Eu espero que esteja tudo bem com vocês.
No vídeo de hoje, eu quero comentar uma
coisa que a gente vem conversando há
muito tempo atrás, há muito tempo atrás,
mas aqui eu quero retomar com fatos, com
facts,
com facts,
facts.
suff.
Quero comentar, quero comentar com vocês
o seguinte. Eh, vocês viram que hoje o
Lula, ele
tá conversando com o Trump na Malásia,
não é isso?
Você sabe que o Lula tá conversando com
o Trump na Malásia, né?
vão sair muitos, muitos, muitas notícias
sobre o que que vai ser conversado e etc
e tal e etc e tal. Eu, na verdade, não
quero falar sobre isso hoje, não. Hoje,
hoje eu quero falar isso tudo, é, é tudo
uma ilusão, porque eu quero conversar
sobre a necessidade de superar uma ética
do guerreiro. Eu quero falar rapidamente
sobre vilã de saga
e eu quero falar sobre
como Niet é culpado por por muitas
coisas terríveis do mundo, tá? Muitas
coisas terríveis no mundo. Muitas coisas
terríveis no mundo. Eh, bom, vamos lá.
Primeira coisa que eu quero manifestar é
o seguinte, é a comparação entre fatos
concretos, né? O Lula setou para
negociar agora com o Trump, tá
conversando com Trump, sabe-se lá o que
que vai vir daí e etc. Eh,
então eu eu deixa eu deixa eu te dizer
uma coisa.
A a Mirela falou: “Meu Deus, eu ia te
recomendar eh Vilante de Saga tava só
esperando o próximo tudologia”. Então,
deixa eu te dizer uma coisa. Deixa eu te
dizer uma coisa imediatamente. Eu
detesto, eu não vi, tá, Viland Saga, mas
eu detesto esta porcaria viking
que existe na cultura ocidental, tá? E
eu vou explicar para vocês. Porcaria
viking na cultura ocidental normalmente
tá te colocando duas coisas na cabeça.
Porcaria viking no mundo ocidental
normalmente tá colocando duas coisas na
cabeça das pessoas. A primeira é o
estereótipo do macho.
O estereótipo do macho. O machão.
Olha como vocês têm que amar o machão. E
depois tem a desconstrução do
estereótipo do macho. É universal. Isso
é a descrução, é a desconstrução do
estereótipo do macho dizendo assim:
“Tudo bem ser macho, a gente gosta mesmo
é do macho”. É isso que a galera fala.
Só que,
só que
quando você encontrar Jesus,
[risadas]
[ __ ]
[ __ ] merda. [ __ ] merda. [ __ ] merda. É
tipo assim, no fundo, no fundo, vocês
gostam mesmo é do macho suado e que
arranca cabeças.
Mas,
mas
quando encontrar Jesus, BR, é, é se for
tão histórico, meu Deus, como eu odeio
isso. [risadas]
Como eu odeio isso, velho. Como eu odeio
isso, velho. Veja só. Ai, cara, é muito
ruim isso. É muito ruim. É assim, é o é
o macho no fundo tem um macho enjaulado
ali. [risadas]
Eu odeio isso. Eu odeio demais isso. Eu
odeio demais isso, cara. Eu odeio demais
isso. É o macho enjaulado que encontrou
Jesus.
Ah, não. E esse é o homem dela. É o
macho e jalado que encontrou Jesus. Ah,
mas tá bom. Ah, cara, isso tem a ver com
a história.
Ah, cara, não, cara.
Macho enjaulado que contra Jesus não dá,
velho. Não dá. Tá, vamos lá. Eh,
é, é,
é isso. É, é o lenhador americano, né?
Que ele é forte, mas ele também coloca
aquecimento dentro de casa. [risadas]
Ai,
não, não dá, não dá. Para mim não dá.
Para mim não dá. Ele é muito poderoso,
mas ele reconhece que ele tem que cuidar
da família e e [risadas]
levar o menino para passear nos sábados.
Ai droga, droga
droga
droga. Mas tá bom. Mas veja, então
assim,
tirado isso da frente do meio do
caminho, veja só, isso isso é é isso é
muito ruim, velho. Isso é muito ruim.
Isso é real muito ruim, tá? Isso é muito
ruim. Essa construção dessa ética é
muito ruim. Mas vamos lá. Eh, é tipo
assim, o verdadeiro guerreiro é aquele
que cuida da sua própria família.
[risadas]
Ai,
caramba. Tem que acabar o jovem, velho.
Tem que acabar o jovem. Eh, veja só, o
Dani, o Daniel per assim, viu, viu a a
fala do Lula que deu polêmica, vi? [ __ ]
fala de merda do [ __ ] Ele meteu
tropa de elite na cara na cara dura,
né?
Meteu, meteu tropa de elite na cara
dura, né? É você que financia essa merda
toda.
Eh,
tá, vamos lá. Vamos lá, então. H,
vou os cara orgulhoso por ser um adulto
funcional, né? Caraca, você é um adulto
funcional, né? Você lava os pratos.
[risadas]
Tá, vamos lá. Eh,
vamos lá. Vamos lá. Então, deixa, deixa
eu comentar aqui o que eu queria
comentar, né? Que eu queria comentar é
um, é, é mais sério, tá? Eh, é sério o
que eu queria comentar. É sério e tem a
ver com essas construções, com essa, com
essas imagens e tal. Eu não acho que a
mensagem seja ruim, tá? Eu tava
brincando aqui, né, com Vilante Saga
porque, meu Deus do céu, é muito ruim
isso, gente. É muito ruim essa ideia. É,
é muito ruim essa ideia. É muito ruim
mesmo. Mas é assim, é para convencer o
menino que a violência é ruim e que só
os grandes violentos que é veja, é assim
Samurai X é assim, tem um monte de
história assim, né? É o cara que lutou a
vida toda e agora ele é ele é sombrio
porque ele lutou. Ele, se precisar, ele
luta, mas ele não quer mais lutar porque
agora ele aprendeu, agora ele amadureceu
após a luta e ele vê as pessoas se
entregando paraa luta, mas ele é muito
superior a isso tudo. Ele é é é como o
camarada falou, né? O é o é o bárbaro
hisóico, né? É o bárbaro históico. Eh,
cara, [ __ ] não dá, velho. Não dá. Isso
é muito ruim, velho.
