dizer é o
seguinte. Ah, então tava querendo chamar
atenção. Por que que não brinca o link,
né? Se o link gosta de delay, se o link
gosta de derridar, por que que você
briga com link? Aí tá tentando chamar
atenção nisso, né? Tá tentando chamar
atenção nisso. Por que que eu não brinco
com o link? Porque o link explicitamente
ele já sofreu isso, cara.
altas vezes, altas vezes ataque
do do negócio, ataque. Ele já sofreu
isso várias vezes, ataque da galera,
certo? E a minha preocupação é falar pra
galera que é comunista. Olha, o link não
é inimigo, né? O link não é inimigo.
Para de atacar o link, né? Minha
preocupação é essa. Então eu tava
querendo chamar atenção. Para de falar
que o link é fascista, que o link é
doido, que o link é isso, que o link é
aquilo. Para de esparrar a pessoa só
porque ela tem uma visão ali diferente,
etc e tal. Ele tem. Bom, aí eu podia
falar, né? Tudo que eu penso a respeito,
ã, eu posso falar a respeito
[Música]
do Ah, Crozinha tá aqui, ó. Crozinha tá
aqui. Tá dizendo para não escalar não,
por nós nós nem Twitter tem. É, então,
mas a mas aí começa a forçar a amizade,
né? Foi o que eu falei. Só tem problema
não, mas começa a forçar amizade, né?
Vem, senão eu vou desparrar, etc. Ah,
cara, tá bom, tá bom, sou covarde. Eh,
mas enfim. Hã.
Hum. John meteu essa. João, Pedro, te
desafio para um debate nós dois à
meia-noite na na minha cama, portas
fechadas. Se não for
amarelão. Ah, mas veja só. Então, o
o que eu o que eu tava dizendo é o
seguinte,
que eh então eu tava o o vídeo servia
para isso, tá? para mostrar que o link
ele se se eu conversar direitinho com
ele, a gente consegue caminhar para para
concordâncias, né? Era isso. E é por
isso que eu não tava brigando com a
pessoa, né? Porque a gente consegue
caminhar para concordâncias mesmo, da
mesma forma que a gente conseguiu
caminhar para concordâncias com
o
o Eribaldo, que aliás gravou um vídeo
agora sentando a porrada, velho.
Sentando a porrada no lá no canal do
Johnny, sentando a porrada no Thiago
Braga. E veja, olha assim, as diferenças
entre eu e o ebado são muito grandes,
assim, do ponto de vista da elaboração
mesmo conceitual, do que a gente parte,
dos pressupostos, a gente pensa
diferente, né? A gente parte de lugares
diferentes. Então eu assisti o vídeo
todo, eu assisti o vídeo todo, achei o
vídeo interessante, assim, eu não
consigo concordar com muita coisa, a
gente parte de lugares muito diferentes.
Eu teria coisas para para adicionar ali
na na discussão a respeito daquilo. Mas
veja, o discurso dele é importante, né?
O que ele tava dizendo ali, inclusive
reflete essa discussão que a gente tá
fazendo, né, sobre a conhecimento, não
sei, sobre decorar três frases, repetir,
né, que isso aí vira jargão, que jargão
não convence ninguém e etc. Então, mesmo
que ele tá discutindo lá com o Thiago
Braga, ele tava hã debatendo o que a
gente tá colocando aqui, né, tava
colocando
em questão do temas que a gente tá
colocando aqui, tá certo? Tranquilo?
Então assim, dá para conversar, mesmo
que a pessoa parta de lugar diferente,
né? Às vezes venha com com certos
pressupões diferentes, você consegue
aproximar, né? Né? É possível fazer
isso, né? E é importante fazer isso. É
importante ter esse tipo de abertura
para fazer isso. Eh, tá certo? E não só
a lógica do confrontamento explícito o
tempo todo,
né? Eu esmagaria. Não, aí, aí, aí eu,
essa aí eu aceito. Eu esmagaria esse
cara sem o menor pingo de dó. Sem o
menor pingo de dó. Eu colocaria esse
cara debaixo da minha sola e explodiria
o crânio dele retoricamente. Sem o pingo
de dó. Porque veja, é muito claro que
esse babaca faz. É muito
claro, né? É muito claro, pô. É muito
claro, ele é desonesto. A questão não é
intelectual, ele é desonesto. Ele é
desonesto. Então assim, ã, bom, nesse
vídeo que o Enri Baldo faz, né? Ã, ele
ele ele toca numa coisa que os caras
estão repetindo tudo, tá? Os caras estão
repetidos, tanto o Eribaldo quanto o o
Humberto vai fazer isso e o Jones
hã passa isso que é o seguinte, como o
cara não deixa, como o cara não deixa
um, uma evidência metodológica, uma, sei
lá, um ponto de partida metodológico,
uma corrente que o influencia, pá, pá,
pá, como ele não faz isso, os caras
estão apontando esse defeito, né? estão
focando muito nisso. É o o tópico que
eles estão levantando toda vez é o
mesmo.
Ã, o tópico é sempre o mesmo. O tópico é
sempre o mesmo.
E eu eu eu não acho que esse seja um
grande ponto, né? Por causa por causa do
ponto de vista teórico mesmo, certo? Por
causa do ponto de vista teórico. Eu acho
que isso é menos, é é o menor dos
problemas, certo? É o menor dos
problemas. É um problema também, né?
você, porque na verdade esse é um
problema para mim de desonestidade. Se
você não deixa explícito de onde você
vem, quais são seus pressupostos, de
onde você para, o que você está fazendo,
né? Aí você e aí ainda você mete essa de
dizer assim: “Ah, não é porque eu sou
cientista, porque eu sou neutro, porque
eu fui avaliado por pares.” O discurso
do do do Thiago é por aí, não é? Então
isso é desonestidade. O complor de você
não ter o complor não, o combo. O combo
de você não ter um ponto de partida que
você referencia, o fato de que você não
tem
ah a ah metodologia, como o pessoal faz,
né, como o pessoal fala, é porque você
se blinda, né? O o o modo como ele fala
que que ah, veja bem, eh eu fui ouvido,
né? Eu fui assessorado por vários
cientistas top na área. É, ah, cara, né,
assim, isso é o fato de que a dialética
é uma empresa, né, que tem lá usar
avaliação por pares, esse tipo de coisa
é para você se blindar retoricamente de
maneira desonesta,
saca? Entenderam? Então, mesmo o fato
que eles estão atacando, eles derivam de
uma mesma coisa. Os cara é desonesto.
Mas veja só, eu entendo que eles estarem
eles estarem partindo para aí porque
eles estão dizendo assim: “Ah, o cara
não é o cientista, então
prove”. Sacaram o que eu quero dizer?
Então, não acho que eles estão errados,
não. Sobretudo porque eles não estão no
debate acadêmico, eles estão no debate
público, né? Então o cara diz: “Eu sou
cientista, cientista, cientista
científas”. Aí você fala: “Não é, não
prova que você é cientista aí, né? É
porque tá na na matemática do debate,
né? Tá na gramática, melhor dizendo, tá
na gramática deste debate, né? Se o cara
tá dizendo: “Eu sou cientista, vou
provar que você não é”. tá indo por aí,
né? Tá indo por aí. Mas não é esse o
problema, não é ser cientista ou não ser
cientista. Eu eu tô dizendo isso da
minha visão por causa da das dos meus
pressupostos teóricos, né? Exatamente.
Por causa dos meus pressupostos
teóricos. Problema de uma historiografia
ruim não é ciência, não ciência. Tá
certo? Aí eu posso até avançar depois,
porque eu acho que é difícil comparar a
história à ciência. Se for, se a
história for comparável à ciência, vai
ser uma ciência de tipo muito
específico que Carlo Ginsburg, né, uma
ciência indiciária que tem a ver com
verosemelhança e não que é verdadeiro ou
falso de uma vez por todas e ponto.
Verosemelhança que e aí, bom, tem toda
uma uma tem todo um debate para ser
feito a partir daí, né? Mas isso sou eu,
tá? Isso sou eu. O que os caras tão
fazendo, eu acho que tá no no lugar
certo. Acho que o cara, não tô
criticando os cara, não. Tô dizendo que
eu se eu fosse eu iria para outro
caminho, mostrar que eles são que que o
cara é um desonesto do [ __ ] que é
isso que ele é.
