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TUDOLOGIA PATERNA: Tarcísio sem luz e OPERAÇÃO GALHO FRACO HAHAHAHA 2025-12-25 16:08

[música]
Fraco, malandro do pedaço. Pós [música]
modernos zero estudo só embaraço, cheio
de lerulero, sempre na encrenca contra
iluminismo. Mente toda tensa. É [música]
aquilo, né? Tá sempre na distração.
Galho fraco derrubando a condução.
[música] Malandro de esquina, só
confusão atrapalha mais que ajuda
coração. Prefere papo furado nunca
[música] na reta. se junta com a turma e
causa um fendav. No colégio é lenda,
nota bruta, mas na zoadinha [música]
ninguém o cutuca.
É aquilo, né? Tá [música] sempre na
distração. Galho fraco derrubando a
condução. Malandro diz que na sua
confusão atrapalha mais que ajuda
coração. Prefere papo furado, [música]
nunca na reta. Se junta com a tumusa um
vendaval. No colégio é lenda, nota
bruta, mas na zoadinha ninguém o cutuca.
[música]
É aquilo, né? Tá sempre na distração.
Galho fraco derrubando a condução.
[música] Malandro diz que na sua
confusão atrapalha mais que ajuda
coração. Outra lógica faz tudo ao
contrário. No mundo de livros ele é
[música] arbitrário, sem filosofia, que
é só se dar bem para ele pensar dar
trabalho. Amém. [música]

É aquilo, né? Tá sempre na distração.
Galho fraco derrubando a condução.
Falando diz que na sua confusão [música]
atrapalha mais que ajuda coração. Não.
[música]
[música]
Contra lógica faz tudo ao contrário. No
mundo de livros ele é [música]
arbitrário, sem filosofia, quer só se
dar bem para ele pensar dar trabalho.
Amém.
É aquilo, né? Tá sempre na distração.
Galho fraco derrubando a condução.
Malandro de esquina, só confusão
atrapalha mais que ajuda coração.
É aquilo, né? Tá sempre na desgração.
[música] Calho fraco derrubando a
condução. Malandro diz que na sua
confusão atrapalha mais que ajuda
coração.
[música]
[música]
Fala meus queridos e minhas queridas
amigas, tudo bem com vocês? Eu espero
que esteja tudo bem com vocês.
Hoje estou aqui com camarada Celso,
estou com a pessoa Excelu lado. Eh, meu
pai, tá? Meu pai. A gente tá aqui em São
Paulo, a gente veio viajar, a gente veio
ver coisas. Como é que tá sendo a viagem
para tu?
Ah, São Paulo sempre é muito boa a
viagem, né?
É,
tem de tudo, né?
Tem de tudo. É que quem quer eu, eu tô
aprendendo a gostar desse lugar. Tem,
tem o que você não gosta e tem o que
você gosta também. [risadas] Então, tem
de tudo,
você escolhe, né?
É, é, é uma questão de saber tá nos
lugares certos. Eh, queridos, meu pai
ele é professor de história aposentado
da Secretaria de Educação do Distrito
Federal. Meu pai é escritor, ele tem
dois livrinhos publicado, um chamado 500
anos de rapina, outro chamado
professora, que sabia demais.
Eh, eh, tem essa atitudes políticas,
ajudou a fundar o PSTU, ajudou a fundar
o PESO,
já teve colado com PT e já como é que é
o PCR
PRC
PRC de quem era o PRC? O PRC era uma
dissidência do PCDB que
divergia lá da linha do João Amazonas
que era no início dos anos 80 um partido
que era o PRC
e lá em Pernambuco,
o pessoal do PT, um setor do PT saiu,
pessoal da antiga liberou, não, outra
corrente lá saiu do Humberto Costa,
pessoal do Java Barbosa
criou, não sei o do PT, mas criou essa
corrente
dentro do PT que era o PRC genuíno.
Genuío, né?
José genuíno era o o cara que comandava
partido, digamos, era o Capa Preto
mesmo, era genuíno.
É um rojaísta raiz, né? É um rojaísta
raiz.
Era rojaísmo raiz.
É.
Não é? Mas aí, mas quando eu eu
fui para para isso aí, eu tinha tinha
militado no PC do B, né, no movimento
estudantil.
Foi daí que eu conheci Humberto Costa,
Rimundo Renão, Enil Cairo, que foi
prefeito de Olinda,
deputado federal.
Acho que ele até hoje é deputado
federal.
Eh,
foi daí, né, Pedro, que eu comecei a
fazer política. Foi no movimento
estudantil
no começo, anos 80, Pernambuco pelo PCD
B na corrente viração
ainda durante a editadura.
Era viração. É, era viração. Era início
dos anos 80. Uhum.
Mas já tava no processo de abertura, né?
Já tinha tido anistia.
anistia, mas já na anistia,
no movimento secundarista, antes de 78,
eu fazia o terceiro ano,
2001, já tinha movimento estudantil,
dependendo a Nist.
É, foi mais ou menos aí foi quando o
Cajá foi preso.
Uhum. Foi no
O Cajá, para quem não sabe é a liderança
do PCR, né, lá do de Pernambuco,
é de Val da Silva. Ele é estudante de
sociologia da Universidade Federal.
Explica por Cajá, que o pessoal não sabe
não.
Ah, Dival Núcio da Silva é o nome dele.
Cajá, porque ele é da cidade de
Cajazeira da Paraíba
e foi estudar como muito menino do
interior da Paraíba. sai de lá para
estudar em Recife.
Não que Paraíba não tenha universidade,
mas a oferta
de aluno é bem maior do que a quantidade
de vagas. Igual Recife também, igual
Pernambuco, mas Recife tem uma oferta
maior ainda.
Uhum. É, Recife foi o lugar onde
surgiram as faculdades aqui no Brasil,
né?
De a de direito. De direito. Ela é tem.
Mas enfim, aí foi eu acho que foi no
durante o movimento para tirar ele da
cadeia e contou com a participação de
Câmara.
Uhum.
Ele foi pego.
É Câmara, para quem não sabe, é um padre
muito famoso que lutou por direitos
humanos aqui durante o ditador militar.
É, mas tem que chamar mais atenção para
falar de
É mais do que isso, né?
Deixa eu falar então.
Derama e a Rais são dois cearenses bem
pernambucanos, né?
Uhum. Eles são, os dois são do Ceará.
Família R até hoje tá
é família R foi pro segundo turno, um
primo com outro.
Sim.
Onde acontece isso? Em lugar nenhum com
a família disputar o segundo turno, um
controle. Mas enfim, falando de
Eldercama, Eldercama era serviço pro
Diolina e Recife,
que no primeiro momento do golpe, eu
lembro que ele ainda fazia declarações
que
vacilavam em apoio ao golpe, mas eu acho
que foi 68 que eu acho que muita gente
radicalizou, né? Elder C foi uma das
pessoas
que rompeu com com o movimento. Ele
também não apoiou a ditadura militar,
mas ele se manifestou mais contra a
ditadura parte de 5. E quando o cara já
é preso, pego com os documentos do PCBR,
do PCR,
do PCR. Ele tava com os documentos do
PCR
naquele tempo. Eu acho que quem
governava o Brasil era Gaz.
Aí ele foi preso, teve uma campanha
grande, repercutiu muito no meio da
mídia da imprensa.
E ele assim ele ficou famoso, né? Ele
ficou famoso,
mas depois concorreu a eleição em 82,
mas eu acho que ele não ganhou não. É,
não, não ganhou não. Participou daquela
eli
cajá. Mas por que que a gente falava do
Cajam?