É Suke de Naruto, Power Ranger branco,
Guts de Bessec, é toda essa merda mesma
com o Kratos, o Kratos, né, que agora
tem um filho, né? Ohó, meu Deus, agora
eu sou lenhador e cuido do meu filho.
Não dá, velho. Ai, eu odeio muito jovem,
velho. Eu odeio muito jovem. Vamos lá.
Mas sério, falando sério, tá? Essas
veja, eu tô tirando na no tom de piada
porque isso é muito feio para mim. Isso
é muito é muito um padrão discursivo e
etc e tal. Eh, mas o que me interessa é
a ética. Falando sério, tô falando sério
mesmo. Tô falando sério mesmo,
tá?
Tô falando sério mesmo.
Tô falando sério. Ah, é. Não veja, o
camarada mago tá dizendo assim:
“Camarada mago é foda.” Pior que o
Cratos ficou massa naquela dublagem. Eu
não tô dizendo para vocês não gostarem,
tá?
Eu não tô dizendo para vocês não
gostarem, tá? Eu não tô dizendo para
vocês não gostarem. Pode gostar, tá
liberado gostar. É divertido. É
divertido.
Mas
a galera transforma isso em filosofia de
vida. E aí eu quero comentar o seguinte,
certo? filosofia de vídeo, sabe? Para
você jogar um jogo, você assiste um
filme, tá, tá tudo massa. Agora você
verter um jogo e um desenho animado, a
filosofia de vida, é um outro passo,
certo?
Isso pode gostar de de lenhadores
musculosos lindos. Tá liberado.
Escanor. [risadas]
Exato.
Escanor.
É isso, é isso, é isso. Ah, cara, tá
liberado você gostar dessas coisas, tá?
tá liberado. Mas assim, transformar isso
de filoso em filosofia de vida. Ah, não,
pera, pera, pera um pouco, tá? Pera um
pouco, pera um pouco para caramba, tá?
Vou falar sério agora. Vou falar sério,
tá? 10 minutos de brincadeira já tá bom,
né? Eu quero falar um negócio sério.
Ah, veja bem, vocês viram,
eu vi um um
uma fala do
Trevisan. Vocês conhecem o Trevisan, né?
televisão,
um senhor de cabelo branco, etc, que
mostra muita sabedoria e ele fala de
relações internacionais.
Ele é muito bom, não só porque ele
conhece muito de relações
internacionais, mas ele é muito bom
comunicador também. O estilão que ele
fala assim, ele é muito bom. H, ele tem
ele tem uma boa arte retórica, além de
ser um um bom conhecedor de relações
internacionais, né, e passar toda essa
aura de homem sábio da montanha e tal.
H, eu vi uma fala do Ele é jornalista
também, pô, tá explicadaço, né? Ele é
muito bom comunicador. Ele é muito bom
comunicador. E eu vi uma fala dele no na
Band News, né, em que todo mundo tava
pagando um pau gigantesco para ele.
Achei bem legal, porque ele é realmente
uma pessoa que deve ser escutada, porque
ele tem toques importantes a serem
dados. E, como eu disse, ele é um
excelente comunicador. Eh, e ele tava
comentando uma coisa que eu achei muito
incrível. Ele comentou que ah é uma
entrevista de quase 30 minutos, eu acho
que tem 40 minutos, eu acho que tem 40
minutos a entrevista, é sobre o cenário,
né, sobre a negociação do do Lua com
Trump e etc. E ele fala uma coisa que eu
achei brilhante, ele fala: “Você tá
vendo?” E e isso eu quero refletir, eu
quero refletir sobre isso
especificamente, tá, queridos? Eh,
ele diz:
“Você viu que até
o Maduro?” Vocês vocês viram o vídeo do
Maduro? Vem. Não, vocês tem que passar
essa vergonha ler junto comigo aqui.
Vocês tem que passar essa vergonha aler
junto comigo. Essa vergonha aler merece
ser coletiva.
Pera aí.
Vamos ver v ver v ver a diferença.
Vamos ver a diferença.
Vamos ver
o Maduro falando e depois vamos ver o
Lula.
Você se você não vai ter que ver de
novo. Ah, já vi. Vai ver de novo. Vai
ver de novo. Tem que passar vergonha
junto comigo.
Não há na guerra. Noa guerra. Not not
peace peace
forever forever forever forever
crazy war
no guerra loca
no crazy no crazy no crazy
please please
peace forever peace forever
for
victory forever
lenguaje
si traduce alaol tipo ser no guerra no
guerra noer guerra no a la guerra de los
locos no a la locura la guerra la traduc
Paz
[música]
uh
todo mundo, todo mundo resistiu.
Ai, cara, vamos lá. A mensagem é boa,
tá?
Ele meteu, ele meteu o popcorn. É, ele
meteu popcorn.
Ele meteu o popcorn. A ice cream. A
popcornice cream. Ele meteu o popcorn
cream. É feio. Feio para [ __ ] Mais
feio ainda do que a questão estética,
que por si só já é muito feia. Já é
muito feia. Esteticamente horroroso.
Esteticamente horroroso, né?
Muito feio. Feio, fakei dói. Feio. Se
você achou que isso aqui que acabou de
acontecer é normal do ponto de vista
estético, nasça de novo, tá? Nça de
novo. Imediatamente. Comece um processo
de encarnar novamente. Se você não
enxerga o tão
ah que isso é do ponto de vista
estético, nasça novamente, tá?