Hã, mas tá
bom. Não, então veja, você meter esse
argumento. Por que que tá todo mundo
batendo nesse argumento? Porque é o
argumento mais, tipo assim, isso é o
exemplo evidente de que nós estamos
falando com uma pessoa séria. Alguém que
vem pra internet e fala: “Olha, eu estou
certo ou eu sou legal ou as pessoas
estão me contestando porque eu tenho
número e elas estão com inveja”. Gente,
isso é, isso é, você tem 13 anos,
Thaago, saca? Você tem 13 anos, Thaago.
Ó, tem um monte de gente falando de mim.
Isso é porque eu tenho 1 milhão de
inscritos. Ai [ __ ] Assim, gente,
você tem 13 anos de idade, moleque. Você
tem 13 anos. Não faz sentido isso.
Certo. Eh, muita gente gosta de mim,
portanto eu tô certo, cara. Isso, tipo
assim, eh, eh, você não precisa nem se
esforçar para contar argumentar contra
isso, tá ligado? Só tá jogando pro
público. Você não precisa nem se
esforçar. Por isso que tá todo mundo
batendo, né? É, agora, agora cientista
virou diva pop, né, cara? Não faz, não
faz o menor sentido. Até o HB, até o HB
falou: “Não, olha, eu acho que subiu uma
coisa ali, a cabeça dele”. Não, é só
desonestidade mesmo, pô. É só
desonestidade. É só desonestidade. É só
pura e simples desonestidade. Não, isso
aí é porque os comunistas são invejos.
É, é isso, né? Beijinho no ombro. Thiago
soltou, soltou o argumento beijinho no
ombro. Ah, gente, assim, não é sério,
pô.
Não tem como, tipo assim, ter que
conversar com vocês. Olha, este
argumento não é um argumento, pô. Que
[ __ ] é um
argumento. Não é um argumento. Não tem
condição, pô. Tipo assim, fica
indefensável. Depois que o cara solta
uma dessa, você fica indefensável.
Claramente tá acuado. Claramente tá
acuado. Mas veja bem, a gente foi para
um lugar que eu não queria. A gente foi
para um lugar que eu não queria. Eu
tenho que voltar aqui paraa nova corona,
não é isso? A gente vi aqui falar de
nova
Copa.
Eh, então eu tava, eu tava, tá, a gente
passou lá pela treta. Na treta eu tentei
deixar, já ficou claro para vocês que o
o motivo de que ah, se vocês quiserem,
eu passo pano pro Link. Ele tá na mesma
luta que eu. Quando o Link brigou com o
o rapaz lá do D Letra Show, os
argumentos eram mesmo, tá? E, aliás,
como é que é o nome dele mesmo? O rapaz
lá, esqueci o nome do rapaz que que é do
DC Letra
Show. O o Lod, isso, o Lod. O Lod, o Lod
uma vez fez um vídeo reagindo
ao Kim discutindo ou K discutindo com o
Jones, certo? E aí o o obviamente se
você entende que o que o Jones foi bem
no debate, foi muito melhor, como é o
meu caso,
ah, para mim é muito evidente, tá? Tem
que argumentar umas coisas, umas vezes
me irrita, né? Eh, ele foi bem melhor no
debate, ele foi bem melhor. Não, não foi
muito destruidor. Eu já mencionei isso,
não foi muito destruidor exatamente
porque o Kin estuda, né? Foi bem melhor,
mas não foi muito destruidor, não deixou
o cara humilhado e etc. Mas foi muito
melhor. Mas por que que não foi bom? Não
foi, não foi destruído. Exatamente.
Porque o Quem estuda, se o cara do outro
lado estudar, as coisas vão ficar um
pouquinho mais balanceadas, sacou? Então
o Jones foi melhor, mas não foi tão
destruidor e etc. Mas foi bem, foi bem
melhor, foi bem melhor. Agora quando o
Lad comentou isso, adivinha o que que o
Lad
comentou? Só chuta. O que que você acha
que o Lad comentou sobre o Johnny St
melhor. Por que que o John foi melhor?
Chuta. O que que você acha que Jesus foi
melhor? Na visão do
load, o Jones foi melhor porque ele sabe
jogar com a estética.
O Jones foi melhor, porque, ó, olha,
olha só como é que o Jones, ó, não é uma
questão de argumento, gente. É porque
ele deu uma risadinha aqui na hora que
era para dar uma risadinha, eu falei:
“Ah, não, gente, perceba, eu tô brigando
com o Lud por causa disso. Eu odeio o
Lod por causa disso. Não, o que eu tô
tentando dizer para vocês é que existe
na esquerda um componente de
anti-intelectualismo.” No texto do Lid,
quando ele reagia a isso, era
explicitamente antiintelectual. Ele não
só dizia: “Olha, eu achei, eu gostei
dessa tirada do Jones, desse risinho que
o Jones deu na hora certa. Se ele
tivesse dito isso, tá tudo certo”. Mas
ele diz assim, ó, ele deu o risinho na
hora certa. Veja, entendam, pessoas, não
é uma questão de argumentos e etc. Tem
uma galera, toda hora é isso, toda hora
é isso, toda hora é isso, toda hora é
isso, tá bom? Toda hora é isso, tá bom?
Toda hora é isso. Então, assim, ó, vocês
estão fazendo errado, vocês perdem
porque vocês não têm o molho e etc e
tal. E e aí nunca sobre estudar. Aí eu
tô fal, eu tô tentando dizer para as
pessoas, é sim, é só estudar assim. É
por isso que esse tema é caro, né? Os
caras que vai despreparado toma surra,
os cara que se prepara não toma tanta
surra assim. Certo? É bem claro isso.
Agora tem que se preparar e tem que ter
jogo de cintura, claro que tem que ter
jogo de
cintura. Tem que saber fazer uma piada
na hora certa, claro que tem. Só que a
galera menospreza o estudo, né? No texto
do Louad lá, que eu lembro muito bem de
ter visto, ele falava assim, não é
porque que ele deu a risada no lugar
certo, querendo menosprezar, ou seja,
dizer pro público, olha só, vocês
entenderam o público não é sobre
estudar, é sobre dar o risinho no lugar
certo. Não é sobre isso, não é, não é,
não é, não é, não é. Acabou-se e eu vou
est sempre lembrando pro público que tem
uma galera que é assim. Pronto, aí o
link entrou
em intriga lá com L, sei lá por quê, não
sei, não me interessa. E tenho raiva de
quem sabe, tá? Tá bom. Não sei, não me
interessa e tenho raiva de quem sabe,
tá? Não sei, não tenho posicionamento,
não me interessa e tenho raiva de quem
sabe, tá bom? Vocês entenderam
isso? Não tô nem aí para isso. Não
conheço a discussão, não ligo para
quadrinho, quero que se [ __ ] Tá, tá.
Dito
isso, né? Dito
isso, no Twitter tava lá esse pessoal
que é intelectual, que acha que é
inteligente, entendeu?
tudo para cima do Link, entendeu? Então,
nem se o Link quisesse, ele evitava esse
tema. Nem se ele tivesse sido doutrinado
pelo irracionalismo supremo, certo? Nem
se ele tivesse doutrinado pelo pelo
irracionalismo supremo, ele sabe, tá?
Ele sabe que tem uma galera
antiintelectual na esquerda. É isso que
eu tô dizendo. E foi por isso que eu fui
lá defender. Tá bom, tranquilo. Meia
hora para falar a mesma coisa que eu
tava dizendo no vídeo passado. Só que aí
eu tava entrando, né, na na minha vida
pessoal, na minha formação, porque que
esse tema é caro e tal. Agora eu tô
falando, né, do
do motivo mais amplo. Eu eu conheço o
Link, eu acompanho o Link há muito
tempo, né? Eu sei que ele sabe que essas
coisas ser um problema. Eu sei que ele
critica o o exatamente as mesmas coisas
que esse posicionamento pós-moderno que
eventualmente dá. Ele só não vai falar
que é o pós-moderno, que o culpad é o
Deleus, que não sei o que, mas ele
enxerga o mesmo problema, o mesmo
problema, explicitamente o mesmo
problema, que é a galera se justificar
nas lutas por minorias, numas coisas tão
simplórias e que existem que a galera
quer, eu ouvi isso correndo na internet,
viu? Vocês não vão, vocês não vão criar
essa não, viu? Vocês não vão criar essa
não, viu? Não vou deixar vocês criarem
essa não, tá? de dizer que eu tô criando
o pós-moderno metafórico. Pós-moderno
metafórico é o [ __ ] Já dei 500
exemplos aqui. Mostrei a a professora lá
que apanhou do do apanhou, né, na eh
retoricamente na na imagem pública por
causa do Wilker Leão. Já mostrei a
construção de imagem que faz o MBL o
tempo inteiro e que sempre prega toda
coisa que você que eu sempre falo, essas
coisas ex para de se fazer de doido.
