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Caso de anti-intelectualismo "imaginário" número 9.545.923: Olha os seguidores da Nova Acropole

Olavo é um fascista morto. Fascista
morto. Olavo
é. Então para de ser pós-moderno doido.
Pois é isso que as criais do velho quer.
Velho, fascista e morto era também
mentiroso.
Enganou até idoso e ainda continua a
enganar.
Não se esqueçam, meus
queridinhos, não subestimam o
Olavinho. Não tirem ele pra merda, senão
vocês vão se
lascar. Velho fascista e morto era
também
mentiroso. Enganou até idoso e ainda
continua a enganar.
Oh, escute o professor Avô e vocês a
cara não vão
quebrar. E não se esqueçam de
[Aplausos]
estudar. Velho, fascista e morto era
também
mentiroso. Enganou até idoso e ainda
continua a enganar.
Oh, escute o
professor e vocês a cara não vão
quebrar. E não se esqueçam de estudar.
[Música]
Fala meus queridos e minhas queridas
amigas, tudo bem com vocês? Eu espero
que esteja tudo bem
vocês. Comigo não tá não. Comigo eu tô
puto. Comigo não tá não. Comigo eu tô
puto. Tô puto. Eu sofro de puto. Estou
em estágio de puto.
Ó, vi o vídeo. Vi, vi um pedaço do
vídeo. Vi o vídeo do do Felipe Gasper.
Vi o vídeo do Felipe Gasper. Gasper com
link. Achei um vídeo bastante bastante
de boa, de boa. O Felipe Gasper é
incapaz de perceber que
ele tá navegando numas numas paradas aí.
Tá navegando numas paradas aí. E aí,
vamos ver se vamos se conseguimos
ensinar de cima para baixo
aqui. Ai, eu tô cansado disso, gente. Eu
tô cansado disso. E eu vi no no vídeo
dele, o outro vídeo que ele gravou lá de
5 horas, sei lá, bem grande, que ele
fala que ele fala sobre várias paradas
dessas discussões
todas e em certa medida lá ele comenta
que que eu estou transicionando de lado
porque o
o porque o safato ué, mas ele não é
exatamente o que você critica, Pedro, e
etc e tal. Aí o camarada foi lá,
explicou ipses litteres, exatamente o
que aconteceu, né? Exatamente o que
aconteceu. Então assim, eu tô chateado
porque eu sei que um monte de vocês paga
pau para [ __ ] pro safato, né? Eu acho
que o safato é uma bosta aí. Ah, assim,
é óbvio que eu acho uma bosta, gente.
Pelo amor de Deus, vocês não me
acompanha não. Psicanálise é
pseudociência. Psicanálise é aplicada à
política é a coisa mais absurda que
existe no planeta, né? E aí, eh, é um
exemplo claro disso tudo que eu tô
falando, tá? E que, eh, o, o Felipe
aparentemente não entendeu que tem um
aspecto psicológico ligado a isso, que é
o seguinte, olha só, gente. É claro que
o povo tá puto com um monte de coisa,
tá? Inclusive o Felipe, né, ele fala
sobre
isso.
Você pegar aos elementos de estou puto,
certo, da
galera e usar isso como manobra
política, certo? E ensinar para as
pessoas que é assim que faz, que é isso
mesmo que tem que fazer, né? Olha, as
pessoas não estão percebendo a
psicologia coletiva e etc etc.
assim, psicanalista ficando lá ganhando
dinheiro dele gratuito, fazendo
pseudociência, não vai me incomodar
também. Não me incomoda não. Tenho
vários amigos que são, aliás, que ganham
dinheiro aí em cima dos outros fazendo
pseudociência. Não tenho problema sobre
isso. Eh, o meu problema é sobre
transformar isso num num projeto
político, né? e usar isso como projeto
político e achar que você incentivar
certo tipo de racionalismo na sociedade
não vai gerar um caos completo como
consequência,
né? Aí você vê para onde vai a bandeira
política do cara, para onde ele vai, ele
vai aí aí é que tá. Não, mas aí você
sempre vê o resultado, é sempre o mesmo,
né? O Lucas tá mencionando aqui, mas o
Zizek olhando, usando Lacan, aí todo
mundo ficou em choque quando o Zizek
começou a falar merda para [ __ ] em
política, né? Eu não fiquei não. Eu não
fiquei
não. Eu não fiquei
não. Eu não fiquei em choque não. Eu
falei, eu falei, tá demorando eu falei:
“Estava demorando quando o Zizek começou
a falar um monte de merda, aí todo
mundo, nossa, o Zizek morreu em vida”.
Ai me surpreendeu. A mim não. A mim não.
Hã, porque eu sei onde é que tá.
Certo? Eu sei onde é que
dá, tá? Eu sei onde é que dá. Então, ah,
beleza. Então, olha só o que que
acontece.
Eh, ai, cara, olha só, veja
esse, veja esse, esse,
esse comentário aqui, tá? Isso aqui,
esse comentário aqui tá lá no vídeo, a
gente pode ver alguns, tá? Porque veja,
tá correndo na internet há um tempo,
ó. Então veja como é que você pode a
achar, certo? Como é que você pode achar
com muita facilidade um antiintelectual,
certo? O antiintelectualismo. Tem os
bordões dos caras, tá ligado? Então
assim, quando a pessoa começar a meter,
não, porque a universidade sofre de
torre de marfim e etc. Opa, opa, opa. Já
não, você não vai admitir que a pessoa é
antiintelectual por causa disso. Eu
mesmo já falei de de torre de marfinho,
os problemas da universidade dos caras
ficaram presos na universidade, né?
Então, mas já acende o sinal amarelo. Já
acende o sinal amarelo. Se o cara toda
vez que ele vai falar alguma coisa
contra alguém que ele discorda, que o
cara é mais formado, ele mexe um
positivismo, você já acende o outro
sinal amarelo, tá ligado? Já vai
começando a ficar laranja o sinal. Vai
somando os sinais amarelos, vai
começando a ficar laranja. Ele vai
começando a
ficar, né? Você vai, opa, tá chegando
aí, tá chegando aí, né? Você vai somando
os
indícios. Eh, vi não debate, vi não
debate, vi não vi o vídeo sobre o do
Gláuscio, não vi o vídeo do Gláciuso
não. Mas olha
só, olha o texto do esse texto aqui, tá?
Vamos, vamos olhar aqui. Este texto aqui
está no seguinte
contexto. É um vídeo do Gontijo, Daniel,
camarada Daniel, Daniel Gontijo tá lá
falando sobre o a coisa da Nova
Acrópole,
etc. Eu nem parei para assistir o vídeo,
tá? Eu nem parei para assistir o vídeo.
Eu fui direto nos comentários, tá? Fui
direto nos comentários. E olha só, vamos
lá. Vamos lá, ó. Vou ler aqui direto da
minha da minha tela, inclusive. Não vou
precisar nem ir para outra tela. A torre
de marfim dos intelectuais é o título.
Tem
título. Tem título. O post de O post de
YouTube do cara tem título. Ó, o
comentário de YouTube dele tem título. A
torre de marfim dos intelectuais. Ponto.
A elite acadêmica. [ __ ] você não
passa de 30 segundos.
Mas Pedro, você está debatendo com
vento. Você está batendo com você está
debatendo com vento. Essas pessoas não
existem. Ó, a elite acadêmica adora
falar em nome da razão, ciência e da
crítica. Veja,
ó. Deixa eu te eu vou É clar. Veja, você
tá pegando esse cara para
para Cristo. Tô, tô sim, tô sim. Vou
pegar quantos mais eu encontrar por aí,
tá?
Certo? Pegar quantos mais for
necessário. Quantos mais ã for
necessário. Tá
certo?
Tranquilo. Quantos mais for necessário,
eu vou pegar, tá?
Beleza? Olha só, que eu quero chamar
atenção aqui é o seguinte.
Ah, cara, é o seguinte, é o
seguinte. Como é que eu explico isso,
cara? Como é que eu explico
isso? Quando começou a pandemia, tá?
Quando começou a pandemia, quando
começou a pandemia,
eh, a galera
começou a criar um monte de maluquice
para defender uma tese política. Quem
era a pessoa que poderia defender com
calma, né, com calma o que deveria ser
feito para preservar a população, ter
menos dano possível, explicar as coisas.
Essas pessoas foram as primeiras
desmoralizadas.
O ola envelheceu 982 anos, né, nessa
coisa. Então, o que eu quero mostrar
para vocês é o seguinte, olha, quando os
caras vem falar maluquice, quando os
caras vem falar maluquice, quem vai ser
o primeiro alvo é quem é especialista no
assunto, é quem é quem estuda coisa, tá?
E, aliás, isso aconteceu na União
Soviética de Stalin também, tá bom?
Vamos lembrar isso. Vou lembrar isso, tá
bom? Então, primeiro, o primeiro que se
[ __ ] é aquele que a galera que já tem
uma
autoridade, né, na comunidade, a
comunidade já sabe, ó, pera aí, se eu
precisar escutar, eu tenho que escutar
essa esse é o primeiro que se [ __ ] tá?
Esse é o primeiro que se [ __ ] Quando o
pessoal vai defender maluquí e quer
empurrar a maluquice para cima da
população, o primeiro que se [ __ ] é
aquele que sabe um pouquinho mais do
assunto. Aí, Pedro, você tá querendo
dizer que o saber um pouquinho mais é
ser Deus e etc e
tal? Não, não tô querendo dizer isso. Eu
tô dizendo de escala social, pô. Não é o
Deus, não é o presidente da República,
certo? Não é isso. É aquele cara lá que
tá lá estudando as paradas dele, né? que
tá lá fazendo os negócios dele,
né? E lisencoísmo foi uma tristeza
desgraçada. E um monte de exemplo a
gente pode ter, tá? Então, veja, a minha
preocupação aqui é o seguinte, minha
preocupação
eh minha preocupação é exatamente que
quando você cria um discurso
anticientífico
popular,
popular, você não consegue corrigir os
erros, entendeu?
Rui Costa Pimenta, né? Assim, aquele
cara é abominável, né? Assim, só dá para
levar o PC a sério no dia que tirar esse
cara do cargo, né? Não tem como levar
esse cara a sério. Ah, o Rui Costa tava
negando a crescimento global, chamando a
ciência de religião, que isso é um é,
né? Como é que leva a sério uma [ __ ]
dessa?
Então
o, então veja só, então veja só, a gente
não pode criar um senso comum
coletivo contra as universidades, contra
as pessoas formadas, não porque elas vão
governar o país. Muito pelo contrário,
ninguém nem quer fazer isso. Cientista
não quer nem ser deputado, [ __ ] Ele
ganha muito bem. Obrigado lá na
universidade. Ganha para [ __ ]
inclusive, né?
Ah, certo. Então, quando aparece uma
parada, se você mina, se você mina a
capacidade da população civil comum
escutar as pessoas, se você gera esse
essa essa vocês jogam essa bomba no colo
dessa dessa galera que tem um pou sabe
um pouquinho a mais, a própria população
começa a se mover pros pro precipício,
entendeu?
Bruno, não me faça sofrer com isso,
Bruno. Eu entendo que isso é um
problema. É isso que com isso que eu tô
debatendo. Assim, é evidente. É evidente
que existe esse mal nesta merda dessa
esquerda, esta bosta dessa esquerda de
internet. Existe esse mal. Eu concordo
com
você. Não me faz, por favor, entrar
nesse fluxo de merda, que é o que o Rui
Costa faz, tá?
Ai, cara. Então, veja só.
Eh, então, olha só, olha só. Veja a o,
quer dizer, você não, você podia ter
falado assim, ó, eu não gostei de você
porque você foi arrogante. Eu não gostei
de você porque você foi deseducado. Eu
não gostei. Mas a discussão não é essa,
você percebe? É, olha como são a elite
intelectual, acadêmica. Olha só. Ah,
então vamos ler o texto, certo? A elite
acadêmica adora falar em nome da razão,
da ciência, da crítica. Mas quando o
povo ousa, olha isso, cara. É, eu vejo,
qual é a diferença disso aqui? A [ __ ]
do Mussolini falando, ó. Mas quando o
povo ousa pensar por si mesmo, ela se
incomoda. Não é a busca da verdade que
move muitos acadêmicos. É o apego ao
pedestal. É o medo de que o conhecimento
escape de suas mãos e alcance quem mais
precisa dele. Vivem trancados em seus
departamento. É um é uma OD, é uma OD
antiintelectual, pô. É uma OD
antiintelectual explícita, escrevendo em
línguas que ninguém entende. Não é uma
[ __ ] brother. Não é uma [ __ ] Agora
tu foi a foi a academia de letras toda
pro [ __ ] de uma vezada só. Foi todas
as comunicações com linguagem específica
que existem. [ __ ] merda. Não para
esclarecer, mas para impressionar seus
pares. Ah, é sim. Tá todo mundo ali.
Todo mundo ali. O objetivo. Olha, cara,
é impressionante, cara. É
impressionante. É toda vez a mesma
coisa, cara. É toda vez a mesma coisa. É
toda vez a mesma coisa.
Ah, porque o pavão não me chamaram
disso. Já me já me chamaram de
Ah, olha
só. Ai,
cara. E aí você tem que lidar com essa
gente. Você tem que lidar com essa gente
calmo, pô. Não
brigue. Não brigue. Você tem que lidar
com essa gente calma.
Tá aí eu falo uma [ __ ] de um gaio fato
de merda, ele não faz não faz cor com
isso aqui. Humberto quando tá tentando
toda vez a o positivismo, a o descarte,
a esse. Veja, eu vi o
Humberto, gente, é umas coisas que é
necessário esparrar às vezes para f, né,
para porque [ __ ] que pariu, né? Porque
[ __ ] que pariu. É uma
desconversagem, é uma falta de vergonha
na cara. né, né? Então assim, eu lembro
muito bem de que quando o Humberto
discutiu, sei lá, falou alguma coisa do
Pirula, etc e tal, é porque o Pirula é
um
positivista. Ah, é claro. Pirula, o
livro de cabeceira do Pirula é o é o
Augusto, né? Com
certeza. O Pirula, o texto dele de
cabeceira é o Augusto Conte de um lado,
do outro lado é o
eh, como é que é o nome do outro lá?
Eh, como é que é o nome do outro,
velho? Veja, [ __ ]
tá? Veja, [ __ ] Tá
bom. É papo furado da [ __ ] Não contra
o cientificismo que não sei o qu.
[ __ ] só discorda do cara, pô.
Só discorda do cara, tá
ligado? Ah, vai pro inferno, Rogério.
Vai paraa [ __ ] que te pariu. Ah, vai se
[ __ ] Ai, mas eu não gosto de tretinha.
Ah, morra, [ __ ] Vai pro inferno.
Ninguém te chamou aqui, [ __ ] Então,
veja só.
Eh, é, então é, é, então é, é porque é
óbvio que é uma, é, é ninguém aí.
Quem são os
os positivistas lógicos que que a que
que o Pirula segue?