Mas beleza. Pior do que ser feio, tá?
Pior do que ser feio. Pior do que ser
feio.
Pior do que ser feio. É que ele tá
falando: “Please, please, please, não
faça guerra”. E há um tempo atrás ele
tava pagando de brabão na internet. Isso
é mais feio ainda. A questão estética, a
gente brinca aqui, tá? A gente faz
piada, a gente faz graça, tá? A gente
faz graça porque é engraçado porque o
inglês é macarrônico, porque eh é office
para caramba, é feio esteticamente, mas
até aí a gente brinca, tá? Até aí a
gente brinca. Um personagem falou uma
coisa, tem um jeitinho engraçado de
falar, até aí a gente brinca só, tá bom?
É só brincadeira. Agora o grande
problema foi
ele instigou
o fato de que ele tá voltando atrás
agora, né? Torna a situação feia do
ponto de vista geopolítico. É feio. Ah,
tu não era o brabo, tu não era o macho,
tu não era o cara que armava a população
inteira. Agora tá ai, por favor, por
favor, não guerra. Por favor, não
guerra. Fica feio, fica feio, fica feio.
Vocês entendem que fica feio para todo
mundo? fica feio. Entretanto, é a
atitude de homem a ser tomada, certo?
Por mais que isso seja engraçado,
por mais que isso tenha ficado feio, é
isso que é para fazer mesmo. É isso
mesmo. É exatamente isso que ele fez que
é para fazer.
Por mais que ele tenha feito de um de um
de um jeito feio, porque ele não sabe
falar, não sabe pronunciar inglês
direito, por mais que tenha sido feio,
porque ele tem um tom de comicidade com
a situação que é séria, por mais que
tenha todos os problemas do ponto de
vista estético, é a coisa de homem ser
feita.
É isso mesmo. Veja por quê. Veja por. E
aqui eu vou começar a falar de filosofia
sério, tá? Até agora eu tava brincando e
tal, mas agora vou falar de filosofia
sério, de verdade. Peço a atenção de
vocês pra gente desarmar um pouco aqui
do tom de, digamos,
de de de, né, pastelão, de brincadeira e
etc e etc e etc. Veja, se antes ele tava
pressionando os Estados Unidos, por que
que isso é errado do ponto de vista
geoestratégico, do ponto de vista da
política internacional e do ponto de
vista até mais comum filosofia, que é o
seguinte, Niet, ele criou uma filosofia,
isso é muito explícito em além eh além
do bem e do mal, isso é muito explícito,
mas está espalhado na obra inteira dele,
que ele divide duas morais. Ele fala,
tem uma moral que é dos fracos e tem uma
moral que é dos fortes.
Por mais que Niet estivesse interessado
em falar sobre arte, sobre a capacidade
humana, sobre o pessoal que fica
querendo puxar os outros para trás
quando eles realizam as suas coisas,
isso significa um grande músico, um
grande atleta. Sempre tem a galera que
quer puxar para trás di assim: “Ah, mas
ele é grande atleta, mas também se eu
tivesse essa condição para fazer o
exercício que ele faz. Ah, mas também se
eu tivesse nascido numa família assim.
Sim, cara, mas não nasceu. Para de
chorar e para de reclamar e para de
puxar o a pessoa que é um grande atleta,
que é um grande músico, para trás. Esse
é o ponto mais ou menos de Niet. As
pessoas na nossa sociedade ocidental
puxam os outros para trás, são
freiadores da vida alheia. as pessoas
que chegam em posições, aí você fica
desmerecendo. Niet tá preocupado com
isso, com essa galera que sempre tá
puxando os outros para trás, tá bom?
Só quando você fala especificamente de
política e isso os nitinianos têm uma
dificuldade de aceitar, isso implica
numa moral de violência, porque a o ato
da política, a discussão da política é
um grande campo de negociação de acordos
e etc e tal. E quando você elimina a
possibilidade de puxar para trás, a
possibilidade de puxar para trás é o
pacto social, são as leis, são as
limitações para aqueles que são
poderosos. Se você elimina isso, tudo se
transforma em apenas uma disputa de
poder e nada mais. E é muito difícil
convencer nitinianos que vem a parte
bonitinha de Niet, que é assim, ó, pare
de puxar os outros para trás
e as suas consequências dentro da
política.
As consequências dentro da política.
Quando você divide a moral entre uma
moral dos vencedores e a moral dos
reclamões que não venceram, não se
visualiza o impacto real que isso tem
dentro das disputas políticas. Se você
tá fazendo uma moral belicosa de guerra,
quem que vence? Se todo mundo tentar
emular a moral de guerra, queridos? Se
todo mundo tentar emular a moral
belicosa, quem que ganha, meus queridos?
Quem que vence, meus queridos?
Se todo mundo tentar fazer uma moral de
violência, de arma em punhos, quem que
ganha? Ganha quem tem mais violência,
ganha quem tem mais arma. Vocês entendem
isso? ganha quem tem mais força. Ao
sacrifício que for, se você coloque, não
é o mais bravo que vence, vence o mais
forte, é literal. Se você constrói uma
tática onde a a gramática da disputa é
uma gramática militar, vence, não é quem
tem a pose de brabo, vence quem tem mais
arma, vence quem tem mais poder de fogo.
Se você transforma a gramática da
disputa em uma gramática relacionada a
quem é mais forte, vencerá o mais forte.
Então, o mais fraco numa disputa
militar, ele tem que conseguir falar
outras gramáticas de poder que não só da
violência, porque se restar só a
violência ele perderá. Vocês entenderam?
Vocês entendem o que eu quero dizer?
Quem pode falar gramática de força é
Trump, Shi, Putin, Hitler.