Essa galera existe. Mostrei lá o safato
mostrei. Tem um monte de galera que é
assim, um monte. Um monte, tá? Não vem
meter o louco. Não vem meter o louco.
Ah, o Pedro falou do pós-moderno metaf.
Não meta o louco, não meta o louco, tá?
Não vou deixar vocês meterem o louco,
tá? Então
o e ele enfrenta, eu já vi, eu acompanho
os vídeos do link. Além de tudo isso, o
que é mais importante do que tudo isso,
do que política está merda dessa
política, os vídeos dele de gibizinho
são massos para [ __ ] Certo? Além de
tudo isso, então eu tenho uma questão
afetiva com Link. Eu vou, quando eu tô
cansado da vida, eu vou lá assistir os
vídeos de gibizinho dele, que é top para
[ __ ] Ainda ainda meto essa. Tá bom.
Tá beleza. Então,
ã, então assim, tem um
antiintelectualismo esparrado dentro da
sociedade. A preocupação, né, a
preocupação com eh eh esse tipo de
postura pública é é é a única coisa que
me importa na vida. nada mais me importa
além dessa postura antiintelectual da
esquerda. Não existe outra coisa que me
importa. Só me importa isso. Então eu
sempre estarei nesse debate, tá? Tá bom.
Hã. E a a então assim, tá bom, tá tá
explicado, gente. Tá explicado. Então o
cara conflui comigo. Ah, mas ele gosta
de leus. Ah, que se for dele, eu deleus
dele, né? Continua confluindo comigo
para essa mesma discussão. Tá bom? Eh,
tá encerrado esse pequeno assunto, né?
Para para para deixar as coisas mais
tranquilas, né? Deixar as coisas mais
tranquilas. Eu tenho meu posicionamento,
vocês não vão me arrastar meu
posicionamento me xingando, pô. Eu tenho
meu posicionamento. Essa é a diferença
do homem de verdade, né? A gente tem o
nosso posicionamento, pô. Então, segura,
tanca teu posicionamento, pô. Tanca teu
posicionamento, segura teu
posicionamento. O posicionamento é muito
claro. Tem tem uma galera claramente
antiintelectual e é importante a gente,
os pós-modernos não gosta muito, né? não
gosta muito do do da importância da
linguagem. Pois
bem, tenta tomar cuidado com a linguagem
para a linguagem não se converter em
ofensas contra professor. Só
isso.
Hã, então o
[Música]
o Gontijo me chamou.
É, então o Hermes concorda, a gente
concorda. Tem motivo nenhum pra gente
brigar, não tem motivo nenhum para vocês
irem xingar o Hermes. Essa parada, uma
coisa me chamou atenção dessa discussão
toda, eh, o concorda que ele tá aqui,
desconcorda, tá? Só por isso. Ã, então,
uma coisa que me incomodou muito dessa
parada toda é a galera implicando com
linguagem do cara, porque o cara fala
uma gíria muitas
vezes. Ou, gente, o tanto que isso é é
racista. Tá, isso é explicitamente
racista, tá? Para de tirar onda com a
linguagem das pessoas, cara.
Explicitamente, explícitamente,
explicitamente elitista. Isso.
Explícitamente elitista, tá? Para com
esta [ __ ] Para com esta [ __ ] Você é
absurdamente elitista e no limite
racista, né? Porque o nosso recorte
social tem um recor, recorde de raça no
país. Tá dito isso, vamos lá para o
segundo ponto. Helena Brav. Blá blá blá.
Como é que é o nome da mulher? Eu não
lembro o nome da mulher. Helena
Blavatsk. [ __ ] nome difícil da
[ __ ] Ai, cara. Helena Blavatsk.
Ó Deus. A e sabe sabe o o Betto, o Beto
tá lembrando que preconceito
linguístico. Então eu aprendi sobre
preconceito linguístico porque estudei,
né? Porque estudei desde a primeira da
primeira série do segundo grau, né?
Primeiro ano do ensino médio, na
verdade, desde o primeiro ano do ensino
médio, me passaram para ler esse texto,
né, sobre preconceito linguístico e eu
vi como é que isso era método para
para a te colocar numa posição de
destaque, etc. Para com essa [ __ ] viu?
Se você tá me assistindo, tá beleza?
Eh, então, olha só, o Daniel me chamou
para conversar sobre esse fenômeno que
eu comentei no início do vídeo. Para
quem não tinha chegado antes, eu faço
uma recapitulação agora. Ah, a a Lucia
Helena Galvão, ela fez um vídeo lá no na
Inteligência Limitada. Aí o canal Isso
não é filosofia que eu não conheço, tá?
Pelo amor de Deus, não venha dizer que
eu tô defendendo, desdefendendo, que eu
amo, que eu pago pau, etc. Eu não
conheço o cara, tá? Nunca tinha visto um
vídeo dele na vida. Eu já tinha visto
assim, mas eu não me eu me incomodo
assim com, eu não, eu não gosto de
assistir canal de filosofia no YouTube,
tá? Então assim, eu não eu não fico
assistindo vídeo vídeo de de youtuber de
filosofia. Não gosto, não gosto porque
não gosto porque é questão de gosto.
Então eu nunca tinha assistido, nunca
tinha parado para assistir, já tinha
pipocado para mim porque eu assisto
coisas de temas de filosofia, mas não
não produtor de conteúdo que falam sobre
filosofia, né? Não, não gosto, não é um
tema que na na internet, não é meu
entretenimento, né? Não é meu
entretenimento, eu gosto de história,
gosto de mas de filosofia, eu não curto
muito não. Aí veja, ah, só que essa é a
matéria que eu estudei, né? Essa é a
matéria das minhas pós-graduações, a
República do Platão. Então, quando o
Gontis me falou isso, eu falei: “Caraca,
o Gonis não é da filosofia”. Ele me
mandou isso dizendo que o cara é sério,
que o cara é [ __ ] que tal e tal. Aí eu
falei assim: “É, então,
ó, eu não quero tirar essa onda não,
[ __ ] macaco. Aí você me você me coloca
em mal os lençóis, né? Aí o rei vai
ficar puto comigo, né? [ __ ] que pariu.
Mas beleza, então
hã, esse cara é [ __ ] Esse cara é [ __ ]
Toca aí. Esse cara é [ __ ] Aí veja só o
o Aí, então eu não conheço o cara, não
conheci o cara. E quando quando o Gonz
veio falar para mim, eu falei: “Caraca,
é
exatamente, é exatamente o que eu
estudei. Eu vou pegar e quando eu conhe
e eu já, vocês sabem disso, porque
quando eu conheci aquele canal do
Epifania Experiência, lembram disso? Eu
fiquei com a resistência para caramba e
tinha um camarada falar: “Não, assiste
que você vai gostar, assiste que você
vai vai gostar”. Aí eu falei assim:
“Então tá bom, então vou assistir ao
vivo”. E se eu não gostar, todo mundo
vai ficar sabendo ao vivo. Como é que é
o nome do cara do Epifania Experiência?
Meu Deus do céu, esqueço o nome das
pessoas. Alexandre. O Alexandre ele veio
conversar comigo quando depois que a
gente se conheceu, né? A gente se
conheceu pessoalmente, o Alexandre. E o
Alexandre ele falou assim: “Caralho, eu
nunca vi uma pessoa com
tanto, com tanto criticismo para julgar
o trabalho que eu faço ali na internet”.
Cara, que bicho [ __ ] tu, hein, cara? Né?
