Enquanto você faz um intervalo no
trabalho
ou se diverte no fim de semana,
nosso planeta é atingido por descargas
elétricas. Você sabia que o raio é um
dos fenômenos naturais mais frequentes
na Terra? Segundo estimativas, eles
aparecem nos céus cerca de 1 bilhão 400
milhões de vezes por ano. Ou seja, são 3
milhões de relâmpagos todos os dias, o
que dá 44 descargas elétricas por
segundo. Isso significa que enquanto
estávamos falando sobre eles, várias
centenas de relâmpagos já caíram em
algum lugar do mundo. A gente
simplesmente precisa aprender mais sobre
esse fenômeno. Vamos lá.
O relâmpago McQueen era ótimo, claro,
mas ele estava muito longe de um raio de
verdade. E nem estamos falando do clarão
que se propaga na velocidade da luz, mas
da velocidade do próprio impacto. Ela é
de aproximadamente 435.000
km/h. Quão rápido é isso? Bem, se alguém
decidisse dar um passeio veloz e
conseguisse montar um raio, sua jornada
da Terra à Lua levaria 55 minutos. É
praticamente o tempo de um expresso
interurbano, só que a viagem é menos
confortável. Nele não dá nem para sentar
direito. Apesar do relâmpago parecer
enorme no céu, sua largura real é de
apenas uns 2 a 3 cm. Só que essa
descarga elétrica da largura de um
dedinho é incrivelmente brilhante por
causa da energia concentrada nela. E
esta é a segunda razão pela qual é pouco
provável que você consiga voar pra lua
em um raio. A temperatura da descarga
pode chegar a 30.000ºC. Para você ter
uma ideia, a superfície do sol é cerca
de cinco vezes mais fria. É uma
diferença similar a da água fervente e a
água do mar no início do verão. Há outra
limitação para esse voo. O relâmpago
ocorre em 2 microssegundos, ou seja, 2
milionés de segundo. Para comparação,
uma piscada leva em média 350.000
microsegundos. Mas como em tudo na vida,
também temos exceções aqui. Em 2020,
durante observações meteorológicas, dois
recordes incríveis foram registrados. No
dia 29 de abril, um raio gigante se
estendeu por 767 km, atravessando Texas,
Luziana e Mississippi, sendo que o
comprimento normal de um raio é de
alguns quilômetros. Ao ver que as
pessoas ficaram impressionadas, o Zeus
resolveu ostentar mais uma vez. No dia
18 de junho, o céu sobre o Uruguai e o
norte da Argentina foi iluminado por uma
descarga elétrica cujo clarão durou 17
segundos. Pensa um pouco, um anúncio de
15 segundos no YouTube parece
interminável, né? É difícil até imaginar
o que sentiram as testemunhas desse raro
fenômeno.
Bem, já aprendemos sobre as
características. O relâmpago é rápido,
frequente e quente e quanto à
personalidade, pois ele também a tem.
Por exemplo, certa vez alguém inventou
que um raio nunca cai duas vezes no
mesmo lugar, mas eles vivem desmentindo
essa afirmação. E tem mais, a
probabilidade de um relâmpago cair no
mesmo lugar é quase maior do que a de
atingir um lugar aleatório no chão. Tudo
pode ser explicado pela física. A
descarga elétrica segue o caminho de
menor resistência. Então, por que
complicar tudo e desviar de um caminho
já testado? É como encontrar um atalho
sem trânsito de casa para a escola e no
dia seguinte decidir fazer um desvio
pelo próximo quarteirão. É irracional. E
não é só isso. Um raio não só cai duas
vezes no mesmo lugar, como também cai em
vários lugares ao mesmo tempo. Aqui está
um ótimo exemplo de uma descarga em
Chicago,
durante a qual um raio atingiu três dos
edifícios mais altos da cidade de uma só
vez. E esse negócio de personalidade nem
é só uma piada. Assim como as pessoas,
os raios podem ser negativos e
positivos, mas até nesse caso eles
exibem seu gênio forte e fazem tudo ao
contrário. Calma, vamos explicar. 95%
dos raios são negativos. Eles se formam
na região de descarga negativa abaixo da
base de uma tempestade. No caso deles,
há uma transferência de carga negativa
da nuvem para o solo. Apenas uma pequena
parte dos relâmpagos surge perto do topo
da tempestade. Eles transferem uma carga
positiva da nuvem para o solo, mas não
carregam nada de positivo com eles. É
justamente o raio positivo, que é o mais
perigoso e tem uma força tremenda. A
corrente desses raios pode chegar a
300.000 1000 amp e sua tensão pode
chegar a 1 bilhão de vol. Quantas vezes
isso é mais potente que as nossas
tomadas? Se bem que para que fazer esses
cálculos? Basta dar uma olhada nos raios
positivos, sacudindo o espaço ao seu
redor.