Nem a Itália de Mussolini poderia,
porque ela não era isso tudo de poder
industrial na Itália. Resultado, você
cria uma gramática de força e você
autoesmaga-se, como aconteceu na Itália
nas duas guerras mundiais, de maneira
completamente patética, nas duas guerras
mundiais, a Itália não fia nem cheirava.
Nas duas, tanto na primeira quanto na
segunda,
uma gramática de força criada para si
próprio foi o autoestermínio da Itália
nas duas guerras.
Na na primeira guerra a Itália virou
casaca pateticamente e na segunda ela só
tomou [ __ ] Até brasileiro bateu na
Itália, tá?
Na Segunda Guerra Mundial, até
brasileiro deu pau na Itália, tá? Até
brasileiro deu pau na Itália porque não
era forte, não tinha o poder industrial
que se trajava de ter. Não tinha, não
tinha, mas não tinha mesmo. Mas não
tinha mesmo. Tá longe de ter.
tava longe de ter. E isso promove o
suicídio de uma sociedade. Exatamente,
Wida. E isso promete eh isso, a tão
superestimada FEB, que não fez nada
demais, mas até ela bateu na Itália. Até
ela bateu na Itália. Só pra gente ter
noção da situação.
Exatamente. Uma uma Itália recém
unificada, mas a Alemanha, apesar de ser
recém unificada, ela tinha poder
industrial. Foi por isso que ela foi pra
guerra na desde na primeira e na
segunda, tanto na primeira quanto na
segunda, que o ponto da Itália ou do
ponto da Alemanha era armadilha de
Tucides, né? Tava querendo chegar como a
primeira potência industrial global,
tanto na primeira quanto na segunda, né?
Tanto na primeira quanto na segunda.
Agora quando você é fraco,
a forma da moral, E aqui eu tô usando
Niet, viu? Eu tô usando Niet, mas Niet
toma uma posição. Ele fala claramente:
“Olha, tem uma moral do forte que ele
quer se consagrar, ele quer criar o que
ele quiser, ele quer fazer, ele quer
libertarse da amar dos outros. E tem a
moral dos fracos que querem conter os os
fortes. E fortes aqui, insisto, em linha
geral, nich não tá pensando em política
apenas, mas quando isso vai paraa
política é desastre”. Vocês entendem que
que eu quero dizer? Quando vai paraa
política é desastre.
Porque se a gente verte as pessoas para
essa gramática da força e da fraqueza,
não tem como você ter você existem
muitas polaridades de poder dentro da
sociedade. Existe poder pela sedução,
existe poder pelas relações sociais,
existe poder pela capacidade produtiva.
Se a política vira um poder muito focado
à energia militar, não tem condição.
não tem condição, porque a energia
econômica constitui a energia ah
militar. E assim, os Estados Unidos é
disparado a maior energia do mundo. Em
segundo lugar, a energia econômica. Em
segundo lugar vem a China. A gente tá, a
gente que não está longe, tá? A gente
não, que não é dos piores, a gente tá
entre 10, as 10 primeiras economias
globais.
Mas nosso PIB, mas nosso PIB é
20 vezes menor do que o PIB dos Estados
Unidos. 20 vezes. E a gente tá entre as
10 primeiras economias globais. Tem
muitas outras formas de projetar poder.
Tem muitas formas de projetar poder. O
poder da violência nesse momento
significa os Estados Unidos esmagar a
América Latina inteira.
Portanto, o presidente do Brasil é que
tinha razão ao dizer,
e o Trevisão fala isso muito bem, o
presidente do Brasil que tinha razão,
falar: “Olha, nós não somos os inimigos
de vocês, agora você vai boicotar a
gente, a gente vende para outro”.
Pronto, você tá é uma maneira do Brasil
projetar poder. É uma literal maneira do
Brasil projetar poder. Olha, você não,
você quer boicotar a gente, pra gente
vai ser ruim, mas a gente vai atrás de
outro. Se você não quiser, tem quem
compre.
E o Brasil armou toda a sua diplomacia
mercadológica
para caçar em outros lugares do mundo,
outros mercados para substituir o
mercado americano, para beneficiar as
empresas brasileiras que vão vender
café, laranja e etc e tal. E é
exatamente por isso, inclusive que o que
que o presidente do país tá na Malásia
agora.
Isso é uma forma de projetar poder. Ah,
é? Você vai me boicotar economicamente?
Tudo bem, eu não quero. É ruim. É melhor
que a gente cesse esse boicotte, mas se
vai, a gente vai caçar outro. Isso é uma
forma de projetar poder.
Isso. A parceria do Brasil com a Asian,
né, que é engraçadíssimo, né, o Brasil
incorporar a Asian.
É porque o Breno Tim é muito ruim,
gente. O Breno Timon é um puxadinho lá
da da galera do do web comunismo. Breno
Altman, claríssimo puxadinho da galera
do do web comunismo. Ah, não tem como
levar a sério. Mas veja só, então o o
Brasil tem que fazer isso, tem que não
dá para bater de frente com o maior
exército do planeta.
Extermínio não, né?
Extermínio é pesado, né? Josué falou,
mas esse não é justamente o objetivo do
nitinianos, extermínio dos fracos e
domínio dos fortes. Óbvio que existem
outras interpretações, mas acho que quem
leva essas ideias chega nessa conclusão.
Mas a gente viu aqui um cara que entrou
aqui defendendo que Nich era impossível
de ser de esquerda, que a gente riu
junto para caramba, o cara que é
enxadrista, né? Não era o nickne. Eh,
veja bem, extermínio não, mas a ideia de
que o fraco tem mesmo é que ficar
reclamando da vida e o forte tem que
passar por cima, tá no texto. Não tem
como negar que isso tá no texto.
Não tem como negar.
Não tem como negar que você tá no texto.