Porque a gente tava contando tua
história. Como é que você entrou no
movimento?
Ah, mas eu entrei no movimento com a
prisão de Fantinho.
Vou isso é
quando meu pai foi preso,
foi que eu tive necessidade de entender
política e atuar na política.
E a acusação que ele foi preso foi qual?
Ah, que ele tinha feito viagem, muitas
viagens em Cuba. Para que que ele foi
para Cuba?
no início dos anos 60, antes do golpe,
e acusavam ele também de ter participado
do atentado
lá no aeroporto dos Baranarapes
que
Hernan Réges,
qual que era um jornalista pernambucano
muito famoso, morreu nesse atentado,
que era o atentado contra presidente.
Eu acho que era o presidente
aquele que não terminou o mandato
depois de Castelo Banco,
como que é o nome dele? Depois de
Castelo Banc, porque antes do Bet, antes
da Junta Militar, que é daqui a pouco eu
lembro o nome dele.
E
foi preso acusado dessas coisas todas
assim.
Uhum. E depois eu descobri isso porque
ele mandou pegar o aberdata dele lá na
na
Serviço Nacional de Formação. Hoje Hoje
é
ABIM. É Abim.
Aí eu fui pegar uma aberdata dele numa
aberdata tudo tudo falando
do que ele tava sendo acusado e do que
ele foi acusado porque já era procurado
pelo regime militar. É,
eu tenho esse documento até hoje.
Tu tens, né? Então foi
foi a partir da prisão dele, né? Eu
tinha 12 anos quando isso aconteceu que
me interessei por política. E eu me
interessa até hoje, mas não uma paixão
que eu tinha
quando eu tava, por exemplo, na
universidade fazendo parte do movimento
estudantil. E a publicação que tu fez da
professora que sabia demais, que é um
tema específico, 500 anos de rapina é um
livro sobre a história geral, né, do
Brasil. Mas e e a professora que sabia
demais?
Conta do caso.
A professora que sabia demais é muito
parecido com o que acontece hoje, né?
É.
Não é?
Uhum.
Eh, foi uma professora
que a primeira informação que se teve do
desaparecimento dela que ela havia sido
sequestrada.
E nisso a polícia investiga, né? E
ninguém toma mais conhecimento porque
passou-se o tempo. A polícia tá
investigando, mas a opinião pública não
tá sabendo do que aconteceu. O cara já
tinha passado alguns tempos.
Ele era deputado ou o marido dela? Não,
o marido dela era diretor do
da comissão
da do orçamento da união.
Ele que controlava, ele que sabia os
cálculos, ele que sabia tudo. Então ele
negocia,
é tipo a mulher lá do do
É, ele negociava as emendas com os
parlamentares antes de incluí-las.
Uhum.
Ele negociava. E tinha um grupo que que
comandava isso, um grupo do central
grupo do centrão que tinha o João Alves
que que era da Bahia.
Centrão que é direita institucional, né?
A direita séria, né?
É.
Hein?
O centrão que é a direita séria, né?
Que roubava isso tanto. É.
Uhum.
É. É o João Alves, que era deputado pela
Bahia, tinha um outro baixinho baiano
que agora não lembro o nome dele, tinha
Ricardo Fiúza de Pernambuco,
tinha, eu sei que era um monte, velho,
era um monte de deputados
e tipo orçamento secreto e se governo
troca de propina para esse cara em troca
de das suas emendas incluídas
dentro do orçamento. Eram emendas muito
cara.
Aí ele ele era professor do CUB, do do
Unicub, né?
Ele era professor de lá no curso de
direito, mas ele dava aula, acho que era
de economia,
mas enfim, ele era professor lá do CUB e
se apaixonou por aluna dele.
E segundo falam e segundo nós
pesquisamos, a mulher tinha ciúme.
E quando eles discutiam sobre a crise
conjugal,
ela sempre ameaçava entregar
o esquema do anão do dos anões do
orçamento. É, ficou com os anões do
orçamento.
Isso foi lá no começo
dos anos 90.
Aí,
mas tudo isso estava conducidando, mas a
gente vai se descobrir essa história
depois.
Mas ficou muito tempo emo assim sem
saber de nada de quando de repente
aparece que ele era o suspeito de ter
mandado não sequestar mas
a mão lá de um jantar para ela suspeito
lá na norte 700 e pouco lá 715 no
restaurante ficava ali. E ali ele
estimulou tal sequestro e contratou
dois pistoleiros que que assassinaram. E
as investigações culminou como crime
parcial.
É, passional, né? Crime,
é passional. Crime passional. Um crime
passional.
E todo mundo viu que aquilo não era um
crime passional, era um crime
encomendado. A conversa era de que eh
teria relação com ciúme, com não sei o
quê, com amor e tal.
E aí
o livro você escreve como se fosse
narrando mesmo acontecimento
do jeito que a gente se daria se a gente
tivesse naquela época, né, sem saber de
nada. Quer ler o livro vai achar isso,
velho. Mas não, mas enfim.
E aí
nas pesquisas que eu fiz, aparece sempre
os caras, esses deputados desenvolvidos
na tabóia do assassinato dela.
Uhum.
O corpo dela foi achado em Planaltina.
Plantina
do DF. É que é na saída norte assim bem
distante.
É, mas eles não queriam botar em
planotina do DF, eles queriam botar em
Planotina do Goiás que é brasilinha.
Mas por por por poucos metros eles
erraram
porque eles queriam que o caso fosse
investigado pela polícia civil do Goiás,
que era uma polícia mais
é
fácil de você comprar e corromper.
Aí eles deram azar que foi a polícia
daqui que que pegou. Então quando
acharam tava em planotina de de Goiás de
de do DF de contasum
que foi ela quem começou a investigar.
Bessa era o nome do delegado que virou
deputado federal depois.
Tu conheceu ele?
Conheci. Conversei com ele e com outro
delegado que é um delegado bubô, né?
Doutor Napoleão era, foi ele, ele esse
cara ficou como o delegado da sequestra,
era ele mas como chegou à conclusão que
não foi sequestro porque tinha sido
assassinado aí, aí trocou o delegado. o
segundo delegado foi com quem eu
conversei mais e que me revelou muito
mais coisas a respeito, enfim, e tudo
convergium para que ela tivesse tido
queima de arquivo do esquema teve sempre
tá ameaçando
denunciar esse esquema e nunca o fazer.
Então, e sempre quem faz isso acaba
dessa situação que ocorreu.
E isso não tinha, nessa época não tinha
as internet, não tinha as redes sociais.
para que isso pudesse ter ido mais
longe. Então, para abafar naquele tempo
era muito mais fácil
do que hoje. Agora o que é verdade
também é que as empletiras envolvidas
são as mesmas envolvidas no esquema de
corrupção da Lava-Jato.
Não,
que é outra coisa que a gente tem que
falar, né? Essa lava- Jaato,
tem que falar do safado do muro.
É, essa lava jato é muito mais forte. É
muito mais forte.
E agora tá com mais revelações, né? Cada
vez mais claro fica o revelações para
opinião pública, [risadas]
porque essas coisas eu já sabia quando o
Lula tava preso, eu e muita gente já
sabia que aquilo tudo era uma armação
e que aquilo tinha clicidade dos meios
de comunicação
e Rede Globo que é que capitaneava todo
esse movimento e todas as outras
reproduzindo
24 horas por dia nos seus canais de
televisão, né?
E foi ali que eu percebi, eu digo,
rapaz, o PT é muito forte, porque diante
desse ba todinho, Lula preso, dado com
um mês de campanha vai pro segundo
turno.