Acredita-se que justamente esse tipo de
raio seja responsável por muitos
incêndios florestais e danos a linhas de
energia, mas porque eles incendiariam a
árvore ou alguns fios, se uma descarga
normal pode fazer a areia derreter como
açúcar.
Talvez você também tenha tido a sorte de
encontrar uma coisa parecida com essa na
praia, embora ela não seja tão comum. Em
uma fração de segundo, uma corrente
elétrica aquece as partículas de ar e a
água entre os grãos de areia,
transformando-as em um tubo de vidro
chamado fugurito. Essa é uma espécie de
autógrafo de um relâmpago.
Pode ser que você visite a praia com
mais frequência do que os raios, mas
você nunca estará tão perto de uma
erupção vulcânica quanto eles. É
justamente aqui que as tempestades
elétricas fazem os seus consertos mais
impressionantes. As razões para isso são
várias.
Os raios vulcânicos são formados quando
a eletricidade estática se acumula na
atmosfera, assim como em uma tempestade
elétrica normal, mas o mecanismo deles é
diferente. E falando em eletricidade
estática nas montanhas, aqui está um
sinal claro de que é melhor você descer
de lá de cima.
Essas imagens foram registradas no
Alaska e a maioria dos cientistas
concorda que elas não são um bom
presságio. Mesmo que o vulcão não entre
em erupção, essa quantidade de
eletricidade estática acumulada pode
indicar a formação de uma tempestade
elétrica. E se uma erupção acontecer,
não adianta esperar misericórdia. Os
relâmpagos vulcânicos têm várias fontes
de recarga: as partículas de gelo, os
fragmentos de rochas e cinzas e, por
último a radiação. Tudo isso colide,
fazendo com que a tempestade elétrica
adquira uma potência enorme. Mesmo
assim, não é tanto quanto em outros
planetas. Sim, a Terra está longe de ser
única nisso. Se existe vida em Urano,
Saturno, Júpiter, ela já está cansada
dos clarões constantes. É
particularmente difícil para os
possíveis habitantes dos dois últimos
planetas. Há quatro décadas, os
cientistas observam relâmpagos
constantes em Júpiter, a qualquer
momento e em qualquer ponto da
atmosfera, mas migrar de lá para Saturno
seria bastante inútil. Embora haja
intervalos entre as tempestades
elétricas dele, elas podem durar meses.
Em 2013, aconteceu em Saturno a
tempestade mais poderosa que já foi
registrada em nosso sistema solar. Ela
se estendeu por 224.000
km. É possível que você nem tenha tanta
quilometragem em seu carro. E já que
estamos falando de carros, será que você
pode se sentir seguro se uma tempestade
de raios e trovões pegar você durante
uma viagem? A boa notícia é que sim. A
má notícia é que não 100%.
Se um raio atingir um carro, ele
atingirá a antena ou o teto. Em seguida,
a descarga passará pela lataria de metal
externa. Neste momento, é melhor não
tocar nas partes metálicas internas.