Isso. Essa e é isso. Isso aqui é
perfeito. Isso é meio que darvinismo
social. Isso é o espírito do século XIX
europeu. É darvinismo social. E veja
qual é, veja só como é que eu vou
explicar isso materialisticamente. Não é
culpa exatamente do Niet. Niet é um
homem de seu tempo, né?
É um homem de seu tempo. Qual é o único
país da Ásia
que passou por um processo de não ser de
não ser colonizado com justificação
europeia de darvenismo social? Qual é o
único que não foi destroçado? Não
colonizado não, porque teve a China
também que não foi colonizada
inicialmente, mas que não foi destroçado
pelo colonialismo europeu. Qual é o
único país? O Japão. Que que o Japão
desenvolveu? O imperialismo japonês. Ou
seja, ou você é engolido, todo o desenho
japonês. Olha, eh,
se assistir 10 desenhos japonês de de de
lutinha com vilão que vai dominar o
mundo, oito deles são darvinistas
sociais. oito. Por quê? Porque é o que o
Japão criou como elemento de de sua
própria cultura para justificar o
imperialismo japonês. Para você
justificar o imperialismo, imperialismo
esse do século XIX que você toma eh os
outros países e começa a impor,
que você começa a impor
eh uma forma de dominação, porque você é
superior, porque você tá mais preparado,
porque você tá mais desenvolvido
industrialmente. A forma de você
justificar moralmente isso é a forma de
o forte ganha, o fraco morre e não tem o
que ser feito.
É a única forma moral de justificar o
imperialismo na Terra,
certo? O imperialismo é absolutamente
violento. Eu tô dizendo imperialismo, o
imperialismo do dos capitais. Não tô
dizendo a forma colonial, porque a forma
colonial era diferente. Era uma outra
forma de de justificar a violência e o
extermínio. Era a superioridade moral de
espalhar o bem, espalhar o cristianismo
e etc e tal. Certo? Quando começam os
portugueses e os espanhóis a colonizar
os portugueses primeiro Portugal, os
espanhóis a América, depois os
portugueses chegando aqui. Nesse início
da colonização, a justificativa do do da
colonização era positiva do ponto de
vista moral. era, olha, estamos chegando
lá para espalhar o bem, o cristianismo,
Jesus, o amor, né? Era uma justificativa
eh escaralhadamente
mentirosa, mas isso era o do século XV,
século X, vá lá, século XV, né? Porque
começa a sair para ah, o Portugal começa
a sair pra África já no século XV. do
século XV até o século XVI, até o século
XVI, a justificativa é o amor, eh,
conhecer o bem.
Esse essa é a justificativa que os
colôos americanos usam para sair pro pro
ocidente ou pro pro oeste, pro oeste,
pro Ocidente, não deixa de ser ocidente,
certo? Então eles, a justificativa é,
nós vamos atravessar esse continente de
um canto a outro porque Deus quis,
porque temos um destino manifesto, a
imagem é uma donzela assim, ah, como
estou bem, tal. No século XIX, a a o
cinismo, por trás da justificação disso
com a Bíblia, com Deus acabou. E aí eles
justificam com a moral do forte. O forte
sobrevive, o fraco morre. Essa é a lei
da natureza. A justificativa sai do amor
da religião e vai para uma justificativa
crua de dizer que essa é a lei da
natureza. Isso é darvinismo social.
Darvinismo social é uma simples básica
distorção do do texto eh a respeito do
desenvolvimento da ciência de leis
naturais. Você inventa uma pseudociência
para dizer que a lei natural é o forte
mata e o fraco ter dominado. O forte faz
e o fraco obedece. Ah, e inclusive em
benefício do fraco. E veja, isso estava
escrito, assim como a defesa da
escravidão por causas naturais, estava
escrito em em Aristóteles.
E Aristóteles foi abandonado a partir do
século XVII. Roussea questiona
Aristóteles, um cara que questiona de
faz o questionamento. Isso é um absurdo
defender a escravidão como natural é
absurdo. Agora se surgiu um nova uma
nova forma de fazer a defesa da do da
naturalização da coisa. Isso John Stuart
Mill defendia isso. Olha, ao final das
contas a Inglaterra ela vai só que o
John Stuartm ainda tá pensando no bem,
sabe? E nas ideias de bem, na ideia de
que olha, a Inglaterra, se ela chegar e
colonizar todo mundo, vai ser melhor pro
colonizado. O John Start ainda tá se
enganando com a ideia de que olha, no
final das contas isso ainda vai melhorar
a vida do colonizado. Ele tá se
enganando com aquela tese ainda
cristianizada de que na verdade, olha,
eh, quando o português chega aqui no
Brasil, ele tá levando Cristo pros
índios. Olha como é que ele é bonzinho,
certo? Então, na forma cristianizada,
você se preocupa em fazer o bem. No John
Stuartm ainda quer fazer o bem. Ele
ainda acha que tá fazendo. No século XIX
todo mundo jogou isso pro [ __ ] Falou
assim: “É, o fraco manda e foi o fraco,
o fraco, o forte manda e o fraco
obedece”. Essa é a regra da natureza.
Quem não entendeu isso não entendeu nada
do jogo da vida e etc. Isso é darvinismo
social.
E aí, como eu tava dizendo, é à toa que
na cultura japonesa, se você tem 10
desenhos onde tem um cara do mal
tentando dominar do mundo, oito deles,
esse cara é da Venista Social Explícito.
Oito caras desses são da Venías Sociais
Explícito no na cultura japonesa.
Tá. Por que isso lá? por causa do
imperialismo japonês. O imperialismo
japonês, o império japonês foi criado
sob essa tese. O Japão tem que ser forte
para lutar contra a Europa forte e tem
que fazer igual a Europa, tem que
colonizar mesmo. Os coreanos são
inferiores mesmo. É a mesma coisa.
É a mesma coisa.