É,
é pro segundo turno. Se você observar
que ponto de vista eleitoral perdeu, mas
do ponto de vista político foi
vitorioso.
É, por causa da situação toda, né? Tudo
contraquele contexto, tudo contra, tudo
contra, tudo contra. E ainda assim eles
não conseguiram impedir que o o o
Hadad fosse pro segundo turno, né?
Hum.
Então é, mas aí é que mora o perigo,
não. Eu acho que a origem de tudo que a
gente tá passando hoje
eh
o ovo da serpente e a Lava-Jato. É
lavajato
é da Laiol. É, esse Moro. Foram quatro 4
milhões e meio de empregos diretos só na
construção civil e de infraestrutura
que a gente perdeu, né?
Que é só nesse setor. Mas isso isso é
uma bola de neve, né?
Não é como aquele negócio do dominó,
efeito dominó, não é?
Vai caindo tudo e o país sem mergulhou
numa crise e esses caras acabaram
lapidaram, de depredar toda Petrobras.
Sim.
Aí tem que falar do contexto que isso
acontece agora quando e quando se falava
nesse tempo, desculpa, mas quando se
falava nesse tempo do envolvimento da
Lava-Jata e do Mouro com a CIA, com os
caras da CIA, todo mundo debochava,
muita gente debochava que isso era
conversa mole e esses documentos que
estão presos hoje do que tá na mão do T.
Bota esse negócio para andar aí, Top.
Vamos esses cara, velho. Foi
responsabilidade
deles. Eles tinham mesmo esses é e tinha
e porque aí tem que botar o pressal,
porque o pressal tinha que o olho
grande, né, no pressal e era verba que
iria para
educação, educação,
né? Aí para isso eles começaram a
destruir com as refinarias. Por isso que
Bolsonaro vende droga as refinarias.
Pois é,
tudo de graça para o país ficasse de
infraestrutura. Aí
as refinarias foram embora, distribuição
particularizou-se.
É, então é isso, né? Resumindo, é isso.
Então, interessante é essa relação que
eu disse do livro lá da da Ana Elizabe,
né, que
com um certo padrão de trabalho que
existe no Congresso Nacional, né? É, mas
porque se repetiru acho que agora é
diferente para se impetir por conta, eu
penso por conta da Lava-Jato.
Sim,
né? Porque veja bem, depois que os
políticos
não conseguem mais aquela mesma
facilidade que tinham para roubar, eles
estão transferindo essa tarefa pro crime
organizado.
Sim. Pro PC. Aí não é, não foi, não foi
o crime organizado que entrou nas
instituições, foi a instituição que foi
em busca do crime organizado. É
diferente.
Uhum.
É diferente. Os caras são contínuos
deles.
Uhum.
Os caras lavam dinheiro para eles.
Uhum.
Entendeu? E que banca é o crime
organizado.
Aí eles fizeram essa parceria, uma
parceria
que a família Bolsonaro mais uma vez tem
a ver com ela, que foi quem primeiro se
aproximou das milícias, que era para
combater o tráfego, depois de
tráfico e milícia viraram uma coisa só,
né? E e a militância desses caras é de
milícia, velho. O juiz o juiz Gilma
Mendes recomendou um um uma um perguntou
que tipo de faculdade tá formando Moro.
É, mas eu pergunto também
tem que olhar para procuradão.
Que que tu que tem tempo que concurso
que quem é que faz o concurso que
permitiu m ser juiz? E quem que faz o
concurso que permite aquele delegado
assassino?
Aquele babudo?
Não, não fala o nome dele, não. Fala o
nome dele não.
É aquele delegado assim, aquele babudo
suspeito.
Aquele delegado lá.
Que tipo de concurso é esse, velho?
Uhum.
E aquele outro que bota a bandeira do
vasilo, que foi tomou uma suspensão de
três meses porque desejou a morte do
presidente.
É. Agora eles querem que a gente
lamente. A morte daquele caba da direita
lá que é
é de outro país que era a favor da
morte, que era a favor da liberação de
arma e que fazer que transformar m
daquele cara aqui no Brasil igual de
ceno é doido, rapaz.
[risadas]
Maluco é esse, e que compraram essa
briga ainda.
É verdade,
hein?
É verdade.
E que nunca falaram da morte do cara que
que apoiava a Lula lá em Curitiba, de
novo Curitiba, que ficou com inveja do
aniversário do cara e foi lá perturbar a
festa do cara e matou o cara. Nem
falaram do baiano, que
do baiano lá que famoso que o cara meteu
falar disse não, agora desse depende de
lá de de de Estados Unidos, esses caras
inventam de de
que eles nem conheciam até um dia
anterior.
Não, não, não, não. Aí quer que a e aí
compra essa briga, mas uns caras que diz
que que são comunista [risadas] não dá
para para discutir nada. É,
eu não gosto muito de discutir esses
caras não, Pedão. Eu falo sério, eu
gosto de discutir, né? Esses caras são
idiota demais para levar a sério, para
se falar deles. Eu acho que é peresa de
tempo, mas eu acho que de é bom falar de
mo, dehol, rapaz. O
Dananhol hoje é tiktoker.
O o chefe deles trabalha na na
procuradoria geral. Esse cara que o Lula
botou lá, levou o Januário para Lula. Tá
lá, tá lá. Tem que tirar esse cara de
lá. Esse cara não botar lá não. Esse
procurador né que vai dizer se a da gang
tem que ir pra corte marcial. Não tem,
né? Como é que esse cara quer era o
chefe, era o era o boberi deles.
[risadas] Era era o bomber deles. Era o
cara que pensava era o G da Esse Dala
não. Esse Dale é o idiota. Pedro esse da
idiota.
Esse Dala é o idiota.
E quando ele foi no J e e foi falar de
como ele surfou que ele tava de fé.
Ai meu Deus do céu.
É um ego, né? Perdão, esse daol ele já
entrou através do roubo no serviço
público.
Cuidado com o que você fala.
Perdão. Ele tem não, perdão. Ele não
poderia ter sido chamado para ser
procurador, não.
Ele furou a fila e o pai dele
intercedeu. Tanto é que resultado da
justiça, da justiça. Diz aconteceu sim,
mas agora é fácil consumar. Deixe deixa
esse idiota aí. Assim que ele virou
procurador melando o jogo, tá passeando,
eles vivem disso, cara.
Pensamento deles é diretor para isso.
Não. E agora que estourou uma bomba que
o o juiz Sérgio Moro eh fazia igual
máfia, colocava prova debaixo da mesa
para poder ameaçar.
Ah, mas não foi Sérgio Moro só que jogou
não. TF4. Qual o TF4? Esse esse aí
envolvido nessa sacanagem,
é,
hein? comurba e motel. [risadas]
Eles que são tão família, são tão
família rapaz
moro ameaçando mostrar isso aí pra
opinião pública e os caras voltando
contra o Lula ser fácil, né?
Ah, não. Vamos puxar o saco do Moro
aumentar até a perna. Mas por que para
puxar o saco do Moro?
Por causa do da festas, foi
das festas que ele tinha.
Não, a festa da cueca é uma história,
Pedro. É uma,
é uma, não tem, não é mais tranquila.
Essa aí da sexualidade, a [ __ ] é a
mais tranquila.
O que tem de juiz que que vendeu e
comprou sentença mesmo nessa turma aí
que tá aí sendo apurada, investigada,
não é mole? Então m escondia isso dos
cara. Agora volta e v ó, mostrava as
provas pro g. Ó, tem isso aqui para tu.