Depois disso, ela passará pelos pneus e
entrará no solo. Depois desse choque, é
pouco provável que seu carro se torne um
veículo elétrico. Muito provavelmente,
os dispositivos eletrônicos deixarão de
funcionar, a antena derreterá e as rodas
sofrerão. Mas não dá para negar que este
é um preço pequeno. Afinal, você
permanecerá vivo, a menos, é claro, que
você esqueça de fechar as janelas
primeiro. O relâmpago fica só esperando
uma brecha para entrar no carro e ser
passageiro. No entanto, nem mesmo as
janelas fechadas puderam salvar o
foguete Atlas Centor. Pois é, até uma
espaçonave é alvo fácil para os
relâmpagos. Em 1987, a NASA resolveu
fazer um lançamento com tempo. Seu custo
foi de 78 milhões de dólares. Apenas 49
segundos após a decolagem, um raio
atingiu o alvo, inutilizou os controles
e jogou o foguete no oceano. Felizmente,
ele não era tripulado. Temos a sensação
de que alguém lá em cima já está de saco
cheio de tanta visita. Veja como uma
descarga elétrica ataca um foguete
soioso.
A impressão é que se arrisco mesmo em um
foguete espacial, se esconder dos raios
na água é uma péssima ideia.
Mas por que então durante uma tempestade
os lagos, mares oceanos não se
transformam em uma sopa de peixes? A
natureza não é tão trabalhadora assim
para restaurar a população de peixes
depois de cada tempestade. Por isso, ela
pensou em tudo. A carga se acumula na
superfície da água e o impacto não
penetra fundo o suficiente para
prejudicar os animais. Isso significa
que se você está mergulhando, você pode
evitar choques elétricos? Na teoria,
sim. Na prática, você quer mesmo
conferir? Se bem que existem pessoas que
tiveram que experimentar o poder dos
raios em si mesmas sem querer. Algumas
delas tiveram mais sorte e outras menos.
Este homem do Texas foi atingido por um
raio bem debaixo dos seus pés enquanto
passeava com seus cachorros. Com susto,
os cães pastores saíram correndo em
todas as direções. O pobre coitado caiu
no chão na mesma hora, como se tivesse
sido abatido. Ele foi milagrosamente
salvo por pessoas que passavam e fizeram
uma ressuscitação cardiorrespiratória
nele. Porém, o mais surpreendente é que
de ferimentos, o cara chamado Alex teve
só uma queimadura em uma parte da cabeça
e um hematoma por bater no chão ao cair.
Já suas meias e tênis pagaram o preço. E
sabemos o que você realmente quer saber.
Os cães foram encontrados e estavam em
perfeitas condições. É pouco provável
que o cara queira repetir essa
experiência, mas vale lembrar que um
raio pode sim cair duas vezes no mesmo
lugar ou sete vezes. Como no caso do Roy
Sullivan. Os raios o perseguiram por 35
anos e o privaram de uma unha do polegar
e de sobrancelhas. Machucaram seu ombro
e seu tornozelo e queimaram seu peito e
seu estômago. Mas o homem para raios foi
mais forte que eles e acabou entrando
para o livro Guines dos Recordes. A
probabilidade de alguém ser atingido por
um raio sete vezes é de uma em dois
septilhões. Caso você esteja na dúvida,
um septilhão tem 24 zeros. Alguém já
ouviu falar de um número tão grande?
Como dissemos no início, os relâmpagos
têm personalidade forte. Eles roubam
sobrancelhas e cabelos de uns, mas os dá
de presente para outros. Sem
brincadeira. Em 1980, Edwin Robinson,
que ficou cego e quase completamente
surdo após um acidente, foi atingido por
uma descarga elétrica em seu próprio
quintal. Quando o homem voltou a si,
descobriu que estava enxergando e
ouvindo tudo perfeitamente. Além disso,
depois de algum tempo, os fios de cabelo
começaram a crescer em sua cabeça
careca. Talvez tenha sido uma recompensa
pela sua bondade. O Edwin saiu para o
quintal para tirar sua galinha de
estimação da chuva. E tem também o Tony
Sicóia, um raio lhe deu uma parada
cardíaca e algumas queimaduras,
mas ao mesmo tempo desbloqueou um
talento oculto. Algumas semanas depois
de ser atingido, o homem sentiu um
desejo irresistível de ouvir música de
piano. Depois disso, comprou o
instrumento e acabou se tornando
pianista e compositor.