Certo? Qual? Quem quem são as pessoas? É
tipo, é só um jargão antífico. É só um
jargão para atacar o cara que pensa
diferente de você. fala, o cara pensa
diferente de mim, eu não gosto do que
ele pensa. Não precisa atacar o
pensamento, a escola de pensamento.
Então,
ah, veja bem, há uns 3s meses atrás, uns
4ro meses, sei lá quanto tempo tem, mas
tem uns meses
atrás que o o Pirula me mandou uma
mensagem dizendo assim: “Olha, você tem
como conversar com os cara
aí?” É o John Start 1, né? O Pirula é o
fã número um do John St. Ah, pera aí,
[ __ ] Então, eh, há uns tempos atrás, o
Pir mandou uma mensagem dizendo assim:
“Ó, tem uns caras do comunismo tá vindo
me atacar como louco e etc e tal, e
[ __ ] nesse momento eu não tô bem, etc.
Não tem como você mediar aí, cara? Vocês
fazem isso para [ __ ] Vocês fazem
isso o tempo todo, tá? Vocês fazem isso
o tempo todo. Tempo inteiro. Tempo
inteiro vocês fazem
isso. Tempo
inteiro. Aí, veja só. Ah, aí o que eu tô
dizendo é o seguinte. Ah, mas eu quero
conversar, Pedro, sobre o comunismo e
sobre a revolução e sobre como eu dou
comida para pobre. Não, [ __ ] Tem que
conversar sobre as pessoas reais,
concretas, tá? As pessoas reais,
concretas, o que elas passam, o, que
elas sofrem, as dificuldades que a gente
tem por causa desse pá de merda que
vocês falam na internet, no mundo real,
lá na vida cotidiana, tá? Lá na vida
cotidiana que esse pá de merda que vocês
falam vão causar problemas pra gente,
certo? na vida cotidiana, esse pá de
jargonice que vai trazar merda pra
gente. Então, olha só,
ah, a elite acadêmica adora falar em
nome da razão, da ciência e da crítica,
mas quando o povo ousa pensar, a, então
agora a [ __ ] do do do universitário é o
inimigo do povo, ó, ela se incomoda. Não
é a busca da verdade que move muitos
acadêmicos, é o apego ao pedestal. Você
vai ver os os web comunista tudo falando
a mesma merda. É o medo de que o
conhecimento escape de suas mãos e
alcance quem mais precisa dele. Vivem
trancados em seus departamentos,
escrevendo em línguas que ninguém
entende. Não para, não para esclarecer,
mas para impressionar seus pares. É toda
vez é isso. Quando a gente contesta
essas pessoas, é toda vez. Ah, isso é
briga de ego pessoal, não é briga de
vocês tentando tomar poder, tendo que
desmerecer a universidade o tempo todo,
né? né? Briga de vocês tentando tomar
poder, tentando se tornar os novos
faladores da verdade, tendo que
desmoralizar gente séria o tempo
inteiro. Confundem complexidade com
importância. Usam o jargão como escudo,
a bibliografia como espada e o diploma
como coroa. [ __ ] o cara escreveu um
conto, mano. O cara escreveu um conto.
Tem que acabar a poesia. Vai tomar no
cu. O cara escreveu um conto. Esqueceram
que Sócrates caminhava entre o povo, que
Epicteto era escravo, que os maiores
pensadores da história não foram
catedráticos, foram inquietos. Quando
alguém, como a nova acrópole, a nova
acrópole é seita, é seita, é seita
teosófica. Seita teosófica, seita
teosófica, seita teosófica. Teosofia é
misticismo. Então é isso que tá não tem
a ver com esta [ __ ] desta seita
teosófica de misticismo, que é o que
eles são, certo? Ser gente boa ou não,
ser legal ou não, entregar comida para
pobre ou não, certo? Seita de
misticismo, tá? Seita de misticismo é o
que é. É uma seita de
misticismo, tá bom? É uma
seita de misticismo. É o que é aceita
mística. O problema não é que você, ah,
mas é porque eles estão ensinando Platão
de nível médio. Não. Platão de nível
médio ensina professor de escola também.
Eu não tô brigando com professor de
escola, né? Tô brigando com seita de
misticismo. Seita de
misticismo que tentou bloquear o cara.
Não bloqueia o cara. Vai ser seita de
misticismo sem gerar rage para não gerar
isso aqui, ó. para não gerar isso aqui.
É isso aqui. Quando aceita de de
misticismo se mete a tentar proibir um
cara que é professor de dar opinião
dele. Então, ó, quando alguém como a
nova acrópole ou mesmo figuras como
carnal cortelo, olha que doideira, mesma
coisa que eu falei, ó. Não foi o que eu
falei, tenta levar filosofia pras. Ah,
é. A gente tá brigando com a seita de
misticismo porque a gente quer prender.
Só a gente pode ler Platão. Não é isso.
Não é isso. É porque quando as pessoas
começa a fazer um negócio mais sério,
não tem engajamento popular. Ninguém
assiste. Ninguém assiste. Os grupos de
pós-graduação que eu faço parte, eles
têm canal no YouTube. Vocês só não
assistem porque você quer uma você não
quer filosofia, você quer autoajuda. É
isso que você quer. Você quer autoajuda
para [ __ ] Aí isso inclusive força
quem é filósofos de origem a se tornar
autoajudador, porque só assim que ele
vai vender o peixe
dele. Por isso que uma [ __ ] de um
Cortela e um e essas merdas tudo se
perverte, vende a alma. E isso sabe quem
denunciava? Sabe quem denunciava? Isso
que denunciava era Platão. Aí ó, vem de
alma por causa disso. Vem de alma por
causa disso. Exatamente. Você tem que,
olha, você tem que falar, você tem que
falar a linguagem do povo, aquela
conversa mole. Aí você perverte essa
[ __ ] toda para ganhar
dinheiro. Era isso que Platão dizia, né?
Se é para citar Platão. Era isso que o
Platão dizia.
tá vivendo esses mesmos tempos, certo?
Vira um monte de coach com
canudo. Aí, olha aí, olha aí, olha aí,
olha
aí. O que, o que faz a elite? torce o
nariz, chama de simplificação, chama de
autoajuda, porque é
autoajuda, é descritivo, é autoajuda, é
autoajuda, é autoajuda, mas no fundo o
que teme é perder o monopólio da
verdade, porque tem múltiplas
ontologias,
[Música]
meu. O cara estuda 19 anos, Platão, o
cara faz mestrado, doutorado,
pós-doutorado, publica em mandarim. Aí
veio a pessoa assim, Platão disse que o
amor e aí todo mundo na internet. Ah,
sim, tem um tem um tópico aí de
ressentimento, sim, né? Tem um tópico de
ressentimento. Tem um tópico de
ressentimento, de fato. Tem um tópico de
ressentimento, mas é o ressentimento de,
[ __ ] eu faço um negócio sério, era
melhor ser picareta. Esse é o tópico de
ressentimento. Esse é o tópico de
ressentimento. Era melhor ser picareta.
Não vale a pena ser sério, entendeu?
Esse é o ressentimento, que inclusive é
o de Platão também. Era melhor ser um
picareta, filha da [ __ ] né? Era assim
que era. Todo mundo tá enxergando. Quem
é que olha o YouTube e não sabe que é
melhor você veja, não é a mesma
discussão que vocês estão tendo com o
Thiago Braga, seus web comunista da
cabeça do meu pau. Não é essa mesma
discussão? O cara vem, ah, vocês têm
inveja de mim porque eu tenho views. É a
mesma coisa, vocês não entendem não?
Vocês falam a mesma língua do Thiago
Braga quando vocês vão criticar a
universidade. Vocês não conseguem
entender que vocês falam a mesma língua
do Thiago Braga. Só que aí é assim, você
fala a mesma língua. Quando é pros seus
pode, né? Quando é pros seus pode, né?
Seu web comunista do [ __ ] não é
isso? Quando é pros seus, você pode
fazer
isso. Que tal se a gente pensar que não
pode fazer para ninguém esse argumento
de que, ah, essas pessoas estão com
inveja? Que [ __ ] de argumento é
esse? Calma lá o [ __ ] Calma lá é o
[ __ ] Calma lá uma [ __ ]
É autoajuda essa merda, mas no fundo o
que teme é perder o monopólio da
verdade. Aí aí a arrogância disfarçada
de erudição. Não é os que a [ __ ]
daquele moleque desgraçado me atacava o
tempo todo. É a mesma coisa. É
igualzinho, pô. É sor. Aí veja só, não
tem escapatória. Porque eu falo desse
jeito. Eu falo desse jeito. Eu xingo, eu
mando se fodeu, manda a merda. Aí os
caras falam o quê? Você é o Nando Moura
de esquerda, seu bando de mundo do
[ __ ] Só que se você fala calmo, aí
você fala: “Ah, essa pessoa só fala
calmo porque ela quer parecer
inteligente”. Para uma [ __ ] de um
sofista, para um merda de um sofista,
seja ele web comunista, não seja, não
adianta a forma que você fala. Se você
fala com calma, eles te acusam de est
querendo parecer calmo. Se você fala
brigando, eles te acusam de est
parecendo Nando Moura de esquerda. Vão
se [ __ ] seus lixos do [ __ ] A gente
vai falar dos dois jeitos. Vai ter gente
nossa que é tipo o Daniel Gontijo que
fala com calma e eu mando vocês a merda.
Acabou-se. Vai ter dos dois jeitos. Vai
ter exatamente dos dois jeitos. Vocês
não vão ser, vocês não vão escolher a
forma que a gente vai bater em
vocês, tá? Vocês não vão escolher. A
gente vai bater com vocês com luva de
pelica. Aí você vai lá no Gontijo, né?
Você vai lá no contijo ou eu vou xingar
a mãe de vocês. Aí você vem aqui. A
gente vai bater dos dois jeitos, tá?
Você não vai escolher o jeito que a
gente vai bater em você, não
vai, tá? Tranquilo,
beleza? Então, olha só. É soberba
revestida de método. É vaidade
travestida de toda vez é isso. Toda vez
é isso. Filosofia não é propriedade de
ninguém, porque cada um tem a sua
ontologia. [ __ ] Não nasceu na
universidade, nem precisa morar
lá. O povo também pensa, também sente,
também busca. E quando isso acontece
fora dos muros da academia, toda vez a
mesma coisa. Os muros tremem. Os muros
tremem porque a academia tá acabando.
Seu bando de lixo do [ __ ] Os muros,
os muros tremem. Os muros trem porque a
universidade não tem voz. Os muros
tremem porque a gente ah alimenta esse
essa essa estrutura e as próprias
pessoas internamente, um bando de
pós-moderno imundo do [ __ ] fica se
criticando, fica dizendo: “Olha, a
universidade é só uma instituição de
poder, ela não serve para nada. Os muros
já estão tremendo há muito tempo, tá
faltando só a derrubar”. Aí vem o três
oitão e fala assim: “Olha, vocês dão
dinheiro pra academia, tinha que dar,
tinha que acabar com esse negócio,
certo? Vocês fazem coro com isso dia
sim, dia também. Vocês fazem couro com
isso dia Cia também. Dia Cia também. Já
não tem verba. Aí não tem verba. Junta
junta o o pessoal do
ã Não. E o pior de tudo é que é um texto
pedante, né? É um texto cheio de
intelectualidade, é um texto cheio de
nossa, olha como eu escrevo e tal. Aí
veja só. Aí veja só.
Deixa eu colocar
aqui então. Veja só. Ah, e alguns
catedráticos tremendo que seu trono vire
banco da praça. É exatamente isso mesmo.
É exatamente isso o medo. Se qualquer
pessoa pega qualquer pega qualquer,
imagina você passa se formando, 18 anos
para você se formar. Veja todas as
coisas que os pós-modernos,
sério, todos eles são sérios, que eles
queriam apontar do tipo, não é qualquer
um que entra na academia, você tem que
falar as coisas que a galera já tá
dizendo para você conseguir entrar. Tudo
isso é verdadeiro. Mas veja aí, agora
imagina a pessoa de carne e osso
concreta, a pessoa concreta. Olha só,
ela veio lá. Primeiro a universidade tá
mais aberta pro público, tá? A
universidade tá mais aberta pro público.
É mais hoje do que há 20 anos atrás.
Aliás, por causa por causa
do PT, tá? Por causa do PT. Aí veja aí o
o cara aqui, ó, Pedro Iv, novo símbolo
da extrema direita. Eu é eu eu que
defendo a única esquerda de verdade
desse país, que é o PT. [ __ ] que pariu.
Então, veja, por causa do PT, houve uma
abertura maior, criaram-se mais
universidades, etc., tá? Fez um lance e
pá pá pá e a coisa aumentou e pá, tá
certo? Então veja agora, reconheça o
mundo real. Um menino, ele vem de fora
da
universidade. Ele vem de fora da
universidade. O cara vem de fora da
universidade. Ele não é lá de família
catedrática, não. Ele veio de outro
lugar, tá bom? Ele veio de outro lugar.
Aí ele chegou na universidade, aí ele
precisa passar se formando. Aí na época
para trás aqui, ó,
eh, na época aqui para trás, o você
tinha que fazer mestrado e doutorado.
Você só podia fazer isso, de modo que
você não podia, você não podia você não
podia não
podia ter trabalho se você tivesse
recebendo
bolsa. Acesso a cotas. Exatamente, né?
Então você aumenta a quantidade de
pessoas, você começa a dar uma aumentada
na quantidade de pessoas, certo? Que vem
de outras posições sociais. Pessoas mais
pobres entram ali, pessoas de outros
fenótipos estão pensando agora inclusive
fazer cota para trans. Então, uma briga
do [ __ ] do pessoal antes. Isso, fico
puto já, né? Então é uma abertura maior
para mais pessoas entrarem na
universidade. Beleza? Aí a pessoa entra,
só que ela entra às vezes com
dificuldade do processo de formação
dela. Então, ó, dificuldade da [ __ ]
para se formar, tá? Dificuldade da [ __ ]
para se formar. Dificuldade do [ __ ]
Aí, beleza, pega a bolsa. É, pega a
bolsa não pode trabalhar. Aí ela passa a
vida dela toda se formando, porque a mãe
dela, o pai dela diz o seguinte: “Olha,
se você estudar, meu filho, tá? Se se
você
estudar, não, mas eu não duvido que tem.
Eu quero é que se [ __ ] Eu quero é que
se [ __ ] Certo. Eu quero é que se [ __ ]
seus Eu quero que Cara, eu quero, mas eu
quero que se [ __ ] muito, tá? Quero que
se [ __ ] para [ __ ] essa galera. Eu não
quero. Veja, é muito desgastante isso. É
muito desgastante isso. Certo? Então
veja, veja. Olha só. Então, na
dificuldade concreta da vida das
pessoas, certo? na dificuldade concreta
da vida das pessoas, tá entrando um
monte de menino novo de outras classes
sociais e que vai se investir para ter a
capacidade de eventualmente se tornar um
professor, certo? Eventualmente se
tornar um professor e asender
socialmente e asender socialmente, tá
ligado? E acender, tem uma ascensão
social. Isso é o que acontece na vida
dessas pessoas. Não é virar o grande
intelectual, não é entrar paraa
história, não é seu cant brasileiro, é
ascensão social. Tão básico quanto isso
você poder ser um professor de ensino
médio e ganhar R$ 5.000. Nunca na sua
vida você teve uma família que pode
certa, certo? Só que aí na universidade
o pessoal tá ensinando o quê? Não, veja
bem, academia é só uma coisa de poder, é
só aí reproduz isso aqui, ó. Em quem que
vai atingir isso aqui?