M é mafioso demais. É canalha. É
canalha. Então, eh, eu não sei não,
Pedro. Eu [risadas] acho.
Ol, quando o Muro tiver da cadeia junto
com o Bolsonaro, aí eu digo: “Pô, agora
eu posso agora descansar,
eu posso morrer que essa juventude vai
tocar esse negócio sem um canária desse
tipo aí querendo numerar o jogo.
Enquanto Moro e Danel existir
na como figura pública, né?
É, a ameaça de golpe tá presente sempre.
Humum.
Viu? E como é o nome daquele aquele
aquele jornalista da Globalão?
Meal Pereira.
Hum. Eu gosto de Mevval. Eu adoro
Pereira. Eu disse aí eles estavam
criticando o Bolsonaro, né? Eu digo:
“Rapaz, mas um país que tem Pereira
comprar dentro da academia para ver
direit
Bolsonaro ser presente da República não
[risadas] pode, não pode. Pedro é
verdade. Não é?
Pode crer, pode crer.
Eu digo que não tá reclamando de
Bolsonaro. É,
é
aquela noite é presidente da Academia
Brasileira dizer um racionário, uma
toppeira que ele ele é um lavaatista
raiz, né?
É porque o lavajatista raiz ele é igual
o bolsonarista, ele ele também não
tecina para falar.
Hum.
Ele acredita, na verdade ainda de Danão
e de Moura ainda tem esses caras.
Hum.
Né? E esse? Esse
é, mas agora tá mais difícil, né?
É, agora tá mais difícil. Eles ficam
acanhado ficano. Fala pouco, fala ficam
calado para falar de Mor, para defender
Moro. É.
É. Quando o Lula era candidato, antes de
ser preso em 2018, ele tinha uma cara
que andava o Brasil inteiro, né? Lá lá
no lá no norte do país, os fazendeiros
atentaram contra a caravana, atiraram no
no Lula, não teve absolutamente nada.
fez investigação não tem o ex-presidente
da República Moro que adora inventar
moda, não é, para autopromover.
Falou naquele tentativa de assassinato
dele pelos caras do PCC, do qual ele
hoje tava querendo ajudar com aquela lei
que ele inventou no Senado
para aí aí ele inventou que aqueles
caras tavam querendo matar ele. Aí diz:
“Rapaz, é bom duvidar de tudo que Moro
fala.
Lula só falou isso, põ fessa mídia
idiota cair de pau e transformar isso
num acontecimento
forte do comum.
É como se ele fosse contra a humanidade,
polític a mulher do Moro com aquele
marido dela dizendo que que que o
Bolsonaro era o quê?
Ele era ele Bolsonaro é um car. É mesmo?
Eles são um car tem que tá frente dos
dois.
Eu aí o Moro é mais ardiloso.
O Moro é mais ardilo. O Moro tenta
enganar mais. Ele procurou esse mandato
de Senado para se esconder dos crimes
que ele ia receber. Pão, isso eu falei
lá atrás, tá escrito lá. Então
eu acho que a vez do Moro tá chegando.
Começa com
é 2026 começa com investigação em cima
do Moro. Tem que ir para cima desse
Moro. Esse cara não pode sequer ser
candidato a a a síndico do Holiday.
Aquele aquele prédio marginal que tem lá
no no centro do Recife,
que até acabou
acabou viajar. Acabou o Holiday.
Acabou o Holiday. Acabou.
É. Pronto. É aquilo ali acabou mesmo.
Acabou. Eu passei lá na frente ano, ano
passado no ano retratado.
Eu nem sabia que implodiram ele.
Não, não, ele tá lá, mas é só
Ah, tá. Mas o prédio tá lá.
O prédio tá lá.
Então é isso, velho. É isso, Pedro.
Quer falar mais disso, car?
Tá. É, não. Então, e aí nessa nessa
circunstância que a gente tem,
óstenes foi pego no que tá dando o nome
pro nosso vídeo aqui, que é operação
galho fraco, né, que pegou exatamente os
caras que mex religião
e e é o cara do bem e não sei o que, vai
salvar o país e o
não, esse que tem o da não tem que parar
de car do Rio de Janeiro também, o
deputado, o senador já tá tá tá bem
queimado já nessa história e vai se
lascar todos eles. junto com o
governador também que esse governador é
público, aquela rapaz aquela câmara eh
legislativa de do Rio, velho. Assembleia
ah o o presidente,
esse governador também tá nessa nessa
gal
esse governador do Hil
tá todo mundo gal frat
e esse governador tá em todos os galhos,
não [risadas] só fracador
do Rio. Garotinho, garotinho, [risadas]
falando, abriu a boca,
garotinho. Tô falando de
pega corrida dele para ver. Não, ele
governador quando não vi a cara dele
também. Eu digo: “Não, mas esse cara não
vai dar certo.
Esse cara não pode dar certo. Porque se
se o filho de Sérgio Cabral, velho, o
pai, tô falando de Sérgio Cabral, o pai
daquele
aquele exemplo de de inteligência, de
cultura que era o pai dele,
se lascou desse jeito com aquela cara de
bomb já com fiz. Mas aquele governador,
velho,
ele tem cara de que pertence,
rapaz. Ele era vice do do da do aquele
fascista.
que bateu que viou,
esse de São Paulo, esse de São Paulo
queria quebrar o martelo lá
[risadas]
que tá dandoeg
pegar aquele martelo, pegar a cabeça
dele, rapaz, vai privatizar o que o
parta, mas enfim, é bom que você vai ter
exemplo, é bom que a esquerda sai para
falar sobre isso também, p
Aham. Porque o problema que falta na
esquerda é é compreensão da realidade,
né? E e daquilo que o cara falou, tem
que ter uma agenda popular forte que
mobilize, que mobilize para as ruas. E
agora diferente do que ele disse, são
esses movimentos LGBT, os movimento que
ia mais o movimento negro, esse
movimento movimento das mulheres, esse é
que tem mais força hoje em dia do que os
partidos, velho.
É, e eles já estão estruturados, né?
Você vai paraa rua são os movimentos
sociais. Esse sindicalista
atrelado a partido político, eles freiam
o movimento de mata, velho.
Uhum. Ele
eles são o amortecedor da luta de
classe. Esses caras são. Então a gente
não vai
os cara os caras luta contra o o
exatamente o movimento que já funciona,
que já existe,
que se estrutura, que mobiliza a
população, né? Pelas faltas que são de
interesse nas parcelas da população, né?
Lógico.
A questão que é necessária é unificar
essa galera toda, né?
Exatamente. E a essas pautas tem essa
essa essa capacidade.
Aham.
Eu acho que quem tem melhor leitura
disso aí é o pessoal, eu acho.
Uhum.
E o pessoal
que cresceu, né? Foi o único par do Tin
setor. E os os quadros deles é o Fábio
Félix lá lá no Distrito Federal
com quem eu eu militei lá na na origem
da fundação do pessoal. O Fábio Félix,
que é homossexual, o
Érica,
Errica Hilton,
Erica Hilton,
o Max Marciel, que é da quebrada de
Ceilândia, não é? E e é o único partido
de esquerda que conseguiu alguma
competitividade entrando pro jogo junto
com o PT, né?
É,
foi o único.
Mas o o rapaz da
Jones,
o Jones Manuel,
ele vai ser candidado pelo pessoal?
Pelo pessoal, aparentemente, né? As
notícias estão dizendo que vai. Então o
pessoal é aliado de primeira hora do
PTI.
É, pois como é que ele ele vai entrar lá
fazendo encrenca no pessoal? Como é que
é?