Ele falou comigo, né? Ah, porque assim,
eu cheguei, eu não vou, com certeza não
vou gostar, eu com certeza não vou
gostar, com certeza não vou gostar. E
era legal, era legal, era bem feito, era
bem. Só que eu tava toda hora pontuando,
olha aqui não é bem assim, aqui ó,
faltou isso, eu senti falta daquilo,
veja bem, né? Tentei, né? Tava toda
momento fazendo esse tipo de apontamento
quando eu assistia. Aí ele brincou
comigo isso, né? Falou essa isso
brincando comigo quando a gente
desconhecia pessoalmente.
Eh, então assim, eu fui com esse
espírito, né? Eu fui com esse espírito.
Eu abri o vídeo aqui, o Gonti falou para
mim que esse cara é [ __ ] que ele é o
talvez seja o melhor canal de filosofia
do Brasil. Eu falei: “Cara, eu vou, eu
não vou, eu não vou defender a mesma
tese. Eu tenho certeza que eu não vou
defender a mesma tese. Eu vou passar
raiva. Platão, República de Platão, é
uma coisa que eu passo raiva. Eu passo
raiva, eu passo raiva. Aí eu abri, aí
assisti assim uns pedaços picado. Tá
aqui aberto na minha tela, tá? Tava até
variando a tela aqui para ver. Tá aqui
aberto na minha tela, tá? Eu não assisti
tudo, tá? Eu não assisti tudo. Eu
assisti um pingadinho aqui. Aí assisti
um pingadinho aqui do Mido da Caverna,
né? que ele menciona que o ideal é
chamar de alegoria, pá, tá tudo
certinho. Aí ele veio aqui para para
cadê
ã da da da filosofia que filosofia
liberta, o texto não é sobre isso, tá
tudo certo. Aí eu tipo assim, eu fui
vendo os trechos aqui que eu achava mais
interessantes, tá? Não vi nenhum
problema na leitura dele, muito pelo
contrário, eu vi um filósofo de verdade,
né? Um um filósofo de verdade fazendo
seu trabalho, tá? Eu vi um filósofo de
verdade fazendo seu trabalho.
Eventualmente eu posso ter uma leitura
diferente de uma aqui, uma colá, mas não
é igual a gente vê na internet, né? O
cara pega Platão e fala assim: “Aí veja,
tem uma coisa que eu sinto muita raiva
aqui fazendo couro com Joris Manuel, tá?
Jor Manuel assim, ele só pegou pesado
com os cara. Ele só pegou pesado com os
cara, mas ele falou assim, ó.” E aí até
o o Henry Bugalho foi defender, ele
falou assim: “É um filósofer, né?
diferente dessa molecada aí que, ah, eu
tenho doutorado, eu sou filosa. Ã, veja
só,
então o o Jones parrou o Pondé, como é
que é o nome dos outros caras? Me diz os
outros caras todos aí.
Pondé, todos me diz todos aí. Pondé,
quais são o nome dos outros lá?
Pondé. Bora, galera. Acorda para Jesus.
Me diz o nome dos
cara. Os quatro é Podé,
Cortela, carnal.
E o outro tá faltando um, o
Cloves. Se presta atenção, eu vou falar,
eu vou, eu tanco essa até o final, tá?
Eu tanco essa até o final. Se nos
Estados Unidos surgiu um grupo de quatro
ateus que começaram a divulgar o
ateísmo, que se autodenominaram ou
denominaram eles e eles adotaram, não
sei de qual é a história, mas que se
denominaram quatro cavaleiros do do
apocalipse ou quatro cavaleiros do do
ateísmo. Esses quatro que eu acabei de
citar aí, essa eu tanco, tá? Essa eu vou
tancar até o final. Se quiser me brigar,
vem, tá? São os quatro cavaleiros da
autoajuda fantasiada de filosofia. Bem,
mas pode vir. É isso mesmo. Quatro
cavaleiros da
autoajuda disfarçada de filosofia. Tá
bom? Você se forma em filosofia e aí
depois você vem pra internet assim:
“Não, Platão dizia, Platão dizia, Platão
achava, Platão pensava. Ai, Aristóteles
dizia, Aristóteles pensava, Aristóteles
achava. E é por isso que você aprende na
sua vida
pessoal, certo?
Não, veja só, mas isso não é óbvio, mas
ninguém discorda e pá pá pá, não tem
discordância
nisso. Tem sim, porque veja, isso não
coloca, isso não coloca o trabalho que
eles têm, que eles eventualmente têm, os
livros que eles publicaram, tá? Uma
coisa, uma coisa, outra coisa e outra
coisa. Entenderam? Ah, mas o cara é
gente boa. Pode ser gente boa. Ah, mas o
cara Mas o cara, ele fez um livro aqui
muito importante, sei lá, para conhecer
como é que é o nome do do filósofo lá
que os cara
eh nem os caras discordam, eles sabe que
eles venderam. É, esse é o ponto,
tá certo? Nem os caras discordam, não.
Veja bem, é porque veja bem, quando eu
venho pro YouTube, eu não tô fazendo
filosofia, entenderam? É isso que eu tô
tentando dizer para
vocês. É isso que eu tô tentando dizer
para vocês. Se eu venho pro YouTube
aqui, pi, poó pó, deixa eu te dizer, a
política não sei, isso não é filosofia.
Tá bom, tranquilo. É isso que eu tô
dizendo. Só quando o cara mete aqueles
vídeos assim, não, porque o Platão
ensina uma coisa muito importante sobre
o Isso autoajuda, pô. É isso que eu tô
dizendo, isso ajuda explícita. Isso não
é um trabalho de filosofia. O trabalho
de filosofia é outra coisa. Isso que eu
tô dizendo. Isso não quer dizer, isso
não quer dizer que eles não possam ser
bons filósofos. Se você pegar os textos
deles para ler, tá? Não sejam ótimos
filósofos, tá? Pode ser. Então, mas é
esse que é o problema, Daniel. Não é nem
divulgação científica. É isso que eu
quero deixar claro. Não é nem não é nem
divulgação científica. Eu quero deixar
muito claro isso. Não é nem divulgação
científica. Eu quero deixar isso
bastante claro. Aí veja, vocês vão ficar
com raiva do que eu tô dizendo aí. Não,
só o Pedro que sabe tudo. Não, eu tô
dizendo assim, se o cara quiser escrever
um trabalho de filossof, ele vai
escrever. Vai ser um trabalho ótimo,
muito melhor do que o meu. Mas quando
ele vem para pr Vou dizer de um de um
que eu gosto, eu gosto do desse que diz
que não é ateu, que que tá ficando cego,
com problema de saúde grave. Isso.
Palestrinha, palestrinha sobre o
amor. 500 conto é autoajuda, pô.
autoajuda. Cloves. Gosto muito do
Cloves. Acho Cloves uma pessoa incrível,
maravilhosa, um um ser humano
fantástico,
né? Diria até que ele me aproxima um
pouco da filosofia. Ele é muito legal.
Que que que eu come eu gosto mais de
filosofia quando eu vejo o co falando. O
que ele faz não é filosofia quando ele
vai paraa internet e fala assim, não,
porque o Platão, o amor, o amor
platônico não é aquilo que é o amor
platônico ou ou que é o amor no
banquete, certo? Ele tá usando, ele tá
usando o texto para, digamos assim, ele
tá usando o texto como aporte. É quase
como se eles fossem, certo? Para para
deixar claro o que eu quero dizer, é
quase como se eles
fossem um comentarista de cultura,
comentarista de filme, tipo o Arinha,
como o próprio Link, etc e tal.
Certo? Você tá comentando, você tá se
apropriando da obra, você tá relendo a
obra para dizer umas paradas que tu
pensa. É. E o Condé, e o Pondé nem
autoajuda, né? Ele é, né? Ele é
antijuda, é, ele é um ser humano
péssimo, né? Ser humano
péssimo, né? O Pondé ainda ainda por
cima, é um ser humano péssimo. Então o
[ __ ] ali que é intancável,
mano. Falou de mim. Então assim, o o
trabalho que eles fazem ali não é
exatamente de divulgação científica a
respeito de filosofia, nada assim. que
eles estão fazendo é pegar
os elementos da obra e a partir dos
elementos da obra pensarem uma outra
parada para fazer uma palestra, tá? É
isso que eles fazem, certo? Que eu quero
dizer para vocês é que o pessoal lá da
Nova Acrópole faz igual, tá? Pessoal da
Nova Acrópole faz exatamente igual, pô.