Quem que vai atingir isso aqui? Me diga
quem que esse discurso que tá sendo
feito aqui por esse por esse cara tá
atingindo
quem? Você percebe o que eu tô
falando? Você
percebe? Não. E a a deuns tempos para cá
aumentou a taxa de você, o Fernando
Moura da esquerda. aumentou a taxa, você
foi. Então assim, algum imbecil desse
com moral deve ter reproduzido esse
negócio, né? E aí tá todo mundo
repercutindo essa quero que se [ __ ]
tudo. Quero que se [ __ ] tudo. Quanto
mais distante dessa gente mundo eu puder
ficar, melhor, tá? Olha só, vou te dar
outra aqui, ó. Acredito que a forma como
o Víor se posiciona realmente não é
legal. Quem é ele também para dizer o
que é certo ou errado?
Quem é ele para dizer o que é certo ou
errado? Quem é
ele? Quem é ele para dizer que é certo e
errado? Filosofia é justamente isso.
Filosofia é um espaço para diversas
interpretações, várias ontologias e
novos questionamentos, não é isso? Por
maior conhecimento que taman eh eh
tenham, por mais, né, por mais
conhecimento que tenhamos sobre
determinado assunto, a forma como ele se
expressa parece até um tanto soberba no
sentido de meio que desmoralizar de fato
outro profissional, algo
antiético.
Teosofia. Teosofia é seita.
Teosofia seita
misticista. Teosofia seita misticista.
Teosofiaceita
misticista. Poderia chamá-la para um
debate. Não, não pode não. Não vai chama
este cara que diz que a terra é plana.
Teosofia é seita
misticista. Seita
misticista. Repita comigo. Seita. Agora
repita comigo. Misticista. Tá bom.
Seita.
misticista. [ __ ]
brother, poderia chamar para um debate
sobre, mas como hoje em dia as pessoas
querem estar em evidência, é, não foi
ex, não é exatamente o que falaram de
mim toda, todo
momento. Você tá discutindo com a
galera, você tá entrando em conflito, é
claramente porque você quer aparecer.
nem o nome das para evitar esse tipo de
para evitar esse tipo de acusação, nem o
nome das pessoas eu ponho no no título
mais que a acusação é sempre essa. Você
quer aparecer, você quer aparecer porque
você tem inveja. É os Thiago Braga da
esquerda, né? Você quer aparecer, você
tem inveja, né? [ __ ] bosta, brother.
[ __ ] bosta.
É isso, Natália tá dizer assim, quantas
pessoas não sentem isso? Vou virar
professor para quê, né? Vou virar
professor para quê? Se vem um cara
maluco qualquer e faz qualquer coisa e
desconstrói tudo que você disse e é
isso, cada um com a sua versão, para que
que tem professor, aliás, vamos fechar
as
escolas. É, eu quero aparecer para pra
melhor menor bolha, bolha mais
irrelevante do país, que não faz um
deputado distrital.
Não faz um, não faz um vereador. É, eu
tô querendo aparecer para esta bolha
aqui. Super importante. Ah, vamos se
[ __ ] [ __ ] Se [ __ ] Fecha tudo,
[ __ ] Acaba com a escola, acaba com a
universidade. Cada um entra na internet
e expressa a sua opinião, meter um
homeschooling para todo mundo.
Acabou-se, pô. Ah, cara, que saco isso,
BR. Que saco. Aí, vamos, vamos ver se a
gente acha mais. Vamos ver se a gente
acha mais.
Deixa eu ver aqui,
ó. Aí, ó, de novo. Sou Não conheço o
Víor, tá? Não vi nada do Víor. Sou
contra o Strike e concordo com os
argumentos do Víor. Mas ele é um poço
fundo e profundo de arrogância. Ele se
acha o deus da filosofia, cara. De novo,
de
novo, de novo e de novo, e de novo, e de
novo, e de novo, e de novo, e de novo.
Como nunca
foi comigo, nunca foi, né? Para mim não
é o deus de nada. E ninguém, zero
pessoas clamando para ser Deus, né? As
pessoas só estão querendo exercer seus
trabalhos. Comigo nunca foi, mas já
deixei de segui-lo por ver ele sendo
muito grosseiro, com alguns seguidores e
dúvidas legítimas.
Não, você tem que ser uma flor de
lottos, né? Todo mundo tem que ser uma
flor de lottos. Tem que ser uma flor de
lottos. Professora Luciena pode ter
todos os defeitos do mundo. Não, ela não
tem todos os defeitos do mundo. Ela tem
um defeito. É líder de seita misticista,
mas ela é uma classe descomunal. Ai a,
então tá bom, né? É um bugal, né?
Bugal está absolutamente imune a
críticas agora, porque ele é muito
ponderado e fala muito
calmo aí, ó. Mas ela é de uma classe
descomunal e sim, ela ajudou a
popularizar a filosofia, deixando o
nicho elite filosófico incomod. Vocês
entendem o que eu tô dizendo, velho?
Toda vez. Aí eu tô falando qual é a
diferença de um de um de um maluco
desse? Qual é a diferença de um cara? É
toda vez a mesma coisa. Vocês entendem
que essa mesma coisa sempre? Vocês
entendem que essa mesma coisa sempre? Aí
eu tô falando e aí eu tô perguntando
qual é a diferença desta
galera misticista maluca e os web
comunistas me criticando com essas Não é
tudo não é sempre a mesma coisa. Não é
sempre a mesma coisa. Ó, ele é
arrogante, ele
desvairado, é toda vez a mesma coisa. E
é a mesma é cara, é assim, é toda vez a
mesma coisa.
É toda, é aí. Aí vocês entendem, vocês
entendem a a a briga que eu faço contra
o que é? É a mesma coisa,
cara. É toda vez é a mesma
coisa. Só muda o alvo do ataque. Aí por
isso que eu fui defender o link, que eu
vi vocês fazendo a mesma merda com o
link, tá? Seus web comunista de merda.
Eu vi. Eu vi. É a mesma coisa toda
vez. É a mesma coisa toda vez. Aí que eu
tô dizendo, quem influencia gente a
fazer isso são pequenos intelectuais que
aprenderam um pouco mais e trabalha com
o ressentimento que as pessoas têm com
professor. Professor que te deu nota
ruim, professor que te reprovou, parece
professor que fez merda mesmo, que foi
grosseiro com você quando não precisava.
Mas toda vez é a mesma
coisa. Toda vez é a mesma coisa.
Toda vez a mesma coisa. Eu não vejo
diferença nenhuma entre vocês e o Olavo
de Carvalho. Nenhuma. Nenhuma. Vocês são
inimigos igual. Não é isso que você me
joga para inimigo, mas vocês são inimigo
igual. O Olá de Carvalho, vocês não tm a
menor
diferença. Eu consigo, Diego. Eu só não
digo, eu só não concordo com você,
velho. Eu consigo entender o que você tá
falando. Eu não concordo com
você. Eu não concordo com você.
Certo? Eu não concordo com você. Aliás,
você é tão cara de pau. Você é tão cara
de pau que veja, quando a gente entrou
numa discussão completamente avusta, que
eu não lembro nem por, mas me marcou
muito bem, né? Você via dizendo assim
para mim: “Ah, Pedro acha que é muito
inteligente porque ele estudou umas
filosofias e fala um grego.” É o você
que você que é o merda nessa discussão.
Você que é o merda nessa discussão, não
link, certo?
ficar muito claro isso. Tem que ficar
muito claro isso. Primeiro sinalzinho de
não gostar de alguém, certo? Primeiro
sinalzinho de não gostar de alguém já é:
“Ah, você tá se achando que estudou”.
Primeiro sinalzinho, né? Primeiro
sinalzinho. Então, não vem cantar de
machão, correto da razão, dono da da
certeza, não, tá? Porque eu tô acusando
vocês que vocês fazem isso. Vocês fazem
isso. 5 segundinho de de
discordar. 5 segundinhos de discordar.
Já mete uma [ __ ]
dessa. Já mete uma [ __ ]
dessa. Já mete uma [ __ ]
dessa. Então diga lá qual era a questão.
Diga lá qual era a
questão. 5 segundinhos de discordagem já
mega esses esse pessoal que é formado,
esse pessoal que estuda, né? 5
segundinhos.
cinco segundinhos numa merda dessa. Não
é porque a gente pensa diferente, não é
porque aqui você tá errado, não é porque
este merda aí
que é você. Então você tá certo. Vai lá
inclusive no seu canal explicar porque
você tá certo, porque você é [ __ ] tá?
Eh, então, ah, o que eu tô tentando
apontar é o seguinte, veja, é possível,
é possível você
lidar, então expõe lá no seu canal, pô.
Então, expõe lá no seu
canal. Então, expõe lá no seu
canal. Toda vez é isso. Toda vez é isso.
A mesma coisa. Eu tava discutindo uma
coisa nada a ver, velho. Eu tava
discutindo uma coisa nada a ver com o
Merlin das
Trevas sobre eh a defesa do do sobre a
defesa
[Música]
do qual era? Era, era defesa
do [ __ ] defesa do Napoleão. Então,
fal, ele falou sobre Napoleão, falei
velho, Napoleão não dá para defender,
né, meu camarada, n? Tem que lembrar
disso aí, etc. Falando de igual de de
igual para igual, de igual para igual
com o
cara. Falando de igual para igual com o
cara. Aí o cara já não. Aí, aí veja aí,
você pode falar assim, ó, o Pedro falou
merda, não concordo, não sei quê. Não
sabe como é que foi o vídeo que ele fez
para me descascar? Foi assim.
Este merda do
Pedro, este bosta deste moleque que tem
a vida fácil e que é um branquelo de
merda e que por causa da dele não ter
vivido a vida como ela é, com a
dificuldade, né, né, e faz aí 300
universidade porque não sabe o que é a
vida. Aí é o [ __ ] meu
irmão.
[ __ ] vez, velho, toda vez são pessoas
diferentes. Vocês tem nada a ver uma
pessoa com a outra. O Diego, por
exemplo, que é arrogante para [ __ ] e
acha que é o dono da verdade para
[ __ ] ele se acha muito [ __ ] Mas não
é disso que eu tô falando. Não é disso.
Você não tem importância nenhuma o Diego
se achar para [ __ ] Toda hora, toda
hora que ele tá falando de qualquer
coisa, ele se acha para [ __ ]
Inclusive, ele é inimigo para caceta do
do Jones Manuel, tá? Não confundo as
coisas e não misturo, achando que é todo
mundo amigo, não. Mas o que eu tô
dizendo, onde é que a galera toda se une
no antiintelectualismo? Na hora que é
para criticar alguém, veja bem este
merda que tá fazendo, vai estudar, vai
estudar grego que você não sabe o que
você tá falando, seu bosta e etc. toda
vez apela discursivamente. Veja, eu não
tô nem dizendo que o Diego não poderia
estar certo na discussão que ele estava
tendo comigo. Eu tô dizendo que o apelo
é sempre tentar humilhar a pessoa.
Sempre é tentar humilhar a pessoa. Toda
vez é tentar humilhar a pessoa por causa
da pessoa ah ter
estudado. Como se estudar fosse uma
coisa negativa. Eu tô dizendo, isso é um
índice da
linguagem, né? Isso é um índice da
linguagem da galera. É um índice da
linguagem da galera que revela que
dentro da sociedade há um ressentimento
contra as pessoas. Há um ressentimento.
A pessoa, sei lá, um professor pisou no
teu calo a e não sei o quê. Aí fica esse
discurso antiprofessor o tempo todo.
Antiprofessor. É isso que eu tô dizendo.
Não é contra mim. Entende o que eu quero
dizer? É isso que eu tô dizendo. É isso
que eu tô dizendo. Estudar virou algo
feio. Aí eu tô dizendo para vocês quem é
influência disso. A pós-modernidade, que
ela disse isso pra
galera,
certo? Isso aí o que eu tô dizendo. É
uma frustração canalizada pro lugar
errado. Eu acho também. Eu acho também.
Então veja, ele podia dizer assim, ó, o
cara, eu ele podia ter dizo, ele podia
ter dito assim, ó, olha, eu não gostei
do do texto porque ele tem certas certos
insultos. Eu não gosto de texto que tem
insulto, sou de porcelana, etc e tal.
Mas aí veja como é que conclui o texto.
Mas ela é de uma classe descomunal e
sim, ela ajudou a popularizar a
filosofia, deixando nicho elite
filosófico. Pronto, aqui tá o ataque de
novo. Mais uma vez, tá ligado? Mais uma
vez.
aqui,
ó. Aí, esse aqui tá querendo a paz
igual. Estamos no AI5, período em que
ninguém pode expressar o pensamento
argumentar. Pensei que se tivéssemos no
século XX, numa época em que todos os
conceitos filosóficos e históricos
pudessem ser debatidos e questionados. A
professora tem contribuído muito com a
divulgação filosófica.
O trabalho da Luciena tem despertado
estímulo eh estimulado muita gente a
estudar filosofia. Logo. Acho que esse
tipo de vídeo é um tanto antiético e um
de serviço,
[ __ ] Antiético. Antiético. E é claro
que é uma maneira de atrair
seguidores. Claro, né? Thiago Braga fez
escola, né? É claro. Todo mundo só entra
em discussão única e exclusiva. [ __ ]
velho. Não tem como, velho. É o É é 100%
da mesma coisa, ó. É a mesma coisa a
toda vez, ó. É o ciclo eterno da mesma
coisa. E é claro que é uma maneira de
atrair seguidores e conseguir
engajamento, uma vez que ela, como foi
dito no vídeo, é uma pessoa pública e
participa de muitos podcasts com
milhares de seguidores. É por isso, é só
por isso que as pessoas criticam,
entenderam? Mas creio que haja algo mais
aí, o desdém, a
humildade, não aguento. E esforço dela
em tentar tornar eh tornar tornar a
filosofia algo prático, sem qualquer
elitismo. E é toda vez, vocês vocês não
entendem, vocês não entendem que eu tô
crítico, vocês não entendem, vocês não
entendem que eu tô aqui, ó, 100% no
mesmo lugar. Eu não consigo, tem dois
anos que eu não consigo sair da mesma
frase, certo? É porque vocês acadêmicos
são pedantes. É porque vocês acadêmicos
falam difícil. Vocês
entendem? Vocês entendem? Não. O eterno
misticismo. Aí veja, por quê? Porque
você pega um cara que é mal formado. Um
cara que é mal formado. Por que que o
Jones Manuel faz certo, né? Por que que
o Jones Manuel faz certo? Ele tem lá os
ressentimentos dele com a academia, mas
ele fala: “Ah, eu não sou criança de 13
anos, né? Eu sei que tem uma importância
ter formação, inclusive pro critério de
Aí ele vai lá e se
forma. Aí ele vai lá e se forma, certo?