É, é. Não, enfim, é porque eu comento
isso bastante, porque você tá falando
uma coisa que eu comento bastante.
Eu gosto dele. Eu falei para tu que eu
gosto do do Mas eu não tô entendendo
esse negócio dele ficar malhando. Ele
não entende isso que eu te falei, que
ele e essas organizações
ultraesquerdista,
elas não entendem que e o momento agora
é de consolidar o estado democrático,
né? O risco de voltar um regime
autoritário. Esses caras sabem o que é
regime autoritário, velho.
É o que eu falo, é muito jovem trata
isso. Eles trata tudo isso como se fosse
brincadeira. Esses cara vira a polícia
de tá nas casas dele e arrombar a casa
dele e queimar livro e fazer o escambal,
levar o caba para para ser torturado, as
mulheres para ser torturadas, velho.
Hum.
Então, eh, falar falar com abstração
subjetiva de quem não viveu a realidade
também é mais fácil, né? É mais fácil.
Também é mais fácil. Vamos ser mais eu
peço que eu gosto dele, perdão, que ele
refletisse melhor esses ataques que ele
faz contra o PT. Sinceramente, não é? Ó,
eu eu sou crítico do PT,
ganhei prêmio literário criticando o PT
e sua política de aliança com com o
setor o
conservador
conservador que ele foi buscar e que deu
que deu lá atrás.
Uhum. Mas, ó, aquele contexto é uma
coisa, velho. O contexto aquele contexto
nós não estávamos ameaçados por nenhum
por nenhuma
processo.
Hoje o Estado democrático ficou
ficou ameaçado e muito ameaçado enquanto
tiver esse congresso aí e essa gangue
liderada pro Muro e aquela turma da de
Curitiba, nós estamos correndo risco,
velho.
E no Brasil só, né? É um cenário que o
mundo tá nessa posição desde o gan lá do
É as derrotas que são feo agora aqui no
no Chile que é Então vamos ter clareza
do que que tá acontecendo, né, velho?
Humx.
E não não adianta que eles diam da
direita do PT, que eu nem do PT sou. Tem
mais essas.
Tá certo? Eh, e qual é a perspectiva que
você tem para o ano que vem? Eu acho que
no ano que vem vai ter uma boa, se se as
as pedras forem movidas direitinho, ano
que vem é um bom ano. Eu acho que dá
para tirar uns cara desse aí do Senado,
da Câmara.
Tem que ganhar o Senado, Pedro. Tem que
ganhar o Senado. Então, a esquerda, se
inteligente for, tem que eh se aliar
sempre em torno daquele que realmente é
quem vai disputar
essa vaga para que a gente não dê chance
nenhuma.
para que a essa luta direita venha que
ela é a última esperança dela e essa
eleição para pro parlamento. Não é
eleição para presidente não, que eles já
abriram vontção. Eles já abriram vont
[risadas] eleição. Eles estão querendo
disputar a eleição, que eles façam a
reforma que eles querem fazer, que essa
eh essa reforma que eles fizeram, que
Mour inventou de reduzir a pena do
Eles querem pressionar quer que isso
seja aprovado para eles poderem com o
Senado antecipar a eleição lá para
Bolsonaro já sair da cadeia, já ser
candidato. É isso que eles querem.
Uhum.
É esse toda outra. e que esse então por
por inveja, por rancorismo, como foi o
caso desse moto aí, que ele mesmo
confessou isso com o governo, fez a a
cagada de aprovar essa mesometria e e
aquele aquele senador de Sergipe,
Alessandro,
esse cara é a maior mentira também, pô,
Pedro, esse cara é o Moro, esse cara é o
é o é o parceiro do Moro Senado, velho.
Ele falou:
“É, ele fala com a cara de que ele é o
homem mais sério do mundo. [risadas]
E ele disse, e ele disse que foi um
colunho essa aprovação foi um colunho do
do Morais e com o centrão e que ele
votou e com ele vai ver porque foi com
ele. Ele votou ele que disse que não ia
voltar, que votou vai você vai se
quadrar também.” Enquadraram ele ele
votou.
Ele é MDB, né?
É.
Agora tem que falar do Supremo também,
né?
Tem,
tem que falar do Supremo.
Tem esse negócio de de mulher de de de
ministro Mora. Que conversa é essa?
Conversa é essa? Sua mulher é advogada
daqueles caras que faz propaganda o
Flamengo lá, BRB, aquele negócio todo.
Master, master,
master, Banco Master,
Banco Master, velho. Que conversa é
essa? E teve uma galera que ela tomou um
atropelo do CDB lá.
É. Não, mas é um contrato de 159
milhões. É isso.
Uhum.
129. É, é milhões.
Era milhão. Era milhões.
É milhões
de 3 anos.
Oxe, eu tava reclamando que Moro recebeu
da da 4 milhões de 10 meses daquela
empresa
lá americana.
Americana. E é a mulher do do do
ministro tem um contato de 7 anos
melhor. Não, isso aí tem que explicar
melhor mesmo. Eh,
mas é aquele Barroso, perdão.
Não, Barroso aposentou. Tu vai bater no
Não vou porque ele v ele saiu fugindo,
Pedão. É isso que eu quero falar. aquele
Barroso, perdão. Ó, desde que ele davam,
quando ele dava a declaração dos votos
dele que ele ia justificar, ele disap
toda vez que ele justifica, ele prova
que ele tá em colui também, que é essa
lava- Jaapa, sabe?
Ele era
era quando antes de vir o intercepto que
disse que ele fez jantar com Moro lá na
casa dele. E tu não viu a briga que foi
quando o Gilma? Não
lembro, lembro.
Aquele 8 a3 foi dele. Um dos votos foi
dele.
Você é um homem horoso. Você é um homem.
Aí o Mendo perdeu mané. Ele pegou perdeu
o Mané.
momento foi fazer lá pro cara em
Portugal, o na Europa que foi provocar
ele aqui também falou perdeu. Esse
Barroso foi quem convidou o menino da
defesa para fiscalizar as zonas
que deu que deu espaço para ele sair com
aquela nota de olhos não não provou, mas
não desprovou. Ele deu guarida para esse
esse discurso alimentar esse discurso.
Mas por burrice, né? Não é por burrice,
porque ele foi atacado para [ __ ] por
essa gente.
Depois, depois ele foi atacado depois,
antes não. Ele tentou ele, ele tá saindo
porque os lavajatista não tem vez lá no
Supremo. Ele tá saindo com vergonha.
Ele tá saindo com vergonha que ele foi
derrotado. Ele foi mais derrotado do que
o Faquim.
Esse cara foi mais derrotado do que o
Faquinho, entendeu? Ele, ele só tem de
aliado. Que que ele tem lá?
O o cara que tem peruca, como é o nome?
[ __ ] é o Fux.
Fux dois fuxe é faixa pretido.
É, né? [risadas]
Ele também inventou de tocar viorol, ele
toca ruim. Vioroló, ele toca ruim. Se
ele é ele é essa turma da Lava-Jato
ficou ficou
queimada.
ficou no não, ela ficou desfalcada no
ela ficou sem sem espaço. E esse aí eu
acho que o único objetivo dele ali era
era lascar o Lula. Como não teve jeito,
Lula virou presidente. Ele quis só
passar a fase dele presidir, tu viu, né?
Com vaidade, com vaidade. Passou a fase
dele por dia. Tô cansado. Quero mais
não. Quero mais não. Porque ele foi
desmascarado. Vamos ser sincero.