Exatamente
igual. Faz exatamente igual. Então, eu
já fui nafa. Eu conheço, tá? A a como eu
disse, eu já conheci pessoalmente essa
moça, a Lúcia Helena, tá? Conheço, já
fui lá e etc. Mas o que eles fazem lá na
Nova Acrópole é isso. Você pega os
textos, introduz os textos para as
pessoas, não tem nada de errado com
isso, tá? Tem nada de errado com isso,
tá? Você introduz os textos para pessoa,
os textos pra pessoa, fala: “Ó, leio em
casa, semana que vem a gente vai
discutir”.
Mas não é a mesma coisa que se faz na
universidade. Aí eu digo para você, eu
sei que não é a mesma coisa que faz na
universidade, porque eu fiz as duas
coisas. Sabe como é que a gente faz na
universidade para ler Platão? A gente
faz assim, todo mundo tem que ler em
casa. Já tem que ter lido esse livro
três vezes em casa, pelo menos. Sério? O
que eu tô dizendo para vocês é que são
coisas diferentes, é só isso, tá? Já li
três vezes esse livro, no mínimo. No
mínimo. Tô aprendendo grego para ler o
texto original, tá? Eu já li pelo menos
três vezes. Pelo menos pelo menos. É
óbvio. Eu tô, eu domino um assunto que
aí eu vou discutir o assunto, entendeu?
Não é assim, você pega, ah, pega um
trecho aqui, a página dois do texto, ah,
que legal, a página dois do texto, né?
Aí você não vai entender o que o texto
quer dizer, entendeu?
Então você já tem que ter lido o texto
várias vezes, ele você tá familiarizado
com o texto. Aí você vai chegar com as
pessoas com várias visões e aí você vai
começar a ler aquele trecho específico.
Você tem que fazer isso aí. É super
divertido, tá? É super divertido. É
super divertido. Senta 10 pessoas, 2
horas da tarde, aí vai ficar de 2 a 6
lendo 10 linhas, tá? É assim.
ler, ler, lê filosofia antiga é assim,
você vai ler 10 línguas porque é uma
língua morta, ninguém tem contato mais.
a gente vai checar as traduções, vai
ver, vai ver
o a
a as possibilidades das traduções ao
longo da história. Então, não é assim,
ah, eu sei grego, eu vou traduzir aqui,
[ __ ] Não, pera aí, com meu com meu
grego de 3 anos, não. Eu vou pegar todas
as pessoas que traduziram isso
academicamente, portanto, essas pessoas
que elas fizer, essas que fizeram a
tradução, elas já estudaram 18 anos de
grego para começar, tá ligado? E aí eu
vou bater uma com a outra, vou pegar as
traduções, vou falar: “Olha, quando essa
tradução traduz para cá, qual é o
pressuposto deste K?” É assim que é
filosofia e filosofia antiga feita na
academia. É isso que eu tô dizendo para
vocês. É isso que eu tô dizendo para
vocês. Você vai fazer um negócio sério,
acadêmico. É assim. É diferente você vir
aqui paraa internet e dizer: “Platão
acreditava no amor.” Não, pera aí,
[ __ ] Tu lê o texto mesmo. Pera aí,
calma. Tu lê o texto mesmo. Porque tem
uma galera que mete essa na internet, tá
ligado? Platão dizia que o amor, espera
aí, Platão dizia aonde? Do que que tu tá
falando? Não, eu sei que o texto do
Platão é o o amor, é do banquete. Eu
sei. Aí joga o banquete na tela assim.
Vamos. Não, você não lê o texto. Eu tô
ligado. Tô ligado. Eu já li esse texto
seis vezes. Você não leu esse texto, não
leu. Tá ligado? Você não vai meter essa
para cima de mim. Entenderam a
diferença? O que eu quero dizer, o que
eu quero dizer para vocês, o que eu
quero deixar claro é que uma coisa é
diferente da outra. Um trabalho
acadêmico, obviamente é mais chato, tá?
É isso que eu tô dizendo. É mais chato.
Não é todo mundo que tanca uma merda
dessa. É chato. Você tem que ter vocação
para fazer um negócio desse. Tem que
gostar mesmo de fazer, senão você não
tanca. Você não tanca,
sacaram? E aí o
[Música]
o aí a nova acrópole, ela faz o
seguinte, ela pega os textos, faz assim,
ó. Lê aí que amanhã, na semana que vem
vai discutir, tá?
Ó, o Mike, o Mike tá dizendo que não é
chato. A gente tem uma brincadeira que a
gente faz, que a gente tá traduzindo a a
metafísica de Aristóteles, né? A gente
encontrou o quê, Mike? Umas 10 vezes. A
gente saiu o quê? Da segunda página. A
gente saiu o quê? Da segunda página.
Certo. E Certo. Esse aqui é o trabalho
que é feito por acadêmico que lei em
línguas mortas. Eu tô falando, tô
falando de ler língua morta, tá gente?
Tô falando de ler língua morta, tá? Tô
falando especificamente de ler língua
morta, de ler texto de filosofia de
língua morta, tá bom?
Porque aí você tem uma recomposição
muito grande, você tem uma carga
cultural muito grande, porque não é só
saber ler o texto, é por que que as
pessoas interpretaram assim durante a
tradição? Aí [ __ ] que pariu, é mais ano
de de entenderam? A bibliografia
secundária toda, ela vai colocando
camadas de interpretação que elas vão se
fixando e todo mundo vão dizendo, vai
dizendo assim: “É isso que o autor diz.
Aí a gente tem que cavucar até achar
quem foi o primeiro que começou a dizer
que era assim, quais são as escolas que
implacaram tipo de leitura, né, e que se
consagraram e por isso que todo mundo
repete, porque ela chegou no topo aqui,
ó, ocular, né? Certo? É difícil, é um
trabalho
difícil. E aí no final das contas você
vem só dar sua opinião, né? Você passa
esse tempo todo lendo tudo isso só para
dizer assim: “Olha, e é por isso que eu
tenho essa opinião, sério, o trabalho é
esse, tá certo?” Por isso que é engloro
para [ __ ] Por isso que é englório
para [ __ ] Por isso que é englório
para [ __ ] Saca? Aí eu tô dizendo,
este trabalho não é o trabalho de um
cara que eu posso gostar para caramba,
que pode ter várias ideias legais, como
Cloves, que eu vou citar o Cloves, que o
Cloves é legal para [ __ ] Eu gosto
muito do Cloves. Ah, que aí ele vem
aqui, né? Ele vem aqui e fala assim:
“Não, Platão achava isso”. Eu fico:
“Puta que
pariu”. Aí encerrou o assunto, né?
Platão chava isso,
[ __ ] alguém me segura. Porque aí o
que que vai acontecer? Vai começar a
repetir um monte de gente na internet,
certo? Vai começar a repetir um monte de
gente na internet. Platão dizia isso,
como já disse o grande filósofo, aí você
fica, não, o trabalho é bem mais chato,
é bem mais difícil, é bem mais complexo
para você meter essa perra. Sacaram?
Sacaram o que eu quero
dizer? Sacaram o que eu quero
dizer? Entenderam o que eu quero dizer?
É, Platão achava isso mesmo. Ele,
inclusive, ele falou isso na última live
da semana passada, tá
ligado? Tá. E aí assim, [ __ ] merda, [ __ ]
merda. Não, eu não tanco não, porque
super simplifica paradas, né? Para
mensagem que o cara quer passar, tá
certo, né? Super simplifica as coisas,
né? Mas tá tudo bem. Eu não tô dizendo
que, eu não tô dizendo que isso é
errado, eu tô dizendo que é uma outra
forma de fazer, é uma outra atividade. É
isso que eu tô dizendo. É uma outra
atividade. É uma outra atividade. Aquilo
não é um trabalho acadêmico. É isso que
eu tô
dizendo. Então, eu gosto disso, tá? o
clube do livro de CH, eu gosto muito de
Pier Rador e eu acho que a visão dele
que ele fala assim: “Olha, a filosofia
antiga era uma forma de vivência, né? É
isso que ele fala. Ele fala que a
filosofia antiga era uma forma de viver
e que a filosofia moderna tá meio
cagada. É só discurso filosófico, não é
forma de viver. Eu acredito piamente
nisso e eu não sei se vocês perceberam,
eu tento fazer disso o meu canal, né?