Vou estudar, vou passar por esse. Eu sei
que é chato, eu sei que eu posso
aprender até mais estudando sozinho.
Todo mundo conhece esse jargão, todo
mundo conhece. Quem é estudante sério,
quem entrou na faculdade séria, todo
mundo conhece isso, tá? que eu vou dizer
agora que eu já vi o Jones falando
também que é tipo assim, finalmente eu
entrei de férias, agora eu posso estudar
de verdade. Todo mundo tem esse jargão,
tá? Todo mundo que é estudante sério tem
esse jargão e tem esse jargão dentro de
si. Finalmente eu entrei de férias,
agora eu posso estudar, certo?
Finalmente eu entrei de férias da
faculdade, finalmente eu posso estudar,
porque aí é o é é o momento que você tem
para ter liberdade para estudar aquilo
que você quer, né? Agora, isso não
significa que a faculdade não passe
algumas coisas que são importantes,
certo? Elas passam alguma coisa, algumas
coisas importantes, elas te dão um toque
que você não teria se você tivesse sido
só autodidática, tá? Esse discurso, esse
discurso que sim, eu faria muito melhor
uma faculdade sozinho, sem precisar do
auxílio de ninguém, do que com a
faculdade. Isso é falso. Você ter essa
impressão, seria uma arrogância
absoluta, né? Seria uma arrogância
absoluta você achar que sem a sem a
faculdade você faria sozinho tudo. Não,
sozinho tudo não. Mas é óbvio que quando
você faz a faculdade vem um vem um um
bando de matéria que você não queria
fazer, né? Aí, né? Você tem que fazer
aquelas matérias que você não queria
fazer, que você não interessa, que você
não vai usar, né? Vem num pacote pronto.
Aí, aí é por isso que as pessoas se
sentem assim. Então, você não pode ir do
8 para 80. É claro que você pode, né,
ter estud. Então o o Jones pegou,
estudou, tá fazendo lá o doutorado dele,
etc e tal. Mas não deixa de dar uma
lacradinha também para cima da
universidade. Teve até uma pessoa que
falou assim: “Ó, Pedro, não tenta passar
pano pro Jones não. Não tenta passar
pano pro Jones não, que ele já falou, já
fez vários vídeos antiintelectuais, etc
e tal”. Eu passo esse pano sim, porque
eu sei que quando você tá em Herístico,
o contexto é outro. Quando você tá em
Herístico, o contexto é outro. Se você
tá falando uma coisa e vem um cara da
universidade, um professor universitário
te questionar em público, te sacanear e
etc e tal, atacar a universidade para
dizer assim, ó: “Não é porque você tá na
universidade, você é o fodão, isso faz
sentido, certo? Em certas circunstâncias
faz sentido de dependendo de quem, de
com quem você tá discutindo, né? Se o
cara tá se arrogando, ah, eu sou fodão
porque eu sou universitário, aí você
fala assim: “Não, o universitário não,
não transforma você em Deus”. Então faz
sentido, certo? Faz sentido. Tô dizendo
que não errou, não exagerou. Tô dizendo
que em certos contextos, em certos
contextos, né? Em certos contextos,
quando você tá discutindo com um cara
que tá sacando, eu sou universitário,
portuguesa, eu tenho razão, aí tudo bem,
né? Eu sou professor universitário. Aí,
aí faz sentido, né? Você apontar que
não, você não é Deus porque você tá,
você é professor universidade. Mas não é
disso que eu tô falando. Não é disso que
eu tô falando. Eu tô falando de que em
toda circunstância, olha só, toda
circunstância o mesmo discurso volta.
como foi dito no vídeo, é uma pessoa
pública e participa de muitos podcasts
com milhares de seguidores, mas creio
que algo a a haja algo mais aí, o
desdém, a humildade e esforço dela em
tentar tornar filosofia algo prático,
sem aquele elitismo e pedantismo
comuns a maioria dos que se dizem
filósofos. Não estou menosprezando a
interpretação ou crítica do rapaz.
Imagina, né, se esse rapaz aqui não foi
colocado para desmerecimento, né?
Imagina, não, imagina. Coisa da minha
cabeça, mas a maneira a e prováveis
motivações para que a tenha feito, né?
Grande plano do mal para as vida, claro,
e tomar um strike, quase perder o canal.
É, é o grande
planão. A elite acadêmica.
Ai, velho, eu odeio muito isso. [ __ ] que
pariu. A elite acadêmica. A elite
acadêmica. A elite acadêmica. Eu imagino
o quê? Aí você vai ver o professor. Aí
você vai ver o professor. O
professor. [ __ ] que pariu, velho. A
elite acadêmica, como este canal teme
perder o monopólio do saber, usa
linguagem difícil para afastar o povo.
Não é a mesma coisa que a gente tá
discutindo. Gente, vocês entendem que eu
tô dizendo que a esquerda tem um espelho
lá do lado da esquerda, certo? Vocês
entendem que tem um espelho lá do lado?
Não, vocês não ouviram eu sendo
criticado com isso tudo aqui nesses
tempos.
Certo? A elite acadêmica, aí, veja só, a
elite acadêmica, veja, a elite acadêmica
tá está com medo de ser desmoralizada e
ser substituída pela elite do YouTube. É
esse que é o temor.
Certo. Teve perder o monopólio do saber.
us linguagem difícil para afastar o povo
e manter o seu trono. Aí eu tô falando
quando o Gustavo Gayofato fala aquele pá
de merda que ele faz, é porque ele tá
ecoando isso aqui. Em vez de gente
dizer, né, bater de frente, falar:
“Olha, para de falar merda, gente. Não
tem essa [ __ ] não. Para de desmoralizar
quem quem estudou, quem perdeu a vida
inteira se [ __ ] na vida”. Como se
fosse fácil, né? Como se fosse fácil. Os
cara chega lá, ele tropeça e cai na
cadeira de universidade, né? E aí veja,
[ __ ] merda, é difícil para [ __ ] É um
sacrifício, é uma luta louca, é um é um
fechamento que ninguém consegue entrar.
Forma 200 pessoas, é uma cadeira que
abre por ano, tá ligado? Forma 200
cadeiras para para pro cara de doutorado
no ano e abre uma, abre uma, abre uma.
Aí o cara que quer transformarse
professor universitário, ele tem que
ficar viajando o Brasil todo caçando um
lugar para se enfiar. Quando ele senta e
finalmente, [ __ ] agora eu posso
começar a estudar, posso começar a
dedicar aquilo que eu queria. que
ninguém vai me tirar desse cargo. Eu tô
com liberdade de cátedra. Aí vem essa
galera. Ah, porque elite acadêmica,
elite acadêmica. Aí veja o que eu tô
dizendo é que a [ __ ] do gaio fato, tá?
E tem que ser dito com todas as letras,
viu? Tem que ser dito com todas as
letras e sem medo de ser feliz. A [ __ ]
do gaiofato, tá? Esta caralha, ele tá
ecoando isso aqui porque ele sabe que na
população tem muito dessa merda. Então
ele quer voto dessa galera, ele quer
escrito dessa galera. Ele sabe que disso
aqui existe em todas as camadas. Isso
existe em quem é pobre. Isso existe em
quem é rico, isso existe nessa merda
toda, tá? Tem que se dizer aí, tem que
parar de fazer eco com isso. Ao invés de
você tentar ganhar votinho, você tem que
brigar. É isso que eu tô dizendo. Tem
que brigar com esse discurso. Não é para
tentar ganhar votinho dessa galera. Para
para meter o dedo na cara e falar:
“Vocês estão
errado”.
Entenderam? Esse papinho antiprofessor
de merda. Esse papinho, esse papinho.
Ah, porque tem uma galera que quer
ensinar de cima para
baixo. Não, não é que ele é, é porque
vocês são muito filha da [ __ ] Aí, veja
só, aí a gente não cita. Aí veja, ó,
como é que Olha como um filha da [ __ ]
desse, olha um merda desse, olha só.
Presta. Deixa eu ensinar para vocês como
é que é intancável essa essa [ __ ] E
veja, eh, é o que já falaram como é que
a pósmodernidade, tipo assim, como não
tem verdade e como são 500 pessoas
falando coisas diferente, é impossível
você contestar. Então eu tô dizendo
assim, olha só, eu não vou citar
ninguém, eu não vou citar ninguém, não
vou falar o nome das pessoas, entendeu?
Não vou falar o nome, não vou dizer, não
vou dizer quem é. Aí eu não digo quem é.
Aí vira, aí se eu não digo quem é, aí
vira o quê? Aí vira o pós-moderno
metafórico. Ainda tô falando, olha só.
Então vocês querem que eu diga quem é?
Então eu vou dizer quem é. Olha
aqui esse cara. Esse cara, esse cara,
esse cara. Aí veja aí. você aí, veja,
você não veja, eu tô ficando tão puto
com essa [ __ ] eu tô ficando tão puto
com essa
[ __ ] que a vontade que tenho mesmo,
tipo assim, eh eh a vontade que eu tenho
mesmo é dizer assim, gente, eu já falei,
não quero ser chamar de comunista, não
quero ser chamado de socialista, não
quero ser chamar de [ __ ] nenhuma. Eu só
quero que
vocês
parem, vocês parem de
fazer propaganda política falando que o
problema é que as pessoas falam difícil
e que as pessoas não conseguem se
comunicar porque estão presas na
academia, como se o mal do Brasil fosse
o professor universitário que nem sabe o
que que tá acontecendo aqui no YouTube.
Vocês estão
discutindo? Tô, tô bem. Saindo aqui, eu
pego a sua mãe, aquela desgraçada, e vai
ficar melhor
ainda.
Certo. É, eu quero que você se [ __ ]
digo, eu quero que você se [ __ ] para
[ __ ] tá? Quero que você se [ __ ] para
[ __ ] Então, veja o que que eu tô
querendo dizer há muito tempo. Há muito
tempo. É sempre a mesma merda. Eu tô
sempre dizendo a mesma merda.
Só que a depender da circunstância onde
eu estou dizendo, o a o mortal paraa
frente, o mortal para trás que a galera
dá é
diferente, tá? O mortal paraa frente e o
mortal para trás que a galera dá é
completamente
diferente, tá certo?
É completamente diferente a a
insinuação. Quando você não cita a
galera é você dizer assim: “Ah, veja
bem, ele tá inventando a
característica”. Eu tô falando:
“Caralho, não tô inventando, aparece o
tempo todo, eu não quero só dizer quem é
a pessoa.” Ah, então diga quem é a
pessoa. Aí a gente diz: “Nossa, velho,
você tá de implicância com a
pessoa”. Não quero papo, gente. Não
quero papo. Não me manda mensagem no
WhatsApp. Não quero conversa. Não quero
conversa,
tá? Não quero conversa. Faz cor. Vocês
fazem cor com a extrema direita. Vocês
falam a mesma coisa com os cara.
Ó, penso, vamos ver esse aqui. Vamos
ver. Penso que esse é o diferencial da
professora Lúcia. com todo conhecimento
e
vivência nos tenta esmiçar algo
complexo. O Vítor está muito teórico.
Ah, o problema é o
teoricismo. Vocês
entendem? Vocês entendem? Não. O o Diogo
tá perguntando se isso é para para você.
Não, não é para você não. Não é para
você não, tá? Não é para você não. Tô
dizendo que eu quero que você se [ __ ] lá
com aquele papo lá do do grego que você
vai lá explicar do seu canal. Vocês
dizem que não quer explicar aqui, vai lá
explicar no seu canal, tá? O que eu tô
dizendo é que este courinho aqui, ó,
este courinho aqui é feito o tempo
inteiro. Este couro é feito o tempo
inteiro, ó. Penso que esse é o
diferencial. Com todo o conhecimento e
vivência nos tenta esmiuçar algo
complexa. Aí vem o Víor e é muito
teórico. Hoje precisamos entender e
associarmos com a vida, com o dia a dia,
para nos colocarmos em prática, né? Em
relação à fala do Vittor, gostei em
saber que a saída é realmente sofrida. E
quem consegue a despertar, aí ele tá
falando: “Caralho, a saída gostei de
saber”. Ou seja, qual é a preocupação da
pessoa? Nossa, como é que eu aprendo com
Platão a saída da caverna para conhecer
a verdade? Não, ele não tava tentando
ensinar o que você faz da tua vida. Ele
tava tentando dizer: “Olha, o texto diz
isso ou não de diz isso”.
Aí veja a leitura que se coloca aqui, ó.
E a relação à fala do Víor, eu gostei do
Víor em saber que a que a saída é
realmente saída da caverna, né, para
contemplar a verdade. E quem consegue
despertar e sair pode ser considerado um
herói. É exatamente o contrário. Não é
não. Não, não, não, não, não, não, não é
para ninguém ser herói de nada, não. O
problema é exatamente esse. O pessoal
pega o Platão, pega o Aristóteles, pega
o Niet, pega essa [ __ ] toda e faz uma
coisa assim: “Olha, deixa eu te ensinar
como você vive a vida. Deixa eu te
ensinar como é que você vive a vida”.
Esse é exatamente o problema,
pô. Isso é porque é isso. Veja só, o
problema é o seguinte. O problema é o
seguinte. Olha, existe uma questão,
existe uma questão relacionada aos
afetos para você comunicar, para você
falar um negócio? Existe, né? Existe.
Claro que existe. Existe uma forma que
você fala que atra mais, que atrás
menos. Existe. Claro que existe, Bruno.
Então, é óbvio que isso existe. É
absolutamente óbvio que isso existe. Tá
bom? Alguém negou isso no planeta? Não.
Agora vou explicar para vocês, tá? Vou
explicar para vocês. Deixa eu fechar
aqui. Deixa eu ver se essa merda t
agora. Eu vou explicar agora momento de
cima para baixo. Momento de cima para
baixo.
Nenhum.
Nenhum.
Zero.
Zero. Nenhum.
Zero. Filósofos do
Iluminismo disseram que os intelectuais
têm que ensinar de cima para
baixo. Tá
bom? Se tem, me mostra onde é que tá.
Nenhum. Nenhum.
Nenhum filósofo diz assim, ó. Nenhum.
Nenhum. Nenhum.
Nenhum. Não.
Zero. Filósofo do
Iluminismo falou o seguinte:
“Olha, a gente tem que acessar a
verdade e contar para as pessoas de cima
para baixo o que elas devem fazer de
suas vidas.”
Nenhuma vez isso foi dito por nenhum
filósofo do
Iluminismo. Os filósofos do Iluminismo
são responsáveis, na verdade, né? Eles
entram na história e chamam atenção e
viram inimigos da extrema direita porque
eles foram os primeiros
intelectualoides que escreveram pro
povo: “Não
obedeça, você é dono da sua própria
razão.”