Ele foi desmascarado. Ele foi
desmascarado pela Lava-Jato. Ele foi
tudo desmascarado quando ele fez aquelas
defesas horrorosas que ele fez dentro do
Supremo para justificar o apoio a
Lava-Jato e a prisão do Lula. Igualzinho
o Fux. F chamava Lula de presidiário,
porque o ele nunca chamava do cliente do
réu, ele nunca falava, ele falava o
presidiário sem que o processo tivesse
sido tramitado, julgado. Canalha o o
Vuls não tem nada contra sua pessoa,
não. [risadas]
Canal isso é canal. É domínio é
canalice, velho. Tô dizendo que ele é
roubou alguma coisa e que foi
favorecido. Tô falando disso. Não.
Tá descrevendo o fato e caracterizando.
Eu tô dizendo que isso que você faz é
coisa de canalha.
Você é ministro, você sabe que ninguém
pode condenar ninguém sem transitar de
julgado. O processo estava em julgamento
e você se referiu ao presidente da
República pela terceira vez, viu?
pela terceira vez eleito
como
presidiário. Aquilo ali reflete
uma canalice,
mas também um alto grau de inveja muito
grande. É,
porque o o o problema do Lula, se o Lula
fosse tudo que é aplicasse toda essa
política e tivesse nascido no Bodo da
classe média alta, ele não ia ser tão
perseguido.
Existe a o ódio de classe contra o Lula
é incomparável. Eu acho que não teve
ninguém na história do Brasil que tenha
sofrido tanto o óleo dessa elite
brasileira do que do que Lula.
Tiradentes, nem aqueles outros lá do
Nenhum nenhum deles, nem zumbi, nem
nenhum deles.
É, é [ __ ]
E o Lula
eu digo que oligo Boarque,
Chico Boarque é o Lula da música.
A Fernanda Montenegro,
ela é o Lula da dramaturgia.
O Aonor Sena, talvez seja o Lula do
automobilismo.
O Pelé é o Lula do futebol, velho. E o
Lula é o Lula do Brasil, perdão, que
veio lá das catingas do Pernambuco, vai
ser presidente da República, vai ser
recebido com todo toda a pompa pros
grandes chefes de estado. Olha a
situação do Bolsonar. Bolsonaro foi
expuda de uma pizzaria nos Estados
Unidos [risadas]
mandar comer na calçada. Ele teve
orgulho disso. Ele teve orgulho. Ele
vejo que mandou tirar foto e publicar.
Eu digo: “Olha só, cara idiota, velho.
Fazendo barulho pagar esse micro.”
É o show da medicidade mesmo.
Fazer o barulho pagar esse mico, velho.
Ele ia proc todo mundo corria dele, ele
ficava sozinho procurando alguém para
conversar. Tu viu? Então é isso, mas ele
ficava cutucando fal comigo.
É, mas esse pesadelo passou. Esse
pesadelo não volta mais não. Agora tem
que derrotar o Senado e jogar essa esse
esse resto de est para para dentro do
vaso e da descarga porque ainda tem
muitos tem muitos ainda. Esses caras aí
do do parlamento são perigosos. Então
aquele tem tem um alemão, não tem de do
Rio Grande do Sul,
não sei. Vanard ele.
Ah, Van é do do Novo.
Partido Novo.
O Novo é aquele do cara do do de Minas
Gerais que que consegue ser mais burro
do que do que Mouro. É,
é, [risadas]
é aquele cara, [ __ ]
[risadas]
Tá certo. Então, olha, olha aquele tipo
Pedro.
É.
ver ele comendo banana com casca. Ol
e o japonês que defende a liberação do
partido nazista.
É,
hein? Aquele, como é o nome dele?
Movimento
bumbum livre.
É bumbum livre, né?
É,
é o movimento bumbum livre. Que que que
que não é de lá que tinha o o deputado
Tarado,
o Tará de Kev
de Kev?
É,
mamãe Gaguei.
É.
E o chefe dele não é um desequilibrado.
É.
Ele quer ver,
ele é o sério, ele é o sério, ele é o
sério,
ele ele é, ele é o gênio do time. Ele é
o gênio. Ele joga parte da televisão,
esgulhava todo mundo, se se desorienta.
Aquele homem quer ser líder.
Isso.
Mas para que para ele ser líder daqueles
dementes que ele comanda ali, dá
aquele dali dá, mas ele quer ser
presente no Brasil.
[risadas]
Não, velho. Esse Brasil só não é mais.
Já foi melhor não, já não. Essa galera
de direita.
Ah, já teve quatro chatou.
Era outro nível, Ped
eram tudo intelectuais.
Era intelectuais
mesmo. Aquele bandido lá que tentou que
que que que pressionou para Vargas cair,
como é que era o nome daquele? O
é o jornalista do lembrar o nome dele lá
do
É, eu sempre esqueço o nome desse filha
da [ __ ]
Foi governador do Rio.
Isso. Que apoiou o golpe, depois virou
pro lado dos comunistas quando viu que o
golpe não ia cair no dele.
Mas como povo vai escrever aí, Pedro? Eu
lembro dele.
É [ __ ]
E tá no livro Samuel Wagner.
Isso.
Última hora.
Isso é Carlos Fed.
Carla Fed. Cala Fed.
Tô no
Pois é. É aquele imbecil, aquele verme,
ele era quadro intelectual, né?
Era inteligente.
Aí hoje a gente fica com Olavo de
Carvalho.
Lia, ele lia, ele lia muito. Ele foi,
ele foi da
ALN
ou é Aliança Nacional Libertador? ANL,
ALN depois, que que é um resgate
da Nacional Libertadora, que
que
fez frente contra
o fascismo do dos Galinha Verde e do
outro lá,
do Plino Salgado.
Plino Salgado. É, Plgado.

Em 37. Em 35 foientona em 37 os galinha
verde tentaram tomar o poder, tomaram
pau do Vargas.
Foi
e aí ele tava do do
Agora interessante. Agora interessante.
Veja bem, os comunistas tomaram o pau do
Vaga, mas apoiaram ele em 30. Foi.
Aí tomaram pau do Vas e
os Galinha Verde apoiaram o Vargas
também pro pro golpe do estado novo e
também foram perseguidos por eles.
É.
E foram perseguid
era tempo difícil, né? Aquele tempo lá
era o tempo difícil.
Daí tem que entender aquele contexto
também, né, Pedro? A a o Brasil, aquele
que eu te falei, o Brasil toda vez que
tem que romper com as estruturas. Isso.
A classe dominante ela se antecipa e
cria o seu próprio projeto.
É quando tá acontecendo um processo de
ruptura, quando se vê que ele é
inevitável, o pessoal que é rico no
nosso país se antecipa e fala: “Não,
deixa que eu cuido”.
Veja, veja, veja o que aconteceu
em 1800,
em 1789
em Minas Gerais, em Confidência Mineira
aconteceu. Aí tem que saber aí estudar
também esses movimentos, né? É, e cada
um de frente e tal,
mas enfim, mas todos eles queriam uma
coisa só, a independência.
Isso,
a independência. Tem a da Bahia,
tem a do Rio de Janeiro e tem a do
Pernambuco.
Quatro revol de Pernambuco foi a que
demorou mais. Foi de 1817.
17
foi que demorou mais. Mas veja, quatro
movimentos de libertação.
Ora, a elite brasileira sabia que era
insustentável manter aquele sistema
colonial,
colonial.
Colonial.
Aí começou, quando o cara veio para cá,
ele já abriu o porto já.
E quando tinha a e a e as bandeiras
desses movimentos era república
o fim da escravidão, de Minas. De Minas.
Sim.
Presidência Mineiro foi um movimento
liberal.