E o fato dos japoneses artistas quererem
colocar os vilões com essas falas é
porque é uma percepção bastante razoável
de que isso não deu muito certo na
história do Japão, né? Acabou com duas
bomba atômicas na cabeça, né? Acabou com
duas bombas atômicas na cabeça. Essa
tese de que o forte sobrevive e o fraco
morre tem que ficar sendo reprisada que
dá merda. Dá merda. Isso não é legal.
Isso não impulsiona as pessoas para
serem os melhores, né?
Certo? Então, o fato dos artistas
japoneses terem que ficar escrevendo
texto o tempo todo para lembrar para as
pessoas que o cara que se acha forte
acima dos outros e forte mata e fraco
morre, eles têm que ficar lembrando isso
o tempo todo para não acender a
meninada, né, que acredita nisso. Porque
aí você cria uma cultura, faz um país
com base nisso e e aí a gente pega
pica-pau, né, e lá vamos nós, não é
isso?
Certo.
É, aí o [ __ ] é isso, né? Aí pega os
outros taquinho brasileiro e eles
gostam, né? Aí macoto xixiu vira um
herói, vira um herói, né? Todo mundo
fica: “Ah, que legal esses caras”.
Justamente o que os caras estão tentando
dizer que isso aí é um absurdo, né?
Eh,
então, eh,
veja só, então, ah,
então, veja só que eu tava querendo
dizer sobre isso tudo é o seguinte.
É, enfim, aí tem essas não tem jeito, a
arte vai pro [ __ ] né? Os caras pega,
interpreta do jeito que eles quiserem,
pega essas personagens e a depender do
jeito que o artista faz também, ela dá,
ele dá uma valorizada, né? Ele dá uma
valorizada, né? Não, dá uma valorizada.
Agora veja só, o que eu quero dizer é o
seguinte.
É como muita gente fica pagando pau pro
Putin, que ele é um cara de força e etc
e tal. Veja só, embora o Putin seja essa
figura, esse cara de força e tal,
essa representação da força, etc e tal,
o que acontece é o seguinte, falando
sério, falando na mandando mandando a
real aqui para vocês,
o Putin projetou essa auto imagem de
forte, de invencível, de de cara que
anda em cima do urso e luta judô e etc.
Ele projetou essa imagem. Mas antes dele
projetar essa imagem ou durante o
projetamento dessa imagem, a Rússia ela
foi derrubada, né? A União Soviética foi
derrubada e a os Estados Unidos manteve
a OTAN, né? Manteve a OTAN. E a OTAN
começou inicialmente a pegar os países
bálticos ali, Letônia, Estônia e como é
que é o nome da outra? Estônia. Letônia.
Lituânia. É isso.
Os países bálticos ali que
ai éí acho que é isso, né? Aí engoliu
esses três. É isso, né? Letônia,
Lituânia e Estônia, não é isso? É isso
mesmo, né? Os países bálticos.
E ah, começou a engolir a OTAN, começou
a engolir os países e acuar a OTAN. Há
20 anos, mais ou menos, a OTAN começou a
acuar, né?
Há uns 20 anos, há uns 20 anos, mais ou
menos, há uns 20 anos, aos 20 anos, o
Putin vem dizendo, vem reclamando que a
OTAN tá crescendo sem razão de ser,
certo? Há uns 20 anos ele tá reclamando
que a OTAN, o cara tá no poder desde
sempre, tá?
Tem uns 20 anos que ele tá dizendo,
gente, não, para quê? Para que que serve
outra? Para que que vocês estão
crescendo para cima da daqui?
Vocês disseram que eu desfazer a parada.
Vocês estão não só estão crescendo para
cima da gente, tá vindo para cá. Para
quê? Qual é o objetivo?
Qual é o objetivo? Ele tá reclamando
isso tem uns 20 anos, tá?
Não tem que ter dúvida nenhuma. A guerra
com a Ucrânia não tem nada a ver com
salvar a população rússia do não sei o
quê, não sei o quê. tem a ver com a OTAN
foi crescendo para cima do da da Rússia
e ele colocou uma linha vermelha no
chão. Ele falou: “Olha, se passar essa
conversa mole de colocar Ucrânia na
OTAN, não, aí tem um limite
geoestratégico.
Tem um limite geoestratégico aqui. Se
fizer aqui a gente vai atacar,
certo?
Foi isso que aconteceu. Tudo o resto,
todo o resto é desculpa esfarrapada. A
razão da guerra que tá acontecendo na
Ucrânia é o aumento da quantidade de
pessoas na OTÃ. Quando Putin atacou
a Suécia
e como é que é o nome? E a Finlândia, a
Suécia e a Finlândia entraram também
para dizer assim: “Ah, é, tu vai atacar,
então agora que a gente vai colocar mais
gente para dentro ainda”. A Suécia e a
Finlândia entraram na OTAN. tá assim que
aconteceu o ataque, tentando colocar
cada vez mais o a Rússia nas cordas.
É esse momento político que a gente tá
vivendo no mundo, tá? É esse movimento
político que a gente tá vivendo no
mundo. E tem muita gente que tá dizendo,
a gente tem que escolher o lado do bem,
que seria o lado da Rússia, da China e
etc e tal. Eu vou dizer uma coisa muito
tranquila para vocês. Quando eu digo que
a gente tem que ser muito tranquilo com
a China e tratar a China como um poder
normal, eu não tô dizendo isso porque eu
acho que a China é do bem contra os
Estados Unidos, que é do mal, mas porque
eu acho de verdade que eh existe um
elemento nas relações internacionais que
é a forçação de barra.
Quando você força a barra, você perde
soft power, você perde moral. As
discussões nos
nas disputas internas começam a
refletir. Olha, aquele cara lá ele é
meio escroto
e aí a própria política interna dos
países vai mudando na medida que os
países poderosos vão sendo meio
escrotos. Com quem que eu aprendi isso?
Com pela primeira vez? com Tucides.