Kante, um filósofo considerado
iluminista
alemão, ele a frase que ele atribui como
síntese de uma pergunta chamada o que é
o Iluminismo? É o Iluminismo é para
trazer vocês a
maioridade, para vocês decidirem por
vocês mesmos. Você entende o que eu tô
dizendo? que é o exato, explícito,
oposto. Se Kant é o filósofo iluminista
mais citado hoje no mundo. Ele é uma ele
é o ele é o filósofo mais citado do
mundo, do mundo. E ele é a encarnação do
exemplo do Iluminismo. E a tese, quando
um jornalista perguntou para ele o que é
o Iluminismo, ele escreveu-lhe um texto
e a resposta e o texto a o CERne é
exatamente, olha, você tem que ter
maioridade inteleg, você tem que pensar
por si como diabo, me diga como o diabo,
você pode me explicar como o
[Música]
diabo o Iluminismo virou símbolo de
intelectuais que querem ensinar de cima
para baixo? Eu vou explicar para vocês.
Foi um processo
reacionário de cima para baixo em
momento de cima para
baixo. Momento de cima para baixo.
Então, olha
só, o
Iluminismo influenciou para [ __ ]
[ __ ] sobretudo o Iluminismo francês,
sobretudo de Derrô e da Lambert, que
promoveram a ideia de uma de uma criar
uma um espaço público de discussão, né?
Quando acontecia a Revolução Francesa,
tinha e há textos de gente que veio de
fora que fala assim: “Eu nunca vi tanta
gente debatendo política na vida”. Tanta
gente aí eu tô dizendo, isso é
subproduto do projeto Iluminista, tá?
O projeto Iluminista era provocar-lhe o
caos naquele pá de merda que era o
absolutismo francês. Entendeu? O
objetivo desses autores é dizer
contestar um negócio que se chama, como
é que é? Eh, eh, sabe o
anglicanismo, pouca gente fala sobre o
galicianismo, que era a cara que a
Igreja Católica tomou dentro
da estrutura da idade moderna francesa.
Aqui no Brasil, por exemplo, o rei
português, ele tinha um negócio chamado
padroado, que mais ou menos as pessoas
conhecem porque as pessoas estão aqui no
Brasil, né? Então, uma pessoa ou outra
mais intelectualizada sabe que no Brasil
tinha uma relação meio estranha, onde o
tinha um reino com a cabeça, né? A
religião católica tinha cabeça do rei,
ao mesmo tempo tinha cabeça do do papa.
E aí isso de vez em quando pode acabar
em conflitos, como acabou e que derrubou
a monarquia, inclusive, né? A questão
religiosa no Brasil, né?

especificamente, lá especificamente na
França tinha uma espécie de de uma coisa
parecida com Não é a mesma coisa não,
mas é um fenômeno parecido que é da a da
do estado absoluto francês tentar
engolir a Igreja Católica, né? ele vai
engolindo, ele vai se relacionando de
uma certa forma que o estado se confunde
com a Igreja Católica. De modo que
quando você tem aquele conflito que vai
ocasionar na Revolução Francesa, que tem
três estados que uns são os nobres
nomeados pelo rei e outro é a igreja,
todo mundo enxergava essa esses dois
primeiros estados. O primeiro é a
igreja, inclusive, viu? os dois
primeiros estados como anteposto em
relação a todas as outras pessoas que só
são convocadas por meio de
representantes em caso de emergência
como esse. Então, a o Iluminismo bateu
tanto como o como por exemplo o o
Voltaire, que eu não gosto, mas o Volta
bateu tanto nessa merda de que religião
não, quem disse que a religião cristã
era correta, que isso serviu, por
exemplo, para uma população civil
completamente anticlerical.
contra esse movimento que era o estado.
Não era porque eles eram religiosos
apenas, eles eram o estado. Eles eram
que eles que convocavam as coisas.
Dízimo, gente, dízimo era tributo.
Dízimo era tributo do estado. Era
tributo, era obrigação para com o
estado. Dízimo. Dízimo era
tributo. Vocês entendem o que eu tô
dizendo? As as coisas no período moderno
não se distinguiam tão bem. O estado e a
igreja era mais ou menos a mesma coisa.
Certo? Era a mesma coisa. Então, se por
um lado Volter escaralha a Igreja
Católica e fala: “Porra nenhuma, esses
caras não são dono de nenhum saber”.
Você começa a desmoralizar quem? O
estado. Do outro lado, você tem o
Rousseau. Você tem o Roussea dizendo,
Rousseau, outro iluminista, tá? Outro
iluminista. Você tem o Rousseau
dizendo, ah, dizendo, é, então por quê?
Porque a Alemanha passou pela via prana,
né, Pedro? não teve uma revolução com
bases luministas lá, né? Foi uma
revolução conservadora ou como Leni
muito bem expressa, uma via prussiana,
né, de transformação pro capitalismo.
Então, no na França a bomba estourou no
ah na Alemanha, o Bismarck administrou a
transição, né, e aí não estourou a
bomba, né? Eh, então veja só, então você
teve, por exemplo, tô citando um
exemplo, né, o Volta com
anticlericalismo para [ __ ] Do outro
lado você tinha o Rousseau, por exemplo,
que dizia assim: “Olha, todo poder ele
vem da soberania do povo. Ele não vem de
Deus. Então, não venha me dizer que o
papa ou quem quer que seja vai dizer
quem que deve ser o rei ou que não deve
ser o rei.” De onde é que deve vir isso?
deve vir dos representantes do povo.
Então, a revolução, a revolução
francesa, tá? Na revolução
francesa, a revolução francesa, ela ela
acontece sobre os ecos desse blá blá blá
iluminista, certo?
Então veja, o Iluminismo é a única
filosofia nesse neste mundão de meu
Deus que falou de baixo para cima na
planeta, tá? Que falou de baixo para
cima no
planeta. Claro, tô sendo hiperbólico. O
que eu quero dizer é que tirar a
Revolução Francesa para uma coisa que
fala de cima para baixo era exatamente o
oposto. Tava dando cabedal retórico para
se questionar as instituições da época.
Não. E isso é que é doido. É porque na
verdade o Luiz, o Luiz 16 ele era na
verdade o Luís 16 na verdade era um rei
progressista. Ninguém, todo mundo acha
que o Luiz 16 era uma espécie de rei
doido, né? Porque foi por isso que
derrubaram ele. Não é porque ele era
bundão demais. Talvez ele tivesse
mandado perseguir essa gente toda se
fosse outro cara, né? Talvez tivesse
feito isso. Talvez tivesse feito isso.
Mas ele era bundão
demais para enfrentar essa
galera. Ele era bundão demais para
enfrentar essa
galera. E o Iluminismo vai se tornar
conservador em vários aspectos. Quer
ver? Ah, esse esse esse era o discurso
de enfrentamento da França, mas o
próprio Canalia do Volta, ele abraçou o
reacionarismo junto à corte
russa, certo?
que que cria essa esse tipo de abraço da
nova intelectualidade que que contesta o
mundo antigo e etc e tal, foi abraçado
na
Prússia, foi abraçado em vários locais.
Aí cria um bom um monte de rei que a
gente chama de déspotas esclarecidos, tá
bom?
Mas o que eu quero dizer é que,
especificamente na
França, especificamente na
França, especificamente da França,
vários contestamentos de autores
diferentes que não adianta você dizer
assim: “Ah, mas eu peguei um ator que
falou merda, eu vou falar para vocês:
“Foda-se, pegue 18, porque não eram 18”,
entende? Peguem, pega em 18, mostra
assim: “Ah, mas tem esse autor aqui que
é um bosta. Vou falar:
“Foda-se, tinha um monte, tinha um monte
de autores.” E é esse caldo cultural que
é o
Iluminismo. Não é um, não é um autor ou
outro autor ou terceiro autor ou quarto
autor ou o quinto autor. Ah, mas tem
esse autor que é uma bosta. Tudo bem.
Você acha que só vai ter marxista legal
dentro do movimento marxista? Tem um
monte de marxista que é um bosta.
Qual o sentido de falar? Tá falando do
movimento da estatística. Este movimento
na França do 18 era um grande movimento
de
contestação, elevando a tese de que a
população pode ser maior de idade. É só
isso. Se você soma estatisticamente, o
fenômeno gerava isso. Como que isso
virou? Aí eu vou dizer como é que isso
virou uma ideia de discussão de cima
para baixo. Primeiro, primeiro, Napoleão
é um pragmata. Napoleão é um pragmata,
certo? Napoleão é um pragmata.
Eh, é um cara que para mim eu coloco
Napoleão no mesmo na no mesmo lugar, no
mesmo lugar, exatamente do mesmo lugar
onde eu coloco o
Otombark, no mesmo lugar que eu coloco
aquele cara lá da da de Singapura ou o
cara de 70 lá na China, tá? O dente,
certo? Eu coloco Napoleão no mesmo
lugar. é um cara que não vai ter
escrúpulo para fazer o que é necessário
para ele se tornar uma pessoa grande,
tá? Não, não julgo isso, certo? Isso
igual Vargas, coloco essa galera toda do
mesmo lugar. Para mim é são pessoas
altamente inescrupulosas que fazem o que
é necessário para aquilo que eles acham
que é importante para construir a sua
própria história, certo?
pessoas inescrupulosas que farão o
necessário. Agora tem uma personagem na
Revolução Francesa que ela é inimiga,
tá? Inimiga, me minha inimiga, altamente
inimiga, tá claro? Eu tô fazendo uma, tô
fazendo uma brincadeira aqui com vocês,
porque eu não acho que faz sentido
nenhum você ficar condenando as pessoas
historicamente, tá? Não faz sentido
nenhum. Mas o que eu quero chamar
atenção é, na verdade, pra imagem
histórica que as pessoas têm, que é
completamente deturpada. Robespier é
absolutamente inimigo, tá? É isso que eu
quero brincar aqui com vocês, tá?
Robespier é um inimigo. O que que eu
quero dizer com isso?
Normalmente as pessoas acham que
Robespier é simplesmente um maluco brabo
que saiu matando todo mundo e por isso
que a direita não gosta dele,
tá? Só que no
desenvolvimento, né? no desenvolvimento,
no desenvolvimento da Revolução
Francesa, quando ela vai se
desenvolvendo, quando os acontecimentos
vão
acontecendo. Tem um
grupo, tem um grupo muito forte, tem um
grupo muito forte
que tem vários grupos, né, em disputa
ele, mas tem um grupo que se circula ao
redor de um cara que se chama Herbert,
que ele era completamente maluco. E ele
era e e eu que eu digo que ele era
completamente maluco é que ele era, do
jeito que esses caras gostam de dizer,
ele era radicales,
tá? Ah, ele era radicales. Então o que
que ele queria? Ele queria tirar
completamente a religião da jogada.
Completamente a religião da
jogada. Ah, ele e outros grupos, né?
Então, lembrem-se, quando eu tô eu tô
usando ele como standarte, mas tinham
outros grupos, tá? Ahã. Queria tirar a
religião da jogada, queria apoiar a
população pobre. A base mesmo de apoio
dos caras eram o sanscote de Paris. Era
a base popular
mesmo. Não tinham medo da disputa ganhar
áries de seriedade. Tá. Não, isso na
França. Sim, isso na França. E o que que
o [ __ ] do Roberpier fez? Caçou esses
caras. Entendeu?
Quando o Robespier caça esses caras, ele
se isola e cai do cavalo sozinho. Então
o Robespier é burro só,
entendeu? O Robespier é, ele foi contra
esses caras porque ele era antiateu o
Robespier, porque esses caras avançaram,
não é que eles tinham a tese dele, não,
eles avançaram um projeto, por exemplo,
de acabar com o calendário cristão. Era
calendário, era calendário ateu daqui
paraa frente. [ __ ] Certo? Isso não
foi uma coisa da idealidade, não. Isso
foi implementado e só Napoleão lá na
frente que tirou. Aí eu, é por isso que
eu falei de Napoleão antes. Napoleão ter
tirado o novo calendário foi por quê?
Foi por critérios de puro pragmatismo. A
no durante a Revolução Francesa, o
processo foi tão foi tão explosivo, tá?
Foi tão explosivo que eles chegam a
alcançar o Papa de Roma,
tá? Só quem vai dar, só quem vai dar de
volta. a força pro Papa de Roma, que ele
nunca mais vai ter a força de volta dele
que ele teve depois da Revolução
Francesa. Sabe quem vai dar? Benito
Mussolini. Benito Mussolini é que
devolve,
tá? É Benito Mussolini que devolve Roma.
devolve o faz mete mete-lhe o tratado de
latrão e o status que Roma, que
Vaticano, tô falando Roma tod que o
Vaticano tem hoje é de Benito Mussolini,
pode agradecer a ele, tá? Benito
Mussolini, tá? Benito Mussolini que
concedeu essa estrutura. O tratado final
que dá estrutura jurídica do Vaticano
atual vem de Benito
Mussolini. Ele chegou ao poder e achou
que isso era interessante, como ele fez,
conquistando poder absoluto e fazendo o
que ele queria, né?

bom.
Tranquilo,
tranquilo. A Revolução Francesa, como
consequência da Revolução Francesa, ela
tinha bloqueado a Igreja Católica em
França e tinha tinha saído mais de
30.000 padres da França. Mais de 30.000
padres da França tinha saído durante a
Revolução Francesa. Mais de 30.000. E
quem não aderisse ao processo
revolucionário, teve uns 100 que foram
mortos, 100, 200, alguma centena na casa
da centena, foram mortos e mais de
30.000 vazaram de lá. Tá
bom? Bom, e aí você tem o a tese, a tese
desta galera que era mais amalucada, que
eu tô chamando de
rebertistas, que não são só os
seguidores de Herbert, né? Eu tô usando
só um signo de linguagem, mas essa
galera que era mais em pé na porta e
soco na cara na Revolução
Francesa, eles ah foram perseguidos por
Robespier. Eles foram perseguidos por
Robespier e foram derrotados quando
quando eles são as cabeças. E o que que
eles fizeram? Eles tanto não acreditavam
apenas na razão, mas eles criaram um
péssimo símbolo. Aí agora vocês vão
entender porque que essa galera fica com
esse papo furado todo. Eles criaram
péssimo símbolo. Eles perceberam que a
população ela tem religiosidade por mil.
Não só por causa de
questões, sei lá, são questões sociais.
E aí eles tiveram o brilhante, entre
aspas, plano de criar o culto da
razão. Veja por que que o por que que a
ideia é idiota? A ideia é idiota porque
iam usar e estão usando e sempre usarão
isso para tocar atacar a Revolução
Francesa. Entenderam?
Eles criaram um negócio chamado culto à
razão. Eles inventaram esse negócio. Mas
eles não eram malucos da razão, gente.
Eu sei que sou bizarro, mas eles não não
eram malucos da razão. Não eram malucos.
Eles estavam querendo dizer assim: “Ao
invés da gente
ter, ao invés da gente ter o feriado de
Santo Agostinho, sei
lá, ao invés da gente ter o carnaval,
não sei se vocês sabem, o carnaval é
religioso, ao invés da gente chamar
carnaval de carnaval, porque carnaval
tem uma coisa religiosa, vamos chamar
de, sei lá, festa da primavera, inventa
qualquer merda, entendeu? Era isso que
eles estavam querendo fazer. E eles
faziam questão de dizer: “Olha, quando
eu estou falando culto da razão, eu não
tô falando que existe uma deusa razão de
fato. Eu tô falando que é uma
personificação da nossa da nossa do
nosso entendimento.