Mas as outras não, envolvimento popular
e tal,
tinha envolvimento com parcela da
população,
tinha, tinha. Então ela se antecipa e
que o projeto de independência dela é
que continua o próprio imperador.
É, ela fala assim: “Não, já que vocês
querem independência, a gente vai fazer
com o imperador”.
E faz uma constituição que ele é quem
vai outorgar.
É, ele 23 ele debela constituinte
constituinte e outorga uma constituição
e manteve-se a grande propriedade
predominando o monopólio da terra.
Uhum.
Não teve reforma gra coisa nenhuma. Os
escravos continuaram escravos. Também
não houve mudança estrutural alguma.
Uhum. E essa mudança, essa independência
só se viu para tirar o
o
comércio de Portugal
e dá pra Inglaterra.
E dá pra Inglaterra. Não, porque o
comércio já era com a Inglaterra,
Portugal só atravessar,
só consolidou, né? Só consolidou.
Eh, eh, é porque você ia ter um gasto a
mais ali deixando o dinheiro para
Portugal. Aí quando vai lá pro final,
agora vamos lá para para para
abolição.
Processo da abolição v uma velocidade
que ninguém segurava mais não.
Uhum.
E a tendência era que fosse mesmo
aprovada a um processo de abolição que
incorporasse de fato, de fato a mão de
obra para produtividade, para
especialização de de do progresso que
tava chegando com a industrialização e
que tudo fizava o interesse inglês,
abrir mercado aquilo, mas nada disso
aconteceu.
Sim.
Não houve distribuição de terra, não
houve reforma agrária. O os níos ficaram
foi marginalizado.
Uhum. É nesse contexto que surge João Câ
lá na no Rio de Janeiro em 1910 com a
revolta da Shibata aqui
no início da República.
No início da República, não é? E veja,
porque o projeto de república que passou
foi do do Marechal, que era ministro da
guerra da monarquia,
e que ficaram ainda mais 4 anos no
poder. Ele dividido com o outro
Floriano, Floriano Peixoto, não é? Aí
depois se assume mesmo os fazendeiros
isso.
E morrem clínta com o avanço da da
indúa, surgimento. Aí vem aquelas
mudanças tod
a classe média urbana.
Aí a crise de 29 aperta
a crise de 29 aperta e
acelera
é
acelera esse processo. Aí veja bem, mas
mais uma vez o processo revolucionário
de 30 não foi processo revolucionário
coisa nenhuma. Foi um golpe das
oligarquias dissidentes. Não foi nem dos
comerciantes, não
foi? Minas Minas Gerais tinha brigado
com São Paulo porque eu acho
An Carlos, o Antônio Carlos de lá que
era Antônio Carlos Andrade era o
governador da província de Minas Gerais,
João Pessoa na Paraíba, que era
dissidente tudo das oligarquias,
tudo oligarquia.
Então era a oligarquia
arrumando um jeito de ela perder os
anéis, mas não perder os dedos.
com a colocação de vargas no poder
representado as oligarquias do sul.
É.
E aí Minas Gerais virou, abandonou São
Paulo. Uhum.
E aí São Paulo cai.
E aí veio, aí veio aquela em 64, né?
Arrumaram 64. Teve o parlamentar 62
62. Teve outra crise que eles arrumaram
um jeito ela não que ela não avançasse.
Eles perceberam que tinha um avanço do
da manifestação popular. Isso aí conteve
aquela aqueles movimentos estudantis
sobetudo. É sobretudo estudo antigo
porque a indústria no Brasil era muito
pequena.
SP.
É. Aí foi aí conteve com um projeto que
era o parlamentarismo e e toda vez que a
gente cai no engordo eles dão um golpe
em seguida.
É toda vez.
O da maioridade também que a gente nem
falou direito, já foi do golpe também
quando estava os movimentos populares
fazendo no Brasil na regência
Pernambuco foi revolução para de Pedro
Ivo.
Meu nome é Pedro Pedro Paira Pedro.
Aí teve eh como é que é? Eh Farropilha.
É. E naquele instante ali, novamente, as
elites brasileiras se juntam e criam um
projeto alternativo que não possa levar
o rompimento do estatus cor daquela
situação. E
não foi assim com com a passagem da
ditadura, não, quando empurraram pro
colégio eleitoral a eleição.
É,
foi desse jeito também.
É, ele sabiam que eu caí desde 70, né?
Desde 70. Desse jeito também.
E aí chegamos na situação que estão que
chegamos, né? Mas eu acho que agora
agora eu acho que essa essa esse
esse início de segundo quarto de século,
né?
Uhum.
Vai vai ser o melhor que nós vivemos nos
últimos 200 anos.
Ah, eu também acho, cara,
viu? É,
eu também acho real.
E a mí sociais, elas são importantes
para isso, né?
Uhum.
Para desempenhar esse problema. É isso
aí, P.
E a nossa viagem como é que foi?
Ah, legal, né?
Táendo
boa. Boa. [risadas]
Conheci aqu amigo teu que são gente boa
demais. São gente boa demais. Como é o
nome da cidade? Tatuí, né? Tatuí.
Renan, um abraço. Renan. Eduardo, né?
Eduardo, o vereador lá. Eduardo.
Cara, os nomes eu sou de nome do Renan,
né? Que é meu amigo.
Não, mas tem o Eduardo também. Tinha,
tinha o que foi vereador também que eu
conversei que ele, a mulher dele é
cunhada do Cío Garcia.
Ah, é o Adriano aqui em Brasília. Aqui
é, é aqui. Sim. Mas aí ele teve lá, não
teve?
Teve não. Adriano tava lá não.
Não tava não.
Não tava não. Adriás,
então tô confundido com aquele que era o
vereador mesmo, que é parecido com ele.
Ele é parecido mesmo. [risadas]
Confundi.
Ele é parecido mesmo. Ele é parecido
mesmo. É, confundi. Foi isso. Mas enfim,
a galera é gente boa demais.
Gente boa,
né? E tem também a o museu do futebol
ali. Foi bom demais
no Pacaembu que agora privadizado agora
do Pacaembu que foi palco da vitória do
Npro contra o Santos 63 por 5 a 3 quatro
gols de bita 5 a tr o N foi vice-campeão
brasileiro naquele ano 67
foi vice-campeão, perdeu pro Palmeiras
no Maracanã chovendo porque o Noto tinha
perdido em
Ó o Renan tá ali, ó. Ele tá falando que
o nome dos vereador é Kelvin Eduardo.
Kelvin Eduardo. O Eduardo acertei.
Kelvin. Kelvin. Valeu,
dá um abraço naquela galera boa lá,
velho. Gostei dele, viu? Nossa.
Tá. Mas aí você tá falando do futebol lá
do do
Ah, sim. A experiência, a experiência de
entrar no Pacaimbu, né, velho? de viver,
saber que foi ali naquele gravado,
naquele estádio que teve aquela partida
inusitada de 67
e
e e partiar por toda aquela história do
futebol brasileiro é emocionante demais.
É emocionante
para quem apaixonar futebol feito eu. É
emocion
e o máximo para que você achou lá de lá
de dentro? São Paulo tem isso, né,
Pedrão? É arte, é bola, é arte, é
cultura, é futebol, é política, é, é
tudo. São Paulo,
olha, quem quem tiver espalhado pelo
Brasil tem que ter uma referência em São
Paulo, né?
Tem que dar uma passada aqui, né?
Tem, tem, tem para para se inteirar, mas
o Brasil tá mais aqui, né? Mais do que
em Brasília.
40 milhões de pessoas, né? V
40 milhões. 40 é população da Argentina.