Quando eu digo para vocês, por exemplo,
que eu concordo com Niet de que a gente
tem
que eh, bom, aí não pode ficar se
reprimindo, né? Eu faço isso na
internet, né? Eu não só digo, olha, N
disse uma vez, é, [ __ ] o que ele
disse ou deixou de, né? O importa é você
implementar. Aí eu falo: “Não, ó, o
stoicismo legal, né? Não, não fala o
estoicismo legal”. Eu falo: “Olha, é
importante que a sua consciência lide
com o fato de que ela não não de que ela
não segura”.
H, o que você a ação dos outros, né?
Saber viver com isso é importante, né? E
e
etc. É, então aí a minha crítica aí tá
dizendo: “Eu me reprimi muito para parar
de fumar”. Então aí por isso que eu faço
a crítica também, porque não pode ser
tudo também, ah meu Deus, tá tando, tá
todo mundo muito chato, tá todo mundo
muito se reprimindo, né? Não pode, não
pode desbalancear, né? Claro que às
vezes é importante se reprimir, etc. O
link faz uma uma leitura muito boa,
inclusive quando ele fala do estoicismo,
ele fala o seguinte, que o o Unite, de
certa
maneira, aponta para para essa linha de
de preocupar-se, né, consigo e tal, não
ficar ressentido porque você não tá
querendo mudar o que o outro pensa, né?
Você tem que se preocupar com você.
alguma influência de suicismo pode ter e
alguma medida o que que é outra coisa
que ele fala que é legal para [ __ ]
também é
que ah, é que até o até a repressão,
muita repressão, autocontrole demais é
excesso também. Essa sacada do Link eu
achei genial, [ __ ] Essa sacada eu
achei genial. Essa sacada é genial. Ah,
mas tá bom. E tá mudando de assunto.
Pare de mudar de assunto. Vocês também
contar aí. Isó
o
o que eu ia dizer? Eu ia dizer da nova
acrópole. Aí, beleza. Então, vocês
entendem que eu quero dizer? Se eu
disser assim, ó, nova acrópole não é
ciência, vocês entendem que eu quero
dizer não é depreciativo? É só uma outra
parada. Tá bom?
Tranquilo, tranquilo. Isso é fácil de
compreender isso que eu tô querendo
dizer.
Irmão, a vida é dicotômica, pô. A vida é
dicotômica. Vida é dicotômica. É isso.
Entre amor e ódio a gente segue. Ã,
então veja só. Então eu vi o vídeo,
todos os apontamentos que eu vi do
camarada aqui, tá? Todos os
apontamentos. Todos, todos, todos os
apontamentos que eu vi. Os que eu vi,
tá? Eu não assisti o vídeo todo. Todos
os que eu vi. Ele tá apontando
exatamente que, ó, ó, aqui tu tá se peg
aqui tu tá se passando. O texto não tá
dizendo isso aqui. Tu tá dizendo que o
texto não tá falando. O texto é
exatamente o contrário. E essa frase não
existe, tá? Então o que ele tá fazendo é
o trabalho de um professor, tá gente?
Vocês entendem o que eu quero dizer?
Olha, isso aqui não existe. O trecho não
tá dizendo isso. Ah, porque Platão saiu,
né? Ele tá falando da saída da caverna,
que tem que voltar pra caverna, que o
filósofo de verdade é aquele que
democraticamente volta pra caverna.
Platão é aristocrata, pelo amor de Deus.
O ponto dele é exatamente que a
democracia fodeu tudo. O ponto dele é
relacionado a ao fato de que a sofísica
tomou Atenas e todo mundo é maluco, todo
mundo tá falando merda o tempo todo, tá
levando o o Atenas pro caos, tá jogando
Atenas em guerra que não devia cair. E é
por isso que a gente tá nessa merda que
a gente tá é sobre isso, tá? A história,
o contexto histórico onde escreve a
figura platônica é essa, certo? Então,
transformar o Platão em um
democrata, certo? Não dá, não
dá. A Natália tá dizendo: “Tô fechado
com Platão”. Então, no momento histórico
onde a gente tá hoje, dá para entender
Platão, né? Porque no momento em em país
americano, depois que os Estados Unidos
venceu o fim da história, etc., Parecia
que o Platão era um velho doido, né? Por
isso que todo mundo ficou contra Platão.
Parecia que o Platão era um velho doido
e que a democracia é muito legal e que
não tem nenhum problema e tudo é uma paz
de espírito, é só amor e é carinho e
todo mundo vai pra frente. E na
democracia ninguém entrega o próprio
amigo pra morte por a subir em cargo,
né? Mas quando você vai coloca lupa na
história era um pouco mais complicado.
Agora que a gente tá vendo a ascensão da
extrema direita no mundo por vias
democráticas, né?
Aí talvez fique mais plausível para
vocês entenderem porque Platão, né? Eh,
não, mas aí a solução não é
aristocracia. Aí veja aí esse tipo de
essa esse tipo de síntese é que não
cabe, saca? É esse tipo de síntese é que
não cabe. Isso não é, ele não tá
propondo aristocracia, ele não tá
propondo isso. Não é isso que tá
proposto. Você lê o texto direito, ele
não tá propondo
aristocracia. Ele não tá propondo isso.
Ele não tá dizendo que ele vai ser o
filósofo rei. Tá. Tá. Que bom que você
tá zoando, tá? Mas o que eu quero
colocar é o seguinte, isso é uma
reflexão exatamente sobre os limites,
né? Sobre os problemas que a democracia
tem. Democracia mesmo, não é democracia
burguesa, não é essa merda que o web
comunada inventa, né? Que agora, ah, não
é porque eu sou o defensor da verdadeira
democracia, eu fico
assim, eles estão metendo essa mesmo.
[ __ ] que pariu, [ __ ] velho. A
humanidade não presta, tá ligado?
Veja bem, é porque essa democracia ela
tá com problema de capitalismo. Aí
quando a gente tirar ela, aí [ __ ] que
pariu, aí vai ser a democracia de
verdade. Eles estão metendo essa mesmo.
Eles estão metendo doença mesmo. Eles
acham que o povo é bom mesmo. [ __ ] que
pariu. Então veja só. Então é
importante, né? Já virou um jargão, né?
Já virou um jargão.
Eh, tá. Eh, então assim, a democracia
tem problema, né? Então é por isso que o
cara reflete sobre isso. O cara reflete
sobre isso, porque a democracia tem
problema. Então o que eu quero chamar
atenção é o seguinte. Você meter essa,
você meter essa, você meter essa, não,
veja bem, Platão está tentando te
ensinar que você tem que ser um filósofo
e sair da caverna e voltar e ensinar
pras pessoas e pi, isso é o que você
acha. Fala assim, ó, o Platão disse umas
paradas que eu acho importante e aí eu
abandono o Platão aqui, aqui e aqui e
aqui eu cego pelas minhas próprias
pernas. Entendem o que eu quero
dizer? Entendem o que eu quero dizer?
Não tenta transformar o autor no dizedor
daquilo que você diz, porque isso é
religioso, velho. Entenderam? Isso é
religioso. Vocês entendem que isso é
religioso para [ __ ] Não. Veja só,
não é que eu faço o que eu faço porque
eu quero, é porque Jesus me ensinou,
[ __ ] Entenderam? Não é que eu tô
fazendo que a minha opção política, não
é que a minha opção política é realmente
defender o país X. Agora não, não. Veja
bem, é porque Marcos já dizia. Não, não
dizia não, mano. Não dizia não. Não
dizia. Não mete essa. Não mete.
Entenderam o que eu quero
dizer? Eu sei. Por isso que eu brigo
para sempre, né? O Igor tá dizendo pior
que foi exatamente assim ah, que o mito
da caverna foi introduzido para mim no
ensino médio. Eu sei por quê? Porque o
professor é um democrata, ele tem a a o
professor democrata, não tem problema
nenhum você ser democrata, tá gente?