Entenderam? Ao invés de você falar festa
do Natal e tal, vamos falar
assim, festa do solício, entenderam? Só
que quem vai fazer a festa do solstício?
Então vamos fazer a festa do festa do
solstício. Que [ __ ] é essa? M de maluco
louvando sol. Ao invés da gente fazer,
né? Em vez de fazer festa do solstício,
vamos meter, sei lá, festa da homenagem
à sabedoria humana, certo? Era disso que
se
tratava. Vocês entendem? Em vez da gente
meter assim, festa do Big Bang, ninguém
vai na festa do Big Bang, né? Vamos
fazer a festa do do o dia da compreensão
e da solidariedade. Entenderam o que que
eu quero dizer? A ideia era essa, era só
essa, tá? Entenderam? A ideia era só
essa. Como as pessoas têm a t
essas essas inclinações, vamos criar um
bando de signo de símbolos, né, para
manter os as Veja, isso é a mesma coisa
que isso é a mesma coisa que ah que o o
Isaac Isso é a mesma coisa que o
cristianismo fez. Você pode falar assim:
“Ah, mas eu acho que isso soua muito
cringe, etc.” Sim, mas foi isso que o
cristianismo fez. O carnaval
originariamente, o carnaval
originariamente era o carnaval
originariamente
era uma festa pagã. O Natal era uma
festa pagã. Entenderam? É a mesma coisa.
Você vai pegar as festas que as pessoas
já fazem. Você vai pegar as festas que
as pessoas já fazem, vai dar um novo
nome, vai dar um novo aspecto para
valorizar as questões humanas.
Só que eles meteram essa e fica feio se
você for pesquisar e não a festa da
razão. Quer dizer que eles acreditam na
razão e etc. Então veja, o que eu quero
dizer para vocês é
que primeiro vocês vocês conseguem
entender que não
foram não foram os iluministas que
inventaram essa [ __ ] foram os
pragmatas revolucionários que inventaram
isso aí. Olha só, aí o pessoal tira o
Robespier para tirar para maluco, né?
que o Robespier fez a festa do ser
supremo e que ele foi na festa do ser
supremo e etc, que o que o Robespé é tão
maluco das ideias. Essa é isso que a
galera tira, tá ligado? Não, não é que
geral achou paia. Aí que vocês se
enganam. Aí é que vocês se enganam para
[ __ ] Porque veja, isso tem função
social. Eles tomaram, eles tomaram as,
as igrejas e começavam a fazer
atividades coletivas nesses lugares.
Então, o pessoal revolucionário achou
legal para [ __ ] Muita gente achava
legal para [ __ ] Muita gente que tava
vibrando naquilo falou: “Realmente, a
gente tem que construir uma coisa mais
humanista”, etc. Todo mundo gostou.
Claro, eu tô sendo exagerado, mas eu
quero dizer assim, é porque vocês estão
olhando para de fora ou o a França tava
fazendo uma coisa que ninguém nunca
tinha visto na vida. Ninguém tinha visto
uma república daquele tamanho. Isso
nunca existiu no universo.
Certo? Aí, veja só. Aí o que eu tô
dizendo é o seguinte. Aí você tá dizendo
assim: “Ah, então veja só, então você tá
dizendo que é para não, tô tentando
contar a história como aconteceu.” Aí
você tá falando: “Ah, o pessoal não
gostou e acabou”. Foi isso que
aconteceu? Não, não foi isso que
aconteceu. É por isso que eu vou falar
dos Bolevi. Ô, dos Bevi. É por isso que
eu vou falar do Robespier. O Robespier
sabia que esses eventos que eu tô
falando, esses eventos, essas coisas,
essas esses trecos que esses cara
inventavam, era um local de reunião, de
agregação, de junção? E esses caras eram
antiobespier. Eles estavam tentando
derrubar o Robespier para tomar uma ala
mais à esquerda o poder, entendem?
Então o Robespier mais o San
Justa essa gente e mata todo mundo.
Quando Robespier inventa esta tese do da
República ter que fazer o louvor do ser
absoluto, o fantástico louvor do ser
supremo, é para substituir o ateísmo
dessa galera. Entenderam? Ninguém tava
fazendo o elogio da razão como se
existisse como se existisse uma deusa
razão. Eles estavam fazendo, olha, vão
substituir, vão continuar fazendo arte.
A arte não acabou porque acabou a
religião, vão, né? Só que a gente vai
fazer as referências de maneira mais eh
relacionadas às coisas que existem e a
gente vai simbologizar isso, igual toda
a arte faz o tempo todo. Então a
proposta desses caras era essa. E aí o
Robespier para colocar no lugar, porque
ele era antiateu. E e aqui é é pauta
política,
viu? Aqui é pauta política. Ele era
antiateu para lutar contra esses caras
que eram mais radicais. Ele não só matou
os caras como no nível simbólico ele
propôs outra coisa para colocar no lugar
que eles estavam tentando criar, que foi
essa esse esse projeto do ser absoluto
aí do do evento do ser supremo. Quando
ele meteu
essa, certo? Quando ele meteu esta
merda, porque ele era antiateu? porque
ele tinha disputas internas políticas
contra as pessoas que se baseavam no
anticlericalismo, porque era uma coisa
que existia na França. É isso que eu tô
dizendo. Se você pega na prática, a
população pobre tava
cansada,
cansada, cansada de padre católico
sentando nas costas das pessoas. O
dízimo, como eu falei para vocês, o
dízimo, como eu falei para vocês, era
imposto na França, era imposto,
entendeu? Então, veja, quem fazia o
discurso mais anticlerical tinha adesão
popular. Então, osistas tinham um apoio
popular na
França para lutar contra
isso, para lutar contra isso, o [ __ ] do
Robespier não só caça as
lideranças, como propõe como projeto de
estado uma posição deísta do ser
supremo. Entenderam? É isso que eu tô
dizendo. Então, o Robespier não é o
maluco que queria ele ser Deus, é porque
ele tava disputando com os rebertistas
e, portanto, ele precisa
afirmativamente, ele precisa
afirmativamente impor o deísmo como
religião de estado para substituir o que
popularmente estava se colocando, que
era o ateísmo a partir da luta dos
rebertistas, porque os rebtistas tinham
apoio popular dentro de Paris.
Entenderam?
Entenderam qual era a posição do estado
do de Robespier? Ele só era líder da
maior facção da Convenção
Nacional. Ele só era o líder da
Convenção Nacional. Só isso. Só, né? Se
você juntasse todo mundo da Convenção
Nacional, a maioria era os jacobinos. e
os jacobinos, entre eles a liderança era
Robespier. Como tinha uma facção outra,
inclusive que se relacionava com os
jacobinos, que eram os
rebertistas, ele caça os rebertistas
porque os rebertistas estão fazendo
disputa pelo
ateísmo. Beleza? Tranquilo?
Então veja, quando você vai estudar a
história da Revolução Francesa, alguém
menciona isso? Alguma coisa similar do
que eu acabei de falar? Ou a Revolução
Francesa foi simplesmente os burgues e
aí eram os burguesias e aí o piriri
popó, tá? Tá ligado? Pessoal mete essa
aí faz assim. O Robespi é um maluco, não
é isso? Roberto Pel é um completo maluco
que ele tentou substituir o cristianismo
por uma religião de estado. Esse é o
discurso do Olá de Carvalho, tá? Esse é
o discurso do Olá de Carvalho. Já vi 500
vezes. Então, eh eh que é um discurso
faixo na no final das contundas, é um é
um discurso faixo que vai dizer assim,
ó, todos os problemas que a gente teve
no contemporâneo, primeiro que o para o
facho a idade moderna é uma merda, tá?
Pro facho que nem o Olavo, o mundo
moderno é uma merda.
Ah, então veja esses processos que eu tô
tentando, né, colocar uma lupa um pouco
maior, a gente vai aproximando essa lupa
cada vez mais aqui, tá? A gente vai
colocar essa lupa cada vez mais. Esses
processos geraram uma coisa, como teve
essa explosão, essa explosão na na
Revolução
Francesa, a explosão da Revolução
Francesa aconteceu e a monarquia caiu e
a Igreja Católica caiu. Tem essas
nuances que eu tô tentando expressar
para vocês. Tem muitas nuances, mas
efeito, resultado, a Igreja Católica não
manda mais na França como mandava antes.
No final das contas, o o Napoleão usa-se
do fato de que ela perdeu todo o seu
poder. Ela perdeu todo o seu poder. E aí
ele tenta fazer o seguinte: “Olha, o que
que eu vou fazer? Eu vou puxar a Igreja
Católica para mim, certo? Como eu disse,
Napoleão é um pragmato. Eu vou puxar a
Igreja Católica de volta pro jogo. Vou
vou colocar, vou fazer as pazes entre o
Estado francês e a Igreja Católica. Mas
e aí fica registrado naquele naquela
imagem clássica dele se coroando, sabe?
Desenho, aliás, lindíssimo. Como é que é
o nome do cara que faz o desenho, gente?
Alguém lembra? É o, eu adoro esse cara,
inclusive. Eh, neoclassicista. Como é o
nome dele?
É, cara, um Luiz qualquer, né? É
francês, é um luí qualquer,
né? Não, eles não ficaram no vácuo, eles
foram
assassinados. Pensa assim, Stal manda
matar ele, se vocês quiserem, tá? Se
vocês quiserem, tá? Vamos me empurrar
para lá, eu vou tranquilo. Stal mandou
matar se vocês quiserem. Tá bom. Foi
exatamente assim. Robespier matou todo
mundo, [ __ ] Isso, Jaque Luiz Davi,
obrigado. Ja Davi, que é um artista
maravilhoso, tá? um artista
maravilhoso. Eh, ele ele tem aquela
aquela cena do Napoleão se coroando, né?
Então, ele traz de volta ele traz de
volta a Igreja Católica, mas para ela
saber que quem manda é Napoleão na
França, certo? Vai voltar pro jogo
peronomúo, certo? Vai voltar no jogo
Peronomilo, tá bom?
vai voltar no jogo pelo pelo nomilo. Eh,
mas o que que eu tava falando do do
Napoleão trazendo de volta a religião?
Beleza. Qual é o discurso do Edmund
Burk, que é o cara reacionário, né? Que
é o cara
reacionário. O discurso do Edmund Burk é
o seguinte: sabe
por a revolução francesa e Napoleão que
veio lutando contra todo mundo, que
Napoleão lutou contra todo mundo, ele
tentou conquistar a Europa inteira, tá?
Ele tentou conquistar a Europa
inteira. Quando ele tentou, quando ele
tentou dominar a Europa
inteira, isso gerou um rebosteio sobre a
imagem de Napoleão. Muita gente vai
dizer: “Não, Napoleão era um gênio, era
muito inteligente”, etc. Mas o caos
causado pela disputa militar que
acontece, né, que acontece vai gerar um
ressentimento em em relação a isso, não
só em relação a Napoleão, mas a o que
que o que que aconteceu no mundo que
surgiu o Napoleão, o que que a gente
deixou acontecer na Europa que surgiu um
Napoleão,
certo? As pessoas começaram a falar
isso. Que vamos discutir o que que
aconteceu, que que todo mundo colocou a
culpa. que que todo mundo colocou a
culpa na revolução francesa.
Entendendo? Mas por que que teve a
Revolução Francesa? Aí, qual era a culpa
na sequência? A Revolução Francesa
aconteceu porque uma cambada de
intelectualzinho de merda, esse é o Esse
é o esse é essa é a origem, tá? Essa é a
origem. Uma cambada de intelectualzinho
de merda tentou ensinar pro mundo como é
que ele deve de ser. Tá vendo o que
aconteceu?
O que eu quero dizer para vocês é que
isso é a
expressão do pensamento
reacionário pós- revolução pós
napoleô. Veio a
a como é que é o o congresso de Viena.
Veio o Congresso de Viena em 1815. Qual
era o discurso? O discurso é, a gente
caiu nesta merda porque teve revolução
francesa. E por que que teve revolução
francesa? Bom, é só você ver a galera da
Revolução Francesa citando os autores
iluministas. Então, veja, tudo isso
aconteceu. Tudo isso aconteceu porque
vieram esses intelectualistas
elitistas que andam pelas ruas de
Paris ensinando pro povo de cima para
baixo o que fazer, certo? É daí que vem
esse discurso antiintelectual.
O discurso antiintelectual que o Olavo
repete vem daí. Quando acontece o
Congresso de Viena, portanto, autores
vão ser consagrados. Autores que já
tinham escrito contra a Revolução
Francesa vão ser consagrados, como por
exemplo Edmund Burk, que lá da
Inglaterra tava dizendo no ato enquanto
a revolução tava acontecendo que, ó, não
dá para acreditar no povo não, viu?
Vocês ficam ensuflando o povo aí, seus
intelectuais malucos. O povo é maluco,
certo?
O povo é completamente
maluco. Não dá para você ficar
ensuflando. Tem regras, gente, que
sempre funcionou. Se você tentar mexer
no mundo, vai dar uma merda do [ __ ]
igual deu na Revolução Francesa. Esse
discurso é conservador. Esse discurso
não é de esquerda,
certo? Que que vai acontecer? Alguns
caras
absolutamente
absolutamente
absolutamente progressivos em relação à
Revolução
Francesa aparecem no mundo do século
XIX. Um deste mundo, um desses caras se
chama
Senhor Carlos.
Senhor Carlos, ele era ateu a vida toda
dele na universidade e estudava com um
outro cara chamado Bruno, que entrou pra
universidade e Bruno tava querendo dizer
pro mundo todo como o a religião é um
problema, como a religião é desgraçada,
como a religião é só atrasa a vida. O
Carlos olhou para isso e falou assim:
“Ó, é claro que eu eu eu também acho,
né? Religião é uma merda, não tem
absolutamente nenhum fundamento na
realidade. Não tenho a menor dúvida
nisso. Só que veja, o
Bruno, Bruno tá perdendo tempo demais
com isso, dizia Carlos. Carlos dizia
assim: “Bruno tá perdendo tempo demais
com isso.” Por quê? Porque se a gente
for levar o nosso ateísmo a sério e as
últimas
consequências, a gente vai perceber que
tudo é matéria no final das contas.
Se tudo é matéria, olha, se tudo é
matéria, qual é o foco que eu tenho que
olhar para fazer política? Paraas
transformações sociais, paraas relações
sociais, que elas é que vão permitir
grandes transformações. Por que eu acho
isso? Porque olha para Carlos,
pô. Olha para Bruno, na verdade. Olha
para Bruno. Bruno é o dia todo falando
aí biopó pió, pió, pió, pió. E não muda.
Todo dia falando, sabe como é que muda
mesmo? Qual era a visão que Marx,
opa, qual era a visão que Marcos tinha?