Tucides é um é um é um ateniense que
lutou a guerra do Peloponeso, que é uma
guerra didática contra o o Peloponeso
liderado por Esparta,
por isso que chama guerra do Peloponeso,
a guerra de Atenas contra
a Liga do Peloponeso, digamos assim, né?
E ele lutou e ele mostrou para mim com a
clareza muito gigante que na medida em
que Atenas ia se tornando cada vez mais
poderosa, ela ia ficando arrogante
no seu trato com o poder. Ela ia
cercando os aliados para impedir que os
aliados fossem indo pro outro lado. E
quanto mais ela fazia isso, mais ela
perdia aliados. Como consequência, ela
ia se fragilizando. Quanto mais
expansiva na violência ela era para
garantir zona de influência para lutar
contra a Esparta, mais isolada ela ia
ficando.
O que eu tô tentando dizer para vocês é
o seguinte. Eu enxergo que estamos
vivendo uma rima histórica claríssima
entre Atenas e Estados Unidos da
América. Não é que Atenas é do mal, não
é que Atenas é do bem, não é que Atenas,
não é disso que se trata.
Mas do ponto geopolítico me parece claro
que na medida em que a China não perderá
na disputa pelo comércio global, isso já
está dado. Então os Estados Unidos para
impedir a superação econômica pela China
vai começar a ser escroto. Eu estava
certo antes do Trump assumir. Eu tava
dizendo que esse tipo de coisa iria
acontecer e que a gente tem que
normalizar, que a China é só um país
normal, entre outros países normais,
porque vai, o que que vai começar a
acontecer e já tá acontecendo agora
nesse ano, isso tá muito claro. para
projetar força. Os Estados Unidos para
resistir a superação da China, que é uma
superação econômica natural, vai fazer
com que os Estados Unidos cada vez seja
mais agressivo com seus próprios
aliados, o que vai gerar no cenário
político internacional, nem cada disputa
doméstica, uma disputa interna, dizendo
assim: “Gente, vocês estão colando com
os Estados Unidos, mas olha como os
Estados Unidos está pressionando a
gente.”
Então vai começar a gerar, como eu
disse, uma rima histórica entre o que
acontecia em Atenas na Guerra do
Peloponeso e a situação atual, onde os
Estados Unidos para projetar força e
impedir a superação da China vai ser
cada vez mais impositivo sobre os seus
próprios aliados. E, portanto, o nosso
país tem que ter uma posição
independente,
porque se a gente diz que a gente é
irmão da China, que a gente ama a China,
isso vai vir como justificativa
para os Estados Unidos colocar o pé no
pescoço da gente. Então, a gente tem que
ter uma postura de e fala pública de
dizer assim: “Olha, gente, nós não temos
nada a ver com a briga de vocês.
Vocês estão disputando o Globo, a gente
só quer ser feliz”.
andar tranquilamente na favela onde
nascemos. Vocês, a gente não tem nada a
ver com essa merda. Se você tentar
posturar-se mostrando que que vai ser
forte contra a gente, a gente vai
mostrar o quão injusto você é e isso vai
ficar feio para você no cenário
internacional. A gente quer conversar
com todo mundo. Tirem a gente de cima de
vocês. A gente quer negociar com todo
mundo e a gente inclusive vai usar a
disputa de vocês ao nosso favor. Porque
enquanto você quiser, enquanto os
Estados Unidos quiser alguma coisa aqui
com a gente, a China vai querer uma
outra coisa aqui com a gente e a gente
vai usar a disputa de vocês ao nosso
favor.
A gente tem interesse próprio, a gente
não é submisso a vocês,
certo?
tem uma posição claramente independente
que não ajude não ajude
na no discurso dos cara. Não pode tentar
ajudar no discurso dos caras, não pode
servir ao discurso dos caras. Como a
China não projeta soft power em cima da
gente, não fica mandando mensagem, não
tem
mídia chinesa aqui, não tem fala de
Twitter chinês aqui,
a nossa preocupação principal é não dar
argumento para americano safado sentar
em cima da gente. Essa tem que ser a
preocupação. Essa tem que ser a
preocupação.
Se no Panamá não deu certo, não
significa que ao tentar a gente fazer a
mesma coisa não dará certo pra gente.
Certo?
São circunstâncias diferentes. O Panamá
se fodeu. O Panamá é desse tamanho.
Panamá é desse tamanho. Mas o Panamá não
se fodeu no sentido de perder nada. O
Panamá não foi atacado. O Panamá se
submeteu aos Estados Unidos porque é
pequeno desse tamanho, do tamanho de um
botão e tem uma influência gigantesca
histórica, porque o Panamá já foi
protetorado americano.
Os Estados Unidos tá em outra situação.
O comércio global que agora veja, nessa
situação você pode tentar negociar para
diminuir os problemas. Os problemas não
são gerados por nós
agora.
E isso quem tá dizendo é o Trevisan.
Novamente tô repetindo Trevisan.
O Petro foi nos Estados Unidos.
O Petro foi nos Estados Unidos.
pisou nos Estados Unidos na ONU do solo
americano. Ele pegou o megafone no meio
de uma praça e falou: “Os militares
americanos devem desobedecer o Trump”.
os motivos do governo Trump para incluir
presidente
da Colômbia em sua lista eh sua família
em lista negra dos Estados Unidos.
Na sexta-feira, os Estados Unidos
colocaram o presidente colombiano
Gustavo Preto, seu filho mais velho,
Nicola Petro, eh, o ministro do
interior,
Armando Benedete.
Ah, e a primeira dama Verônica
Alcosser, na lista de indivíduos
supostamente associados ao narcotráfico.
O presidente venezuelano, Nicolá Maduro,
já havia sido incluído nessa mesma
relação, que é controlar, ele colocou a
cara, ele pulou assim, né?