É população da Argentina.
População da Argentina. Por isso que a
Argentina quer saber, porque o Brasil já
ganhou sete campeonatos seguidos e eles
não vão ganhar mais nenhum. [risadas]
Porque daqui que você chega a 200
milhões de habitantes, aí haja transa,
né? [risadas]
E hã e a gente vai dizer para Santos
também.
Ah, é, nós vamos para Santos. Aí vai ter
o museu do Peretor do Peré. [risadas]
Chega ninguém perto. Chega ninguém
perto. Per. Perdão. Per sensacional
tem foi ó eu, Pere foi o cara mais mais
vítima de racismo que teve no Brasil,
né? Mesmo tendo ele um papel cumprido,
um papel
até progressivo, né?
É, é porque
eu já expliquei, né? No a gente tem que
fazer um dia só para falar diferente.
Uhum.
Porque a confusão que se faz em torno
dele,
que Per é isso, que per jogava a bola e
muito bem. Ela era um cidadão comum que
tinha seus posicionamentos movidos pelo
que o centro comum é impõe. Não tinha
carteirinha de partido comunista, tinha
nada disso não. Eles fazia muitos gols.
Aí tem uma esquerda que é meia doida.
Pedro,
tem tem
é que ah, mas a menina, vamos falar
aquela história da menina que eu morri
de a menina que disse e o cara diz
assim, quem é melhor? Quem é o melhor
cantor do que Roberto Car assim? Todos.
Tá, isso aí é outra coisa. tá falando
que também o que Pelé sofreu, Roberto
Carlos sofri.
Não, eu tô dizendo que é Não, tô dizendo
que é esquerda.
A dinâmica do pensamento da esquerda às
vezes
tá, ele tá, ele tá mudando de ações. Ele
tá falando do Roberto Carlos agora,
cantor, né? Vá.
É porque é porque Roberto Carlos é
limitado. Roberto Carlos,
a música dele não é a que a gente
gostaria que ele cantasse ele, mas ele
tem sua história e ele teve seu papel
agora. Seu legado
é seu legado. Agora disse o seguinte,
como a mina disse, Roberto, cara, põe a
ditadura militar. Eu tô perguntando onde
foi que ela leu, que ela viu, que ela
ouviu isso, porque isso nunca foi posto.
nunca foi posto no festival de 66
e todos os grandes músicos e
compositores do Brasil daquele tempo que
se opunham ao regime militar, foram
estiveram lá representados
o Chico Boaque, o Gil Caetano Veloso, o
Vandé, o Edu Lobo e Roberto Carlos.
Roberto Carlos com a música dele,
eh, Maria Carnaval e Cinzas, um samba
até, um samba até. Agora ele tem a
capacidade intelectual de militância, de
de de
análise política, de clareza politica
mesmo que um Chico Boac, que um Caetano.
Não, não tem não. Sabe por quê? Porque
ninguém tem. Como
é? Você compara, você compara com o
É o car era um menino, rapaz de
periferia do estado do Espírito Santo.
As pessoas
Itapemirrim, né? É,
é Itapemirrim. As pessoas não levam isso
em conta na hora de falar, de analisar e
tal e fica rotulando e fica rotulando e
faz uma coisa às vezes que é próprio da
direita, quer queimar as pessoas
queadem. Lula foi vítima disso. Esse
povo tem que entender isso, velho. Não é
desse jeito. Tem que estudar primeiro.
Diferente daquele caso do Simonal que eu
te falei
que é direita e muita gente falou que
que Simonal foi
foi lacrado. Mas Simonal sabe por que
Simonal foi lacrado? porque ele deveria
ser lacrado. Ele saiu para contratar
dois torturadores doicod
para dar uma surra no contador dele, que
segundo ele um contador o havia roubado
e o contador não o havia roubado.
E ainda que tivesse roubado.
É. E ainda que tivesse e ainda que
tivesse. Então você acha que naquele
contexto onde pessoas estavam sendo
assassinadas, torturadas,
esse cidadão chega e vai me fazer eh
colui dizendo que era amigo dos caras,
usou ele como amigo. Quem é amigo de
torturador, meu filho? Torturador é, por
favor. Adoro a música dele. Perdão. O
a crítica tem que chegar. É, mas ele tem
que pagar a conta dele, velho. Ele tem
que pagar a conta dele. Por isso que
esses caras voltaram agora, porque a
gente começou a relevar a tortura do
general lá, que não botou, botou ele da
anistia, o que matou e torturou.
Chegamos a esses do golpe agora por ter
passado a mão em muito golpista, muito
cara que que bateu palma paraa tortura
lá atrás
como como o o
como o nome cantou Pedro
Simonal. como simolar o que nós fizemos
naquele tempo que gerou essa tupe de de
de imbecil que fica vendendo música
barata e ruim para a opinião pública
pagar milhões e milhões para eles
fazerem cantar bombeiro deles aí ainda
ficar falando mal sobre as conquistas
progressistas do movimento popular. É
isso,
uma horinha. Tá bom,
tá bom, tá ótimo. Espero que o povo
tenha gostado, né, filho? Não tem que
perguntar para eles aí se eles gostaram
ou se eles gostaram. Também não sei não.
Fala para [ __ ] assim.
Não, o cara é pro palavra.
Ai. Então, queridos, ó, bom Natal para
vocês. Vocês são maravilhosos. Digam o
que que vocês pensaram aí. Se a gente,
deixa eu mostrar minha camisa da daão.
O presente que eu te dei.
É, é, é.
Tem que dizer que fui eu que dei. Foi
eu. Tem que dizer que foi eu que dei
aqui, ó.
que é a minha camisa que Pedro me deu
retor da 58 nacé
jogou com ela, ó aqui, ó. Tá vendo? Me
deu essa camisa e eu tô com ela aqui
doido para chegar lá em Brasília e usar
para entrar.
Eu eu posso contar que você se se
emocionou lá no negócio do do
Pelé.
Do Pelé.
Por que que não tinha senhora?
Ele ele ele chorou. Ele chorou. Não,
pera aí, doutor. Eu te falei que o a o a
doutora perguntou: “O senhor tá bem?” Eu
digo: “Tô, senhor, não tem nada?” Eu
digo: “Só depressão. Quem não tiver
depressão tá doente”. [risadas] Eu nesse
mundo
p Eu tô hoje eu tô bom porque eu tô com
depressão. [risadas]
Se eu não tivesse, podia ser que eu
tivesse com algum problema, mas não tô
nem tô bem. [risadas]
Então, queridos, ó, beijo para vocês.
Eh, se vocês quiserem que a gente faça
mais vídeo, ah, pauta teu tema. Esse
cara aqui tem coisa para falar, velho.
Tem coisa para falar.
Foi rápido, né, Pedro?
É rapidinho. É papou.
Uma hora parece que que voa quando a
gente tá se divertindo, né? [risadas]
Falou, queridos. Um beijo para vocês
todos. Até mais.
Que que eu faço? Eu vou de avis day.
Conhece a música do avisayum.
Assim, ó. Não, vou, eu vou colocar outra
que acho que você vai gostar. Eu quero
que você ouça essa assim, ó.
[música]
[ __ ] [ __ ] Ninguém liga.
Ninguém liga. Meteouro de [ __ ] [música]
de [ __ ] Gente dama de [ __ ]
Ninguém liga.
[ __ ] [ __ ] [música]
[ __ ] Ninguém liga. [ __ ] [ __ ]
[ __ ] Ninguém liga pra sua opinião.
Grande [ __ ] [música]
Vou.