Então, me entendam mal, tá? Então você,
o professor é democrata. Aí você pega o
Platão, que é uma autoridade, e fala
assim: “Olha, Platão já defendi o que eu
tô defendendo”. Não defendia não, meu
querido. Entenderam o que eu quero
dizer? Não defendia. Não defendia. Para
de distorcer o cara pro cara virar o seu
avatar, né? Não defendia isso, não. Não
defendia.
Entendendo cara que eu quero
dizer.
Eu não, o João, tá, o Joan tá
perguntando o Juan. Juan, né? Juan,
Juan, Joan, não sei. Depois você me
corrige, tá? A pronúncia. Ah, como você
aprender, apresenta essa ideia na sala
de aula? Não sei. Eu não sou professor
de filosofia, eu sou professor de
história. É mais fácil. É bem mais
fácil,
pô. Bem mais fácil. Bem mais fácil.
Filosofia é bem mais difícil que a
história. Só que, só que história é mais
legal. O que eu posso fazer? Quando eu
fui fazer o concurso, eu podia escolher.
Eu eh eh não sei se eu poderia, mas a
história é bem mais legal, pô. A
história é bem mais legal. Isso isso é
isso é um óbvio anacronismo. Mas só que
veja, na prática cotidiana das pessoas,
o anacronismo faz sentido. Em certa
medida, toda a interpretação é
anacrônica, mas tem tem galera que
carrega na tinta, né? Uma coisa é você
cometer uma anacronia porque é
inevitável, porque é sem querer, etc.
Outra coisa é você cometer uma anacronia
que você sabe que você tá cometendo e
você nem contar pros outros que tá
cometendo anacronia. Aí é paia, aí é
subterfúgio. Aí é subterfúgio, aí é uso
retórico descarado, né? Certo. Aí é uso
retórico descarado. Você pegar Jesus
Cristo e falar: “Jesus Cristo diz a
mesma coisa que eu digo.” Não diz não.
Não diz não. Não diz não. Jesus Cristo
diz umas coisas bem diferente do que
você pratica. Então você só mentiroso,
tá ligado? É isso que eu tô
dizendo. Olha que frasezinha, hein? Vou
tatuar no meu braço, hein, Guilherme?
Essa é boa, hein? Sem contexto, o texto
vira apenas
pretexto. Caraca, eu vou mandar. Já dá
para mandar uma
dessa. Já dá para mandar uma dessa no
casamento.
Já tá. Então, ã, ó, o Vittor tá aqui.
Que bom, cara. Seja bem-vindo, tá? Muito
prazer em te conhecer, querido. Eh,
então, o que eu quero chamar atenção é
que o que o Vittor tá fazendo lá é o
trabalho de um professor, certo? É o
trabalho de um professor, certo? Ele
pode ter carregado muito no na ofensa ou
não sei o quê, mas é o trabalho do
professor. Olha, tem uma pá de gente
reproduzindo o texto e diz isso. Diz
não, pô. Diz não. Vamos lá abrir na
página para ver se diz. Certo? Meu choro
eterno aqui na internet é
isso. O meu choro eterno na internet é
isso. Não, o fulano de tal diz diz aonde
que diz o Iluminismo? Pensa assim, pensa
quem é esse homem chamado Iluminismo?
Pensa mesmo. Qual homem? Que que é?
Iluminismo da Silva, o nome dele é que
pensa assim. Porque assim, eu li
bastante autor do Iluminismo e eu já vi
bastante gente dizendo o exato oposto
que você tá falando. Entende o que que
eu tô dizendo? Entende o que eu tô
dizendo? Percebe o que eu tô querendo
dizer? Então, o trabalho que o cara tá
fazendo é de professor. Isso significa
que agora o professor não erra mais?
Significa que tudo que ele falou ali no
vídeo dele tá errado, com certeza
absoluta, etc. Não, mas é aquela
preocupação de tentar mostrá-lo. Tô
tentando mostrar para você. Olha, eu li
o texto, eu lembro muito bem do que ele
fala, eu sei muito bem da divisão, fase
a fase do texto. É claro que eu posso
interpretá-lo de uma forma ou de outra,
mas não finge que tá no texto, que não
tá no texto. Não enfia no texto que não
tá no texto. Isso é
importante, tá? Isso é
importante. Se eu fiz uma, por exemplo,
portanto, por exemplo, por exemplo, eu
fiz uma tese sobre a
a
sobre Então, vamos lá. A minha tese, né,
a minha tese do doutoramento é sobre a o
Protágoras de Platão, especificamente,
sobre o Protágoras de Platão,
especificamente. Tem uma a publicação do
único artigo que eu publiquei que é
sobre eh a leitura da omerização, certo?
faço da omerização, ou seja, da emulação
do Homero, fazer falar de de eh citações
de Homero no início da República. E teve
uma autora que dizia assim: “Olha, essa
personagem aqui para Platão representa
não sei quem, representa não sei que
lá”. Eu falei, representa não, pô. Não
representa, não tá escrito isso. Você
pode defender que isso tá escrito na sua
visão, no seu ponto de vista, do seu
modo de enxergar, tá tudo certo. Mas
isso não tá no texto. Você tá ampliando
a leitura, você tá colocando, olha aí,
aí diga, entendeu? Quando você diz, não
tem problema. Olha, quando aparece esse
personagem eu enxergo, aí tá tudo certo,
entendeu? Aí não tem, aí não tem
discussão. Olha, quando eu quando o
personagem fala sobre Hermes aqui, eu
enxergo que ele tá querendo dizer que o
filósofo tá, eu enxergo, eu
acrescentaria, pode ser que, né, são os
termos que você tem que usar, mas o
Platão diz não, não diz não, não, não
diz, não tá lá, não diz não, não tá
escrito não, não tá no texto.
Entenderam? Essa preocupação é a
preocupação própria de um professor para
que você não super interprete os textos
e implique nos autores coisas que não
estão lá. O que é diferente quando você
tá fazendo. Tô tendo esse cuidado aqui
porque eu sei que o link já falou sobre
isso e eu vi os comentários lá no vídeo
do Link do pessoal descascando ele de
maneira desnecessária, que são
abordagens diferentes. Quando você tá
abordando uma árvore, uma árvore, uma
obra de arte e você quer eh você tem que
você quer dar a obra de arte, você vai
apresentar a tua leitura. Isso é uma
parada, minha leitura. Olha, o que me
acrescentou esse texto foi isso. Isso tá
tudo certo. Deix, né? Só não diga assim:
“O Platão falou, o Platão acredita, o
Aristóteles pensa. Pensa aonde? Me
mostra o texto, onde é que ele pensa?
Cadê? Me mostra aí. Até porque se você
levar a
sério, a questão do autor está morto tem
base. Então veja, você não tá, quando
você fala o o Platão diz, o Aristóteles
acredita, o sexto empírico falou, você
não tá falando dessas pessoas porque nem
sabe se esses textos são dessas pessoas
mesmo. Tem muitos que tem uma discussão
inclusive bastante acalorada, né? Por
exemplo, o bids primeiro, se o Abi
segundo, Bids é de Platão, se não é, o
Parmênes já entrou nessa discussão. Se o
Parmênedes é de Platão, se não é. Agora
o que diz mesmo o texto, o texto ou diz
ou não diz. Ou o texto usou o verbo ou
não usou o verbo. Ou no livro um da
política, Aristóteles defendeu a
escravidão ou defendeu, porque não tem
outra opção, tá? É muito óbvio. E
naquele próprio texto tá muito óbvio que
ele defende contra pessoas que dizem que
a escravidão é baseada só em violência.
Tá escrito. Não, não tem mortal paraa
frente, mortal para trás. Tá escrito.
Entenderam que eu quero dizer? E aí o o
o a função do professor é aquela ali,
né? Olha, o texto tá escrito muito
provavelmente porque a pessoa defendia
isso e etc e etc. Porque acreditava
nisso e etc. O trabalho do cara é esse.
Pois bem, o cara mete esse mete esse
trabalho. Ele mete esse trabalho. Aí a
nova acrópole aparentemente agora tá
querendo derrubar os vídeos do
cara. Não é
[ __ ] Não é [ __ ] O cara alcança, O cara
alcança. Quantas pessoas
aqui? 192.000 K de inscrito, mano. 192 K
de inscrito já dá para viver de YouTube
já. Já. E os cara querem derrubar o
trabalho do cara.