A decisão acontece após várias semanas
de tensas discussões entre Petro e o
presidente americano X, né, que acusou o
presidente colombiano de ser o suposto
líder de narcotráfico da Colômbia,
alegação que foi rejetado por Petro. do
anúncio também ocorre em meio à
crescente campanha militar dos Estados
Unidos contra o que foi chamado de
guerras às drogas, que inclui ataques em
águas internacionais contra embarcações
supostamente ah controladas por
organizações criminosas. Então vocês
viram, né, os tiros aqui, ó, a foto dele
lá, ó. As críticas do Petro aumentaram
desde a visita do presidente colombiano
a Nova York no mês passado, onde ele
apareceu a Assembleia Nacional da ONU e
participou de um comício para Palestina,
onde ele disse isso, né? Militares
americanos não. Agora deixa eu mostrar
uma coisa para você. Google Maps,
ó.
Colômbia. A gente tá falando Panamá, né?
Panamá, Colômbia, Venezuela. Beleza.
A Armada americana tá sendo deslocada
para cá, né?
Panamá,
Colômbia e Venezuela. Tá,
Brasil é um pouco mais longe, né? Mas
faz fronteira com Colômbia e com
Venezuela, né? faz fronteira com
Colômbia e com Venezuela.
Beleza?
Então assim, eh, beleza. Nem nem Maduro,
nem nem o brabão do Petro, eles são
inimigos nossos.
Mas é aquela criança que a gente precisa
controlar, vocês entendem? É aquela
criança que a gente precisa. Ô, criança,
senta aí, [ __ ] Senta aí.
Ô menino, menino, senta, menino, senta,
menino.
Tá atrapalhando, [ __ ]
Você tá atrapalhando. Senta aí, menino.
Quieta. Chega, chega aqui. Aquele menino
que a gente tem que chamar assim no
canto, falar assim, ó. Meu querido,
deixa eu te dizer,
sabe o menino brigando, etc. Você chama
assim: “Menino,
você é do primeiro ano, você tá brigando
com o menino do terceiro ano, faz o
seguinte, sabe? Quem é professor entende
o que eu tô falando? Eu sei que você tá
certo, menino, mas não é assim que se
resolve as coisas, certo? Não é assim.
Você vai se machucar depois a gente que
vai ter que vir, né? A gente vai ter que
levar você no hospital, vai ter que, né?
Aí o menino mostra que não, mas eu sou
muito brabo. Eu sei que você é brabo,
cara. O que que você vai fazer? Você vai
dar uma facada no outro lá? É isso. Você
é muito brabo. Você vai gerar um
problema para você. Você vai gerar um
problema pra sua família. Você vai gerar
um problema, por mais que você machuque
o outro lá. Não, não é isso que a gente
quer, entendeu?
Essa é a posição que o Brasil tem que
ter. Vocês entendem? Essa que é a
posição que o Brasil tem que ter.
É, mas tio, ele me chamou de feio. Eu
sei, menino, eu sei que ele te chamou de
feio.
Eu sei.
Eu sei. Você tem razão. Eu não tô
dizendo que você não tem razão, menino.
Vocês entenderam?
Não, não. Eu sei que você tem razão.
Ninguém tá dizendo você tá errado.
Você ninguém tá dizendo você tá errado.
Mas olha só, você não tem força para
lidar. Você não é quem você acha que
você é, menino.
Certo. Ah, tá. Eu sei. Vai, chora,
chora. Deita aqui, deita aqui. Conta pro
pai, conta pro tio, conta. Sim, eu sei.
É difícil, o mundo é injusto, mas a
gente tem que ter inteligência
emocional, meu querido.
Não dá. E eu digo isso com lugar de fala
do caramba, porque eu tentei enfrentar
os caras que são maior do que aqui na
internet, me fodi tudo. Não, não é o
inteligente esse feito. Não é mesmo, não
é mesmo.
Não é.
Chora. Diz aí como é que você sofre,
como é injustiçado, etc e tal. Mas bater
de frente não dá.
bater de frente não dá. Eu digo com
muita tranquilidade quem tem lugar de
fala para dizer isso. Bater de frente
com quem é maior do que você não
funciona.
Não funciona.
Você tem que ter outras formas, gente. E
o Brasil
e o Brasil
nem a China faz isso. Exato. A gente
contorna. Então, mais tarde a gente vai
comentar isso, tá? A gente vai ter um
quadro de notícias que a gente vai falar
das notícias da semana.
Então já meto cliff hang, já meto cliff
hang. A gente vai falar, tá? A gente vai
falar
sobre
eh a China ter tido ah bloqueado.
Vamos falar sinceramente, vamos falar
honestamente, vamos falar na boa, o
primeiro país capitalista da terra
chamado Holanda,
nacionalizou uma empresa estrangeira de
partido, de um país governado por um
partido comunista. Isso é um marco, a
gente vai ter que conversar sobre isso.
Um país capitalista, o primeiro país,
primeiro país com uma república
burguesa, a primeira república burguesa
da terra, ela nacionalizou
a uma empresa do país capitalista
governado por um por um eh
por um partido comunista que é a que é o
que é a China, né?
Isso é incrível. Isso é um marco
incrível. Isso é um marco incrível na
história que aponta pro fato de que a
Europa não é mais o centro do
capitalismo global, tá?
Vai ter uma crise de produção, vai ter
uma crise de produção global de carros
por causa disso, tá? um partido
oriental. Veja, o eixo da produção
capitalista saiu da Europa e foi pro
Oriente a ponto de uma empresa chinesa,
de uma empresa chinesa
ter tido a sua produção nacionalizada
pro pela primeira empresa capitalista
global. A Europa não é mais merda
nenhuma
em comparação ao que era no século XIX.
A gente comentará isso mais tarde hoje
na no canal da PCE, no bloco chamado AT
o Info. Inscreva-se lá para mais
notícias. Beijo no coração de todos.
Faz bem. Faz bem.