Qual era? Porque o nome dele era Carlos,
mas era Marcos
também. Então, Carlos, ele olha para uma
situação dessa e fala assim:
“Olha, o que que que que Carlos tava
olhando?”. Carlos tava
olhando. Carlos tava
olhando. Carlos tava olhando pro fato de
que sabe qual foi o lugar onde mudou
mesmo? Foi na Revolução
Francesa. Então, para onde que você tem
que olhar para enxergar onde tá o
aspecto de
mudança? Tu olha pra história. Olha pra
história. Olha pra história. Você não
faz igual Bruno. Bruno todo dia, ah,
religião, isso, religião, aquilo. Olha
pra história. Quando você olhar pra
história, você vai ver que tem formações
históricas que acontecem, certo? Tem
formações históricas que vão acontecendo
no desenvolvimento do mundo. E se o
pessoal que era doidão radical da
revolução francesa não conseguiu fazer o
que eles queriam fazer, é porque não
tinham condições reais, concretas e
materiais para eles fazerem. Não é que a
cabeça dele estava no lugar errado,
entendeu? Não é que a cabeça dele estava
no
lugar. Só que Carlos
diz, só que Carlos diz: “Ô gramestre,
vai tomar no cu, [ __ ] chato para
cacete.” Aí Carlos diz: “Olha
só, se você olhar pra
Inglaterra, como na França que tinha uma
situação social tensa, quando você olha
paraa Inglaterra, você olha paraa
Inglaterra, olha paraa Inglaterra, tá
vendo a Inglaterra? tá lendo os jornais
sobre a
Inglaterra? Os trabalhadores na
Inglaterra, eles leem as
parad. Se você lê as paradas, você vai
ver que a Inglaterra ali ela parou por
causa de uns caras. Quem são esses caras
que pararam em Inglaterra? Parou. Ela
parou de funcionar igual
Medotes. Quem é essa galera que parou
isso?
Me diz quem foi esses caras que pararam
a Inglaterra
inteira, colocou a Inglaterra de joelho.
Quem foi que colocou a Inglaterra de
joelho? Pensa comigo quem foi? Olha,
olha as notícias de jornal. Quem
foi, cara? Se o trabalhador indústri,
veja
só, depois que
surgiu, depois que surgiu a indústria da
Inglaterra, ela
para, ela domina qualquer lugar do
mundo, ela
domina todo e qualquer território que
ela quiser, ela vai lá e domina e
acabou-se. Não tem o que ser feito. Ela
fez isso com a Irlanda, ela fez isso com
todo o planeta. Ela fez isso com a
China, [ __ ] Ela fez isso com a
China. Marx ficava chocado com isso, com
a relação que a Inglaterra tinha com a,
caraca, velho. Olha isso. Olha como é
que é a relação lá, como é que tão os
essa coisa dos tratados desiguais que
vão se espalhar pelo mundo e etc.
Veja, se você tem indústria, você faz,
você manda em todo mundo. Você manda em
todo mundo se você tem indústria. Então,
veja quem é o país mais forte do
planeta. Me diz quem é o país mais
forte, o mais forte, mais poderoso.
Colocou a Índia de Vai colocar a Índia
de joelho, a China de joelho. Milhões de
pessoas. Quem é o país mais forte do
mundo? Me diz, olha para mim e me diz
qual é o país mais forte do mundo nesse
momento? Bom, se o país mais forte do
mundo nesse momento é
Inglaterra e os trabalhadores da
Inglaterra colocam a Inglaterra de
joelho, quem é que vai mandar no mundo
daqui a
pouco? Vocês entendem?
Vocês entendem o raciocínio que ele
assim? Aí veja, mas e a religião? Tá
bom? A religião, concordo. Religião é
uma
bosta. Mas os rebertistas sentaram,
tomaram trolha,
entenderam? Tomaram trolha. Quem é que
vai organizar as coisas? O trabalhador
industrial. Se veja, se a o maior
potência global que coloca todo mundo de
joelho se chama Inglaterra. E se os
trabalhadores industriais colocam a
Inglaterra de joelho, quem é que vai
administrar o mundo daqui a
pouco? A Inglaterra, o o trabalhador
industrial. Percebe? Percebe o
raciocínio bem bem bem bem bem bem
óbvio. Raciocínio bem
óbvio.
Tranquilo. Raciocínio do cara do do
Carlos é esse, pô. Raciocínio do Carlos
é evidente aí. Ah, mas ele escreveu um
texto que é científico, que não é, vão
todas a merda vocês. O raciocínio era
esse que eu tô expondo. Raciocínio era
esse. Aí depois vem um cara chamado
Vladimir, que não gostava de
psicanálise, não tinha nada a ver com
psicanálise, tá? Tinha um
Vladimir que ele não tinha nada a ver
com psicanálise, que na juventude ele tá
dizendo assim, ó: “Já chegou a
indústria, viu? Na Rússia já chegou a
indústria. Se a gente juntar
direitinho, se a gente juntar
direitinho, dá para fazer o que aquele
maluco lá alemão falava aqui na
Rússia,
certo? E aí aconteceu lá e tem muita
gente discursando na internet muitas
coisas engraçadas que eu não quero
discutir. Mas quando esses caras
chegaram lá na Rússia, tá? Quando esses
cara chegaram lá na Rússia, Lenin
escreve um texto dizendo assim: “A gente
precisa educar a população a
Seateia”. Vem Lene e faz assim,
ó. Vamos
imediatamente. Quer ver?
Ó, Lenin Marxist.
Ó, 1905 é antes dele tomar o poder, né?
Antes dele tomar o poder. Mas calma,
calma, calma.
1909. Não, isso aqui vai ser outro
texto, né? Vai me jogar em coisa de de
Vai me jogar, vai me jogar, vai me jogar
em bosta, né? É. Sabia que me jogar em
bosta. Eh, cadê? É 1920.
Ah, como é que eu vou achar esse
negócio? Ah, não é religião. Não é
religião que tá escrito. Que que tá
escrito? Certo. O que me interessa
é o que depois dele ter tomado poder. É
isso que me interessa, tá? É isso que me
interessa. Ai, cara, onde tá esse? Não,
pera aí. Tô aqui em 17 sobre a questão
agrária. Acho que é 23. Não, 23 já tá.
Já, já foi, já, né? Cadê
17? Ai, meu
Deus. Deixa eu ver se alguém aqui nos
comentários já lançou. Qual é a braba?
Qual é o nome do
texto? Ai, cara, cara, cara, cara, cara.
Eu lembro que tem, mas se eu jogar
partido também, eu lembro que tem
partido no
título.
Evolução, derrota
publicista partido
Bevic. Ah, cara, qual é o nome desse
texto?
Qual é o nome desse
texto aqui sobre o significado do
materialismo militante, tá? Então 22,
tá? Menino, menino Len, chefe de estado.
Aí ele fala assim, ó, o camarada Trotsk,
tá? Abraço pros trotsquistas.
O camarada Trotsk disse já tudo que é
essencial e disse muito bem sobre as
tarefas gerais da revista
Podes na Meni e Marxisma
os números um e dois. Queria deter-me em
algumas questões que determinam mais de
perto o conteúdo e o programa do
trabalho programado pela redação da
revista e na declaração introdutória ao
número um e dois.
Nesta declaração diszse que nem todos
aqueles que se agrupam em torno da tal
revista são comunistas, mas que todos
são materialistas consequentes. Então
veja, o Leni é tão consequente com isso
que ele fala assim, ó, nessa revista,
olha só, presta atenção, presta atenção,
presta atenção, continua lendo, tá?
Continua lendo, mas que todos são
materialistas consequentes. Peço que
essa aliança de comunistas com não, ele
já tomou o estado, viu? Ele já tomou o
estado, viu?
Seus estalinistas do [ __ ] Eu vou eu
vou ter que brigar com vocês para
[ __ ] agora, viu? Ó, ele já tomou
estado, ele já é chefe de estado, ele já
tá com a coroa na mão. Olha o que que
ele tá dizendo nesta declaração. Disse
que nem todos aqueles que se agrupam em
torno da revista fulana de tal são
comunistas. Aí ele vai falar: “Foda-se”.
E daí? mas que todos são materialistas
consequentes. Penso que esta aliança de
comunistas com não comunistas é
absolutamente necessária e determina
acertadamente as tarefas da revista. É
como o Gustavo Machado já denunciou.
Vocês se ficam se dizendo leninistas na
internet, vocês vocês são tudo menos,
vocês só são oportunistas, tá? Me joga
para extrema direita, mas me joga com
gosto, tá? Não quero sentar com vocês,
não quero conversar com vocês. Não me
manda mensagem no
WhatsApp, tá bom? Gustavo Machado tem
100% de razão, viu? Não me manda
mensagem no
WhatsApp, beleza? Não me manda mensagem
no
WhatsApp, tá
bom? Então, veja só.
Ah, nesta declaração diszse que nem
todos aqueles que se agrupam em torno da
revista são comunistas, mas que todos
são materialistas consequentes. Penso
que esta aliança de comunistas com não
comunistas é aliança, tá? Não é, é
aliança, é aliança mesmo, não é? Não é
não é a gente se junta aqui depois
briga. Não, ele já venceu. Ele tá com a
coroa na mão. Tá com a coroa na mão. Ele
já é chefe de estado. Então, ó, um dos
maiores e mais perigosos erros dos
comunistas, como em geral dos
revolucionários que tenham realizado com
êxito o começo de uma grande revolução,
é imaginarem que a revolução pode ser
levada a cabo só pelos
revolucionários. Tá bom?
Pelo contrário, para o êxito de qualquer
trabalho revolucionário sério, é
necessário compreender e saber tornar
realidade a ideia de que os
revolucionários só podem desempenhar um
papel como vanguarda da classe
verdadeiramente vital e verdadeiramente
avançada. A vanguarda só cumpre as suas
tarefas de vanguarda quando sabe não se
desligar da massa que
dirige, mas fazer avançar realmente toda
essa massa, tá?
Tem que fazer avançar, tem que ensinar
de cima para baixo. Tá dizendo Len aqui.
Sem a aliança com os não comunistas nos
mais diversos campos de atividade, não
pode sequer falar-se de qualquer
construção comunista eficaz. Isto
refere-se também ao trabalho de defesa
do materialismo. E materialismo aqui não
é método, não. Materialismo é uma [ __ ]
Materialismo é método uma [ __ ] Defesa
do materialismo e do marxismo. Aqui se
lançou a revista Fulana Edital. As
principais orientações do pensamento
social avançado da Rússia tem,
felizmente uma sólida tradição
materialista. Para não falar já de
Phanov, bastará nomear
Tenitevski, do qual se afastaram
retrocedendo os populistas modernos, que
é o nome de que dá especificamente lá
para uma galera específica na coisa
russa que eu não vou mencionar agora
porque não tem nada a ver com o que a
gente tá falando, certo? Uma galera
específica lá meio que gosta da da da
luta no campo e etc. dessa galera que
ele tá falando, os populistas modernos,
socialistas populares, os socialistas
revolucionários e outros que corriam
frequentemente atrás das doutrinas
filosóficas reacionárias em Volga. Então
fica repetindo reacionário de manhã, de
tarde, de noite. Reacionário de manhã,
de tarde, de noite. E não quer ser
criticado, não quer, não. deixando-se
levar pelo ouropel da suposta última
palavra da ciência
europeia, no caso é o
pós-modernismo, e sem serem capazes de
distinguir por trás do ouropel uma ou
outra variedade de servilismo, né,
perante a burguesia, perante seus
preconceitos e seu reacionarismo
burguês. Em todo caso, entre nós, na
Rússia ainda e sem dúvida ainda haverá
durante muito tempo
materialistas do campo dos não
comunistas. E o nosso dever absoluto é
atrair todos os partidários do
materialismo consequente e militante ao
trabalho comum para a luta contra a
reação
filosófica e os preconceitos filosóficos
da chamada sociedade culta.
deigen, né, que é o o
[Música]
o trabalhador que Marx tirou para para
intelectual, que não se deve confundir
com o tão presunçoso como fracassado
literato de Etingue Filho, ao dizer que
os professores de filosofia na sociedade
moderna, na maioria dos casos, não são
de fato mais do que lataios diplomados
do
clericalismo, tá repetindo religiosidade
pro público, tá? tá repetindo
religiosidade, clerical repetir
religiosidade pro público. Expressou de
um modo justo, certeiro e claro o ponto
de vista fundamental do marxismo acerca
das tendências filosóficas dominantes
dos países burgues e que são objetos da
atenção dos seus sábios e publicista. Os
nossos intelectuais russos, que gostam
de considerar-se avançados, tal como
acontece, aliás, aos seus colegas em
todos os restantes países, não gostam
muito de transferir a questão para o
terreno da apreciação dada pelas
palavras de
Dzinger e não gostam porque a verdade
lhes dói. É, a verdade é um negócio
problemático. Basta refletir um pouco
que seja sobre a dependência política
econômica geral, bem como sobre a
dependência nos hábitos e qualquer outra
em que se encontram as pessoas cultas
modernas em relação à burguesia
dominante para compreender a
justpera caracterização de
Dietner. Basta recordar a enorme maioria
das tendências filosóficas em moda que
surgem com tanta frequência nos países
europeus. Começando, por exemplo, pelas
que estão ligadas à descoberta do rádio
e agora na internet e terminando pelas
as que agora procuram agarrar-se a
Einstein para perceber a ligação que, ou
seja, não não pode aparecer um
intelectual com alguma novidade que o
pessoal, não, pera aí, vou criar uma
ontologia nova. Aí já cria um terminho,
já cria uma [ __ ] para perceber a
ligação que existe entre os interesses
de classe e a posição de classe da
burguesia, entre o seu apoio a todas as
formas de religião e o conteúdo
ideológico da das tendências filosóficas
em moda de que atrás se disse, vê-se que
uma revista que quer ser órgão do
materialismo militante deve ser, em
primeiro lugar um órgão combativo no
sentido do
desmascaramento e da perseguição
incansável de todos os atuais lacaios
diplomados do
clericalismo, quer atuem na qualidade de
representantes da ciência oficial, quer
na qualidade de
francoiradores, que a si próprios se
chamam de
publicistas, se chamam publicistas
democratas de esquerda ou
ideologicamente socialistas. Tal revista
deve ser, em segundo lugar, um órgão de
ateísmo
militante. Pera aí, eu não entendi. Tal
revista deve ser, em segundo lugar, um
órgão do
[Música]
ateísmo militante.
Temos departamentos ou pelo menos
instituições estatais que dirigem este
trabalho, mas dirigem este trabalho de
um modo
extremamente hepático, né, sem
interesse, extremamente insatisfatório,
sofrendo, pelos vistos, a pressão das
condições gerais do nosso
burocratismo, autenticamente russo,
embora soviético. Por isso é
extraordinariamente essencial que
complementando o trabalho das
correspondentes instituições do Estado,
corrigindo e animando a revista que se
consagra à tarefa de se tornar um órgão
do materialismo
militante, conduza uma luta. É o quê?