Ah, eu não vou defender não. Ah, eu vou
defender para [ __ ] E sabe como é que
eu vou defender? Sabe como é que eu vou
defender? Vou defender o da seguinte
forma. Deixa o homem trabalhar, tá?
Deixa o homem trabalhar. Segunda coisa,
igualzinho esses pós-modernos de merda
aqui do do da internet que tem medo de
crítica, certo? O cara te fez uma
crítica, não gostou? A crítica tá
errada. Responde, responde. Vai censurar
o cara. Vai censurar o cara. Tá errado.
Terceira
coisa, seita de teosofia. Seita de
teosofia. Que me perguntaram lá em cima
o que que é teosofia, Pedro? Que é
teosofia? Não tenho medo de dizer. Seita
de teosofia. Eu digo porque é, certo? Se
você jogar aqui na é rapidinho, você
acha que é mesmo, tá? Seita de teosofia.
Ah, não, não é, não é só uma, entre
outras pensadoras. Não para cima de moá,
pô. Não para cima de moar, tá? Não para
cima de moar. Seita de teosofia, tá bom?
Seita de teosofia. Tem problema ser
seita de teosofia? Não tem. Mas não bate
em professor não. Seita de teosofia não
bate não, pô. Não bate não. Seita de
teosofia, certo? Ó, seita de teosofia,
tá? Seita de teosofia. É lá no time do
Olá de Carvalho essas coisas, tá
ligado? Seita de teosofia, tá? Seita de
é o nome que se dá. Seita de teosofia,
tá? Seita de teosofia, ó. Tá bom?
Tranquilo. Seita de teosofia. Seita de
teosofia, tá? Tenho nenhum medo disso.
Tenho nenhum medo de falar o óbvio, tá?
Não tenho nenhum medo de falar o óbvio.
Não tenho nenhum medo de falar o óbvio.
Tá bom,
tranquilo. Nenhum medo. Nenhum medo.
Nenhum medo de falar o óbvio. Agora tem
algum problema? Não, não tem problema
não, pô. Então, teosofia essa
correntezinha, né, que é alimentada pela
Helena, nome difícil do danado. Helena
Blavatsk, tá? Helena Blavatsk. que ah,
eu tenho inclusive a minha mãe me deu o
livro. Deixa eu ver se é aqui. Eu tenho
is sem vel dela. Eu tenho is sem
vel. É misticismo, pô. É
misticismo. Entenderam?
Misticismo. Tranquilo.
Misticismo. Gente, mas eu sou místico.
Não, não tenho preconceito religioso.
Mas é, vamos dizer o que vocês são.
Certo? E aí eles têm a tese de que
quando eles estão ensinando filosofia,
eles estão ensinando filosofia a a
filosofia prática, que não é filosofia
acadêmica, não. Aí eles metem essa, né?
Aí eles metem essa. Por isso que eu tô
nessa aqui, ó. Por isso que eu tô nesta
trincheira, tá? Por isso que eu tô nesta
trincheira, porque eles metem assim: “A
gente faz filosofia, mas não é que nem
aquela filosofia de universidade que
quer ensinar de cima para baixo.
Ah, entenderam?” E eles nem falam isso
pros alunos. O aluno chega lá, não, veja
bem, uma filosofia aqui para você, né?
Para você para aprender a viver melhor,
porque tem uma função, a filosofia tem
uma função prática. Daqui a pouco você
vê, você já caiu, você já caiu no
vórtice, você já caiu no vórtice, os
caras estão falando assim, ó, não, veja
bem, a gente ensina filosofia e veja,
não tem problema, tá? Não tem problema
nenhum, não tenho nada contra misticista
maluco, tá? Não tem nada contra, não tem
nada contra. Pode ser misticista, pode
ir lá não, porque a IS, porque, né, a
força, a energia e tal, tá tudo certo.
Tenho nada contra vocês. Física
quântica, né, que a Não tô nem aí,
brother. Não tô nem aí. Só não vem
brigar com a gente. O que eu tô querendo
mostrar e que eu gostaria, eu vi o Víor
apareceu aqui, né? Quem me chamou para
isso foi o foi o o o Daniel Gontio. O
que eu tô tentando mostrar para vocês é
que a gente tem que começar a criar uma
força de pessoa que é formada, que é
acadêmica e que é séria, que tá cansado
de apanhar. Pô, a gente tem que
conformar uma força política em cima
disso, entenderam? A gente tem que
formar uma força política em cima disso.
A gente tem que formar uma força
política disso, porque é impressionante.
Não foi o que aconteceu com as meninas
do da divulgação lá. Elas fizeram uma
crítica lá, o cara que falou que o
verme, que não sei o que, que cura, não
sei o quê, os caras pum, processo em
cima dela. A gente tem que a gente tem
que começar a mostrar força, quantidade.
Eu não conheço, eu não conheço o
Vittor, mas claríssimamente ali 5
minutos você assistindo, você sabe que é
um professor, é um professor sério que
sabe do tema que tá falando. Você não
precisa concordar com o cara. Ah, mas
teve um dia que ele falou um negó,
[ __ ] né? Eu tô falando, a gente tem
que criar um sistema de auto de
autoproteção, porque é na direita, é na
esquerda cinandeira, é na esquerda
comunista que quer ganhar voto da
esquerda cinandeira, então abre as
pernas para essa merda, certo? Certo.
Toda hora atacando o professor e a gente
tem que se juntar para se defender,
certo? É isso que eu tô querendo dessa
discussão propor para vocês, certo?
Propor um pouquinho de vontade de
potência e não vontade de de impotência,
não é isso? Não, não vão estar de
impotência que um certo menininho aí
quer quer ensinar para vocês, né? As
pessoas que sofrem esse tipo de ataque,
elas tem elas têm que ser defendidas
pelos seus pares. A gente tem que ter
muita clareza que ele não precisa ser
igual, ele não precisa acreditar na
mesma coisa, eu não preciso conhecer a
pessoa. Tá atacando a categoria,
pô. Tá atacando a categoria. A gente tem
que se juntar e defender esse tipo de
coisa, certo?
Beleza,
tranquilo,
tranquilo. Então veja, desde
que a nova acrópole tivesse quieta no
canto dela, eu nunca falei da nova, eu
acho, será que eu tenho vídeo da falando
da nova acrópole? Nunca falei. Nunca
falei. Agora não bate na gente não, viu?
Não bate na gente não que vai ter
porrada de
volta. Deixa eu ver a teu informe. Deixa
eu ver se eu já falei alguma vez nesse
canal sobre a nova CR.
Não aparece nenhum vídeo. Eu não lembro.
Posso ter falado assim dentro de um
vídeo ou outro, mas eu nunca falei, tá?
Nunca
falei.
Certo. Vamos passar o carro nesse jovem
místico todo, nos jovens e nos velhos.
Nos jovens místicos jovens e velhos, tá?
E tem que apoiar. E aí isso que a gente
quer, ó. Aí o o Herman falou assim, ó.
Eu não sou professor, mas apoio. Percebi
que atacar os professores é atacar o
saber e iniciativ incentivar o
antiinttelectualismo e principal é
duvidar das pessoas aprenderem. É isso.
Porque sabe o que que a gente é? Vou
meter essa. Vou meter essa. Sabe o que a
gente é? A gente é o filósofo rei que
vai tomar a república de assalto.
Defendam os filósofos reis. A gente vai
tomar república de assalto com muito
autoritarismas, muito autoritarismo das
intelectualas. Muito
autoritarismolas. Tá bom? Então, defenda
professor que o professor só se [ __ ]
Beijo no coração de todos. Falou, valeu
e
até
mais. Ah, é, é, é. Eu não lembrava disso
não. O Diego tá dizendo. Só comentou no
canal do menininho lá porque ele trouxe
o
assunto. O mundo é engraçado, né? O
mundo é engraçado. Eu lembrava de ter
dito, mas não lembrava de onde. É, todos
os caminhos levam a Roma, né? Beijo no
coração de todos. Falou, valeu. Até
mais. M.