Mesmo assim, é muito mais provável que
um relâmpago frite você do que lhe
transformar em um Xpen.
Então, o que fazer? Tomar as precauções
de segurança, é claro. Ou seja, não siga
o exemplo desse cara e não se esconda
debaixo de árvores. Temos certeza que
você conhece essa regra.
Também não recomendamos tentar espantar
relâmpagos tocando sinos, como era feito
até o final do século XVII. Ninguém
duvidava de que isso funcionava. Muitos
sinos tinham até a inscrição fugura
frango, ou seja, eu persigo raios. No
entanto, o tempo mostrou que é
justamente o contrário. Depois de três
décadas e depois de que 103 tocadores de
cino morreram ao serem atingidos por
descargas que caíram nas altas torres
com sinos de metal, o costume foi
finalmente banido. É sério que
precisaram morrer 103 pessoas para que
eles percebessem que havia um certo
padrão? Talvez a melhor solução seja se
abrigar em casa, principalmente,
meu Deus,
aquele povo da BR, Senhor, que tá
atrapalhando a vida dos trabalhadores,
Senhor, que tá vindo trabalho, chuva com
trovão, Senhor, em nome de Jesus Cristo,
dar a tua resposta nessa noite, chuva a
noite toda, meu pai, para aquela
gadaiada desocupar aquela BR Em nome de
Jesus Cristo agora a chuva. Eu ordeno a
chuva agora, Senhor. Eu puxo agora a
chuva do alto do céu e manda agora de
encontro a toda gardiada agora em nome
do Senhor Jesus Cristo. Deus respondeu
com o trovão. Meu Deus, responde com o
trovão, Senhor. Deus, obrigado por me
responder agora. Obrigada, Jesus por
cuidar do Brasil junto com a irmã
Mônica, meu Deus. Obrigada, Senhor.
Manda sua agora para toda Gabaiada agora
sair da berra agora, meu pai. Em nome do
teu filho amado e salvador Jesus Cristo,
protege o meu Brasil de falcista, de
bandidade, de quebra quebra, Senhor.
Protege o Brasil agora em nome do teu
filho amado. O Brasil tá protegido
debaixo do poder de Deus, debaixo das
orações da irmã Mônica. Meu Deus,
protege o presidente Lua em Brasília,
que nenhuma ferramenta se levante contra
o presidente, meu pai, em nome do Senhor
Jesus Cristo. Só foi eu pedir a Jesus, a
chuva veio. Amém. para honra e a glória
de Deus, porque Deus responde a oração
da filha dele. Amém.
Irmã Mônica, faça chuva, faça sol, mas
você vai orar por esse país, né, irmão?
Faça chuva, faça sol. Eu posso estar de
cama, mesmo assim eu me levanto para
orar pelo Brasil, que é uma missão que o
Senhor Jesus colocou na palma nas minhas
mãos.
Irmã Mônica, isso é que o verdadeiro
povo de Deus tem que fazer, é orar pelo
Brasil, né, irmã Mônica? Não tá atrás de
político no meio da BR, né, irmã Mônica?
Que palhaçada que virou esse país. Que
vergonha que virou a igreja evangélica.
Porque esses crentes, né, irmã Mônica,
endemoniado, porque são crentes, não são
cristão, estão envergonhando o evangelus
agora.
Meu Deus,
agora
meu Deus. E ela tá tomada pelo Senhor e
ninguém segura a irmã Mônica. Meu Deus
do céu. Meu Deus, meu Deus. Ela tá
tomada pelo Senhor.
Senhor,
meu Deus.
Meu Deus do céu. Senhor
e acaba com Senhor responde,
meu Deus.
เ Oh.
เฮ
เ