Pera aí. conduz a uma propaganda e uma
luta
ateísta infatigáveis.
É necessário seguir atentamente toda a
literatura respectiva em todas as
línguas, traduzindo-a ou pelo menos
resumindo tudo que é minimamente valioso
neste domínio.
muito haja muito que Engels aconselhava
os dirigentes do proletariado moderno a
traduzir de cima para baixo para o
difundir em massa entre o povo a
literatura ateísta militante do século
XVII, tá? Chamado Iluminismo. Então,
veja só, deixa eu falar com vocês aqui
um pouco, tá
bom? Eu não sou marxista, eu não sou
leninista, eu quero que se [ __ ] tá?
Quero que se [ __ ] agora vocês,
tá? É por isso que os caras gostam mais
de Valter Bem do que de lane,
né? Por isso que os caras gostam mais de
Walter Benjam do que de Len, né? Esse é
que é o problema, né?
Por isso que os cara
gosta mais de Walter Benjamin do que de
Len. Então veja, Pedro, você é aliado,
você é inimigo, você é de extrema
direita, você é de não sei o quê, você é
de que [ __ ] do que você quiser me
chamar. Chame do que você quiser. Vocês
não passam de lacaios
clericalistas, populistas. E em última
instância, em última instância, em
última instância, em última
instância, oportunistas
políticos,
tá? É a minha
visão, é a minha visão, é minha
ontologia.
O nome do texto, muito bem perguntado,
camarada, muito bem perguntado. Muito
bem perguntado sobre o significado do
materialismo militante. Esse é o nome do
texto. Veja, eu tô dizendo, eu tô
dizendo que vocês têm que seguir Lenin.
Não, não siga se não quiser. Eu eu não
sou pai de vocês, eu não sou marxista,
não sou Lenin. Eu sou lá da extrema
direita. Vocês não estão dizendo? Agora,
eu sendo lá da extrema direita, onde
vocês querem me colocar, eu defendo a
mesma coisa que o Lenin defende. Tem que
divulgar o ateísmo. Você não quer
divulgar, não divulgue. Não divulgue.
Faça o que você
quiser. Faça o que você
quiser. Direito seu, pô. Não tô dizendo
que você tá obrigado, né? Que eu vou te
calar, que eu vou caçar você. O que eu
tô dizendo é o
seguinte, há um discurso antiintelectual
na esquerda que vem da direita. Há um
discurso intelectual que não tem o
[Música]
o eh não o discurso antintelectual é da
direita. Há um discurso
culturalista, certo?
Não, Diego. Diego tá dizendo assim, ó.
Vou fazer uma live assim que você acabar
para te responder. Diego, a olha só, o
que o que eu tô dizendo para você é o
seguinte, olha, presta atenção. O link
não é inimigo, [ __ ] O Link faz
desenho. A minha briga com você é essa,
ó. O Link é um cara que
faz a atividade na internet para
comunicar a cultura. O Link não é
marxista, [ __ ] Ele comunica a
cultura.
Ele comunica a cultura, deixa o cara
comunicar a
cultura. Então tá bom. Então vai lá me
explicar porque eu tô errado e você tá
certo. Tá tudo certo. Eu não vou brigar
com você por causa disso. Você tem uma
opinião diferente. Então a a veja só.
Então eu tô dizendo o seguinte: tem uma
cultura claramente
antiintelectual. Tem uma uma cultura
claramente antiintelectual na esquerda.
Ficar negando isso é um absurdo dos
absurdos dos absurdos. Tem uma uma
cultura antiintelectual, tem uma cultura
no marxismo que é de, veja bem, veja,
tem até um camarada que perguntou ali,
não, mas eu tenho um camarada, né, o
próprio Jones, ele é religioso e e é
marxista, não tem problema nenhum, tá
tudo certo, não tem nada de errado. E o
próprio o próprio, digamos, o
próprio Leni fala sobre isso, né? Não
tem que perseguir ninguém porque tem
religião, porque não tem. O que eu tô
dizendo é o seguinte, há uma um discurso
que cola contra mim, que é dizer assim,
ó, o Pedro é playboy. Ele diz isso aí
porque ele é playboy. Ele diz isso aí
porque ele é um acadêmico de merda que
não sabe a vida do povo. Aí tem essa
coisa, olha, o povo todo é cristão,
então a gente não pode falar de ateísmo
porque o povo é cristão. Pode, pô. Que
doideira, brother. Por que que não pode?
Aí começa a correr essa visão. Olha, ele
é um inimigo da gente, né, galera? Ele é
o inimigo da gente, porque a gente tá
aqui querendo falar a linguagem do povo,
né? Ele tem, ele tem, a gente tá aqui
querendo falar a linguagem do povo,
minha galera. E ele tá atrapalhando a
gente de falar a linguagem do povo. Fale
a linguagem que você quiser. Fale a
linguagem que você quiser. Minta se você
quiser. Você é atu, mas chega lá e fala
assim: “Não, fala o quê? Eu sou, eu sou,
acredito numa, eu acredito no espírito.”
Fala, mete essa aí. Mete essa, mete
essa. O que eu tô dizendo que o povo não
é burro. Se você é ateu, diz que você é
teu. Se você é ateu, diz que você é teu.
Só teu. Me pergunta qual é a sua
religião. Sou
teu. Eu sou teu. Pô, não mete os 50 tons
de manobral. Não, não. Veja bem, porque
eu vim dar quebrada. E aí Jesus uma vez
falou comigo, falou: “Não, você sabe que
não falou. Você vai meter essa, você vai
tentar enganar o povo mesmo. Tu não é
religioso, [ __ ] Tu é ateu. Fala que tu
é ateu. Se você for,
claro. Não, mas eu sou ateu, mas muito
melhor do que iso. Aí que eu tô dizendo
que é vontade de impotência, né? Vontade
de impotência. Aí vejando. Não, tu é, tu
é ateu, tu fala do teu
ateísmo, mas eu sou muito, eu sou ateu
também, mas eu sou muito mais um cristão
bem orientado do que aí. Tá vendo como é
que é? Vontade de impotência do [ __ ]
Vontade de vocês percebem o que eu tô
dizendo? É, mé sou culturalmente
cristão, igual o Dkins fala, né? Walk
falou, não, veja
bem, veja bem o ateísmo. Eu sou ateu,
mas também odeio os ateus. Eu sou ateu,
mas odeio os ateus. Esse meu grupo é uma
merda. [ __ ] que pariu. Pagando pedágio
24 horas pagando pedágio 24 horas
pagando pedagem. Aí acha que vai pagar
pedágio até o cara vai ficar lambendo a
bota da galera, até a galera achar que é
legal. Isso aí que você fala, né?
Vai ficar lambendo a bota da galera para
Não, gente, muito patético isso. Muito
patético. Muito
patético. Completamente patético. 100%
patético. 100%. É, fica virando
chaveirinho, né? Virando chaveirinho do
do de de religioso. Ah, [ __ ] Só
respeita os religiosos. Vocês viram o o
que que o texto diz? Divulga o ateísmo,
diz o texto. Aí você fala: “Pedro, então
você divulga o ateísmo porque o Lenin
disse: “Não, divulga o ateísmo porque eu
quero”. Mas os caras é uma chupação de
ral de citação de Marx, é uma citação de
não sei o quê. Mas Marx já disse, mas
Marx já falou, [ __ ] lê os cara mesmo
para ver o que que os caras
dizem. Lê
mesmo. É, mas é claro que tem que
respeitar, né, meu querido? Você tem que
respeitar. O Pereiro perguntou, tem que
respeitar. Por quê? Porque você tem que
respeitar qualquer
pessoa. Hum. tava zoando. É [ __ ]
Internet é intancável,
né? Mas o que eu tô dizendo é no que eu
tô dizendo
é o
camarada, o
camarada, camarada Vittor, tá? Ah, mas
ele é comunista. Não sei, não me
interessa, não ligo. Não ligo, não me
interessa, não ligo. Não me interessa.
Mas o camarada Vitor, ele foi falar
assim: “Olha, tem gente que usa Platão
para fazer conversa mole”. E veja, a
questão não é você só fazer conversa
mole, a questão não é você ir na mesa de
bar, ah, eu acho que Platão, isso, acho
que Platão, todo mundo pode achar o que
quiser. A questão não é essa, é que este
misticismo e é o nome, tá? É o nome que
se dá, é
misticismo, misticismo da nova acrópole
vai criar dur do nos seus seguidores que
eles são tão esotéricos de verdade que
eles têm isso, viu? Você entra no
comecinho, você não sabe o que tá
rolando. Você acha, não, isso aqui é só
uma filosofia prática. Só uma filosofia
prática. Você vai descendo no buraco da
desgraça, né? Você vai chegando no
buraco no final, aí não, veja bem, é
porque as culturas
antigas, né? E a coisa da estrutura
universal, do entendimento das coisas e
etc.
E veja bem, já tinha uma religião única
desde ISIS, né? Tudo plotinismo barato,
tudo plotinismo barato. Não, veja bem,
desde Isis, que Isis é a deusa mãe. E a
deusa mãe que é a terra que vai vir
germinada pelo não sei o quê. E tarará e
quando você vê a galera já foi. Quando
você vê, a galera já foi. Aí você não
puxa mais de volta. E a Atlântida, né?
Quando você vê, a pessoa já foi, já foi,
não volta mais. E o e o e o Len tá
dizendo assim: “Gente, a gente precisa
educar a população. Aí veja, enquanto
você se exime do ato de educar a
população, o jovem místico tá
institucionalizado. A religião, as
religiões
mais mais reacionárias e anticomunistas
e anti estão todas organizadas.
É, aí foi nessa que um amigo meu virou
Lavista. É óbvio, né? Não, veja bem, é
porque o espírito e esses materialistas
que acham aí a IS sem vé. Eu conheço
isso tudo, viu, gente? Conheço isso
tudo. Não acha que porque é esotérico é
secreto, não, tá? Não, porque veja bem,
esse aliás o simbologismo da IS é um
simbologismo do materialismo. Os caras
são tão sem vergonha. São tão sem
vergonha, são tão com falta de vergonha
na cara, tá ligado? Que eles roubam os
símbolos do material. Porque a ideia era
exatamente, olha, a ISIS representa a
natureza. A ISIS velada é a natureza que
é desvelada pela ciência moderna, tá
ligado? O símbolo era do racionalismo
francês, o símbolo era do racionalismo
moderno. Os caras roubam o símbolo. Não,
veja bem, porque é impossível desvelar a
ISIS. E aí dá uma pega o misticismo todo
de Plotino, né, e fala assim: “Não, o
conhecimento verdadeiro é uma coisa que
só os iniciados podem alcançar. É o é o
exato oposto da proposta de ensinar a
população. É o exato oposto. Tem uma
casta de iluminados que chega lá e
encontra o conhecimento oculto da mãe
terra e etc e tal, que só os iluminados
chegam aí, criam uma estrutura de casta
e etc e tal. Tá bom?
É exatamente o contrário do que eu quero
fazer aqui. É exatamente o contrário do
que eu quero fazer aqui. Tá bom?
Exatamente o contrário. E eu não quero
fazer o contrário. O que? Eu não quero
fazer o contrário porque Lenin disse que
era para fazer o
contrário, tá? Eu não quero fazer o
contrário porque Lenin disse. Mas aí,
meu querido, a Diego, Diego, o Diego diz
assim, ó. Exato, Pedro. O que o link
defende é isso. Vá brigar com Link,
então, [ __ ]
Vá brigar com Link, então. Vá lá brigar
com Link para [ __ ] Tá tudo certo,
cara. Tu quer me obrigar também? Quer me
colocar numa coleira e me obrigar a
brigar junto com você? Vai lá brigar com
ele, pô. [ __ ] tu é muito chato, Diego.
[ __ ] vai lá brigar com o Link. Vá,
velho. Vá, faça 10 vídeos, velho. [ __ ]
brother. Vá lá. Então, a
o então vai lá, então seja feliz, tá
bom? É porque o que eu quero dizer é o
que eu já entendi, pô. Você não precisa
repetir, tá ligado? Você assim, ó, não,
pô, você faz o que eu quiser, eu faço o
que eu quero. Comentando isso, você faz
o que você quiser, comentando de volta e
a gente entra no fluxo eterno. O que eu
tô dizendo é passa, certo? Não precisa
repetir oito vezes. Eu já entendi. Vaiá
lá e faça e seja feliz, tá? Você repetir
oito vezes. Eu entendi na primeira que
você não gosta ali. Eu entendi na
primeira, tá? Entendi na
primeira.
Ah, então veja bem. Então veja bem.
Eu
tenho por mim que é importante divulgar
o pensamento racional, as instituições
modernas e valorizá-la sempre. Não, de
vez em quando eu vou fazer crítica, tá
bom? De vez em quando eu vou fazer
crítica. Mas no geral, o que o Olavo de
Carvalho fez no Brasil, certo? É
desmoralizar as escolas.
as universidades, os professores,
desmoralizar, porque aí quando você cria
um vácuo de poder, tu toma o vácuo de
poder. A impressão que eu tenho é que o
webcomunismo faz igualzinho porque ele
tem a pretensão de fazer a mesma coisa
do que o Olavo, dizer que o Olavo está
certo na forma, mas não no conteúdo. A
gente tem que desvalorizar as
instituições que têm autoridade para que
nós tomemos a autoridade. Eu sou contra
isso. Eu sou absolutamente contra isso.
Absolutamente contra isso. Sou 100%
contra isso e expressarei-me claramente
contra isso. Você acha que eu sou
inimigo, que eu não sou aliado, você não
paga a minha conta, você não é, eu não,
você não exerce nenhuma influência sobre
mim. Ah, mas eu vou te tirar do partido
e etc. Assim, tira, [ __ ] tira, tira do
partido, tira do partido, faz um mártir,
vai ficar bonitão. Tira do partido, faz
um mártir, prova que eu tô certo. Porta,
vai, você é inteligente para [ __ ]
Faz um marte, me tira do partido, vai,
luta contra mim, né? Vai, luta contra
mim que vai dar tudo certo para você.
Faz, faz. Como se eu ligasse para
[ __ ] para essa merda, né? Como se eu
ligasse para [ __ ] dessa merda. Então
veja, cancela mesmo, cancela mesmo. Fala
que eh aí isso tudo mostra que quem
tinha razão no fundo desde sempre era o
Gustavo Machado,
tá? É isso, é isso que vai se colocar. E
como eu não tô disputando carguinho,
como eu não tenho interesse, né, em
disputar carguinho, como eu não tenho
interesse em disputar carguinho, então
como eu não tenho interesse em disputar,
esse tipo de pressão não vai me atingir,
só vai me irritar, só vai me
irritar esse tipo de inter, esse tipo de
coisa só vai me
irritar, tá? Só vai me irritar. Então
para web comunismo imundo do [ __ ]
Vocês não vão me calar me dando apelido,
me xingando, me jogando pro lado de lá,
tá bom? Joga, mas joga bastante, tá?
Joga, mas joga
bastante. Beijo no coração de todos.
Falou, valeu e até mais.